INFOGRÁFICO: 5 Regras de Ouro para Sobrar Dinheiro

Guardar dinheiro não é coisa fácil. Você mesmo já deve ter dito algo como: “Eu cuido do meu dinheiro, mas não sobra nada!”.

Não se sinta culpado por isso!

Sofremos muito com a falta de educação financeira e às vezes são pequenos detalhes que não aprendemos que fazem a diferença.

A boa notícia é que você pode seguir algumas regras muito simples e fáceis de aplicar. Se você tiver persistência, esses 5 passos que eu vou mostrar podem colocar sua vida financeira em outro nível.

Veja aqui 5 regras de ouro para sobrar dinheiro e começar a investir!

5 Regras de Ouro para Sobrar Dinheiro Infográfico

Aprendeu a guardar dinheiro?

Então agora dá uma olhada nessa aula 100% GRATUITA que Você descobrirá um método simples de fazer pequenas economias se tornarem grandes patrimônios.

Quanto custa um carro? Acredite, você pode viver sem um!

quanto custa um carro

Você se lembra daquela propaganda que afirmava que todo brasileiro é apaixonado por carro? Aliás, não me recordo o que ela anunciava. A questão é: você já parou para pensar quanto custa um carro na prática? Acredite, este pode ser o grande culpado por você não conseguir economizar mais!

Pare para pensar: seríamos mesmo apaixonados por um meio de transporte? Não, porque, na verdade, o carro nunca foi um meio de transporte. Quer dizer, talvez Karl Benz o considerasse como tal, lá nos tempos do Benz Patent-Motorwage, mas a primeira vez que tirou o triciclo estranho, com motor de menos de um cavalo de força da garagem em 1886 e deu uma voltinha, ele percebeu algo: as pessoas viravam as cabeças nas ruas. Pessoas a cavalo ficavam de queixo caído. Isso porque o que ele tinha nas mãos era mais do que um simples meio de transporte, era um símbolo de status.

Mas vamos por partes.

Em 1908 Henry Ford teve uma ideia. O carro não deveria separar quem tem muito de quem não tem. Deveria ser barato, acessível a um grande número de famílias. Assim, o famoso Modelo T, em qualquer cor desde que preto, ganhou as ruas das cidades. E as modificou para sempre. A partir de então, as cidades não precisavam limitar seu tamanho à boa vontade das linhas de bondes e ônibus. Os carros davam às aglomerações humanas a capacidade de se expandir quase indefinidamente.

Se você mora em uma grande metrópole, com infindáveis opções de lazer e cultura, agradeça ao vovô Ford. Se você leva mais de uma hora para ir e uma para voltar todo dia do trabalho, xingue o vovô Ford.

Um carro, então, é um meio de transporte, um símbolo de status e uma forma de mudanças sociais.

Estamos chegando lá.

O Ford T saiu de linha em 1927. Em 1928, Washington Luís, que se elegeu presidente do Brasil com o lema “Governar é abrir estradas”, inaugurou a primeira rodovia asfaltada do país, ligando a cidade do Rio de Janeiro a Petrópolis.

Vamos parar um pouco para refletir sobre isso. A primeira rodovia asfaltada do Brasil surgiu em 1928. Há menos de 90 anos.

Um carro, então, é um meio de transporte, um símbolo de status, uma forma de mudanças políticas e sociais. Bom. Mas ainda tem mais.

A Alemanha destruída do pós-Segunda Guerra contava com o lado dos Estados Unidos e o lado Soviético dividindo os espólios. No primeiro lado, havia uma cidade com uma grande fábrica de automóvel, que ficou a cargo dos britânicos. Entre os modelos estava um carro pequeno, arredondado, desenhado por Ferdinand Porsche. Ao contrário do que muitos dizem, o carrinho não foi uma encomenda de Hitler. Já se buscava um carro popular na Alemanha antes da ascensão do partido nazista, e Ferdinand já tinha levado seu desenho a uma e outra fábrica que, devido ao caos econômico alemão no entre-guerras, não conseguiram levar o projeto adiante.

O modelo de Ferdinand ganhou a concorrência e passou a ser fabricado em uma nova empresa estatal. Enfim, o exército britânico assumiu a fábrica, no maior estilo “vamos fazer carros para nossos soldados e para a população local”. Logo em seguida, os ingleses chegaram à conclusão de que não era função das forças armadas fabricar automóveis. Acabaram vendendo a fábrica, a preço de banana, a alguns de seus antigos diretores dos tempos de estatal nazista. E não é que o Volkswagen vendeu bem, ganhou vários nomes, de Fusca a Beetle, virou o grande ícone automotivo do século XX e ajudou a Alemanha a se reerguer?

Então, um carro é um meio de transporte, um símbolo de status, uma forma de mudanças políticas e sociais e uma grande arma econômica. De outra forma, não haveria, no Brasil, as vantagens para se fabricar o carro popular e as recentes mudanças nas alíquotas de imposto. Se as vendas de carro vão bem, boa parte da economia vai bem.

Só falta uma característica em nossa lista: o carro particular é algo que pode estar causando mais problemas do que benefícios. E está a caminho de se tornar ultrapassado.

O carro hoje – mas vamos com calma. Vamos analisar o cenário hoje. O automóvel é onipresente. Pessoas moram de aluguel em casas modestas, mas estacionam um carro estalando de novo na porta. Ou se afogam em dívidas, mas não podem ser vistos com um carro velho. Afinal, o que os vizinhos iriam pensar?

Talvez por isso mesmo, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontou que o financiamento de carro é a terceira dívida mais frequente nas famílias brasileiras, perdendo apenas para o famigerado cartão de crédito e, ainda firme em segundo lugar, o carnê. O dado apareceu em sua Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada em setembro de 2016.

Então, viagens e cursos que podem nos desenvolver profissionalmente são deixados de lado. Muitos adiam até o “sonho da casa própria”, tudo em nome do carro. Um carro com seu Seguro Obrigatório, emplacamento, IPVA, pedágios e tudo o mais é um bem obrigatório, ali, junto com a televisão e a geladeira. Quem mora em apartamento provavelmente já presenciou guerras homéricas por vagas de garagem.

Pensando em quanto custa um carro, será que vale a pena ter um?

quanto custa um carro

Se formos olhar esforços feitos pela maioria das cidades do mundo, a resposta parece ser simples. E é “não”. O que é mais comum no primeiro mundo são ruas bloqueadas para carros de passeio, faixas em que quem está rodando sem carona não entra, pedágios urbanos, facilidades para se andar de transporte público, a pé ou bicicleta. Onde se permite carros, exige-se que, se ele vai ocupar espaço de qualquer jeito, que pelo menos não polua.

O carro nem é mesmo o meio de transporte mais rápido! Em desafios intermodais, em Curitiba e São Paulo, os veículos particulares de quatro rodas frequentemente estão em desvantagem frente a ônibus e bicicletas. As magrelas, aliás, finalmente estão ganhando seu espaço nas cidades. Foram pegas, sem merecimento, na polarização esquerda/direita que assola o país, mas seu avanço não pode ser detido. E, se você quer mais facilidade, existem as elétricas, que diminuem seu esforço. Mas vamos olhar para a questão por um viés econômico.

Quanto custa rodar com seu carro durante um mês?

quanto custa um carro

Como você já é um frequentador assíduo do GuiaInvest, não vai cair na armadilha de calcular apenas o combustível gasto em um mês. Também irá dividir o gasto do Seguro Obrigatório e do IPVA por doze, e acrescentar essas parcelas ao custo. Mas há mais. A vida útil média de um pneu, por exemplo, é de 60 mil quilômetros, e deve entrar na conta, assim como outras peças e fluidos do carro que se espera trocar. Óleo, bateria. Outras peças, como correias, chips etc., você não espera ter que trocar, então não entra nessa conta. Entra, sim, na depreciação.

Pois essa é outra conta cruel a qual os donos de carros devem prestar atenção. A partir do momento que sai da concessionária, seja novo ou usado, seu carro está perdendo valor. Uma hora você irá vendê-lo, e receberá bem menos do que pagou. A não ser que seu carro seja antigo, de colecionador, mas nesse caso ele perde a função de lhe ser útil no dia a dia. Carro de colecionador só sai da garagem para desfilar um domingo por mês, e olhe lá. Vamos voltar ao carro normal.

Vamos imaginar que carro popular XPTO custe hoje R$ 31.290. Conta rápida:

Desvalorização não é uma ciência exata, mas, para efeito de cálculo, pode colocar que, só de usar esse carro, você perde R$ 166 por mês. E esse é um cálculo generoso. Se você ficar três anos com esse carrinho, prepare-se para notícias piores: uma rápida pesquisa na internet não encontrou nenhum XPTO por mais do que 20 mil. E mais doze meses na poupança elevaria seu investimento para quase R$ 37.500.

Mas existem outros cálculos mais a longo prazo. Para efeitos de exercício, vamos comprar um carrinho melhor que o XPTO básico. Ainda popular, mas com alguns acessórios, espaço, design, assistência técnica em todo lugar. Digamos que esse carro custe R$ 40 mil.

A seguir, vamos considerar a vida média de um motorista. Você compra o primeiro carro aos 20 anos, e dirige bem, sem problemas, pelo menos até os 60. Isso dá 40 anos, na pior das hipóteses. Vamos em frente.

Pesquisa feita em 2016 pela Telefónica mundial mostrou que o brasileiro é o povo que mais troca de carro no mundo. Ficamos com um carro, em média, 1,7 anos. Alemães ficam com o mesmo carrinho por 2,8 anos, e norte-americanos e britânicos, três anos. Só isso já é um alerta para quanto dinheiro desperdiçamos em carros. Mas, para efeitos de cálculos, vamos arredondar para dois anos.

Um carro popular perde, aproximadamente, R$ 4 mil de valor em dois anos. Para trocar de carro, então, você tem que colocar mais quatro mil reais. Então, baseando-se nessa média, um brasileiro dirige, em sua vida de motorista, 13 carros. E, a cada troca de carro, deve colocar mais 4 mil para conseguir um de igual valor.

Acrescentemos o IPVA. Vamos usar nesse exemplo a alíquota base de 4%. Para um carro de R$ 40 mil, novo, o valor desse imposto é R$ 1.600. Com dois anos de uso, passa a ser R$ 1.440. Com um ano, uns R$ 1.500. Mais. Segundo levantamento do portal R7, um carro popular consome, por ano, aproximadamente R$ 5 mil em combustível e mais R$ 600 em manutenção. Com base nisso, vamos lá:

*A bolsa de valores é renda variável, e, como expliquei várias vezes, o grande objetivo desse investimento são os juros compostos. Mas em 2016, o índice Bovespa teve uma valorização de 38,9%. Calculamos apenas um ano, por ser muito difícil a extrapolação. Lembre-se, entretanto, que quanto mais tempo você permanecer com uma ação, maiores as possibilidades de lucrar.

Então, somando-se combustível, impostos e taxas, peças e fluidos novos, mais a desvalorização teremos o custo médio de um carro por mês. Sim, é mais do que a maioria das pessoas pensa. E não estamos levando em conta juros de financiamento e a tia distraída que arranha a nossa lataria com o carrinho de supermercado no estacionamento.

Mas existem alternativas para o carro?

quanto custa um carro

Sim, e muitas:

1 – Táxis, Uber e similares: Ah, nada como a concorrência. Mesmo em cidades nas quais o Uber (ainda) não atua, aplicativos de táxis fizeram o cenário mudar. Ao pedir um carro pelo celular, dificilmente você não encontra ofertas, descontos e outras facilidades que podem deixar a corrida bem mais barata. Em 2015, o jornal Zero Hora fez os cálculos e chegou à conclusão de que, se você mora a até quatro ou cinco quilômetros do seu trabalho, o táxi vale mais a pena do que o carro. O uso de promoções – ou até ficar amigo de um taxista e acertar um pagamento semanal ou mensal – pode aumentar a quilometragem. Até porque, se o trajeto de rotina for inferior a quatro quilômetros, para boa parte das pessoas, é mais vantajoso.

2 – Ir a pé ou de bicicleta: Talvez a melhor opção se a preocupação for a relação custo/benefício. Primeiro, o custo é imbatível. Você se lembra do exemplo do carro popular que se deprecia a R$ 166 por mês? Um sapato ou tênis de R$ 200 ou R$ 300 vai durar no mínimo seis meses. Depois, existem benefícios óbvios para a saúde e disposição para enfrentar o dia. A magrela enfrenta algumas desvantagens: o ideal é que seu local de trabalho ofereça chuveiro e lugar para trocar a roupa de ciclista, mas esses são uma raridade. Mas, como disse, conforme o uso da bicicleta se torna mais comum, esse cenário tende a mudar – é preciso ter esperança, certo?

3 – Use o transporte público: O mesmo estudo do Zero Hora apontou que, em média, se o trajeto for a partir de 11 quilômetros, a passagem de um ônibus passa a ser mais barata do que a gasolina que um carro particular gasta no mesmo percurso. Lembre que o constante parar e arrancar nos semáforos aumenta o consumo. Dependendo do trajeto, você pode ter uma grata surpresa: encontrar ônibus e trens mais vazios, com lugar para sentar, apreciar a paisagem, ler um pouco.

Um estudo da Universidade de York, no Reino Unido, revelou que pessoas que trocam o carro pelo transporte público sentem benefícios parecidos com quem usa bicicleta: ficam mais alegres, animadas. Um dos pesquisadores envolvidos declarou: “Você poderia pensar que problemas no transporte público ou multidões causam bastante estresse. Mas ônibus e trens também proporcionam oportunidades de conversa, leitura e normalmente as pessoas caminham para o ponto de ônibus ou estação de trem.” Faça a experiência um dia. Encontre o ônibus, metrô ou trem que o leve para perto de seu trabalho. Pode ser que esteja cheio demais, ou pode ser que os horários não lhe convenham, mas também pode ser que você encontre uma boa alternativa para deslocamentos.

4 – Peça carona: Esta é a melhor solução para quem tem família grande. É muito provável que os filhos de seus vizinhos estudem na mesma escola que os seus filhos, que você e os moradores do seu prédio façam compras no mesmo supermercado, e, como as regiões comerciais e industriais de uma cidade tendem a se concentrar, há uma boa chance de que alguém na sua quadra faça um trajeto muito similar ao seu todo dia, para ir trabalhar. Então, qual a lógica de se colocar dois carros na rua, ocupando espaço, gastando gasolina, cada um com uma ou duas pessoas dentro? Fale com seus vizinhos, combinem um rodízio, uma parceria.

O mais difícil é vencer o “ah, não posso ficar sem carro”, e em algumas situações, não pode mesmo. Mas o que eu quero aqui, como sempre gosto de fazer, é provocar uma reflexão. Faça um balanço de sua vida e coloque tudo na ponta do lápis. Quem sabe você acabe percebendo que, de repente, ficar sem carro pode fazer um bem danado para seu bolso e para as suas finanças.

O que acha da ideia? Vai tentar? Se por acaso você não usa carro justamente porque prefere investir o dinheiro, deixe seu comentário. Você pode (e vai) inspirar outras pessoas.

Agora que você sabe quanto custa um carro, pegue este dinheiro e faça ele trabalhar para você.

quanto custa um carro

Acesse este treinamento que ensina como investir de maneira simples e rentável. Este conteúdo é 100% gratuito, basta escolher o melhor horário para assistir. Você já parou para pensar que os seus gastos corriqueiros podem estar custando os seus sonhos?

Crédito das imagens: www.shutterstock.com.br

INFOGRÁFICO: Como Investir na Bolsa de Valores

Nesse infográfico eu vou mostrar para você de maneira bem ilustrativa como investir na Bolsa de Valores!

Se você sempre pensou que a bolsa é um lugar que apenas gênios do mercado e ricos podem participar, você estava enganado!

No final do infográfico eu tenho uma SURPRESA para você! Dá uma olhada:

 

Como investir na Bolsa de Valores Infográfico

Gostou desse infográfico?

Então dá só uma olhada nessa VIDEOAULA EXCLUSIVA que nos preparamos para você! Ela te ensina a começar a investir do absoluto ZERO.

Um abraço e bons investimentos!

Como investir de verdade: investidor em tempo integral em até 10 anos

Imagina poder ser sócio de uma multinacional, e aplicar seu dinheiro em um negócio que você acredita. A ideia de possuir parte de grandes empresas sempre fascinou Fernando Rocha Filho, advogado empresarial de Curitiba/PR, que desde cedo se interessa por investimentos em ações. Casado e pai de uma menina de seis anos, ele diz que sempre gostou muito do mercado financeiro e por isso, há pelo menos duas décadas busca aprender a como investir de verdade.

Especialmente desde o lançamento do Novo Mercado, em 2000, que estabeleceu um padrão de governança corporativa para a abertura de capital das empresas, Fernando se diz empolgado e confiante de investir na Bolsa de Valores. Mas nem tudo são flores… Até perceber o verdadeiro sentido de investir, ele conta que tomou algumas decisões precipitadas e ficou um tempo especulando na bolsa.

Resultados

  • Identificou oportunidades de investimentos extremamente atraentes, principalmente desde meados de 2015, gerando rendimento consistente e expressivo durante todo ano de 2016;
  • Plano de ser investidor em tempo integral em menos de 10 anos

O Problema

A Bolsa de Valores sempre foi fascinante para Fernando, que há pelo menos 20 anos decidiu começar a investir. Na verdade, investir talvez não seja o termo certo para definir o que o advogado começou a fazer na época. Sem muita experiência e com poucas informações disponíveis a pessoas comuns há alguns anos atrás, ele teve seu primeiro contato com o mercado indo a corretoras de conhecidos, esperando ter aqueles resultados milagrosos no estilo Hollywoodiano.

“Antigamente não existia o home broker, então você ia a corretoras, olhava aquele ambiente todo, ficava empolgado, escutava algumas dicas e comprava. Eu esperava ter aqueles resultados impressionantes, naquela ilusão do ganho rápido e fácil.”

Até no mercado de opções Fernando chegou a se aventurar, mas depois de um tempo se arrependeu. Aos poucos foi ganhando experiência para tomar melhores decisões, mas ainda assim faltava o conhecimento que o transformaria em um verdadeiro investidor.

“Comecei a entender um pouquinho mais o funcionamento e para que serve a Bolsa de Valores… e acabei optando pela Análise Técnica ao longo desses anos, tentando adivinhar o caminho das ações.”

Entre 2006 e 2008, o advogado percebeu que deveria começar a entender melhor sobre as empresas em que gostaria de investir, avaliando os fundamentos e a “saúde” de cada uma delas.

“Desde pequeno eu ouvia histórias de amigos do meu pai que sempre foram investidores e compraram ações do Banco do Brasil já na década de 1960, quando você só podia comprar em São Paulo. Um dia, um deles chegou para mim e falou assim ‘Fernando, com o que eu tenho de ações do banco do brasil hoje eu consigo comprar um prédio inteiro na Avenida Paulista, para você ter uma ideia’. E ele começou comprando aos poucos. Foi então que eu pensei: ‘Esse é o verdadeiro investidor’”.

Isso o despertou a começar investir da maneira certa. Foi quando decidiu pesquisar diversos sites para aprender um pouco mais sobre os fundamentos das empresas, e assim encontrou o GuiaInvest, em meados de 2009.

“Achei o site extremamente didático e objetivo.. Senti que era claro, honesto e realmente entregava o que que propunha. Sempre senti uma postura muito honesta, até para quem não era assinante”.

A Solução

Foi buscando cada vez mais conhecimento que Fernando percebeu que o melhor caminho para comprar ações era o dos fundamentos. Quando começou a se aprofundar em livros e estudos sobre investimentos, percebeu que a análise fundamentalista era a estratégia mais acertada para quem quer realmente construir um patrimônio com ações. Nesse sentido, ele diz que o GuiaInvest PRO foi um aliado nos momentos de tomar decisão de escolher as empresas certas.

“A Análise Técnica de ações é interessante, mas apenas como mais uma ferramenta, um acessório pra você entender um pouquinho do momento. Às vezes soa quase como uma picaretagem de ações, e não é esse o meu objetivo. Meu objetivo é ter no meu portfólio empresas de valor, empresas que geram resultados, que são bem geridas e bem administradas”.

Quando já estava estudando, recebeu um e-mail do André Fogaça para o treinamento Árvore da Riqueza, que ensina o passo a passo para investir e escolher as boas empresas. E diz que depois de fazer o curso, conseguiu enxergar com propriedade e segurança o que efetivamente quer comprar e manter no seu portfólio de investimento.

“No GuiaInvest PRO eu utilizo sempre as ferramentas, principalmente o Raio-X e o Stock Guide, que mostram as melhores ações pelos fundamentos com uma análise prévia. Aquela análise é fantástica e você tem segurança, você sabe que você tem empresas de qualidade na sua carteira. Eu nunca mais escutei uma notícia sobre empresa depois que eu conheci o GuiaInvest, nunca mais escutei papo furado de amigo, de dica”.

Agora, Fernando investe sozinho com segurança e diz que cada vez que alguém tenta recomendar algum papel, na mesma hora, abre o Raio X no smartphone e já vai rebatendo as recomendações “furadas”.

“Quando me perguntam do GuiaInvest eu não tenho outra forma de me expressar que não seja com entusiasmo, pelo reflexo que isso tem na minha vida”.

Como investir de verdade

Assim como o Fernando, você também pode aprender como investir de verdade. 

Nessa aula online e gratuita você vai descobrir um método simples de gerar renda passiva com dividendos, mesmo que tenha somente R$100 para começar.

Crédito da imagem: Arquivo pessoal

Keynes: economista, especulador e investidor

John Maynard Keynes foi muito mais do que um economista. Além de ter sido o maior e mais revolucionário economista do século XX, Keynes foi também dedicado às artes, ao serviço público, às aulas em Cambridge e aos investimentos.

A revista Time já considerou Keynes uma das pessoas mais influentes do mundo no século XX.

Mas o que Keynes pode nos ensinar sobre finanças?

O modo de Keynes ver a economia serviu de inspiração para as políticas implantadas pelo presidente Franklin Roosevelt na década de 30, que tirou os Estados Unidos da sua maior crise até então, a crise de 29.

Também foi inspiração para os planos econômicos de Barack Obama para tirar os Estados Unidos da que veio a ser a maior crise econômica da história contemporânea.

Se isso é pouco, Keynes foi, em vida, especulador e investidor.

Como especulador, ganhava e perdia quantias expressivas de dinheiro em uma velocidade incrível. Em 1921, a sua dívida oriunda de especulações malsucedidas chegou a ter um valor 12 vezes maior do que o seu patrimônio.

Como investidor, já mais velho, seguiu alguns métodos semelhantes ao guru do Value Investing, Benjamin Graham, e conseguiu multiplicar o seu patrimônio em torno de 25 vezes de 1929 a 1946, ano de sua morte.

Seu patrimônio em 1946 foi avaliado em 480 mil libras, o que hoje significaria algo em torno de 32 milhões de dólares. Nada mal para quem estava afundado em dívidas.

Keynes Especulador

Keynes Especulador

Britânico, na década de 1910, com um pouco mais de 30 anos de idade, Keynes especulava com moedas de diversos países europeus.

Comprava a moeda de determinado país na esperança de vender por um preço maior que comprou, através da variação da taxa de câmbio. Em poucos meses conseguia juntar pequenas fortunas, mas rapidamente perdia esses valores.

Em 1921, Keynes viu todo seu patrimônio representar menos do que 10% de tudo que devia. Com misto de sorte e conhecimento, em menos de 5 anos havia se recuperado: tomou empréstimos para especular mais, e dessa vez foi bem-sucedido.

Quando os países europeus adotam um regime de taxas de câmbio fixa, esses investimentos (ou especulações) deixam de ser atrativos.

A partir de então, já na segunda metade da década de 20, Keynes passa a investir em commodities. Possuía investimentos em borracha, algodão e milho.

Quando o mercado piora, próximo à crise de 29, Keynes volta a perder tudo.

Fascinado com a irracionalidade dos movimentos dos mercados, vai para Nova Iorque trabalhar em uma pequena corretora de valores, onde tenta ganhar dinheiro antecipando alguns movimentos do mercado financeiro.

Nesse período, Keynes acaba abrindo mão da especulação para se tornar um verdadeiro investidor.

Keynes Investidor

Keynes Investidor

Nos seus livros fica claro o seu acompanhamento diário dos principais movimentos dos mercados, especialmente o comportamento dos agentes.

Keynes foi um dos primeiros a sinalizar aspectos de movimentos de massa, euforia, profecia autorrealizável e tendências de mercado.

Vendo os Estados Unidos devastados pela sua maior crise até então, Keynes passa a adotar o método fundamentalista de análise de ações, seguindo os macetes de Benjamin Graham.

Em 1936, Keynes já estava rico. Havia comprado ações muito abaixo do seu valor intrínseco durante a crise e elas acabaram valorizando, mesmo com os Estados Unidos ainda em recessão.

Nesse mesmo ano, Keynes publicou a sua obra-prima, a consagrada Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, uma das principais obras de economia de toda história.

A sua Teoria Geral não só lança as bases teóricas da macroeconomia, mas ainda é objeto de análise, servindo de inspiração para diversos governos saírem da recente crise de 2008.

A partir dessa época, Keynes começa a utilizar o método de investimento em ações chamado buy and hold (comprar para manter), isto é, comprava ações de boas empresas para receber dividendos, reinvestindo parte deles.

Para o lorde britânico, o mercado oscila entre momentos de lucidez e fases de pânico, depressão e euforia. Cabe ao investidor sábio tirar proveito disso mantendo uma perspectiva de longo prazo.

Não diversificar em excesso ofereceria também grande vantagem, segundo Keynes. A diluição é a medida de nossa ignorância. O próprio Warren Buffett diz: se você sabe o que está fazendo, não há motivo para diversificar.

A melhor estratégia de investimento é conhecer bem poucos ativos e carregar grandes quantidades em carteira.

Keynes dedicava os primeiros 30 minutos da sua manhã para tratar de suas finanças.

Apesar de ter ficado muito rico, nunca foi uma pessoa apegada ao dinheiro: lecionava em Cambridge, a assessorar governos e às artes.

Durante a sua jornada de especulador e investidor, enfrentou turbulências como duas guerras mundiais e a quebra da bolsa de valores americana em 1929.

Nesse período, obteve um retorno quase 10 vezes maior do que a média do mercado, mesmo se levarmos em conta tudo o que perdeu no início da década de 20.

Talvez você possa considerar uma vida eletrizante, mas arriscada. Nessa AULA GRATUITA, nos ensinamos a colocar em prática apenas o lado investidor de Keynes, justamente onde ele ganhou mais dinheiro de forma sustentável.

As turmas tem limites de inscritos, então garanta já a sua vaga!

Abraço e bons investimentos!

Crédito das imagens: www.shutterstock.com

 

Como ganhar dinheiro e perder peso: descubra e mude hábitos!

como ficar rico

Aprenda a mudar hábitos e construir uma vida saudável pessoal e financeiramente. Você sabia, por exemplo, que existe uma relação inversa entre como emagrecer e como ganhar dinheiro?

Todo começo do ano (ou, para alguns, toda segunda-feira!) é a mesma coisa: prometemos abandonar nossos hábitos ruins, passar mais tempo com aqueles que amamos, aprender um idioma, perder peso, fazer exercícios, [insira aqui o seu drama] e assim por diante. Mas na maioria das vezes, essas resoluções duram, no máximo, até fevereiro (ou terça).

Segundo Jeremy Dean, autor de Making Habits, Breaking Habits: why we do things, why we don’t and how to make any change stick, ainda sem tradução no Brasil, mas que seria algo como Criando hábitos, quebrando hábitos: por que fazemos coisas, por que não fazemos e como fazer qualquer mudança se consolidar, são necessários, em média, 66 dias para desenvolver um hábito novo. E, conforme a experiência ensina, são necessários apenas dois ou três dias para retomar um hábito ruim. Ou, dependendo do hábito, demora o tempo que se leva para fumar um cigarro!

Agora, é verdade que existem hábitos e hábitos. Há uma teoria que diz que ganhar dinheiro é mais fácil do que emagrecer. A princípio, o nível de dificuldade dos dois “desafios” parece incomparável. Será? Vamos investigar?

1. Dieta do suco

como ganhar dinheiro

Esta dieta orienta que você tome só sucos de frutas e vegetais de três a cinco dias. Da mesma forma, existem estratégias de economia que mandam que você corte todos os supérfluos em um mês: nada de comer fora e de pedir pizza, por exemplo. Fique só com o que consegue fazer em casa, de preferência com frutas e vegetais da estação que são mais baratos. A desvantagem dessa dieta é que, passando a semana ou o mês do sacrifício, você tende a voltar a comer de tudo e a gastar sem controle. Prefira traçar um plano menos radical, mas que possa ser mantido.

2. Dieta alcalina

A ideia desta dieta é obter a proteína que seu corpo precisa por meio de certas nozes, sementes e soja, evitando consumir produtos derivados de animais, como forma de equilibrar o pH do sangue. O que pesa é que, a não ser que você tenha problemas nos rins, seu pH sanguíneo já é equilibrado, e os alimentos recomendados são altamente calóricos.

Na economia, também existem algumas receitas de como ganhar dinheiro sem fundamento científico. Você escuta que o melhor é investir naquele banco, ou comprar a ação sem risco nenhum ou, pior, entrar naquele negócio que, não, não é uma pirâmide financeira de maneira nenhuma. Você só tem que convidar mais duas pessoas, que por sua vez convidarão mais duas, e todas lhe darão parte do lucro e…

Ficam as duas dicas: fuja dos investimentos que parecem ser muito bons para serem verdade (porque são, de fato, muito bons para serem verdade) e, se você tiver realmente pH sanguíneo ácido, procure um médico.

3. Dieta do tipo sanguíneo

Outra dieta que se diz científica. Segundo ela, cada tipo sanguíneo deve ingerir determinados alimentos.

É fácil perceber como essa teoria não tem um pé muito firme na realidade. Vá olhar a rua. Você vê só quatro tipo de pessoas, quatro tipos de corpos? Então, provavelmente, o tipo sanguíneo não influencia tanto. Da mesma forma, temos tendência a colocar muito peso em nosso “tipo de investidor”. Todos os bancos nos apresentam testes e mais testes que tentam decifrar que investimento preferimos, se gostamos de arriscar mais ou menos. É uma forma de nos apresentar apenas um determinado bloco de produtos financeiros à disposição, mas não se esqueça de que se tratam apenas de sugestões. Se quiser ver outro tipo de investimento, veja. Não se atenha apenas aos mostrados em seu teste.

4. Dieta da proteína

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Proteínas como queijo, carnes e ovos estão liberados, em contrapartida, os carboidratos são cortados radicalmente. Especialistas apontam que essa é uma forma de enfraquecer o corpo rapidamente, podendo causar tonturas e outros desequilíbrios.

Ao economizar o dinheiro, muitos caem na armadilha de economizar apenas para um objetivo. Por exemplo, trocar o carro, e se esquecem de todos os outros campos que necessitam de recursos. Você troca o carro, mas continua sem reservas, nem um fundo para criar renda passiva.

5. Invólucro de emagrecimento

Você é besuntado de chá verde, chocolate ou café e depois envolto em plástico ou cobertores aquecidos. Isso faz com que você perca líquido, desinche e pareça mais em forma. Pelo menos, até você beber um copo de água.

Na economia, equivale a ganhar R$ 25 mil, 30 mil, 40 mil por mês e gastar R$ 1 mil a mais do que recebe. Por um tempo, parece que as coisas vão bem, um padrão de vida alto é mantido, mas a verdade aparece no fim do mês.

6. Dieta da luz

Essa ganha o troféu. Os adeptos dessa modalidade alegam que seres humanos podem viver da luz do sol, sem ingerir alimentos. Nem é preciso dizer que isso já levou algumas pessoas a óbito mundo afora. Nas suas contas domésticas, significaria não gastar nada, o que leva ao mesmo resultado. Causa mortis: fome, sede, calor ou doença.

Porém, há quem sustente que a arte de como ganhar dinheiro é muito mais fácil que emagrecer. Inclusive uma ótima estratégia para conquistar algo é seguir os passos de quem já conseguiu aquilo que você almeja. E o que você acha de 60 dicas? Aqui você tem acesso ao meu e-book em que eu reuni 60 dicas de ouro dos maiores investidores do mundo. Dê uma olhada, eu tenho certeza que elas serão úteis na sua busca por aprender como ganhar dinheiro de maneira eficiente. 

Eu vou provar como ganhar dinheiro e emagrecer é fácil

como ganhar dinheiro

Quer perder uns quilos que considera extras? Gaste mais calorias do que consome!

O cálculo para ganhar dinheiro é parecido. Quer enriquecer? Gaste menos do que se recebe. Só que nessa fórmula temos a ajuda de um conhecido nosso, o juro composto. Adivinhou?

Na verdade, os dois processos funcionam de maneira inversa. Qualquer um que já começou uma dieta/reeducação alimentar sabe que os resultados do primeiro mês são uma maravilha. Perde-se quilos com facilidade. A partir daí, é preciso cada vez mais esforço para diminuir meio quilo em um mês, alguns gramas no outro. Sem falar na luta para perder o peso nos lugares certos. O corpo humano reluta em perder seu depósito de gordura, necessário nos nossos tempos de moradores de cavernas, caçadores e coletores de frutas. Nunca sabíamos quando comeríamos de novo, então uma reserva de energia era vital.

Essa reserva hoje é conhecida na sociedade como “pneuzinho”. Lutamos bravamente contra ele, mas vai colocar aproximadamente 180 mil anos de evolução de homo sapiens (fora quem veio antes) contra uns 300 ou 400 anos de padrão de beleza atual para ver quem ganha.

Então, para emagrecer, começamos com um grande rendimento (peso), que vai perdendo força. É o tão perseguido “manter o peso”, aquele grupo de pessoas que comemora quando não ganha nem perde peso no mês. Que consegue usar a mesma calça por anos e anos.

Para economizar, é o contrário. Começamos com pouco – um pouco que gera juros pequenos, raquíticos. E podemos continuar a economizar esse pouco, todo mês, mas os juros começam a engordar. E com o passar dos anos, podemos parar de nos esforçar tanto, com os juros sendo mais do que suficientes para gerar nossa renda passiva.

Mas o caminho perder peso – bem como outras atitudes saudáveis, como parar de fumar ou fazer exercícios – tem algumas coisas em comum com o caminho a se percorrer para se transformar em um melhor cuidador do próprio dinheiro. Veja as dicas de Jeremy Dean para criar bons hábitos na vida pessoal, e como aplicar em suas finanças.

1. Um dia de cada vez

Não pense em emagrecer 10 quilos em um ano. Divida a meta em pequenos objetivos semanais e mensais. Nem todo objetivo deve ser sobre perder peso, ou economizar dinheiro. Fazer uma lista de tudo o que se gasta no dia, ou trocar o carro por bicicleta durante a semana são objetivos sérios, e que o ajudarão na grande meta. Prometer não comer ou gastar em besteiras hoje, também. É mais ou menos a estratégia por trás dos Alcoólatras Anônimos. Dizer que não vai beber nunca mais é algo grande demais para qualquer um, ainda mais para pessoas fragilizadas. Agora, não beber durante 24 horas, bem, isso é uma meta bem mais alcançável.

2. Contraste mental

Para lhe dar um empurrão, faça uma lista mental: o que pode acontecer se você continuar do jeito que está e o que vai acontecer se adotar um hábito novo. Por exemplo: de um lado você está lutando e sofrendo todos os meses para pagar as contas. Do outro, está recebendo os benefícios de uma renda passiva. Quanto mais desses contrastes você conseguir listar, melhor. Coloque-os no papel em um lugar que você veja sempre, como o espelho do banheiro ou a porta da geladeira.

3. Planeje os intervalos

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Como você já viu na técnica Esmart, “Eu vou parar de fumar” e “eu vou colocar minhas finanças em dia” não são metas. “Eu vou parar de fumar” não contempla o dia a dia.  Metas são feitas de pequenas ações diárias. “Se eu sentir vontade de um cigarro, vou tomar um gole de água/colocar um chiclete na boca.” Aí você tem algo prático que pode ajudar a atingir a meta. Se sentir vontade de gastar em um lanchinho na rua, vá ver um vídeo engraçado no celular, por exemplo, qualquer coisa que desvie seu foco de ações que podem prejudicar seu objetivo.

4. Repita

Se quiser entrar em forma, não adianta fazer três horas de academia em um dia, faltar dois, fazer mais meia hora no próximo dia. É melhor marcar uma hora com a seriedade de uma reunião todos os dias. Caminhar diariamente às 8h da manhã, por exemplo. Se chover, faça exercícios em casa, mas faça algo para seu corpo se acostumar com os exercícios naquela hora – e, em pouco tempo, sentir falta daquela rotina. Da mesma forma, não adianta passar fome em um mês e estourar o orçamento no outro. Comece economizando pouco e dando uma ou outra volta no quarteirão – mas comece e o faça com regularidade. Acostumar-se à nova realidade econômica e à nova rotina é o mais importante.

5. Adapte

Cada pessoa é diferente, então não tente seguir à risca o que a internet ou um amigo diz. Em vez de dizer “vou começar a dieta na segunda-feira”, prefira “vou investir duas semanas conversando com um nutricionista e testando cardápios até encontrar aquele com o qual me dou melhor, e então, começar a dieta.”

Em suas finanças pessoais, esse tempo serve para você identificar o que realmente é supérfluo, no que você não precisa gastar e o que não dá para cortar. Certas pessoas passam muito bem apenas com os canais da TV aberta, outras não conseguem funcionar sem suas maratonas de séries. As primeiras não podem passar sem o café gourmet, as segundas viram um copo de suco de pacote com pão de queijo toda manhã e pronto. Faça o plano de economia que funciona para você.

6. Não lute contra

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É normal ficar pensando “não gaste nisso” ou “não peça uma pizza”, mas isso só faz com que os pensamentos voltem com mais força. Quando um pensamento vier, em vez de se recriminar, que só fará com que ele se fortaleça, ignore-o, distraia-se com outra coisa.  É normal olhar para aquelas ofertas que aparecem sem parar na televisão, Facebook, e-mail etc., e ficar repetindo “não posso comprar, não posso comprar” – essas frases são geralmente seguidas por “mês que vem, se conseguir X, dá para comprar” e “Já virou o mês do cartão, dá para comprar”. Em vez disso, feche o computador e vá ler um livro. Eles ainda são livres de publicidade!

7. Planeje antes

Antes de se comprometer com um hábito novo, arrume seu ambiente. Livre a casa de alimentos que você sabe que comprometem seu objetivo e comidas proibidas, cancele cartões de crédito extras, esconda cinzeiros e isqueiros. Só vá ao supermercado com uma lista na mão, e evite comprar qualquer coisa que não esteja nela.

8. Pense em algo importante

Pense em como seus amigos e família vão gostar do resultado do seu objetivo. Como você deixará de se poupar daquilo que gosta ao colocar as finanças em ordem. O ser humano é um animal social, que precisa da aprovação de outros. Colocar pessoas que você gosta no meio do seu objetivo é um incentivo poderoso para ir em frente.

9. Continue

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Uma vez que você adquira um bom hábito novo, comece de novo, com um novo objetivo. Participar de maratonas. Trocar de casa. Ganhar R$ X de renda passiva por mês. Existe muito que você pode fazer para melhorar sua qualidade de vida. Dê mais um passo, sempre que eu tenho certeza que você descobrirá como ganhar dinheiro de diversas maneiras.

Estamos aqui – todos nós – para sermos hoje melhores do que ontem e amanhã melhores do que hoje. Essa é a graça da vida. E é isso que vai levá-lo ao seus objetivos. Quer um empurrãozinho? Que tal começar investindo aos poucos para sentir o gostinho da renda passiva? Aqui você pode assistir a uma aula 100% gratuita que eu ensino como gerar uma renda de até R$ 5 mil por mês investindo apenas R$ 100. 

Aproveite que é início de semana e início de mês e coloque em prática os novos hábitos.

Bons investimentos e boa mudança!