Mercado de Ações no dia a dia

Você não sabe, mas as ações são muito mais importantes na sua vida do que você imagina. Já parou para pensar no mercado de ações no dia a dia?  

Ou eu estou enlouquecendo ou o mercado de ações é muito mais importante do que eu imaginava. Estou quase dormindo, porém não consigo parar de pensar em tudo que me ocorreu nas minhas últimas 24 horas ao qual eu ficava analisando todas as empresas que estavam à minha volta. Veja se eu estou louco.

Meu dia normalmente começa às 6:00 da manhã, quando eu acordo com o despertador do meu IPhone (AAPL34 BDR), ligo a luz do meu quarto que pago para a Eletropaulo (ELPL3) e vou tomar banho com a água que a Sabesp (SBSP3) fornece.

Visto meu terno azul escuro comprado na Restoque (LLIS3), sento na mesa da sala vendida pelas Lojas Americanas (LAME4) e começo a tomar o café da manhã.

Olho na mesa e só vejo comidas fornecidas pelas grandes companhias. Minha refeição inclui presunto Sadia (BRFS3), margarina Doriana (JBSS3) e pão quentinho comprado no Carrefour (CRFB3). Não dá para esquecer do café, negociando tanto na bolsa de valores brasileira (ICF) como na bolsa americana (KC)

Na hora eu penso: que loucura! Tudo que eu utilizo no meu dia a dia é vendido por uma empresa que é negociada na Bolsa de Valores (B3SA3).

Depois de terminar o café da manhã, desço pelo elevador do meu prédio construído pela Ezetec (EZTC3), chego na garagem e entro no meu carro produzido pela Wolkswagen AG (VLKAY BDR).

Antes de começar a dirigir, pegou meu celular com o 4G da Vivo (VIVT4), abro o aplicativo da minha conta no banco de investimentos BTG Pactual (BPAC11) e vejo que o índice Bovespa (IBOV) está subindo 2%.

Ufa! Pelo menos a minha carteira de ações baseada em dividendos e renda irá subir e vou ganhar dinheiro com toda essa loucura que parece existir em minha vida.

Dou a ignição na chave do carro, coloco o cinto e sigo em direção a rodovia Imigrantes, administrada pela Ecorodovias (ECOR3). No meio do caminho, vejo que o tanque de gasolina do carro está vazio e paro para abastecer em um posto Ipiranga (UGPA3). No AM/PM eu tomo um suco para me hidratar, visto que vou ter que viajar para visitar um cliente importante em outro estado.

Chegando no aeroporto de Congonhas, compro uma passagem para o Rio de Janeiro com as milhas do meu programa Multiplus (MPLU3) o qual acumulei usando o meu cartão Mastercard (MSCD34 BDR). Lá fora está me esperando para embarque um avião produzido pela Embraer (EMBR3), da companhia aérea Azul (AZUL4).

Enquanto espero na sala de embarque, minha esposa me liga do seu celular comprado na Tim (TIMP3) dizendo que está no Iguatemi (IGTA3) e pretende fazer “algumas comprinhas”.  

Nesta hora eu começo a suar frio!

Quando eu digo “comprinhas” me refiro a passar o dia inteiro comprando blusas nas lojas Renner (LREN3), sandálias da Arezzo (ARZZ3), vestidos da Le Lis Blanc (LLIS3), perfumes na Natura (NATU3) e sapatos das lojas Marisa (AMAR3). Espero que ela lembre de comprar também aquela camiseta nova da Hering (HGTX3) que eu pedi e um par de Havaianas da Alpargatas (ALPA4).

O meu grande medo vai ser quando eu receber a fatura de todas as compras que ela passou nas máquinas da Cielo (CIEL3) estourando o limite da nossa conta conjunta no banco Itaú (ITUB4).

Com dor de cabeça, tento esquecer esse stress passando em uma farmácia da Droga Raia (RADL3) para comprar um paracetamol e embarco no avião em direção ao meu destino. Durante o voo, ligo o meu computador da Positivo (POSI3) e vou trabalhando no sistema da Microsoft (MSFT BDR).

Neste dia o voo não foi muito bom. Com muita turbulência, eu fiquei preocupado, mesmo sabendo que as estatísticas de queda de um avião sejam quase nulas devido a turbulência. Porém, o que me acalma também é o fato de que possuo um seguro de vida da Sul América (SULA11) e o valor coberto é o suficiente para cobrir a faculdade Estácio (ESTC3) que meu filho irá cursar quando ele for grande.

Ao descer as escadas do avião, pego um ônibus que foi produzido pela Marcopolo (POMO4) que me leva até o saguão do aeroporto. Lá, um funcionário da Petrobrás (PETR4) está me esperando para me levar a uma das sedes da empresa, em Macaé, prédio administrado pelo XP Corporate Macaé FII (XPMC11).

Passo o dia inteiro em reuniões com os principais executivos e descubro que a empresa é muito maior do que eu poderia imaginar. Ela é um cliente importante não só para o meu negócio como para milhares de outros no Brasil a fora. Fornece e adquire produtos de quase todo mundo!

Eles vendem gasolina também para os navios da Log-in (LOGN3) e os aviões da Gol (GOLL4). A distribuição é feita tanto da BR distribuidora (BRDT3), como Ultrapar (UGPA3) e Raizen – Cosan (CSAN3). Utilizam materiais que vão desde os papéis para preencher os documentos dos nossos contratos, fornecidos pela Suzano (SUZB5), até sofisticados softwares desenvolvidos pela TOTVS (TOTS3).

Depois de um longo dia de conversas e reuniões, outro funcionário pega um carro alugado na Localiza (RENT3) pela empresa e me leva de volta ao aeroporto.

Depois de mais uma hora de voo, pego o meu carro no estacionamento e sigo em direção ao meu apartamento. Nesta hora minha cabeça não conseguia mais pensar sobre essa loucura de empresas listadas na bolsa, apesar de ter passado por diversos prédios de diversas construtoras, os quais alguns são fundos imobiliários ou sedes de dezenas de outras empresas que qualquer um pode investir.

Mesmo depois de um dia cansativo, pretendo manter o ritmo intenso antes de ir para casa e decido passar na academia SmartFit (SMTF3). Troco a minha roupa, colocou meu tênis Olympikus (VULC3), bebo um Gatorade da Ambev (ABEV3) e treino durante 1 hora.

Exausto, chego em casa e tomo um banho. Vou jantar com a minha esposa assistindo Netflix (NFLX34 BDR) na minha TV comprada na Magazine Luiza (MGLU3). Por fim, vou para meu quarto e tento ler um livro que comprei na Saraiva (SLED4) intitulado Mentes Milionárias, mas admito que a minha cabeça não consegue focar no assunto.

Enquanto tento pegar sono, perco-me em reflexões. Começo a filosofar que talvez esteja ficando louco mesmo e que a bolsa de valores é mais importante na minha vida do que eu imaginava. Por fim, penso: Ainda bem que invisto meu dinheiro em ações e estou aprendendo como acumular riqueza, assim eu ganho dividendos com toda essa minha loucura.

Dividendos: o que são e como funcionam

dividendos o que são e como funcionam

Imagine ter uma renda passiva caindo em sua conta algumas vezes por ano. Estamos falando de um dinheiro além do que você recebe dos “meios oficiais” e que completaria sua renda, ou daria a você o direito de curtir alguns luxos, viajar, curtir a vida. Maravilhoso, não? Pois isso não é impossível. É o que os dividendos fazem por você!

Agora digamos que você decida começar a construir sua carteira de ações de bons pagadores de dividendos. Para isso, o primeiro passo é buscar informações. Pode apostar: dependendo de com quem você falar, uma série de jargões fará parte do diálogo.

Mas a verdade é que o conceito de dividendos é muito simples…

O que são dividendos na prática

Vamos dizer que uma empresa precisa de recursos para crescer ou realizar determinado projeto.

Seus líderes, então, decidem sair no mercado à procura de sócios, e vendem a cada um dos interessados um “pedaço” da companhia.

Essa é a forma mais básica de explicar o que é uma ação de uma empresa.

Ok, até aí tudo certo. O problema é que muitos investidores compram ações e param por aí. Mas deveriam continuar a jornada. Entenda por quê.

Como sócio da empresa, você ganha quando ela tem lucro. A parte do lucro equivalente à porcentagem da empresa que você possui chega até você na forma de dividendos.

Simples assim.

Sim, existem outras formas desse lucro chegar até você, e veremos a seguir. O importante é a definição de que dividendos são a parte do lucro da empresa que cabe a você, investidor.

Como já explicamos aqui, dividendos são uma das melhores formas de se gerar renda passiva. Você investe parte do dinheiro vindo de seu esforço, e continua a ganhar com o esforço de outras pessoas: todas as que trabalham na empresa da qual você comprou as ações.

Agora, se todas as empresas pagam dividendos, por que algumas são consideradas melhores do que as outras nesse quesito? Vamos descobrir.

Antes, porém, precisamos definir alguns termos importantes:

Juros sobre Capital Próprio

Esta é uma forma de a empresa remunerar seus acionistas, assim como os dividendos. A diferença é que os juros entram na contabilidade da empresa como despesa, cabendo ao acionista (você) declarar e pagar o imposto de renda sobre ele. O quanto da parte do lucro é paga ao acionista como juros, o quanto é dividendo deve ser discutido em assembleia ou através do conselho diretivo da empresa.

Dividend payout

É a porcentagem do lucro líquido paga aos acionistas. O dividend payout varia de empresa para empresa, conforme dita cada Estatuto Social e/ou Prospecto. Existem empresas que reservam metade de seu lucro para repartir entre seus acionistas, outras chegam a porcentagens tão baixas quanto 1%.

Sim, 1%.

Sim, pode.

Vamos nos livrar de uma lenda. As empresas que têm capital dividido em ações (Sociedades Anônimas ou simplesmente S/A) são obrigadas por lei a distribuir dividendo para seus acionistas.

Quanto? Quanto for acordado no seu estatuto social!

Não, não existe o indicador mínimo de 25%. Se, no estatuto, todos concordarem que a empresa vai separar 20%, 10%, 5% de seu lucro, ela pode. Pode até dizer que, devido a uma situação especial, não pagará dividendos.

Foi o que a Oi fez ao afirmar que, devido à recuperação Judicial iniciada em 2016, só voltará a pagar dividendos em 2026. Enfim, se a assembleia concordar, vale!

Então, de onde saiu essa história de mínimo de 25%?

Trata-se de uma imposição da Lei das S/A, de 1976. A lei deu às empresas dois caminhos: convocar uma assembleia de acionistas para rever e alterar o Estatuto Social, ou o payout de dividendos seria o padrão – 50%. Nessa assembleia, poderia se negociar qualquer valor.

— Qualquer valor mesmo?

— Sim, qualquer valor. Porém, se vocês colocarem menos do que metade do valor padrão, devem dar aos acionistas descontentes a possibilidade de vender as ações de volta a vocês.

— Ah, então, para evitar gastar mais dinheiro, o mínimo é 25%.

E aí está. Uma particularidade feita para o período de ajuste da nova lei se transformou no mito de que toda empresa no Brasil deve pagar no mínimo 25% de seu lucro em dividendos.

Na verdade, cada empresa paga quanto quiser, desde que todos estejam de acordo, e esteja tudo registrado no Estatuto Social. Se nada estiver escrito, assume-se o padrão legal de 50%.

Dividend yield

Este é um dos números mais importantes ao buscar empresas boas pagadoras de dividendos. Também chamado de retorno de dividendos, parte de uma conta simples de ser feita:

  • Primeiro, pega-se tudo o que uma empresa pagou de dividendos e juros sobre capital próprio em determinado período (geralmente, um ano). Digamos que essa soma dá R$ 0,50 por ação.
  • Em seguida, pega-se o valor de uma ação. Em nosso exemplo, R$ 5. Aplicando a conhecida regra de três, teremos que o dividend yield dessa empresa é de 10%. Em outras palavras, se nada mudar, em 10 anos você terá recebido, só em dividendos, tudo o que investiu comprando ações da empresa.

Para todos os efeitos, é uma renda passiva que você recebe “de graça”.

Mais, se você tiver dez ações dessa empresa hipotética, poderá reinvestir o dividendo e comprar mais uma ação. Na próxima vez, você receberá os dividendos sobre onze ações, uma das quais acabou comprando de graça. E assim sua renda passiva vai crescendo organicamente.

E, sim, um dividend yield de 10% é muito possível.

Segundo levantamento da Bloomberg, em 2018, a Copel, Companhia Paranaense de Energia Elétrica, deve pagar um dividend yield de 10,3%. A Taesa, que também atua no setor de energia elétrica, deve pagar 9,9%: quase chegou lá. E pode ficar muito melhor. Segundo a consultoria Economatica, as empresas com maior dividend yield em 2017 foram:

Bonificação por ações

Vez por outra uma empresa pode escolher pegar parte do lucro para aumentar seu próprio capital. Assim, a empresa passa a valer mais.

Isso causa um descompasso. Imagine que a empresa tinha um capital de 2.000 e ofereceu ao mercado 10% disso, em 100 ações de 2 cada uma. Após incorporar o lucro, passou a valer 2.400. Para manter a equivalência de 10%, ela emite mais 20 ações, que serão distribuídas proporcionalmente entre seus acionistas. Assim, se você comprou 50 ações originais, receberá mais 10 de bônus.

É uma forma de remuneração que aumenta seus ganhos por dividendo sem que você tenha que fazer nada.

Ex-dividendo

Essa expressão também é vital para quem pretende fazer com que parte de sua renda venha de dividendos.

Primeiro, cada empresa define quantas vezes irá remunerar seus acionistas por ano. Algumas fazem um pagamento anual, outras pagam duas ou quatro vezes por ano. Essas datas são facilmente acessadas no site da bolsa.

Você já sabe que uma ação é um pedaço de uma empresa. Que tal se associar a uma empresa na segunda e começar a receber na terça? Não dá, certo? Ex-dividendo significa a quantidade de tempo que você precisa estar com aquela ação para ter direito ao dividendo.

Mais um lembrete de que investir de olho nos dividendos é algo de longo prazo. Existem pessoas que mantêm ações por uma ou duas horas. Você precisa pensar em termos de anos e anos.

O Índice de Dividendos

Sabendo de tudo isso, se a sua estratégia é investir em ações pagadoras de dividendos, basta você escolher uma empresa que tenha um bom histórico, que tenha um dividend payout e yield alto, e investir nela.

Ah, e para sua sorte, a Bolsa de Valores já fez esse trabalho. Ela criou um índice, uma carteira virtual, composta apenas das ações que melhor remuneram seus investidores.

O Índice de Dividendos (IDIV) pode ser acessado na seção de índices de segmento da B3 (BM&FBovespa). Uma vez lá, você pode ver as empresas que fazem parte do índice, pesquisar cada uma, ver qual melhor se adequa ao seu perfil e investir. Ou, se preferir, pode investir no próprio índice, na carteira da B3.

Você notará que, no índice, alguns tipos de empresas se destacam. Empresas de energia elétrica, saneamento, pedágio, bancos e seguradoras são a maioria. A explicação é simples. Para se pagar um bom dividendo, uma empresa precisa de um fluxo de caixa estável e baixa necessidade de investimento.

Tirando os bancos, todas as outras empresas citadas ou recebem pagamento de seus clientes todo mês, ou recebem toda vez que um carro usa a estrada. E não é sempre que uma empresa de energia elétrica precisa construir uma nova usina. Sua necessidade de investimento é mais na manutenção e melhorias pontuais na qualidade de seus serviços.

Além disso, tirando os bancos e seguradoras, cujo mercado é uma briga de gigantes, as outras não precisam se preocupar com muitos concorrentes.

Existem outras empresas na carteira, lógico. Enquanto escrevíamos este artigo, por exemplo, Grendene e Hering estavam lá.

Mais: como todo índice, o IDIV é atualizado em determinados intervalos, com empresas entrando e saindo. Fique de olho para novas oportunidades.

Ou seja, se você não gostar de determinado segmento de mercado ou empresa, encontrará opções.

Tudo isso para chegar à parte que mais lhe interessa: é possível viver de dividendos?

Sim. E não.

Segundo a consultoria financeira Economatica, em 2015, o retorno médio em dividendos foi de 2,11% no Brasil.

Em princípio, isso desmotiva qualquer um.

Um investimento que paga pouco mais de 2% ao ano não parece promissor para qualquer conta de aposentadoria.

Até que você se concentra na palavra mágica: “média”.

E uma das grandes verdades estatísticas é: se uma pessoa come dois sanduíches, e outra não come nenhum, na média cada uma comeu um. Você precisa investir na pessoa com os dois sanduíches.

Ou seja, ainda que a média do mercado possua uma média de dividend yield de cerca de 2%, como apontou o estudo citado, existem empresas que podem pagar dividendos 2x, 3x, 5x e em alguns casos pontuais até 10x isso.

Fazendo download do ranking de dividendos do GuiaInvest PRO você pode descobrir quais são as 10 empresas que mais distribuíram dividendos nos últimos 12 meses. E tem coisa bem interessante por lá.

Mas apenas isso não é o suficiente. Você precisa desenvolver a melhor estratégia com essas boas ações.

Por exemplo: você pode montar uma carteira com duas ações. O dividend yield delas é muito bom, mas cada uma paga apenas uma vez por ano. E você estava esperando uma remuneração mensal.

Esse, claro, é apenas um exemplo de todos os outros dados que você precisa ter em mãos para tomar a melhor decisão. Para lhe ajudar, preparamos uma masterclass inédita, chamada Receba 2.154 por Mês com Dividendos. 

Ela é gratuita e mostrará todas os caminhos e segredos para você fazer o seu dinheiro render o máximo dessa forma.

O que levar em consideração na hora de construir uma carteira 

Viver de dividendos, mesmo com alguns sobressaltos na economia, é possível, e uma ótima forma de complementar sua renda passiva. Você deve apenas tomar certos cuidados antes de começar a construir sua carteira:

  1. Cheque muito bem a empresas na qual quer investir. Veja os planos dela para o futuro, a consistência de seu faturamento e lucro, sua responsabilidade social, ética e o que for mais importante para você. Lembre-se: você será “sócio” daquela empresa por muitos anos. Fazer essa coleta de dados é simples. Primeiro, vá até o site da empresa, procure a área de “investidores”, e leia tudo o que estiver ali. Depois, acesse o GuiaInvest e deixe nosso sistema trabalhar por você..
  2. Seja consistente. Para viver de dividendos, é necessário ter um volume de investimentos. Planeje-se para investir todos os meses, mesmo que não seja muita coisa. Construa sua carteira tijolinho por tijolinho e, em pouco tempo, você se surpreenderá com o quanto já está ganhando em dividendos. Tenha em mente que, ao contrário da maioria dos investidores, você está pensando a longo prazo.
  3. Tenha sempre a melhor informação. Nós, do GuiaInvest, estamos aí para isso. Veja a nossa aula sobre dividendos, leia nosso blog, participe de nossas discussões. É importante que você se mantenha sempre informado sobre o mercado, para tomar as melhores decisões para o seu bolso.

Agora, é com você!

Assista à aula e comece a se beneficiar de tudo o que os dividendos podem lhe proporcionar!

Artigo inicialmente postado em 28 de junho de 2018
Atualizado em 12 de dezembro de 2018

Viver mais: Você está preparado para viver até os 150 anos?

Cientistas afirmam que as pessoas irão viver mais e melhor. Mas será que você está preparado economicamente para viver até os 150 anos?

Vamos apresentar informações importantes sobre expectativa de vida e como você pode se preparar financeiramente para o futuro.

As receitas variam conforme os especialistas.

Algumas são fáceis: “não fume e ria muito”.

Outras exigem mais esforço: “tenha um corpo em forma, livre de colesterol, e consuma no máximo quatro xícaras de café por dia”.

Tem ainda as que levam em conta o que você faz com o seu dinheiro: “ter uma casa própria antes dos 50 anos ajudaria a ter uma melhor idade tranquila”, dizem.

Tudo depende dos programas a que você assiste, do site que acessa e/ou do guru que ouve. Até que aparece alguém como o Keith Richards e manda toda essa história por água abaixo!

Um grande exemplo de que, seguindo as recomendações ou não, boa parte da geração que está nascendo agora vai passar dos 100 anos de idade. E de que para os que estão no mercado hoje, chegar aos noventa, noventa e tantos anos – e bem! – será cada vez mais comum.

Você não precisa de muitas estatísticas para perceber isso. Basta puxar pela memória. Quando era pequeno e ouvia que alguém com 78 ou 79 anos havia morrido, o que as pessoas diziam?

— Também, já estava na hora. Viveu uma vida longa e feliz!

E hoje?

— Nossa, mas morreu ainda moleque!

Mesma idade, perspectivas totalmente diferentes. Uma mudança que ocorreu durante seu tempo de vida.

Não tem jeito, vamos Viver Mais diz o IBGE

Olha só a evolução da expectativa de vida segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (o nosso IBGE):

Para aqueles que acham que essas pessoas são a exceção, analisemos as médias.

O mesmo instituto revelou que em 1920 o brasileiro médio vivia 34 anos. Em 1960, pulou para 48 anos. Em 2014, ficamos em média 75 anos nesse país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Em 2036, a expectativa é que essa média seja de 80 anos.

Outro sinal de que o brasileiro vive cada vez mais: em 2000, eram 14,2 milhões de brasileiros com mais de 60 anos. Em 2015, já eram 24 milhões.

Em tempo: para fins de estatística, as Nações Unidas definem “idoso” como alguém com mais de 60 anos. A maioria dos países e burocracias segue essa definição.

Traduzindo esses dados todos, constatamos que vamos viver mais! E temos ainda muito para crescer, já que o número de pessoas que passam dos três dígitos costuma crescer exponencialmente, ajudado por qualquer melhora na economia.

E não há lugar no mundo onde esse fenômeno não esteja ocorrendo!

Segundo o documento Perspectivas da População Mundial, Revisão de 2017, naquele ano existiam 962 milhões de idosos (novamente, pessoas com mais de 60 anos) no planeta. Espera-se que em 2050 sejam 3,1 bilhões.

Cidades para Aposentados

A situação é tão crítica que a Organização Mundial da Saúde estabeleceu oito metas para se criar cidades amigáveis aos “velhinhos”:

1 – Habitações adequadas.

2 – Transportes adaptados e disponíveis.

3 – Espaços ao ar livre e fechados para convivência e recreação.

4 – Serviços comunitários de saúde e apoio (entregas, limpeza etc.).

5 – Informação sobre como envelhecer bem.

Até aí, tudo bem. Não há dificuldades em construir casas, adaptar ônibus, colocar um vagão extra, exclusivo e bem sinalizado no metrô. Imprimir folhetos, divulgar mensagens educativas nas rádios. Está ao alcance de qualquer prefeito. O problema está nas outras recomendações:

6 – Participação social.

7 – Participação cívica e espaço no mercado de trabalho.

8 – Respeito e inclusão social.

Ou seja, para acolher os idosos, a sociedade precisa mudar.

Se você observar a maneira como os velhinhos são tratados por aí, vai perceber que isso requer muito trabalho. Não, não adianta dizer que é diferente na sua comunidade.

Quando foi a última vez que sua empresa contratou alguma pessoa com mais de 50, 60 anos?

E não para por aí! Cientistas começam a sonhar com pessoas vivendo até os 150, e economistas têm pesadelos com a mesma estatística.

Quem vai pagar a sua aposentadoria?

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Cientistas e economistas concordam que essa idade deixou de ser apenas possível: agora é provável, com um pezinho na certeza. Enquanto os membros do primeiro grupo buscam estilos de vida, complementos alimentares, exames, terapias e outras soluções para os problemas da velhice, os que fazem parte do segundo reclamam:

— Tá, quem é que vai pagar por tudo isso?

Porque a conta não fecha. São cada vez mais pessoas que já trabalharam sendo sustentadas por cada vez menos pessoas trabalhando.

Pare e pense: Segundo as Nações Unidas, em 1965 cada mulher neste planetinha tinha 5 filhos. Em 2017, cada uma dá à luz, em média, a 2,5 crianças. Lógico, isso é média. Nas Filipinas, cada mulher é mãe de mais de sete crianças, enquanto as mulheres de Luxemburgo carregam menos de duas crianças para cima e para baixo.

Quem paga quem chega aos 100?

Quem pagará a turma dos 150 que começa a botar as manguinhas de fora?

E como anda o índice de natalidade no Brasil?

Segundo o IBGE, em 2004 cada brasileira tinha 2,14 filhos. Em 2014, caiu para 1,74.

Menos de dois brasileiros que já nascem com um imenso débito e responsabilidade, de sustentar uma geração de vovôs que não para de crescer.

Aposentadoria por idade, faz sentido?

Uma das opções aparece aqui e ali na mídia: ter uma segunda carreira depois de se aposentar.

Veja o caso do britânico Reg Buttress, que foi contratado pela rede de supermercados Sainsbury’s aos 59 anos (em 1981). Até o ano passado, quando se aposentou aos 94 anos, ajudava a empacotar, a estocar mercadoria, cumprimentava e conversava com os clientes. Só não queria parar de trabalhar! Ele faleceu dois meses após a aposentadoria.

Ou Patrick O’Halloram. Começou sua carreira como padre, acumulou as funções de psicólogo, deixou a batina para se dedicar apenas à mente humana, se aposentou e se tornou um voluntário no presídio local (ele mora no rico estado da Califórnia, nos Estados Unidos), onde dá aulas de consciência e atitude para aqueles que cumprem pena. Tem 83 anos.

Voltemos um pouco até a definição de “idoso” oficial: pessoas com mais de 60 anos.

Conhecendo essas histórias ela parece injusta, não é mesmo? E é!

Você certamente conhece pessoas nessa faixa de idade repletas de agilidade mental, gana de realizar e alegria de viver. Se, de acordo com o Lancet Child and Adolescent Health Journal, as mudanças no estilo de vida fazem com que a adolescência comece aos 24 anos, a definição de “velho” também deveria ser mudada.

Chegamos aos 60 com muita energia e conhecimento para dar ao mercado. E, se fizemos as escolhas corretas até lá, chegaremos com o luxo de escolher onde desenvolver a segunda carreira.

Reforma da Previdência

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A previdência no mundo todo enfrenta esses desafios. Dependendo do país, a conta não vai fechar, mais ano, menos ano. Mas todos vão passar por dificuldades, tanto os que possuem um sistema social invejável, como os que deixam seus aposentados e doentes ao deus-dará, ou melhor, ao mercado-cobrará.

E tal desequilíbrio não afeta apenas os aposentados e pensionistas do país. No documento Monitor Fiscal de abril de 2018, o Fundo Monetário Internacional calcula que, se o Brasil tivesse aprovado a reforma da previdência, em uma década teria sido feita uma economia de 9,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Ou seja, imagine tudo o que o Brasil produz – agrobusiness, indústria, serviços, tudo. Tire a média de dez anos. O que está em jogo aqui é quase 10% dessa média.

A situação da previdência não coloca em jogo apenas o nosso futuro, mas o futuro do Brasil, também.

Previdência Privada não compensa

Bom, se não se pode confiar na aposentadoria que vem do governo, o negócio é complementar com um plano de aposentadoria privada, certo?

Bem, sim e não.

Um plano de aposentadoria privada pode funcionar bem para um tipo de público, SE VOCÊ…

  • Começar a aplicar cedo, para driblar as enormes carências de muitos desses planos e se beneficiar da mágica dos juros compostos;
  • Ler muito bem o contrato, pensando em vários cenários, com diferentes taxas de inflação e juros;
  • Não acreditar apenas no gerente de seu banco. Ele é um funcionário com metas de vendas; o plano de previdência que ele lhe oferecer pode ser bom apenas para a instituição financeira;
  • Resistir à tentação de cortar o investimento mensal na previdência na primeira dificuldade, bem como retirar o montante investido cedo demais, correndo o risco de ver o imposto de renda devorar parte de seu rendimento;
  • Não se importar de ver essa parte de seu dinheiro render menos que outros investimentos disponíveis. Dependendo da opção de plano de aposentadoria, apenas os títulos de capitalização são investimentos piores no banco.
  • Não se importar de dar todo o controle de parte de seu patrimônio para o banco, sem garantias. CDB, poupança e outros investimentos têm o lastro do Fundo Garantidor. Ou seja, se o banco falir, você sabe que receberá até um máximo de R$ 250 mil desses investimentos. A previdência privada está fora dessa conta. Se você investir apenas nela, pode não ver seu dinheiro de volta.

Então, não recomendamos que você tenha um plano de previdência privada?

Calma. Não é bem assim!

Se depois de realizar outros investimentos sobrar um dinheirinho no final do mês, você pode aplicar na previdência e garantir mais um trocado fixo todo mês, conforme você se aproximar dos três dígitos.

Apenas entenda que esse não deve ser o seu único colchão para o futuro. Não deve ser nem a primeira na fila na hora de alocar os recursos de tranquilidade dos seus cabelos brancos.

Então, até aqui, você tem dois pilares: a previdência do governo (INSS) e a privada.

Agora, você não consegue sentar e relaxar em uma cadeira com duas pernas. Para lhe dar suporte são necessários, pelo menos, três pilares.

Aposentadoria ou Investimento?

Ter várias fontes de renda passiva é o melhor investimento para garantir uma aposentadoria segura e confortável.

O terceiro pilar da sua aposentadoria – que pode ser o primeiro na quantidade de recursos investidos, depende de você – é baseado na renda passiva.

Renda passiva, você já viu aqui no GuiaInvest, é um dos principais segredos das pessoas que sabem investir e cuidar de seu dinheiro. É dinheiro gerando dinheiro sem que você precise usar as três moedas mais preciosas que você possui: seu tempo, seu conhecimento e seu esforço.

Mencionamos aqui também que a melhor forma de gerar renda passiva é através de ações de empresas boas pagadoras de dividendos. Porém, dizer isso é um pouco como dizer para um moleque de 10 anos que a melhor carreira é ser jogador de futebol. Ele precisa saber, também:

  • Qual clube possui a melhor escolinha de futebol.
  • Se esse clube tem pediatras e fisioterapeutas que entendem do corpo infantil, e em cada passo de seu desenvolvimento (e que saibam que tipo de treinamento é adequado para cada etapa).
  • Como chegar no profissional.
  • E assim por diante.

Isso porque estamos olhando apenas um lado!

Nesse ponto, o jovem sonhador deve ter alguém para ajudar a analisar contratos de marcas esportivas, que clubes são mais interessantes, até se uma naturalização em outro país não seja uma opção interessante. (Cristiano Ronaldo, por exemplo, foi maldito pela geografia. Por melhor que seja, tem pouco apoio de jogadores de nível em seu Portugal.)

Da mesma forma, é necessário saber como gerar renda passiva para sua aposentadoria. Preparamos uma aula com tudo o que você precisa saber nesse sentido. Apresentamos os primeiros passos, os cuidados que você precisa tomar, e ainda revelamos como aumentar a sua aposentadoria de 10% a 60% nos próximos 30 dias, e assim por diante. 

Assistindo a esta aula, você vai perceber que pode começar a assumir o controle de sua aposentadoria e de como pretende passar o resto de sua vida – que, como os números apontam, será longa!

Um aviso, porém: só o conhecimento que você irá obter nessa nossa aula não é o suficiente se, no dia seguinte, você não colocar a mão na massa. É como diz o ditado oriental:

“O melhor momento para se plantar uma árvore foi a dez anos atrás. O segundo melhor momento é hoje.”

O ditado não fala nada sobre amanhã.

Você ainda tem tempo para melhorar seu futuro. Para isso, precisa focar hoje na ideia e assumir o controle agora.

Assista à aula! Ela está disponível em vários horários. Um deles com certeza será o ideal para você!

Depois, conte pra gente o que aconteceu durante sua festinha de 100 anos…

O Maior Investimento da sua Vida!

No papel, os seus investimentos em ações, renda fixa e imóveis podem parecer os melhores ativos que você pode adquirir para ganhar dinheiro. Obviamente que todas essas coisas são muito importantes, porém talvez você precise investir antes em algo que tem mais valor do que você imagina.

O maior investimento da sua vida, aquele que lhe dará o maior retorno possível, é em você mesmo!

Soa clichê, certo? Então deixem-me explicar…

Diversos estudos comprovam que quem possui um elevado nível de educação tende a ganhar mais dinheiro do que a média da população. Olhe a sua volta e pense comigo:

Quem possui um mestrado tende a ganhar mais do que quem possui apenas a graduação. Quem já se graduou ganha mais do que quem não conseguiu se formar. E quem possui o ensino médio completo ganha mais do que quem não conseguiu completar o colégio.

Você precisa primeiro fortalecer o seu ativo pessoal e depois se preocupar com os seus ativos financeiros. Veja um gráfico que exemplifica isso:

Obviamente não é perfeito, mas geralmente a instrução tende a elevar o nível de renda..

É justo, não?

Admito que não sei… mas essa é a realidade e você deve adaptar-se a ela.

E para adaptar-se ao mundo dos espertos, você deve achar formas de aumentar o seu valor enquanto você faz o seu trabalho de rotina. Essa é a chave para o sucesso! Educação, educação e mais educação.

Como o Benjamin Franklin disse:

“Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros”

No mercado financeiro não é diferente. Para obter sucesso investindo em ações e assim conseguir uma fonte de renda extra no seu salário, você precisa realizar antes o maior investimento da sua vida. Você precisa adquirir educação financeira!

A educação financeira é o primeiro passo para você atingir a liberdade financeira.

É o primeiro e provavelmente o maior passo que você irá realizar. O único investimento que possui retorno garantido. Aquele que todas as pessoas bem-sucedidas vivem fazendo.

Pessoas ricas sabem a importância de investir em educação a longo prazo, e por isso elas vivem estudando, lendo e aprendendo. Existe uma grande correlação entre o grau de instrução da pessoa e os lucros que elas obtiveram. A sorte nunca aparece por acaso.

Se você também quer ser bem-sucedido e atingir a liberdade financeira, não pode simplesmente sair comprando qualquer empresa na bolsa, título público ou imóvel a venda. Você deve estudar antes!

Estudar muito, participar de cursos, palestras, webinars e tudo que for possível. Felizmente dentro do GuiaInvest temos o mais completo programa de educação financeira do Brasil.

Treinamentos que ensinam para você como reduzir em 90% os riscos de investir e também como avaliar ações em menos de 5 minutos, tudo gratuitamente! Só acessar agora mesmo…

Além disso, também ensinamos no treinamento Como Poupar Dinheiro o método dos 3 potes, que irá ajudar você ter a educação financeira necessária para poupar mais do que você consegue hoje e ter dinheiro para realizar o maior investimento da sua vida.

Tudo explicado de uma forma muito simples, prática e fácil de aprender.

Entretanto talvez você ache os preços dos cursos de finanças em todo Brasil são meio salgados. Mas como Derek Bok, ex-reitor da Universidade de Harvard e uma das maiores referências em educação no mundo disse:

“Você acha educação cara, experimente a ignorância”

Além disso, este é um investimento único. Vou enfatizar novamente, o seu maior investimento! Que irá render para toda a sua vida.

Apenas com educação financeira você consegue utilizar o seu conhecimento e as suas habilidades para realizar ótimas decisões financeiras. É o alicerce, a base principal para a análise dos seus investimentos de longo prazo. Só assim você poderá obter ganhos de 500% em ações.

Talvez o maior retorno da sua carteira no futuro seja de 700% em ações do Itaú (ITUB4) ou 400% em ações da Magazine Luiza (MGLU3). Admito que não sei… Mas com certeza, o maior investimento da sua vida será aquele feito na sua educação financeira.

E aí? o que você está aprendendo hoje?

O que vale mais a pena: alugar ou comprar imóvel?

alugar ou comprar imóvel

A decisão de alugar ou comprar imóvel é, muitas vezes, encarada como um processo de transição, algo tão importante como escolher qual profissão devemos seguir, por exemplo.

Na última década, foram inúmeros os programas lançados por governos para estimular a aquisição de imóveis. Consequentemente, várias pessoas decidiram entrar no “sonho da casa própria.” Entretanto, seria essa a melhor opção de investimento?

Uma pesquisa realizada pelo portal ZAP, especializado em compra e aluguel de imóveis, revelou que em 2016 as buscas por aluguel de imóveis foram maiores do que as buscas pela compra.

Tal resultado pode ser visto por muitos como uma surpresa, uma vez que o ato de alugar sempre foi visto como um “desperdício de dinheiro”, já que o locatário estaria pagando por algo que nunca seria seu.

Mas, afinal, qual a melhor opção: comprar ou alugar um imóvel? A resposta é: depende. Tanto o aluguel quanto a compra possuem defensores, entre clientes, empreendedores do setor imobiliário e planejadores financeiros.

Para ajudar você a decidir o melhor, o GuiaInvest traz hoje um comparativo entre as duas modalidades, mostrando as vantagens e desvantagens de cada um. Confira!

Vantagens de alugar

Maior mobilidade: nos dias atuais, comprar um imóvel pode significar ter que ficar preso a um só lugar, o que pode ser algo ruim, caso você precise se mudar por causa do trabalho, por exemplo.

Quem aluga só tem o compromisso de ficar no imóvel até o final do contrato (ou nem isso, se estiver disposto a pagar a multa), em vez de ter que encarar 20 ou 30 anos no mesmo local.

Necessidade de menos capital: alugar um imóvel exige uma menor quantidade de dinheiro imediato do que comprar, pois dispensa preocupações com entrada. Além disso, você também elimina os custos de transação e impostos ao alugar.

Mais dinheiro para investir: com a diferença de valores entre o aluguel e os custos do financiamento é possível investir em aplicações mais acessíveis e com potencial de geração de renda muito maior, permitindo que você até compre o imóvel dos seus sonhos, pagando à vista e com um bom desconto.

Menos estresse e preocupações: quem compra imóveis para alugar pode ter grandes problemas na gestão (seja própria ou por meio de uma imobiliária) e com possíveis atrasos de inquilinos. Essas preocupações podem gerar situações desconfortáveis e até problemas de saúde: algo que ocorre com menor grau, em investimentos mais simples.

Maior liquidez: liquidez é a capacidade de vender ou resgatar algum ativo; quanto maior a liquidez, mais fácil é vender ou resgatar. Ao investir seu dinheiro em fundos imobiliários, renda fixa ou ações, você poderá recuperar seu dinheiro rapidamente. Caso queira apostar em imóveis, a melhor opção é investir em ativos mais líquidos, como os fundos imobiliários.

Desvantagens de alugar

Reajuste do aluguel: os contratos de aluguel costumam ter curta duração, mas os valores acordados também. Após o final do contrato, o locador pode simplesmente reajustar da forma que desejar, e você poderá precisar escolher um novo lugar para morar.

Limitações e conflitos: quem aluga um imóvel pode acabar, muitas vezes, impossibilitado de colocar seu próprio estilo no local, ou pode enfrentar conflitos com o senhorio na hora de fazer algum reparo no imóvel.

Vantagens de comprar

“Investir no que é seu”: a frase mais usada para justificar a compra de um imóvel tem seu lado verdadeiro. Ao comprar um imóvel, você está investindo na construção de patrimônio para o longo prazo.

Parcelas fixas: ao contrário do aluguel, cujo reajuste pode ser imprevisível, um financiamento já possui os juros e valores detalhados. Alguns financiamentos podem, inclusive, apresentar parcelas cujo valor é reduzido com o tempo, o que pode significar um “desconto” no valor total do seu financiamento.

Imóvel sob medida: ter um imóvel próprio traz a liberdade de modelar o ambiente da forma que você desejar, sem a necessidade de consultar um senhorio ou de pedir descontos no aluguel. A responsabilidade e a autorização de personalizar um imóvel próprio cabem apenas a você.

Desvantagens de comprar

Altos custos de transação: a compra de um imóvel não inclui apenas o valor do financiamento. É preciso levar em conta os impostos, os custos com documentação, as reformas iniciais (muitos imóveis novos vem praticamente “pelados”) e custos de corretagem, que podem pesar muito no orçamento.

Limitação de gastos e investimentos: por ter custos altos, pagar o financiamento de um imóvel pode trazer grandes limitações em seu orçamento por um longo período de tempo. Isso pode diminuir a sua capacidade de investir em planos como viagens ou a sua liberdade financeira.

Valor da entrada: outro alto custo na compra de um imóvel é o valor de entrada. Muitas construtoras chegam a pedir até 40% do valor até o financiamento. Para um imóvel de 100 mil reais, por exemplo, isso significa 40 mil reais de entrada, valor que você deverá já ter guardado e que deixará de investir em aplicações mais rentáveis.

Compromisso e perda de mobilidade: ter um imóvel próprio pode trazer altas restrições em termos de mobilidade (obviamente, um imóvel não pode ser levado, caso você precise se mudar). Além disso, a compra também traz um longo compromisso com o financiamento, que pode chegar a 30 anos.

Ainda que você decida se mudar e deixar o imóvel “para trás”, sempre terá questões para resolver com o imóvel fechado ou alugado.

Desvalorização do mercado: imóveis não se valorizam eternamente. Quem comprou um apartamento financiado nos últimos anos pode ter arcado com um grande prejuízo em termos de patrimônio. É necessário ficar atento a essa possibilidade (ninguém gostaria de ter um débito de 200 mil reais em um imóvel que hoje vale 100 mil).

Menor liquidez: Ao comprar um imóvel, você estará perdendo liquidez, visto que pode levar meses ou até anos para transformá-lo em dinheiro.

Podemos concluir que alugar um imóvel apresenta mais vantagens do que a compra, principalmente para quem está na fase de construção de seu patrimônio pessoal e/ou tem pouco capital para começar a investir.

Com a atual maturidade do mercado de investimentos do Brasil, já é possível encontrar investimentos tão seguros quanto um imóvel físico e que possuem vantagens como maior liquidez, menos cobranças de taxas e impostos e menor dependência de ter que ficar preso a um só local.

E os seus planos para o futuro, quais são? Deseja buscar oportunidades de investimento que possam levar você mais rapidamente à tão sonhada liberdade financeira? Então clique aqui baixe o nosso ebook sobre “O Plano Definitivo para Chegar à Liberdade Financeira” e venha concretizar seus planos com o GuiaInvest.

Como conquistar um milhão até os 35 anos?

Você sabe como conquistar um milhão de reais?

Imagine poder sair mais para jantar com os amigos, viajar de férias com mais frequência, abrir seu próprio negócio ou morar fora do país…. Seria maravilhoso, não é mesmo?

O que muitas pessoas não sabem é que é possível ser milionário sem ganhar na loteria ou fundar uma gigante tecnológica, e isso em um período curto de tempo.

A resposta é uma só: investir corretamente.

Pensando nisso, vamos falar como você deve investir para alcançar esse objetivo, o quanto será necessário a cada mês, quais são as melhores formas de investimento e como uma ação vai render ao longo do tempo. Vamos nessa? Confira!

Para conquistar um milhão: investir por conta própria ou com ajuda?

Ao começar a investir, é muito comum que você não saiba ao certo quais passos seguir, pois não tem conhecimento sobre as possibilidades e melhores opções. Assim, o auxílio pode parecer vantajoso.

Contudo, ao delegar a gestão dos seus investimentos, há a transferência das rédeas do seu futuro financeiro, e isso pode não ser o ideal, pois só você sabe exatamente quais são os resultados que deseja alcançar.

Além do mais, há conflitos de interesse, pois todo funcionário tem metas para bater. Dessa forma, por mais que haja boa vontade, suas atitudes sofrem influência de maneira que podem realizar uma operação, ou outra, que não seja a melhor.

Outro ponto é que serviços, como consultoria e gestão de fundos ou carteiras, têm um preço e, portanto, geram um custo maior. Decidir por conduzir as próprias aplicações exigirá conhecimento, sendo assim, é essencial aprender a trilhar o caminho para a Liberdade Financeira.

Uma dica é buscar informações em blogs e vídeos no youtube que proporcionem conhecimento, informações relevantes e contribuem para a sua autonomia, somente assim seu dinheiro estará 100% isento de conflitos de interesse.

Quanto investir para conquistar um milhão?

A verdade é que qualquer pessoa que tenha esse objetivo, se realmente desejar, pode conquistá-lo. Você pode estar se perguntando: “mas, como assim qualquer um?”. Calma, vamos explicar logo abaixo.

Ao definir o prazo para essa meta e a taxa de remuneração, é obtido o quanto investir mensalmente para ficar milionário. Quanto mais distante for o período para atingir o alvo e maior for a taxa de remuneração do investimento escolhido, menor será a quantia necessária para aplicar todo mês. Então, é possível encontrar um ajuste cujo valor caiba no orçamento de qualquer pessoa.

Vamos analisar na prática? Imagine que você começou a poupar aos 20 anos e quer alcançar um milhão aos 35. Primeiramente, foi definido o prazo: 15 anos.

Em seguida, você escolheu uma ação que tem taxa de valorização de 2% ao mês e remuneração por dividendos de aproximadamente 10% ao ano — definiu a taxa.

Com isso pode obter o valor necessário para alcançar o um milhão, que seria de R$ 210 por mês durante o período.

Agora, imagine um cenário em que você é mais conservador e opta por um investimento em renda fixa que paga 1% ao mês. Nesse caso, seriam necessários R$ 582 por mês para conseguir o objetivo no tempo estipulado.

Observe que, para uma taxa menor, a quantia mensal necessária aumentou, contudo, o valor continua sendo alcançável.

Casais, por exemplo, podem dividir a quantia para esse investimento mensal, de maneira que ficaria R$ 291 para cada e caminhariam para viver de renda passiva no futuro.

Uma dica é ter em mente que investir não é aplicar o que sobra após os gastos supérfluos do mês, mas o contrário, é destinar aquela quantia mensalmente e usar o excedente em outras atividades.

Qual a melhor forma de investimento?

A melhor maneira de investir está relacionada a alguns fatores: o seu perfil de investidor, o capital que possui e o prazo que almeja retorno financeiro.

Seguindo esses critérios, o melhor investimento é aquele cujo nível de risco não tira o seu sono, a quantia necessária para a aplicação cabe no seu bolso e o resgate do lucro será em um intervalo de tempo que você pode aguardar.

Sabendo disso, para escolher a alternativa ideal entre as opções que se encaixam, basta utilizar uma ferramenta que ajuda a checar as melhores possibilidades. É possível escolher entre investimentos de renda fixa — rentabilidade indicada no momento da contratação — ou variável — retorno oscila conforme o mercado.

Alguns dos principais tipos de investimento são: Tesouro Direto, Debêntures, LCI, LCA, Commodities, Câmbio, Fundo Imobiliário, Ações, etc.

Os investimentos de renda fixa são caracterizados por baixo risco, rentabilidade conhecida e, normalmente, uma data estabelecida para o resgate. É uma boa alternativa para as pessoas inexperientes e que podem precisar do dinheiro a qualquer instante.

Em renda variável, o risco é maior, a taxa de retorno é indefinida e o período do investimento pode ser desde minutos até anos. É indicada para quem já estudou como investir no mercado de ações, almeja ganhos maiores do que a renda fixa e possui um prazo maior para deixar o dinheiro investido.

Como uma ação na bolsa rende ao longo do tempo?

Ao comprar ações, o investidor se torna sócio do empreendimento e passa a receber dividendos — participação nos lucros da empresa. Isso significa que quanto mais sólida for a organização, maiores serão os lucros obtidos pela companhia e, consequentemente, os dividendos recebidos pelos acionistas. Com isso, o preço das ações se valorizam, pois o interesse das pessoas aumenta.

Uma ação rende ao longo do tempo por três maneiras: valorização, dividendos e aluguel — o acionista pode disponibilizar temporariamente seus ativos para outra pessoa. Então, pode-se utilizar duas estratégias para fazer esse ativo render. Veja-as logo abaixo.

Análise Fundamentalista

É a análise mais recomendada pelo GuiaInvest, e utilizada pela maioria dos nossos colaboradores.

Aqui verifica-se os dados da saúde financeira e econômica da empresa. O objetivo é ter uma perspectiva dos resultados futuros do negócio, evitando assim possíveis surpresas no percurso.

São critérios para selecionar as ações das companhias com maior potencial de crescimento e, assim, montar uma carteira — a sua seleção de ações. A valorização dessas empresas aumentará o preço das ações e multiplicará o seu investimento.

Como é uma análise pensada para o longo prazo, consideramos mais segura, com menor risco.

Análise Técnica

Utiliza-se o estudo dos gráficos e indicadores para selecionar os ativos. São compradas as ações cujos gráficos indicam movimento de alta, assim como são vendidas as que indicam uma possível baixa. Dessa forma, você otimiza o resultado, pois está sempre com as ações que estão subindo.

É um pouco mais arriscado, no entanto, essas estratégias permitem escolher as ações que se valorizam ao longo do tempo e fazem o investimento crescer continuamente.

Vale lembrar que entre 2016 e 2018 a valorização do índice Ibovespa foi de 100%, indo de 47.000 mil pontos para 80.000 pontos. Ainda em 2003 a ação da Petrobras custava R$ 4,80, 15 anos depois passou a valer R$ 15,00, ou seja, mais que o triplo. Os números anteriores mostram como esses ativos rendem e o potencial de ganhos que a bolsa de valores oferece.

Por fim…

Por fim, saber como conquistar um milhão pode parecer difícil ou até impossível para muitas pessoas, entretanto, após todas essas considerações, você está apto a alcançar esse objetivo e tomar as atitudes certas ao traçar o plano definitivo para chegar à liberdade financeira.

E aí, já sabe como conquistar um milhão? Restou alguma dúvida?

Veja bem…

É perfeitamente normal que ainda mais dúvidas surjam neste momento, e por isso nós temos um convite.

Entendemos que o assunto desperta uma vontade de maior aprofundamento, por este motivo convidamos você a participar da segunda edição do nosso Workshop da Liberdade Financeira.

Evento totalmente gratuito e online, onde contamos com mais de 8 mil alunos na sua última edição, que hoje já estão no caminho certo para o sucesso financeiro. Você vem dessa vez?

Seja para melhorar sua condição financeira, seja para realizar mais os seus sonhos, seja para começar a juntar seu primeiro milhão.

Veja alguns depoimentos que tivemos no primeiro Workshop, como por exemplo o do Marco:

Ou o Rubem…

Agora é a sua vez. Não perca mais tempo. Garanta a sua vaga hoje mesmo!

Quero participar do Workshop gratuito pela Liberdade Financeira!

Crescimento do Retorno sobre Patrimônio Líquido

Neste artigo irei falar com vocês sobre o Retorno Sobre o Patrimônio Líquido (RSPL).

Para quem não sabe e de forma simplificada, o Patrimônio Líquido é o que sobra de dinheiro na contabilidade de uma empresa para os acionistas. Quando abatemos todas as obrigações (passivos) dos bens e direitos (ativos), ou melhor, quando abatemos tudo que a empresa precisa pagar de tudo que ela tem a receber chegamos ao Patrimônio Líquido.

O Retorno sobre Patrimônio Líquido, nada mais é que dividir o lucro líquido de um ano de uma companhia pelo patrimônio líquido dela. Ou seja, esse indicador, mede a rentabilidade que a empresa consegue em seu próprio capital.

No checklist automático de ações vemos que o ideal é quando a empresa tem um RSPL superior a 20%, ou seja, se uma empresa fictícia tem um patrimônio Líquido de R$ 100 milhões, seu lucro líquido deveria ser superior a R$ 20 milhões.

No entanto, hoje quero trazer um conceito um pouco mais amplo para o Retorno sobre Patrimônio Líquido para você.

Mas antes, peço que você olhe atentamente a tabela abaixo que eu montei usando o Stock Guide do Guiainvest PRO. A tabela é composta de todas as ações que compõem o índice Ibovespa, e na imagem abaixo estão todas ações com RSPL superior a 14% atualmente e ordenadas do maior para o menor.

Percebam acima que a taxa de retorno sobre Patrimônio Líquido de Cielo (Ciel3), vem caindo ano após ano, praticamente sempre, apesar do Retorno sobre Patrimônio Líquido ainda estar acima de 20%, o que teoricamente seria bom. O RSPL de Cielo atual é bem menor do que o de 2014. E isso se refletiu no preço da ação.

Vejamos abaixo, a variação do preço das ações atuais x fechamento de 2014 na tabela. Muitas ações com bons retornos registram perdas no período, ou até ganhos inferiores aos da Renda Fixa. Lembrando que o período analisado é de 3 anos porque o investimento em ações deve ser feito com foco no longo prazo para potencializar os ganhos dos juros compostos.

Então, eu encontrei uma fórmula que considero inclusive mais eficaz que apenas observar se o RSPL é maior que 20%. A fórmula consiste em observar se a empresa está melhorando ao longo do tempo a rentabilidade do negócio. Por essa fórmula, eu prefiro uma empresa com RSPL de 15%, mas que vem melhorando ao longo dos últimos anos a uma empresa com RSPL de 25% e que vem tendo quedas na rentabilidade do patrimônio líquido.

Na imagem abaixo, observamos que apenas 3 empresas conseguiram crescer sua rentabilidade ao longo de todos os últimos 4 anos. E outras 15 tiveram melhoras em 3 dos 4 anos.

Se selecionarmos, as 10 melhores empresas do método simples de Retorno sobre Patrimônio Líquido e compararmos com as 10 melhores do método de Retornos crescentes teríamos o seguinte resultado final se alocássemos 10% em cada ação.

A primeira carteira teria um retorno de 208,20% em 3 anos e meio puxada principalmente pela alta de Magazine Luiza que corresponde a 70% dos ganhos da carteira teórica. Excluindo Mglu3, o ganho seria de 68,6% no período ou uma taxa composta de 16,10% ao ano.

Já a segunda carteira de retornos crescentes teria uma rentabilidade de 229,96% nos mesmos 3 anos e meio, também puxada por Magazine Luiza (MGLU3), mas tivemos um retorno 10% maior nesse caso. Excluindo Mglu3, o ganho seria de 92,77% em três anos e meio, ou uma taxa composta anualizada de 20,63% ao ano.

Mais pra frente, em outro artigo, vamos mostrar o quanto esses 4% ao ano de diferença podem modificar o futuro de uma pessoa ou de uma família.

Sempre é bom lembrar que: resultados passados não representam garantias de rentabilidades futuras. As ações que subiram no passado não necessariamente serão as mesmas que subirão no futuro.

E as ações constantes neste artigo não são recomendações. É apenas um exemplo do que ocorreu no passado, para que os leitores possam entender que além de ter uma alta rentabilidade, há outros fatores tão importantes quanto.

Conclusão:

Ao invés de procurar apenas as empresas que estejam com os maiores retornos sobre Patrimônio Líquido, procure também aquelas que estejam conseguindo melhorar a sua operação, e com isso estejam conseguindo uma lucratividade cada vez maior. O mercado gosta muito disso.

Cabe ressaltar, que falamos apenas um pouco de um indicador neste artigo, existem vários outros que são tão interessantes quanto para se analisar uma empresa. Se você tem curiosidade ou vontade de aprender cada vez mais, não perca a chance de fazer o curso Como Acumular Riqueza e dê uma chance ao seu futuro.

Bons investimentos.

As 8 Regras do Clube do Investidor

Senhores!!!

Sejam bem vindos… ao Clube da Investidor.

Quando olho à minha volta, vejo muitas caras novas…

hum…

Silêncio!!!

Isso significa que muitos de vocês quebraram as duas primeiras regras do Clube do Investidor…

Porém eu vejo que aqui tem muito potencial.

Eu vejo que aqui, no Clube do Investidores, estão os homens e as mulheres mais inteligentes do mercado financeiro, juntos em uma única e grande comunidade que é o GuiaInvest.

Sim, eu vejo todo esse potencial aqui.

Mas, para os membros mais novos, eu gosto sempre de explicar as 8 regras do clube do investidor, as quais eu e a B3 criamos. Então ouçam com muita atenção!

As 8 Regras do Clube do Investidor

A primeira regra do Clube do Investidor é: Você não fala do clube do Investidor.

A segunda regra do Clube do Investidor é: Você NÃO FALA do clube do investidor!

A terceira regra do Clube do investidor é: Não perca dinheiro!

(sugerida pelo nosso membro mais proeminente, Warren Buffett)

A quarta regra do Clube do Investidor: Não esqueça as regras anteriores

Já a quinta regra é do Clube do Investidor é: Veja o Webinário Como Acumular Riqueza.

A sexta regra do Clube do Investidores é: O tempo de maturação de um investimento será tão grande quanto ele necessitar para gerar dividendos e lucros.

A sétima regra do Clube do Investidor é: Você deve olhar no Checklist Automático se as suas ações são consideradas bons investimentos nos indicadores fundamentalistas.

E a oitava e última regra é: Se esta é a sua primeira vez no clube do investidor, você TEM que investir em ações!

– Tyler “Guilherme” Durden

Vamos investir na prática – Parte 2

Não teria acreditado se não visse com os meus próprios olhos.

O último Recado gerou muitos comentários legais como esse da Luanna:

Para quem não conferiu, postei o texto aqui no blog.

Basicamente, a mensagem que transmiti foi a seguinte:

  • Não invista se possuir dívidas. Preocupe-se em estar com as finanças em dia antes.
  • Quando puder investir, não faça isso no banco. Parta sem medo para uma corretora de valores independente. É mais seguro e não tem custos.

Agora faço um apelo: comece.

Comece mesmo que tenha pouco dinheiro sobrando.

Deixe nem que seja R$ 30,00 no Tesouro Direto, que o valor mínimo de aplicação.

Explore nosso blog e nossas aulas online para aprender mais sobre ações.

Entenda o grande poder dos juros compostos no longo prazo.

Você se acha incapaz de investir na prática?

Veja a história de William Wohlers. Ele começou do absoluto zero.

É o grande exemplo de pessoa comum, que não sabia nada de ações e que construiu um patrimônio.

Hoje, vive com os dividendos.

O que você ganhou de dia dos namorados?

Antes de qualquer coisa, preocupe-se em ser uma inspiração para a pessoa amada.

O presente é segundo plano.

Um singelo presente que recebi foram dividendos das minhas ações da Multiplus (MPLU3).

Pouca coisa em termos de valores, mas a sensação desse pinga-pinga é ótima.

E os Fundos Imobiliários (FIIs)?

É a melhor forma de ter esse pinga-pinga todos os meses.

Você recebe um aluguel proporcional ao valor investido.

A compra de um FII é feita da mesma forma que uma ação: você digita o código do FII no seu homebroker e a quantidade de cotas que você quer.

A Clear e a Modal Mais não cobram corretagem para compra de FIIs, então nessas corretoras vale a pena o investimento de valores pequenos.

E por sinal, o GuiaInvest vai lançar um curso só sobre FIIs dentro de algumas semanas.

Fique atento se você tem interesse nesse tipo de investimento.

E por falar em lançamento…

Essa semana estamos fazendo um pré-lançamento do Treinamento Como Poupar Dinheiro.

Estamos coletando a lista de interessados. Sinta-se mais do que convidado.

Esse treinamento é para quem não possui dívidas, mas não consegue sair daquele sufocante zero a zero.

É um curso para você organizar as suas finanças de forma saudável e fazer sobrar dinheiro no final do mês.

Ainda, você aprende a fazer investimentos inteligentes em renda fixa.

É a melhor maneira de começar, antes de partir para as ações.

Por enquanto é isso…

Mercado segue tenso pelas terras tupiniquins e muitas oportunidades estão gritando na Bolsa.

Um abraço e até semana que vem.

PS.: Você já viu o novo projeto que foi lançado aqui no GuiaInvest? O Projeto Ponto Zero é uma nova forma de transformar o seu futuro. É possibilitar a sua aposentadoria enquanto você é jovem. 100% online e gratuito. Inscreva-se agora mesmo! Porque a vida é agora, mas continua amanhã.

Aposentadoria antecipada: uma realidade possível

Você já ouviu falar em aposentadoria antecipada? Independente da sua resposta, este é um termo que está a cada dia mais presente nas vidas das pessoas do mundo inteiro.

Passar mais tempo com a família, poder trabalhar no que gosta, viver só de voluntariados.

Viajar quantas vezes quiser por ano – sem precisar depender de férias!

Aposentar-se… e decidir continuar trabalhando apenas no que realmente gosta.

Poder de escolha e poder de decisão.

Poder!

Você está sonhando junto comigo? Pois saiba que isso está longe de ser uma ilusão.  

Essas são apenas algumas das vantagens dos jovens que estão se aposentando antecipadamente ao redor do mundo todo sem precisar trabalhar a mais por isso.

A lista de pessoas que conseguem ter sucesso e conquistar o poder de escolha antes dos 35 anos de idade está cada dia maior.

Boas ideias e hábitos muito parecidos são comportamentos que permeiam por entre estes novos aposentados.

Mas o que me intriga tanto é…  o que afinal pensam e fazem de tão diferente?

Como você leu no artigo anterior, manchetes como estas que você vai ver abaixo estão cada dia mais comuns. Você mesmo já deve ter se deparado com alguma delas por aí…

Hoje irei contar a história de alguns desses afortunados, e você vai se surpreender com o que descobri: eles não são muito diferentes nem de você, nem de mim.

Acompanhe este artigo!

Da infância pobre aos 7,3 milhões de reais aos 28 anos

Assim é a vida de J. P. Livingston, que não deseja se identificar por segurança.

Depois de anos trabalhando em uma empresa de investimentos, a jovem aprendeu tudo o que tinha que aprender para se aposentar cedo e ter mais poder de escolha em sua vida.

“Eu realmente acredito que uma aposentadoria antecipada, ou independência financeira em uma idade precoce, é uma verdadeira opção para muitas pessoas, mas nem todo mundo sabe disso”, afirma a moça em entrevista ao canal CNBC.

Hoje, ela viaja o mundo escrevendo um blog que ajuda as pessoas a alcançarem a mesma liberdade de escolha que mudou tanto sua vida.

Foto: divulgação

Para convencer as pessoas de que isso é viável, ela conta: “eu cresci em uma família pobre. Pobre do tipo oito pessoas vivendo em um apartamento de um único dormitório. Se eu consegui, é lógico que você também consegue.”

Economizar, criar novas fontes de renda e principalmente: fazer o seu dinheiro trabalhar para você através de investimentos certos são algumas das dicas que ela cita.

Aposentadoria antecipada de tudo que você não gosta

Foi o que fez Pete, engenheiro norte-americano que conseguiu se aposentar e conquistar total poder de escolha sobre suas atividades aos 30 anos de idade.

Após seguir uma fórmula, acessível a qualquer pessoa, conseguiu juntar quase 2 milhões de reais apenas com investimentos.

“A filosofia é gastar menos, não importa o quanto você ganha, e investir corretamente. É preciso substituir atividades, como ir de bicicleta para o trabalho em vez de usar o carro, cozinhar sua própria comida em vez de ir a um restaurante a cada semana” – diz Pete.

Hoje, vive sua vida e paga todas suas contas apenas com os rendimentos do que investiu. Ainda trabalha, mas comenta que é por paixão.

Viaja a hora que quer e é seu próprio chefe. Aposentado e rico, no auge dos 30 anos de idade.

Pete comenta que sempre se preocupou com o futuro, mas ao mesmo tempo não queria viver guardando dinheiro deixando de viver o agora.

Foi através do sucesso nos investimentos que conseguiu fazer as duas coisas: planejamento financeiro para o futuro, sem deixar de viver o hoje.  

E os exemplos não param por aí…

A mesma receita de poupança e investimentos, também foi seguida pelo casal Jeremy e Winnie Tseng.

Foto: divulgação

Desde cedo perceberam que queriam passar mais tempo aproveitando os momentos com a família e amigos, do que dentro de escritórios recebendo ordens de chefes autoritários.

“Eu só conseguia pensar em trabalhar. Mas, aos poucos, a praia, os maravilhosos frutos do mar e os drinks tropicais fizeram sua mágica e eu percebi que vinha fazendo tudo errado. Era sobre aquilo que a vida se tratava”, contou.

Atualmente eles viajam com frequência para países como México, Taiwan e Cuba e mantêm um blog onde compartilham o seu estilo de vida. Trabalham nisso por pura paixão pela escrita.

1 milhão aos 30 anos para poder viajar o mundo

Essa foi a escolha de Amanda e Travis, canadenses que decidiram mudar seus hábitos durante alguns anos para conquistar a tão sonhada aposentadoria antecipada.

A ideia de começar a acumular riqueza e investir corretamente surgiu quando Travis foi demitido de forma inesperada da empresa em que trabalhou por anos.

Durante o ócio, percebeu a vida que queria levar: “de repente, em vez de acordar cedo e ir trabalhar, eu podia fazer o que quisesse! Podia dormir, trabalhar em projetos pessoais, fazer exercícios, ler livros, curtir com minha esposa e amigos… a vida era ótima! Mas eu estava sem renda alguma” diz.

Foto: divulgação

A ‘vida boa’ durou pouco mais de um mês.

Ao iniciar em seu novo emprego, estava decidido a conquistar aquele poder de escolha novamente, e sua parceira Amanda entrou junto em busca deste objetivo.

Foi quando começaram a juntar dinheiro e investir corretamente. Cortaram alguns supérfluos e procuraram aprender como fazer o dinheiro trabalhar para eles.

Deu certo! Hoje o casal passa a vida viajando e escrevendo no blog que criaram em parceria para divulgar a mesma educação financeira que os fez realizar tantos sonhos.

Você percebe como parece simples e acessível?

Todo o sucesso alcançado só dependeu deles. E de mais ninguém. Ou seja, é acessível a qualquer um!

Claro que, conforme eles mesmos contaram, houve uma estratégia em comum que alavancou suas vidas financeiras. Mas uma estratégia simples, que qualquer um é capaz de seguir.

A esta altura do campeonato você já deve imaginar que estratégia é essa…

Mas a boa notícia é que você não vai precisar quebrar a cabeça tentando descobrir tudo sozinho, sem apoio algum.

Foi por este motivo que nós, aqui do GuiaInvest, resolvemos criar uma aula, 100% online e gratuita, chamada Dobre sua Renda. 

Como assim Dobre sua Renda?

Nessa masterclass, que é a mais recente de maior sucesso do GuiaInvest, o André Fogaça ensina uma estratégia muito simples e até então praticamente desconhecida que tem o potencial de Dobrar a sua Renda através de uma coisa que se chama…

Dividendos.

Dividendos são parte do lucro de uma empresa que é distribuído aos acionistas da mesma. É o pagamento que você recebe por estar emprestando dinheiro a determinada empresa.

Na aula gratuita que estamos convidando você a participar, o André ensina como investir em Dividendos a ponto que eles dupliquem o seu salário.

De uma maneira que permita a você o poder de escolha sobre sua vida.

Poder escolher passar mais tempo com a família, trabalhar no que gosta, viver só de voluntariados.

Viajar quantas vezes quiser por ano – sem precisar depender de férias.

Se aposentar antecipadamente… e decidir continuar trabalhando apenas no que realmente gosta.

Ter tempo, dinheiro e disposição para fazer o que você quiser.

É possível ter tudo isso ainda jovem para poder aproveitar ao máximo os melhores momentos da vida, sem limitações e inseguranças com o futuro.

O investimento em ações com foco em dividendos pode, inclusive, ser chamado de a ressignificação da sua aposentadoria.

É proporcionar a alternativa de você se aposentar de tudo que você não gosta, ainda jovem e com segurança financeira. É oferecer um ponto de partida para realizar qualquer sonho.

É aproveitar a possibilidade de criar um patrimônio que o deixe livre para poder escolher.

Queremos que esse seja um marco de transformação e evolução na vida de milhões de pessoas. Se você também deseja essa mudança para a sua vida, essa aula é para você.

Você pode se inscrever e começar sua nova vida agora mesmo, sem perder mais tempo. 

Lembre-se sempre daquela frase: “Daqui um ano, você vai desejar ter começado HOJE“.

Este é o seu momento de prosperar.

Porque a vida é agora, mas continua amanhã.