3 dicas para investir o seu 13º Salário

Fim de ano: época de festividades e de 13º salário para muita gente. Você já sabe o que vai fazer com esse dinheiro extra?

Essa é, tradicionalmente, uma época de planejamento e objetivos para o próximo ano e, contraditoriamente, uma época que favorece o consumo e o uso desregulado do dinheiro.

Por isso, antes que você nem veja a cor do seu 13º salário, é essencial organizar suas finanças.

Em geral, existem 2 cenários mais comuns para uso do 13° salário. O primeiro é para quitar dívidas atrasadas.

Se você está no vermelho (espero que não seja seu caso), vale, sim, destinar uma parte do décimo terceiro para pagar as dívidas, principalmente por causa das taxas de juros exorbitantes do rotativo do cartão e cheques especiais.

Também é válido separar um pouco para as despesas do início do ano, como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar.

O segundo cenário é colocar parte do 13º na poupança. O que é uma péssima ideia! Existem outros investimentos tão são seguros e simples como a poupança e que rendem muito mais.

Mas então, onde é melhor investir o 13º salário? O melhor é investir em 3 “potes”, que podem lhe trazer segurança e renda passiva.

Vamos explicar…

13º salário: onde é melhor investir? - GuiaInvest

Um para criar sua reserva de emergência, outro que gere uma renda extra mensal e outro pensando na sua Liberdade Financeira, para que você possa realizar algo maior futuramente.

Pote 1: o pote da reserva de emergência

Você nunca sabe quando irá precisar de um dinheiro extra para alguma emergência. Se precisar, o ideal é que o possa ser resgatado a qualquer momento e sem perder dinheiro.

Por isso, no pote 1 a melhor opção seria o investimento no Tesouro Direto.

O Tesouro Direto sempre valerá a pena. Os títulos públicos são seguros e apresentam boa rentabilidade quando comparados com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado, como CDBs, LCIs.

De forma bem simples, o Tesouro Direto funciona como se fosse um empréstimo para o Governo Federal que te paga com juros.

Existem três tipos diferentes de títulos públicos:

Tesouro Prefixado: onde o investidor, no momento da compra, saberá exatamente quanto seu capital renderá.

Tesouro Selic: título pós-fixado. O retorno está ligado diretamente à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

Tesouro IPCA+: título híbrido. Mescla uma taxa de rentabilidade é prefixada + o IPCA, índice oficial que mede a inflação no país. Esse título é o mais popular, pois, como segue as movimentações da inflação, ele protege o seu capital de possíveis crises.

Dentre as vantagens, de você destinar uma parte do seu 13º salário para investir no Tesouro Direto, está a liquidez diária dos ativos e a segurança no investimento – o que é ótimo para uma reserva de emergência.

A partir de R$ 30 já dá para começar a investir.

Pote 2: o pote da renda extra

Que tal receber aluguel sem ter um imóvel? Destine uma parte do seu 13º para investir em Fundos Imobiliários e tenha uma renda extra mensalmente.

Os Fundos Imobiliários permitem que você invista no mercado imobiliário sem grandes investimentos iniciais. Nele você adquire ativos de grandes estabelecimentos comerciais, como shoppings, hotéis, prédios e recebe uma remuneração mensal.

E o melhor, os fundos de investimentos imobiliários não têm Imposto de Renda sobre o lucro obtido.

É um excelente tipo de investimento para o curto ou médio prazo e você pode começar com 20 reais.

Pote 3: o pote da Liberdade Financeira

O pote 3 é o destinado a alcançar seus sonhos, à sua Liberdade Financeira.

Por isso também, está ligado a investimentos de longo prazo e com rendimentos melhores: as ações.

Diferente do que muitas pessoas pensam, para investir na Bolsa de Valores não precisa ter muito dinheiro, nem percorrer um caminho arriscado.

Claro, que como em qualquer investimento de renda variável existem riscos, por isso é preciso investir com cautela, buscar informações e conhecimento sobre o mercado.

Porém, existem muitas ações de boas empresas que pagam bons dividendos. São empresas sólidas que dividem seus lucros com os acionistas.

Investir em ações é a chave para alcançar a Liberdade Financeira, e nós, do GuiaInvest, queremos ver seu dinheiro multiplicando.

Conheça o Protocolo Alpha-6 e sua capacidade de multiplicar o seu patrimônio em até 1000x.

Risco e Ações: entenda o que é mito e o que é verdade

Risco e Ações: entenda o que é mito e o que é verdade - GuiaInvest

Qual a relação entre risco e ações? Será que existe verdade nesses bordões que as pessoas usam para se referir ao mercado?

Se você acha que investir em ações oferece muito risco, já se perguntou que riscos são esses? Eles são imprevisíveis ou é possível lidar com eles?

Já dizia Warren Buffett, “o risco vem de não saber o que você está fazendo”. E mais: “o maior inimigo do investidor é ele mesmo”.

Infelizmente, o Brasil tem pouca cultura de investimento. A educação financeira precisa ser disseminada e todos precisam aprender.

Apesar do número de investidores no Brasil ter batido o recorde de 652,9 mil investidores cadastrados no primeiro trimestre de 2018, ainda é pequeno quando comparado ao de outros países como os Estados Unidos, por exemplo, onde 65% da população investe no mercado acionário.

Aos poucos, a população brasileira está descobrindo que investir na bolsa de valores pode ser muito mais rentável do que investimentos mais tradicionais.

E que não é preciso ter muito dinheiro, nem ser expert do mercado para alcançar a Liberdade Financeira.

Esse número só não é maior porque muitos possíveis investidores ainda têm medo de investir na Bolsa de Valores.

Falta entender melhor a relação de risco e ações.

Certamente, investir em ações envolve riscos, assim como em qualquer investimento de renda variável. O risco sempre vai estar ali, mas esse não é o problema.

O grande “risco” das ações é a falta de conhecimento para atenuar esses riscos.

Sim, você pode manter risco e ações sob o seu controle.

O que é risco?

Vamos lá, para você, o que é risco em um investimento?

Risco é a probabilidade de algo incerto impactar o desempenho de um investimento. Portanto, o risco está ligado à variabilidade de retorno dessa aplicação, a imprevisibilidade.

A possibilidade do prejuízo existe. Cabe ao investidor buscar formas de atenuar esses riscos.

Se você entender o que pode fazer o retorno de um investimento variar, e como gerenciá-los, então menor será o risco que você corre ao investir.

Confira os tipos de riscos e como contorna-los para ganhar dinheiro investindo em ações:

Risco e Ações: entenda o que é mito e o que é verdade - GuiaInvest

Risco de liquidez

O risco de liquidez é a dificuldade de converter suas ações em dinheiro, ou seja, de vender suas ações sem se sujeitar a um preço muito baixo.

Ações de empresas menores possuem uma maior dificuldade de venda do que papéis de empresas sólidas (blue chips), devido à baixa demanda por estes ativos.

Para “escapar” deste risco, busque ações com boa liquidez e varie sua carteira de ações.

Risco de mercado

O risco de mercado é o risco de determinada ação desvalorizar devido a alguma variável econômica externa, ou seja, fora do controle da empresa.

Uma ação pode ter sua cotação reduzida, caso o mercado em que ela está inserida apresente uma queda.

Alguns exemplos são: aumentos súbitos nos preços de matéria-prima, variações na inflação, surgimento de um forte concorrente no mercado, mudança do regime governamental, desastres naturais, entre outros.

Risco da empresa

O risco da empresa são os riscos inerentes à própria empresa.  Isso diz respeito aos índices de rentabilidade ou prejuízo, possibilidade de quebra da empresa, problemas e interrupções no processo de produção.

Tudo isso influencia no preço das suas ações. Por isso, é aconselhável, sempre que possível, analisar a saúde financeira da organização antes de comprar suas ações.

Risco operacional

Podemos chamar o risco operacional também de risco da corretora.

Esse risco está ligado à possível ocorrência de falhas na operação, como nos servidores da corretora, um defeito na comunicação com o sistema da bolsa, ou ainda erro de digitação, quebra da corretora.

Risco monetário

O risco monetário é quando mudanças cambiais afetam no valor de mercado de investimentos. Isso ocorre principalmente em empresas de dependem de importações ou exportações.

Quando o câmbio de dólar sobe, empresas que dependem de importações são prejudicadas. Em contrapartida, aquelas que obtêm suas receitas de exportações, se beneficiam.

Risco e Ações: day trade 

Todos esses riscos citados acima podem ser facilmente contornados se você tiver uma boa estratégia de investimento.

O maior risco de investir em ações na verdade está na especulação. Ou seja, se você for fazer apenas day trade

Para começar você tem que entender a diferença entre investir e especular. 

Quem especula encara a Bolsa praticamente como um Cassino, visando lucro no curto prazo. Compra uma ação com o preço baixo e torce para que suba para vender e receber a diferença.

Acontece que especular na bolsa pode acabar com seu dinheiro. Assim como em um Cassino, em que a probabilidade está sempre contra o jogador, o mesmo acontece com as ações.

Quem ganha enquanto você especula são os corretores e a própria corretora. Se continuar assim, você só torna a relação do risco e ações verdadeira.

Existe um método pouco conhecido para investir em ações evitando grande parte desses riscos, e é o que o André ensina na nossa última masterclass gratuita.

Além disso, nela você vai descobrir o Protocolo Alpha-6 e como ele pode multiplicar o seu patrimônio em até mil vezes!

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Como lucrar investindo em Small Caps

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Será possível lucrar investindo em Small Caps? O mercado de ações possui muitas oportunidades. No entanto, parte delas podem passar desapercebidas pelos investidores.

Quando pensamos em ações é comum lembrar das gigantes do mercado, tais como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Itaú Unibanco (ITUB4), Ambev (ABEV3), entre outras mais conhecidas do grande público.

Quem pensa em começar a investir na Bolsa de Valores normalmente quer iniciar seus investimentos adquirindo ações dessas empresas.

Porém existem também papéis de companhias menores e que também podem proporcionar boas oportunidades de investimento. São as Small Caps, ou seja, ações de empresas cujo valor de mercado é mais modesto quando comparado as gigantes que citamos acima.

A Bolsa de Valores oferece uma grande variedade de ações para os mais diferentes perfis de investidor.

O mercado de ações divide as empresas pelo seu valor de mercado. Portanto, existem empresas de pequeno, médio e grande porte, chamadas de Small Cap, Mid Cap e Large Cap respectivamente.

Nesse artigo você vai ficar sabendo tudo sobre as ações de empresas com pequena capitalização, as Small Caps.

O que são Small Caps?

Small Caps são ações de empresas com menor valor de mercado quando comparadas as Blue Chips – empresas mais visadas na Bolsa.

Para ser considerada uma Small Cap, no geral, considera-se empresas com valor de mercado abaixo de 3 bilhões.

Essas empresas geralmente estão concentradas em um setor relativamente pequeno, ou são empresas relativamente novas. Por ainda estarem em crescimento, muitas vezes não distribuem dividendos, pois investem os lucros nelas mesmas.

Em geral, as ações Small Caps apresentam um baixo volume de negociação e baixa liquidez, o que as torna suscetíveis a oscilações do mercado. Por outro lado, são empresas que possuem um grande potencial de valorização e podem se tornar excelentes opções de investimento.

Investindo em Small Caps – Exemplos de empresas brasileiras

O desempenho das Small Caps no mercado brasileiro pode ser acompanhado pelo Índice Small Cap (SMLL).

Esse índice é uma carteira teórica elaborada pela BM&F Bovespa que reúne ações de empresas com menor valor de capitalização na B3.

Como lucrar Investindo em Small Caps - GuiaInvest

Muitas destas empresas possuem excelente gestão e lucratividade e podem ser excelentes oportunidades de investimento.

Grandes companhias brasileiras compõem atualmente o índice Small Cap, tais como:

Alpargatas (ALPA4): líder no setor calçadista na América Latina e detentora de marcas como Havaianas e Osklen e licença para produção e comercialização da marca Mizuno no Brasil.

Lojas Marisa (AMAR3): uma das maiores redes de moda feminina e lingerie do Brasil, com 388 lojas em operação no país.

Hering (HGTX3): grande companhia especializada em vestuário. Além da Hering, abrange também as marcas Hering Kids, Dzarm e PUC.

CVC Brasil (CVCB3): maior operadora de turismo do Brasil. Possui pacotes de turismo para o Brasil e para o exterior.

Minerva (BEEF3): um dos líderes da América Latina no mercado de produção e comercialização de carne bovina e derivados.

Riscos de Investir em Small Caps

Apesar do alto potencial de crescimento, valorização e ótimo retorno aos seus acionistas, não é sempre que se lucra investindo em Small Caps.

Em geral, investir em empresas estão ingressando no mercado agora é considerado mais arriscado. Embora elas possam ter um excelente crescimento, com muito espaço para ganhar dinheiro, isso pode simplesmente não ocorrer.

O risco maior está na dependência de um setor específico, menor liquidez e principalmente na incerteza de crescimento.

Os principais pontos a se considerar antes de investir em Small Caps são:

Baixa Liquidez: As Small Caps muitas vezes têm baixo volume de negociação, por isso corre o risco de não conseguir vende-las quando precisar.

– Dificuldades de análise: As Small Caps geralmente são ações novas na Bolsa. Por esse motivo, muitas vezes não existem dados suficientes para fazer uma boa análise sobre seu potencial, seus dados não são muito confiáveis.

Precificação imprecisa: Mais uma vez, por serem empresas novas, na maioria das vezes é difícil precificar corretamente as ações pois não se sabe o valor real destas empresas. Por esse motivo, elas podem oscilar fortemente no mercado.

Incerteza do crescimento: a falta de dados impossibilita uma análise mais profunda. Não se pode assegurar que as operações da empresa sejam sólidas e saudáveis ou que estejam enfrentando momentos de dificuldades.

Ou seja, investindo em small caps se abrem muitas oportunidades de lucratividade. Há, inclusive, quem se especialize nessas ações.

Porém, Small Cap também pode indicar riscos. Por isso, é preciso conhecer bem esse mercado, buscar informações e contar com profissionais especializados.

Se o que você deseja é multiplicar o seu patrimônio, hoje é seu dia de sorte.

O André, juntamente com o Centro de Inteligência de Investimentos do GuiaInvest, desenvolveu um método que é capaz de multiplicar o seu patrimônio em mais de 200 vezes.

Veja como ter uma Tsunami de Lucros.

 

Investir em dividendos vale a pena? Entenda aqui!

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O investimento em dividendos é uma ótima alternativa para pessoas que estão em busca de boas opções de aplicações para o seu dinheiro, que resultem na tão desejada liberdade financeira.

Porém, para ter sucesso máximo nessa tarefa, é fundamental dedicar um tempo para entender o funcionamento do mercado e, a partir disso, tomar as melhores decisões de acordo com os objetivos e metas definidas.

Antes de começar seus investimentos em dividendos é preciso se informar, entre outras questões, sobre as empresas que pagam melhor tanto no presente quanto no futuro.

O fato de a empresa não realizar o pagamento de dividendos no período corrente não necessariamente é algo ruim, visto que essa decisão pode ter sido tomada em comum acordo entre os membros em assembleia com projeção de resultados pósteros.

Para ajudá-lo a entender melhor o que são dividendos e como eles podem ser usados para aumentar os lucros e, até mesmo, garantir uma renda mensal, falaremos sobre o tema e esclareceremos algumas dúvidas sobre os tipos, vantagens, desvantagens e sobre como investir.

Portanto, continue a leitura e se mantenha atualizado sobre esse importante assunto.

O que são dividendos e como funcionam?

De maneira simplificada, podemos dizer que um dividendo corresponde a uma parcela paga aos acionistas dos lucros obtidos pela empresa em determinado período.

Explicando melhor, quando você compra uma ação de um empreendimento, na prática você está se tornando sócio dele — ou seja, você adquire uma parte da companhia.

Essa organização, por sua vez, pega o dinheiro que veio dos novos acionistas e investe em seu crescimento e fortalecimento no mercado, na expectativa de que seja gerado lucro.

Quando esse retorno desejado vem, a empresa destina parte desse valor para o pagamento do acionista, o que nada mais é do que os dividendos.

Não existe um tempo mínimo estabelecido para esse retorno ser feito, nem uma porcentagem obrigatória que a empresa deve seguir — por mais que exista o mito de que esse percentual seja de 25% —, sendo todas essas condições discutidas e acordadas em assembleias.

Nem sempre o fato da empresa não distribuir dividendos é algo necessariamente ruim, visto que existem casos em que esse valor pode ser usado para potencializar ainda mais os lucros.

Por exemplo, uma empresa pode, em vez de distribuir 30% do resultado dos dividendos, optar por reinvestir esse montante, a fim de aumentar os ganhos.

Desde que o investimento seja favorável, essa ação é boa, visto que, futuramente, os valores recebidos tendem a ser ainda maiores.

Quais os tipos de dividendos?

Os lucros alcançados pela empresa podem ser distribuídos de diferentes formas, entre as quais estão os dividendos. Porém, mesmo dentro dessa modalidade, existem opções diferentes que podem ser usadas na hora de realizar o pagamento ao acionista.

Dividendo em dinheiro

É o pagamento feito em espécie para os acionistas, sendo esse o principal modo em que se pensa quando se fala em dividendos. Esse recebimento é distribuído conforme o valor das ações (por exemplo, R$ 5,00 por ação) ou como uma porcentagem baseada no valor atual no mercado.

No geral, são pagos de acordo com o segundo caso, sendo que, muitas vezes, é possível reinvestir o valor para adquirir mais ações.

Dividendo em ações

Nesse caso, a remuneração acontece em forma de ações adicionais em vez de ser em dinheiro. A quantidade varia conforme o número de títulos que a pessoa tiver no momento do pagamento.

Por exemplo, se uma empresa opta por esse tipo de emissão, equivalentes a 5 ações para cada 100 ativos, quem tiver 500 ativos receberá 25 papéis, enquanto quem tem 600 adquirirá 30, e assim por diante.

É provável que o preço das ações redija a distribuição dos dividendos, a fim de que após esse processo ele continue o mesmo. O resultado é que o número de ações que a pessoa tem aumenta depois do pagamento ser realizado.

Dividendo one-time

É uma parcela do lucro especial que a empresa pode pagar além de seus dividendos regulares.

Ele pode acontecer devido a eventos inesperados, como ganhos com processos judiciais, aumento de caixa repentino ou venda de um empreendimento.

Quais as vantagens e desvantagens de investir em dividendos?

O investimento em dividendos é muito procurado como forma de aumentar a renda e, consequentemente, a riqueza de modo constante.

De fato, quando bem utilizados, eles podem apresentar bons resultados, no entanto, é preciso ficar atento e fazer a lição de casa ao encontrar empresas confiáveis e seguras para realizar as aplicações.

Contudo, quando isso não acontece, os retornos podem não ser de acordo o esperado, gerando frustração e até mesmo prejuízos.

Um detalhe importante a ser observado é que o recurso proveniente dos dividendos é pago com isenção do imposto de renda, que é um atrativo mais significativo para quem opta por esse tipo de investimento.

O investidor que já acumulou um bom recurso financeiro, aportado em ações pagadoras de dividendos, geram uma renda passiva mais frequente proveniente das empresas que realizam esses pagamentos.

Com isso, ele tem mais liquidez para reinvestir em novas organizações ou para consumo próprio. Inclusive, temos um material com 3 investimentos que podem fazer com que você tenha um salário vitalício.

Como investir em dividendos?

O primeiro passo é se informar sobre o funcionamento dos dividendos, a fim de encontrar empresas que estejam de acordo com as expectativas e objetivos da pessoa.

Existem ações que pagam bons dividendos, e por isso, é importante estar atento. Com um planejamento estruturado, foco e disciplina, é possível sim conquistar a tão sonhada liberdade financeira e viver de renda.

Gostou do conteúdo? Neste artigo falamos sobre investimento em dividendos e como ele pode ser uma boa opção para otimizar os recursos e potencializar os lucros.

Antes de tomar qualquer decisão, no entanto, é muito importante estar bem informado sobre o assunto, assim como acertar na escolha de boas empresas, que contem com credibilidade e consistência o mercado.

Com uma visão diferenciada e um planejamento estratégico bem definido, é possível obter ótimos resultados.

Agora que você está decidido a ampliar o seu patrimônio com responsabilidade, participe da nossa Aula Inédita e Gratuita onde o André revela o Protocolo Alpha-6, um método desenvolvido pelo Centro de Inteligência de Investimentos do GuiaInvest para você detectar as ações mais explosivas da Bolsa de Valores

Qual o melhor investimento para 2019? Confira agora!

Os melhores investimentos para 2019

Fazer investimentos é a melhor maneira de alcançar a Liberdade Financeira.

Claro que há uma série de fatores para saber qual é o investimento mais adequado pra você. Mas se o que você deseja é realmente ser livre financeiramente, então podemos adiantar:

Em 2019, o melhor investimento que você poderá fazer, será no mercado de ações.

Assim, se você está disposto a iniciar sua vida como investidor, deve saber que é preciso muita determinação.

Com as projeções para o ano de 2019, é possível prever que essa será a área de maior rentabilidade, o que demonstra um excelente momento para lucrar com os seus dividendos.

Nós iremos te explicar o porquê. Acompanhe a leitura!

Mercado de Ações

Para começar, é preciso compreender o que são ações e como funciona o investimento nessa área. Imagine que uma empresa é um todo composto de pequenas partes. Cada uma dessas partes, são conhecidas como ações.

As ações são essas “fatias” da empresa, que podem ser de propriedade de qualquer pessoa.

Quando uma empresa necessita de investimento capital, ela disponibiliza essas partes no mercado. Sendo assim, qualquer pessoa que se interesse pela empresa, pode comprar suas ações e tornar-se sócio.

É assim que se torna um acionista, comprando uma ou mais ações de uma empresa. Dessas ações, é claro, vêm os rendimentos.

De acordo com o faturamento, uma parte do lucro é destinada aos investidores.

Essa parte é determinada pelo Estatuto Social da empresa, que indica qual a porcentagem que o investidor irá receber. Esses lucros recebidos são o que chamamos de dividendos.

Além de ganhar os dividendos, o investidor ganha também com a valorização das suas ações. Ou seja, com o aumento do preço das mesmas.

Como fazer boas aplicações?

Planeje seus investimentos

Como dito anteriormente, investir em ações é extremamente lucrativo. Porém, como todo investimento, deve ser feito com bastante responsabilidade.

Para fazer aplicações com tranquilidade e de modo correto, é importante que você considere três fatores que são fundamentais para determinar o sucesso de sua empreitada no mundo das ações.

Organização de suas finanças

Lembre-se sempre que os investimentos não retornam lucros imediatamente. Quanto mais tempo você deixar o dinheiro investido, mais lucro e menos risco terá.

Portanto, invista em ações um dinheiro que você não vai precisar pelos próximos anos. Organize-se financeiramente para fazer sobrar mais dinheiro

E em todo o início do mês, junto com as suas contas, lembre-se de se pagar primeiro. Ou seja, investir para o seu futuro.

Faça um planejamento

Ao decidir iniciar seus investimentos, faça um planejamento daquilo que deseja alcançar com os lucros que ganhar. Reflita para cada investimento, um objetivo concreto.

Lembre-se que para o investimento em ações, o objetivo ideal é a Liberdade Financeira.

Conheça a empresa onde está aplicando o seu dinheiro

Cada empresa possui, em seu Estatuto Social, as determinações sobre a aplicação de investimentos de terceiros. Lá você tem tudo que precisa para conhecer melhor a política de pagamento de dividendos entre outras informações pertinentes.

É importante que você saiba aonde está investindo o seu dinheiro. Procure conhecer as empresas afundo pois isso irá lhe ajudar na hora de tomar alguma atitude em relação ao mercado.

Por que o mercado de ações é a aposta para 2019?

Se está pretendendo investir em 2019, definitivamente a sua melhor opção são as ações. Isso porque o mercado brasileiro tende a valorizar muito no próximo ano.

Vamos explicar o porquê:

O cenário econômico está mudando

Depois das eleições presidenciais de 2018, a Bolsa de Valores alcançou um pico histórico.

Essa valorização pode estar relacionada com a postura do candidato eleito, de alinhamento de propostas econômicas que valorizam as posições defendidas por investidores.

Partindo desse pressuposto, torna-se atrativo fazer maiores investimentos nas empresas brasileiras, considerando que o governo estará favorável à atuação das mesmas.

Esse “otimismo”, relacionado à proposta econômica do presidente, dá uma boa margem de valorização dos investimentos no mercado de ações do país e deixa a Bovespa em uma boa posição.

A taxa da inflação está praticamente igual à poupança

Muita gente considera a poupança como o investimento mais seguro. Mal sabem elas que este não deveria nem mesmo ser considerado um investimento.

Quando a rentabilidade da inflação está pareada com a da poupança, quer dizer que você não vai ganhar quase nada com seu dinheiro aplicado dessa forma.

Pode ser, inclusive, que você perca dinheiro para a inflação.

A diferença mais gritante, nesses casos, é a injeção de dinheiro na economia atuante. Ao invés de deixar o seu dinheiro parado no banco, através das ações você contribui para o desenvolvimento econômico do país.

Quem “investe” apenas na poupança está deixando de ganhar dinheiro.

O cenário político do país

Como já dissemos, a possível mudança no cenário do país já fez com a Bolsa disparasse em picos históricos.

Agora, com a possibilidade real de reformas acontecerem (como a da previdência, que reverte valores à economia e incita a chance de fundos de pensão privados), a previsão é de que o mercado se valorize ainda mais.

Aliás, com a estabilização da economia, ainda existe a possibilidade de investimentos estrangeiros, que valorizam as ações.

Ou seja, em 2019, investir em ações será a melhor opção para quem deseja aumentar seus rendimentos!

Colocando a mão na massa

Se você deseja começar a investir neste mercado promissor, não se preocupe que ainda há tempo.

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5 Dicas Para Lidar Com Seus Investimentos

5 Dicas Para Lidar Com Seus Investimentos

Você está investindo corretamente? Quero apostar que sim. Dessa forma, as seguintes dicas para lidar com seus investimentos servirão apenas para reforçar alguns conceitos.

Porém, também sei que existem muitas pessoas interessadas em investir, mas que ainda estão inseguras. Outras que estão dando os primeiros passos no mundo dos investimentos.

Seja qual for o seu caso, separamos algumas dicas valiosas para lidar com seus investimentos, afinal, conhecimento nunca é demais.

Investir bem e ser bem-sucedido na Bolsa de Valores não é uma tarefa fácil, mas também não é algo exclusivo para pessoas dotadas de uma inteligência superior.

Um dos caminhos mais fáceis a seguir é aprender com a experiência de outras pessoas, especialmente pessoas que já trilharam o caminho antes de você. Por isso, se informe em livros sobre investimentos e sites como o GuiaInvest.

O mercado é acessível para todos. Não pense que é preciso muito dinheiro para investir. Seja com muito ou pouco dinheiro inicial, o mais importante é saber onde e quando aplicar. Ou seja, mais uma vez: conhecimento!

Espero que esse post seja um ponto importante na sua trajetória em investimentos na bolsa e que te leve à conquista da sua Liberdade Financeira.

Agora veja as 5 dicas para lidar com seus investimentos. Está preparado? Vamos lá!

1 – Não invista o dinheiro que precisa no curto prazo

Quando você for investir seu dinheiro, tome cuidado para não comprometer o dinheiro que poderá precisar no curto prazo. Essa dica é muito válida quando estamos tratando de investimentos no mercado de ações.

Para ter sucesso investindo em ações, é preciso contar com um horizonte de longo prazo, como por exemplo 10, 20 ou 30 anos. Se você investir em ações hoje e precisar do dinheiro daqui 30 dias, as chances de perdas financeiras  podem ser elevadas porque o mercado de ações é muito volátil, ou seja, ele oscila bastante no curto prazo.

A recomendação para este tipo de investimento é usar apenas o dinheiro que você não irá precisar pelos próximos anos. Deste modo, os riscos de você resgatar menos do que aplicou diminuem drasticamente.

Por isso, tenha em mente seus objetivos e faça uma reserva específica para investimentos de longo prazo. Considere que ele seja para a sua aposentadoria e/ou para a sua Liberdade Financeira mesmo

Dessa forma, você não compromete o dinheiro que precisa para o cotidiano e estará cuidando do seu futuro.

2 – Não tenha medo de pagar Imposto de Renda (IR)

Não adianta tentar fugir do imposto de renda (IR). Até existem investimentos livres de IR, como a LCI e LCA ou venda de até R$ 20 mil por mês em ações. Dependendo do seu objetivo, essas opções podem ser boas e você deve aproveitar destas oportunidades.

Porém, na maioria das transações do mercado financeiro você dificilmente conseguirá se livrar do maldito imposto. Até porque, você pretende ampliar o seu patrimônio a cada dia mais, certo?

A boa notícia é que você só pagará IR sobre os lucros dos seus investimentos, e não pelos dividendos. Logo, a lógica é simples: quanto mais imposto você pagar, é sinal que seu patrimônio está se valorizando.

Portanto, não tenha medo de pagar imposto nos investimentos. Eu adoraria pagar R$ 1 milhão de imposto de renda (IR) todos os anos, e você?

3- Tenha uma carteira diversificada

“Não coloque todos os ovos em uma única cesta”, esse provérbio tem tudo a com os seus investimentos na bolsa.

O que quer dizer é: o risco de a cesta cair e quebrar todos seus ovos sempre existirá, mas se você colocar um pouco em cada cesta, o risco de ficar sem nenhum diminui significativamente.

Investidores inteligentes têm uma carteira diversificada. Saber qual o seu perfil de investidor, seus objetivos e tempo para alcança-los, bem como os riscos e a rentabilidade dos investimentos, te ajuda a definir uma boa carteira de aplicações.

Portanto, diversifique seus investimentos, compre ações de empresas sólidas nos mais variados segmentos de mercado. Colocar todo o seu patrimônio em um único lugar é muito arriscado.

4 – Cuidado com os modismos do mercado de investimentos

5 Dicas Para Lidar Com Seus Investimentos - GuiaInvest

O mercado de ações também vive de modismos. De tempos em tempos, aparecem pessoas defendendo “estratégias mágicas” e “fórmulas milagrosas” de sucesso em ações.

Ainda se não bastasse o sobe e desce da bolsa de valores, sempre há boatos sobre a “ação do momento” ou a “recomendação infalível do analista tal”.

Mas se esses segredos fossem tão bons, por que tanta gente estaria compartilhando (às vezes de graça)? E se tanta gente já sabe desse segredo, será que já não passou o momento de tirar vantagem dele?

Cuidado com os conselhos de pessoas que falam, mas não praticam o que falam. Provavelmente, elas possuem outros interesses em jogo.

Fique longe das opiniões do senso comum quando estiver lidando com seus investimentos. Fuja da manada! Especular na bolsa dessa forma  pode acabar com o seu dinheiro.

5 – Saiba Lidar Com os Arrependimentos

A mentalidade de ficar lamentando sobre oportunidades perdidas no passado é altamente destrutiva e você deve evitá-la a qualquer custo.

De que adianta ficar lamentando que você poderia ter vendido aquela ação um pouco depois, para ter lucrado mais? Ou que deveria ter investido na empresa ABC e não na empresa XYZ porque a empresa ABC subiu 100% e a XYZ apenas 30%.

Ninguém tem bola de cristal para saber o que o futuro nos espera.

Cuide dos resultados reais e deixe de lado “aquilo que poderia ter sido”. Tenha a consciência que você não vai acertar todas e nem vai ter acesso a todas boas oportunidades o mercado.

Saber lidar com seus investimentos da forma correta exige racionalidade por parte do investidor. Um ganho é um ganho e pronto.

Continue firme com seus objetivos de investimentos e mantenho o foco nas suas convicções. Lembre-se sempre que trabalhar o emocional é tão importante quanto investir!

Pronto para acelerar rumo à Liberdade Financeira?

Estas foram só algumas valiosas dicas para lidar com seus investimentos. Espero elas te ajudem na sua jornada como investidor e na busca da sua Liberdade Financeira.

Agora, se você deseja se aprofundar ainda mais no investimento em ações, nós temos um convite! Participe da nossa masterclass INÉDITA onde o André ensina a criar um salário extra de 2.154 reais com Dividendos!

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Bons investimentos!

Entenda como funciona a Bolsa de Valores

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Saber o que é e como funciona a bolsa de valores é uma condição indispensável para as pessoas que desejam começar a investir ou que já atuam, mas pretendem otimizar os recursos e potencializar os lucros.

Operar no mercado de ações, quando realizado de forma adequada,  pode trazer excelentes rendimentos, por isso o conhecimento é fundamental.

Um ponto importante e que precisa ficar claro é que os resultados consistentes virão à longo prazo. Por isso, é necessário construir uma carteira de ações de boas empresas, já que não faz sentido ser sócio de empresas com poucas perspectivas.

Com foco, disciplina e dedicação é possível alcançar a tão sonhada Liberdade Financeira.

Neste artigo vamos falar sobre o tema e mostrar como funciona a bolsa de valores, a fim de fornecer informações relevantes que possam orientar o investidor iniciante e auxiliá-lo na tomada de decisões importantes.

Em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso estar preparado. Continue a leitura e acompanhe.

Como funciona o investimento na bolsa de valores?

A bolsa de valores é o local onde se junta as pessoas físicas e as empresas em um ambiente de negociação. Apesar de simples, essa definição exemplifica bem como funciona a bolsa de valores, que quando bem compreendida a partir de uma visão ampla, oferece oportunidades importantes e ganhos potenciais.

Para exemplificar como funciona a bolsa de valores, vamos pensar em uma empresa que decida lançar ações no mercado – esse procedimento é chamado de abertura de capital. Para isso, ela busca uma corretora para fazer uma oferta primária para os investidores interessados (em inglês a sigla IPO que significa Initial Public Offering).

Nesse trabalho, a corretora vai entrar em contato com os investidores e oferecer as ações no mercado de modo público. As pessoas que se interessarem fazem então a reserva das ações e a partir disso (com os investidores iniciais definidos) é realizada a oferta primária.

No mesmo dia em que os investidores compraram as primeiras ações, se iniciam as negociações na bolsa de valores, sendo que nesse momento, tem início a relação entre os investidores (pessoas físicas e institucionais).

O preço da ação é definido nesse instante, sendo que o cálculo considera a relação entre a demanda e a oferta pelos papéis. Após esse primeiro momento, quem desejar comprar sua participação na empresa vai fazer a partir do mercado secundário.

Resumidamente acontecem os seguintes processos:

  • abertura de capital após o IPO;
  • definição dos preços das ações no mercado primário;
  • realização de novas negociações no mercado secundário.

Todo esse procedimento ocorre em questão de segundos, por isso é essencial estar  bem preparado. Um fator importante para lembrar é que a empresa que emitiu pela primeira vez essas ações, vai se capitalizar apenas com esse primeiro recurso.

Quais são as vantagens de investir na bolsa de valores?

A primeira vantagem significativa de se investir na bolsa é o potencial de retorno das aplicações, pois, historicamente, a bolsa de valores se sobrepõe em retorno de qualquer outro ativo. Há duas questões essenciais nesse sentido: o investidor ganha com a valorização do preço e, além disso, pelos dividendos.

Um exemplo prático ocorreu há dois anos quando as ações da empresa Magazine Luiza começou a ser negociada a R$ 20,00. Claro que desde aquela época já se percebia que se tratava de uma empresa boa, por meio de análises de qualidade e dos dados fundamentais da empresa.

Hoje, as ações da empresa já são negociadas a R$ 160,00 cada. Perceba como cresceu! Se esse dinheiro é aplicado em uma poupança ou renda fixa, não tem como ter esse ganho exponencial neste período de tempo.

Outro grande benefício são os dividendos que correspondem à divisão de uma porcentagem dos lucros que a empresa faz com seus acionistas periodicamente. Não existe um valor fixo, ou tempo pré-determinado para esse retorno, sendo essas questões definidas por assembleia e de acordo com as regras de cada organização.

Como começar a investir na bolsa de valores?

Para quem sabe como funciona a bolsa de valores investir é muito simples, rápido e fácil.

Para começar as operações é preciso ter uma conta em banco ou em uma corretora. Nós recomendamos a segunda opção a mais procurada devido às taxas menores de corretagem (podendo até ser 0 custo). Quem decide pela participação no mercado de ações deve então abrir uma conta pela qual vai operar.

Dado esse passo inicial, a corretora faz uma análise do perfil que melhor se encaixa a cada pessoa sendo eles: conservador, moderado ou agressivo. Conforme essa classificação cada um terá acesso a determinados produtos, que estejam de acordo com seus objetivos e expectativas.

Definido o perfil, o próximo passo é enviar o dinheiro da conta do banco para a corretora. Na maior parte dos casos essa conta é especificamente no nome do cliente, o que na prática significa que será feito um TED para você mesmo, o que dá um bom grau de segurança na relação da pessoa com a corretora.

Feito isso, a pessoa é direcionada à página de primeira compra na plataforma de operações (Home Broker).

Lá, estarão listadas todas as ações disponíveis com preços atualizados instantaneamente. Nessa lista, é possível escolher qual a ação deseja comprar, assim como colocar a oferta de preço. A empresa então é localizada pelo seu código e abrirá o “boleto de compra”.

Esse documento apresenta alguns dados importantes como preço, código de negociação, valor de oferta e valor de compra, entre outros. Em cima dessas informações, é possível escolher o preço que deseja comprar.

Existem duas possíveis maneiras: colocar o preço que está no momento – a ação será comprada quase que automaticamente – ou optar por um valor pouco menor, na esperança de que a variação de preço do dia atinja esse preço e com isso se consiga comprar mais barato.

A partir desta compra, a liquidação financeira, ou seja, o débito do valor na conta do corretor ocorre em D+3 sempre, que significa que o débito é feito e creditado em três dias úteis.

Após essa fase, a pessoa recebe a custódia das ações, quando é possível visualizar quando elas foram executadas e acompanhar tudo no sistema. Quando se tem a custódia das ações, a pessoa fica apta e tem o direito de receber os dividendos das empresas, pois se tornou sócia da mesma.

A variação de preço ocorre sempre em cima do valor que você pagou naquela ação.

Baixe gratuitamente o Plano Definitivo para sua Liberdade Financeira

Gostou das informações? Agora que você já conhece como funciona a bolsa de valores, pode aprofundar seus conhecimentos e aumentar seu poder de análise e decisão.

Boas escolhas e visão de mercado são grandes diferenciais das pessoas de sucesso, por isso é preciso ter empenho e disciplina.

Se você deseja investir na Bolsa de Valores com foco em aumentar sua renda, convidamos a participar da nossa Masterclass gratuita onde o André Fogaça ensina um método incrível para o investimento em ações com foco em dividendos.

Inscreva-se agora mesmo, pois as vagas são limitadas.

Estágios da Liberdade Financeira: em qual você está?

estagios da liberdade financeira guiainvest

Se pararmos para analisar os estágios da Liberdade Financeira, você saberia dizer onde você está?

A verdade é que você só conseguirá ser verdadeiramente livre, quando mudar a sua forma de se relacionar com o dinheiro. Quando colocar ele a trabalhar para você.

A partir do momento em que seus ganhos te deem a oportunidade de escolher fazer o que quiser com o seu tempo, só aí você terá alcançado a verdadeira Liberdade Financeira.

E então… quão livre você é?

Sobre Liberdade Financeira…

Liberdade Financeira é quando você atinge um nível de estabilidade econômica independente. Mas independente mesmo, tanto da família, quanto do governo e até do seu emprego.

É quando ter que trabalhar por necessidade da renda se torna algo opcional. Quando você conquista isso, é porque os frutos dos seus investimentos já proporcionam a você uma renda mensal totalmente extra que cobre todos os seus custos mensais.

Ou seja, você não precisa fazer nada, que todo mês continuará recebendo dinheiro.  É quando você coloca o seu dinheiro para trabalhar para você através dos investimentos.

Quando se tem dinheiro, você pode comprar coisas que deseja e não só o que precisa. Pode ajudar às instituições sociais que mais precisam.

O dinheiro é o que traz liberdade para a sua vida. Mas a maioria das pessoas custa a admitir isso por conta de crenças financeiras que precisam ser derrubadas.

É impossível desassociar o dinheiro do poder de escolhas, não é mesmo? Mas apenas ter na sua conta bancária não necessariamente significa que você é livre. Por quê? Simples.

Mesmo que esteja com a carteira cheia e se sinta à vontade para escolher o que quer, se a sua única fonte de renda é o seu emprego, então ainda assim você está preso à necessidade de continuar recebendo dinheiro.

Ter a obrigatoriedade de se levantar todos os dias, trabalhar por oito horas (ou mais), fazer horas extras, se preocupar com prazos e comportamentos, está longe de ser a Liberdade Financeira que você deseja.

Ou seja: se você está sujeito a esse monte de responsabilidades para ganhar dinheiro, você ainda não é verdadeiramente livre.

Você está apenas confiando na sua renda ativa.

Aquela que determina que, desde que trabalhe, você ganhará. Porém, se não trabalhar, fica sem receber.

Para alcançar a verdadeira Liberdade Financeira, você precisa de renda passiva que é a renda que continua entrando mesmo se você não fizer nada.

Faça apenas o que mais te deixa feliz!

Vamos então ver os estágios da Liberdade Financeira para definir onde você se enquadra e como pode avançar na jornada.

Estágio 1 – Endividado

Quem está nesse estágio, está na situação mais desfavorável. Nele, a pessoa não tem renda nenhuma e, por consequência, acaba acumulando muitas dívidas.

Considerando que não há entrada de dinheiro e os gastos continuam aparecendo, a dívida aumenta e a riqueza não. 

Em termos de liberdade, esse é o momento onde há a maior prisão: já que não tem dinheiro, a pessoa depende inteiramente dos outros.

Neste caso, a nossa recomendação é que primeiramente encontre um meio para receber dinheiro (emprego ou negócio próprio) e logo, pague todas suas dívidas.

Estágio 2 – Zero a Zero 

Nesse estágio existe uma renda a seu favor, mas também existe algum tipo de dívida, que faz com que seu dinheiro, no final, encolha.

Não é um cenário totalmente desfavorável, ainda mais quando a dívida é relativa à bens. Hipotecas, financiamento de carros, crédito estudantil…

Porém, se a sua renda se compromete inteiramente para o pagamento dessas dívidas, você não deve de maneira alguma aumentar esses custos mensais.

Dentro do estágio em que você está, sempre existirá a possibilidade de melhora. Só é preciso que:

  1. Economize: reduza suas despesas ou aumente sua renda
  2. Pague suas dívidas: o ideal é que você consiga se livrar delas o mais rápido possível.
  3. Busque aprender sobre educação financeira.

Estágio 3 – Poupador

Neste estágio, você não está preso à nenhuma dívida e também tem algum dinheiro guardado. Dentro desse cenário, você está uns bons passos à frente da maioria, o que já é excelente para começar.

Como você não comprometeu sua renda com nenhum débito e já tem o hábito de poupar, entende-se que, caso aconteça algum imprevisto, você conseguiria se sustentar por um tempo.

Mas ainda não estaria livre, não é mesmo? Se você possui, por exemplo, uma reserva de emergência de 6 meses, você conseguiria sobreviver durante 6 meses ou um pouco mais que isso.

Por mais que não dependa inteiramente do salário, ainda assim é a partir dele que você vem acumulando sua riqueza.

É um bom estágio? Sem dúvidas, já que não há perda de dinheiro. Mas poderia melhorar consideravelmente se você alocasse as suas economias em investimentos mais rentáveis.

Como por exemplo, o Tesouro Direto. O Tesouro Direto é um investimento tão seguro quanto a poupança, e bem mais rentável.

Ele é excelente para a sua reserva de emergência, pela sua segurança e porque possui bastante liquidez. No entanto, para Liberdade Financeira, ainda é muito pouco.

E é isso que vemos no estágio a seguir.

Estágio 4 – Investidor ativo 

Nesse estágio, o cenário começa a melhorar. Você já está em um caminho próximo à reta final para a Liberdade Financeira!

Como você já saiu das dívidas, poupou e investe pelo menos na renda fixa, o seu dinheiro já trabalha para você e a rentabilidade começa a dar resultado.

Neste estágio você pode aproveitar os investimentos que são mais rentáveis e geram rendas passivas maiores e com maior frequência, como as Ações que pagam Dividendos e Fundos Imobiliários que pagam aluguéis mensais.

Aqui no blog do GuiaInvest você encontra muito conteúdo sobre esses ativos (e em ambos você pode investir desde bem pouco a muito dinheiro).

Ao investir em ativos de qualidade, o seu dinheiro começa a trabalhar por você. Ativo é tudo aquilo que você possui e que traz mais dinheiro.

Como um carro se você é uber, ou um apartamento caso você coloque para alugar.

Quando a renda passiva é capaz de custear uma parte de suas contas, sem que você dependa integralmente do salário, estamos alcançando a tão sonhada Liberdade Financeira.

Estágio 5 – a Liberdade Financeira

É o estágio mais sonhado, mas acredite, por estar aqui já mostra que você está no caminho certo!

Aqui, todas as suas despesas são diretamente pagas apenas pela renda passiva dos seus investimentos. Você fez tudo direitinho, cuidou do seu dinheiro, investiu, reinvestiu, e chegou o momento de apenas aproveitar.

Isso significa que você não está mais preso à salários e à sua renda ativa. Ou seja, você está financeiramente livre.

Seu dinheiro trabalha pra você e você não precisaria estar sujeito à empregos maçantes, que não lhe trazem prazer nenhum.

Vivendo de renda passiva, é possível se concentrar naquilo que sempre quis: viajar, ficar mais com a família, se dedicar à trabalhos voluntários. Ter poder de escolha.

Quando nos tornamos independentes financeiramente, isso significa que o nosso patrimônio é capaz de custear todas as nossas despesas.

E o melhor: ele só tende a aumentar.

Lembre-se de que o seu dinheiro estará crescendo exponencialmente, principalmente se você tiver investido em ativos que se valorizam com o tempo.

Como ganhar renda passiva?

Parece muito simples, principalmente quando vemos quão simpático é o cenário dos dois últimos estágios.

Afinal, quem não gostaria de ter mais tempo para se dedicar ao que gosta?

Bem, mas como acelerar o passo na jornada pela Liberdade Financeira? Como gerar renda passiva o suficiente para não se preocupar mais com a prisão da sua renda ativa?

Convidamos a assistir a nossa mais recente Masterclass totalmente gratuita, onde o André Fogaça ensina uma estratégia simples e segura para investir em Ações pagadoras de Dividendos.

Ele ensina, inclusive, como você pode criar uma renda passiva de R$ 2.154 por mês!

Inscreva-se gratuitamente aqui.

5 passos para Receber R$ 2.154 por mês com Dividendos

Receba 2.154 reais em dividendos guiainvest

Uma das perguntas que mais recebemos, aqui no GuiaInvest, é se realmente existe a possibilidade de largar o emprego para viver apenas de dividendos um dia.

Falamos tanto em Liberdade Financeira, mas será que na prática isso é mesmo viável?

Pensando nisso que este artigo foi criado, e nós vamos explicar pra você passo a passo de como criar uma Renda Extra mensal de R$ 2.154 por mês com Dividendos.

E se você achar difícil ou tiver alguma dificuldade, no final da leitura terá um link com um convite para você conhecer como realizar tudo isso em um só clique.

Acompanhe!

Por que o valor exato de R$ 2.154 por mês de dividendos?

Bem, a razão é simples: esse foi exatamente o salário médio do brasileiro em 2017, segundo dados do IBGE.

Por este motivo, consideramos que este seja um valor suficiente para cobrir no mínimo as suas despesas básicas do mês, com o diferencial de que você não vai precisar trabalhar por isso.

E poderá estar em qualquer lugar do mundo a qualquer momento.

Claro que quanto mais dinheiro você tiver para investir em dividendos, maior será esse retorno mensal. Mas vamos partir deste princípio.

Caso você ainda não esteja familiarizado com esta palavra, vamos dar uma passada rápida pela sua definição.

Afinal, o que são esse tal de dividendos?

Basicamente, o dividendo é o valor pago em dinheiro para as pessoas que possuem ações na Bolsa de Valores.

Esse valor é proveniente dos lucros que a empresa teve em um certo período, seja ele de 3 meses, 6 ou 1 ano.

No Brasil, é exigido a distribuição mínima de 25% do lucro líquido em dividendos.

No entanto, cada empresa tem a sua própria política de pagamento de dividendos. Algumas pagam o mínimo, outras pagam mais que o mínimo.

E tem aquelas que pagam até 100% do lucro em dividendos. Em outras palavras, ela distribui todo o lucro que recebe naquele período para os seus acionistas.

Os dividendos são pagos de quanto em quanto tempo?

Isso varia de acordo com a política de dividendos de cada empresa, mas essa periodicidade pode ser mensal, trimestral, semestral e anual.

Para saber a periodicidade de uma empresa específica, você deve acessar a área de Relacionamentos com o Investidor, que consta no site da própria companhia que deseja investir.

Lá, procure pelo documento “Política de Dividendos”. Neste documento você encontra informações a respeito da periodicidade de pagamentos, e muitas outras coisas.

Principais vantagens de investir em Dividendos

Bom, aqui no GuiaInvest, nós acreditamos que existem basicamente 3 grandes vantagens. São elas:

Baixa volatilidade em relação a outras ações do mercado

Os investidores em dividendos tendem a ser mais comprometidos porque eles querem receber renda, e por isso não ficam comprando e vendendo a todo momento.

Esses investidores querem receber renda independente de como está o mercado de ações. E isso faz com que naturalmente, as ações com estas característica tendem a oscilar menos.

Geração de renda passiva regular

Investindo em ações que pagam bons dividendos, você garante uma renda passiva regular.

Da mesma forma que um investidor que tem um imóvel para alugar e ganha todo mês com o valor do aluguel, você que investe em ações de dividendos vai receber regularmente um valor referente a quantidade de ações que possui.

Essa é uma forma de garantir uma remuneração ao longo do tempo sem precisar ficar vendendo suas ações.

É dessa forma que criaremos a renda extra de R$ 2.154 ou mais.

Ganhar mesmo com a bolsa de valores em queda

Como o objetivo maior é ter uma renda passiva com os dividendos, o investidor não precisa se preocupar se o preço das ações estão caindo no curto prazo, pois ele continuará recebendo os seu dividendos desde que a empresa continue tendo lucro.

Ou seja:

Você ganha quando a bolsa está em alta, com a valorização dos seus ativos… E ganha também quando está em baixa, através dos seus dividendos!

Quer maior proteção que isso?

Bem, tem como! Chega o momento que você deve conhecer os 5 principais passos para os seus dividendos serem lucrativos e seguros.

5 passos para a sua renda extra mensal com dividendos

Atenção a cada um desses itens, pois são eles que irão reduzir o risco do seu investimento, e ao mesmo tempo torná-lo extremamente lucrativo. Confira:

1) Filtrar as empresas pela liquidez diária

Para isso, primeiro você precisa eliminar do seu radar todas as empresas que tem volume médio diário inferior a 100 mil reais.

Assim, excluímos aquelas empresas muito pequenas que podem ter seus preços distorcidos pela baixa liquidez de negociação.

2) Buscar as empresas que apresentaram lucros constantes nos últimos 5 anos

A gente quer empresas que tenham apresentado lucro, certo? Afinal, para pagar dividendos, o pré requisito básico é ter lucro. E olhar apenas para o lucro dos últimos 12 meses é muito pouco. É muito arriscado.

Por isso, olhe sempre para os últimos 5 anos.

3) Encontre empresas que distribuíram lucros constantes nos últimos anos

Bem, agora que você tem empresas com liquidez mínima de negociação de 100 mil por dia e que tiveram lucros positivos nos últimos 5 anos, você precisa filtrar apenas aqueles que distribuíram dividendos de forma consistente pelo menos nos últimos 5 anos.

Isso é um excelente índice de que ela continuará fazendo a distribuição.

4) Busque o Payout Médio correto

Agora você precisa encontrar aquelas empresas que apresentam payout médio de 3 anos menor ou igual a 90%.

A ideia aqui é eliminar as empresas que tem Payout muito elevado, ou seja, próximo de 100%. Mas por quê?

Empresas que pagam grande parte de seus lucros em dividendos podem ter problemas de manter esse pagamento em momentos de dificuldades financeiras.

Por este motivo, você deve eliminá-las. Não queremos que você corra riscos desnecessários.

5)  Ordene pelo maior Dividend Yield

Simples assim! Lembra do Dividend Yield? Aquele indicador que nos diz o percentual pago de dividendos em relação ao preço atual da empresa?

Bom, agora que você está seguro, basta ordenar pela empresa que mais paga dividendo.

Dessa forma, você terá uma lista segura e confiável das melhores ações pagadoras de dividendos.

E aqui vai um detalhe, recomendamos usar o DY médio de 3 anos para evitarmos distorções ao pegar o DY dos últimos 12 meses, certo?

Mas como fazer tudo isso sozinho?

Calma, nós estamos aqui para ajudar você e não íamos embora agora deixando você aí sonhando com seus dividendos mensais.

Até porque, dissemos que íamos contar a você o quanto precisa investir para construir uma renda mensal que cobrisse o salário médio do trabalhador em 2017, certo?

Bem, não se preocupe, tudo isso está dentro da nossa aula inédita e 100% gratuita que convidamos você a participar HOJE.

Mas antes, vamos recapitular os 5 passos?

1º Passo: Filtrar empresas com volume médio 21 dias superior à 100 mil;

2º Passo: Filtrar empresas com lucros constantes (últimos 5 anos);

3º Passo: Filtrar empresas com dividendos constantes (últimos 5 anos);

4º Passo: Filtrar empresas com Payout médio 3 anos inferior à 90%;

5º Passo: Ordenar pelos maiores Dividend Yield médio 3 anos

Bastante coisa, não é?

E se nós dissermos que, nessa mesma aula, o André ensina você a fazer esses 5 passos em UM SÓ CLIQUE?

Já pensou no tempo que você vai poupar enquanto constrói sua renda extra mensal com dividendos?

Bem, chega de falar. Inscreva-se agora mesmo na Masterclass Inédita: Receba R$2.154 por mês com dividendos.

Nessa aula o André vai mostrar também:

  • Os 3 maiores erros que levam as pessoas a perderem dinheiro na bolsa de valores, e o que você precisa fazer hoje para evitá-los.
  • Como aplicar os 5 passos do GI Stock Guide para encontrar as melhores ações pagadoras de dividendos em 1 clique.
  • Quanto você precisa investir todo mês para montar uma carteira de ações que deposita R$ 2.154 por mês de dividendos.
  • As 3 grandes vantagens de você investir em ações boas pagadoras de dividendos.
  • A única corretora de valores que oferece taxa zero para investimentos na bolsa de valores e que fará você economizar pelo menos R$ 680,40 todo ano.

Não perca! A aula tem a duração de um dos seus episódios favoritos no Netflix.

Está imperdível e amanhã você vai desejar ter começado HOJE!

Inscreva-se gratuitamente.

3 Dicas para uma Renda Passiva com dividendos

Hoje iremos falar sobre Renda Passiva com dividendos, ou proventos de forma geral. Todos nós gostamos de ver aquele dinheiro pingando na conta, não é mesmo? E melhor ainda quando vemos que ano após ano esse valor aumenta.

Para vocês terem uma ideia de como os dividendos são importantes, existe até mesmo um modelo para precificar as ações baseado apenas no fluxo de dividendos com taxa de crescimento constante ao longo do tempo até o infinito – caso você nunca venda a sua ação.

A ideia deste modelo, também chamado de Modelo de Gordon, é que a única coisa que o acionista retira da empresa são os dividendos que ele recebe.

Enfim, o modelo é interessante, vale uma pesquisada sobre ele no Google ou em livros, mas hoje vamos falar sobre um erro que muitos cometem ao analisar os dividendos.

Evitando este erro, você já irá largar na frente para criar a sua renda extra.

Analisando os Dividendos

Quando entramos no StockGuide do GuiainvestPro, na planilha Ranking de Dividendos, nos deparamos com as seguintes ações, vide foto abaixo, como maiores pagadoras de dividendos nos últimos 12 meses:

Para quem não sabe, o DY escrito acima é o Dividend Yield, que significa quanto de dividendos uma empresa pagou nos últimos doze meses dividido pelo preço da ação.

Veja que todas essas 12 empresas têm dividendos distribuídos superiores a 9%, ou seja, muito maiores que a taxa SELIC que remunera a Renda Fixa por exemplo.

No entanto, acreditamos que ninguém invista em dividendos para receber proventos apenas por 12 meses. A grande vantagem de se investir com foco em Renda Passiva é a possibilidade de criar uma nova fonte de Renda.

Uma fonte de Renda que não precise ser conquistada fruto do seu trabalho e esforço. Uma Renda que irá continuar pingando na sua conta, mesmo que você fique doente, mesmo que você esteja de férias ou dormindo.

Se você quer uma Renda permanente, constante e contínua, não basta analisar os últimos 12 meses. Eu explico isso com a foto abaixo, onde incluí apenas mais uma coluna à tabela anterior. A coluna do Payout.

Para quem não sabe, o Payout é quanto do lucro líquido a empresa distribui em dividendos. Se, por exemplo, o Payout for 100%, a empresa distribuiu todo o lucro que ela obteve nos últimos 12 meses na forma de dividendos para os acionistas.

Neste caso, fica claro que, se a empresa está distribuindo mais do que o lucro atual (payout maior que 100%), ela não conseguirá manter essa situação por muitos anos.

Vemos também que, das 5 primeiras ações da lista acima, 4 possuem Payout maior que 100%, e portanto a tendência é que o nível de dividendos atuais seja reduzido no futuro.

E da lista completa de 12 ações, temos 6 empresas que pagam acima do lucro líquido atual dos últimos 12 meses. Ou seja, muitas das empresas que aparecem na tabela acima, estão em situações pontuais.

Se quisermos montar uma carteira com foco em gerar uma Renda Passiva, precisamos tomar cuidado com esse tipo de empresa que distribui mais do que o seu próprio lucro, ou estarmos ciente que, mesmo que os dividendos caiam muito, a queda de renda recebida não afetará nossos sonhos.

Mas, como descobrir quais empresas pagam bons dividendos no longo prazo?

Bem, antes de responder a essa pergunta, vamos dar uma olhada na planilha abaixo, que tem dados do dia 02/08/2018.

Observação: Os preços apresentados, não possuem ajuste por proventos

Resumidamente, para criarmos uma boa carteira de Renda Passiva e recorrente, precisamos seguir basicamente 3 simples passos.

Os 3 índices para Renda Passiva com Dividendos

1) Previsibilidade

Se quisermos gerar renda todos os anos para realizar nossos sonhos e transformar a nossa vida com uma carteira de Renda Passiva, precisamos nos atentar à coluna da tabela acima que está na cor verde.

Esta coluna significa que a empresa pagou dividendos todos os anos.

Não adianta ter uma ótima pagadora de dividendos na carteira, se ela não pagar todos os anos. Como você vai depender disto, se em um determinado ano, a empresa não pagar dividendos?

Então é importante que a empresa pague de forma previsível todos os dividendos, se for possível até sabendo a periodicidade normal da companhia, para que você possa se preparar mensalmente.

2) Crescimento 

Não adianta ter uma companhia em sua carteira que pague todos os anos o mesmo valor de dividendos. Isso significará uma redução constante no seu poder de compras, já que a inflação irá comer parte do seu lucro.

A ação CESP5, na tabela acima, por exemplo, pagou R$ 1,93 no período de 12 meses que se encerrou em Junho/2009. Depois, pagou R$ 1,82 em todos os outros períodos de 12 meses se encerrando Junho de cada ano.

Imagine que você tivesse 1000 ações dessa companhia CESP5. Você teria, há 8 anos, uma renda anual R$ 1.820,00.

Certamente, nos dias de hoje você compraria muito menos produtos com essa renda do que você compraria em 2010. Portanto não abra mão de empresas com algum crescimento nos dividendos.

3) Yield on Coast

O Yield on Cost é o dividendo em relação ao preço médio de aquisição. Diferentemente do Dividend Yield, ele não considera o preço de mercado. Então, se o investidor recebe R$ 1 de dividendo e a ação custou R$ 10, o yield on cost será de 10%.

Em 2008, os investidores que compraram 1000 ações de Hering à R$ 3,10, por exemplo, 4 meses depois tiveram uma infeliz surpresa pois aquelas mesmas ações passaram a valer R$ 2,03, por causa da maior crise sistêmica ocorrida neste século XXI, e veja na planilha acima que ele foi recompensado.

Agora, em 10 anos, esse mesmo investidor recebeu R$ 8,59 por ação, ou seja, R$ 8.590,00, ou 277,20% do valor inicialmente investido. Usando sempre o dinheiro para gastos pessoais, vivendo da renda dele, sem o reinvestimento dos dividendos recebidos.

Já imaginou que alegria ver sua conta e receber esta grata surpresa?

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Isto significa que, mesmo entrando em um momento ruim da bolsa (antes de uma crise sistêmica), o foco em geração de Renda e no Longo Prazo beneficiaram o investidor.

Cabe ressaltar também que inicialmente a Renda que o investidor recebeu em todo o ano de 2009, foi de apenas R$ 70,00. Em 2015, essa renda já era de R$ 920,00 e agora nos últimos 12 meses de R$ 1310,00.

Observando a planilha, vemos que já existem 8 empresas que retornaram em dividendos para o investidor todo o valor investido em 10 anos.

Lembrando que o momento de entrada na planilha foi o pior possível. Uns 40 dias antes da quebra do Lehmann Brothers, que desencadeou a crise do suprime americano.

Mas como aplicar tudo isso na prática?

Claro que nós não íamos chegar até aqui e deixar você a ver navios. Temos um convite muito especial, da nossa mais recente aula. O conteúdo é INÉDITO, e ela foi ao ar há poucos dias.

Nessa Masterclass o André ensina uma maneira simples, segura e eficiente de montar uma carteira de ações com foco em dividendos para gerar uma renda passiva mensal de até R$ 2.154! 

Ele montou essa aula pensando em você, que não aguenta ver seu patrimônio crescer com lentidão.

Se você deseja acelerar o passo rumo à Liberdade Financeira, acesse agora mesmo a nossa Masterclass Inédita!

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