O que são empresas Small Caps e empresas Blue Chips?

Se você está iniciando agora no mundo dos investimentos, já deve ter se deparado com as expressões “Small Caps” e “Blue Chips”. Mas, você sabe o que isso significa?

O mercado de ações divide as empresas pelo seu valor de mercado. Assim, existem empresas de pequeno, chamadas de Small Caps, de médio, as Mid Caps e as grande porte, chamadas de Large Cap ou Blue Chips.

Resumidamente, as Blue Chips são ações de grandes empresas, com nome já consolidado no mercado. Por serem muito procuradas, possuem bastante liquidez e são consideradas ações “de primeira linha”.

O termo Blue-Chip está relacionada às fichas azuis do pôquer e dos cassinos americanos, já que valem mais do que as outras.

Empresas Mid Caps são as de médio porte e, teoricamente, apresentam uma boa margem de crescimento e uma liquidez média.

Já as empresas Small-Caps são companhias menores ou novas. Por isso suas ações não são muito procuradas e consequentemente tem pouca liquidez.

Geralmente, quem começa a investir na Bolsa de Valores acaba adquirindo as ações chamadas Blue Chips, pois são de empresas mais conhecidas e sólidas que, teoricamente oferecem menores riscos e um bom retorno.

Alguns exemplos que empresas Blue Chips são a como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Itaú Unibanco (ITUB4), Ambev (ABEV3), entre outras.

Porém, os outros tipos de ações, também podem proporcionar boas oportunidades de investimento.

Empresas Small Caps

Como vimos, Small Caps são ações de empresas com menor valor de mercado, no geral, considera-se empresas Small Caps aquelas com valor de mercado abaixo de 3 bilhões.

Como são empresas em sua maioria das vezes novas, ou concentradas em um setor relativamente pequeno, são esquecidas por boa parte dos investidores.

Sendo assim, estas empresas apresentam um baixo volume de negociação e baixa liquidez, e ficaram conhecidas como ações de “segunda linha”.

Apesar de serem pouco negociadas e mais suscetíveis a oscilações do mercado, o investimento nesse tipo de ação pode ser altamente rentável, podendo levar o investidor a obter um ótimo lucro.

Grandes companhias brasileiras compõem atualmente o índice Small Cap, tais como:

Alpargatas (ALPA4)

Lojas Marisa (AMAR3)

Hering (HGTX3)

CVC Brasil (CVCB3)

Minerva (BEEF3)

 

Empresas Blue Chips

As empresas Blue Chips são as mais famosas da bolsa de valores. Dessa forma, atraem mais investidores pela segurança de um negócio sólido e também pelos dividendos distribuídos.

Por terem muita liquidez, é possível comprar e vender suas ações com facilidade e representam a maior parte do volume financeiro negociado.

Por isso, as Blue Chips funcionam como uma espécie de termômetro da Bolsa brasileira, uma vez que fazem parte também do chamado Índice Bovespa, uma carteira teórica das ações mais negociadas da Bovespa.

As Blue Chips mais famosas do Brasil são:

Petrobras (PETR4)

Vale (VALE3)

Itaú Unibanco (ITUB4)

Ambev (ABEV3)

Cemig (CMIG4)

Gerdau (GGBR4)

Bradesco (BBDC4)

Banco do Brasil (BBAS3)

Porém, a classificação de Blue Chips é especulativa. Não há uma instituição responsável por definir a empresa que entra ou sai dessa lista.

 

Dentre as duas, cada uma tem suas vantagens para investir. As Blue Chips são empresas mais seguras, porém seu crescimento é menor e consequentemente. As Small Caps são empresas menores, que estão em fase de expansão, re-investindo seus lucros e inovando. Essas são aquelas empresas que você deve ter uma parte na sua carteira e que podem se multiplicar por várias vezes.

Encontramos 6 small caps escondidas, seguras e com grande chance de se multiplicar em várias vezes.

Assista essa nova tese e aproveite o boom da bolsa.

 

 

Glossário do investidor: 8 termos financeiros que você deve conhecer

Compreender os diversos termos financeiros espalhados no ambiente das finanças pode parecer desencorajador, não é mesmo? Contudo, se você quer dar um passo adiante para melhorar os seus investimentos, é muito importante conhecê-los.

Ter um patrimônio grande é o desejo da maioria das pessoas. Com isso, o trabalho se torna uma opção e não apenas uma obrigação, sua aposentadoria estará garantida — sem dependência do INSS — e, além disso, você vai ter mais tempo para viajar com sua família, por exemplo.

Neste artigo, você vai aprender a importância de 8 termos financeiros e a finalidade de cada um. Dessa forma, será possível entrar no mundo das finanças com conhecimento abrangente. Sendo assim, se você sonha com um futuro econômico estável, aproveite a leitura!

1. Renda fixa e variável

As opções de investimentos disponíveis no mercado são geralmente divididas entre aplicações de renda fixa e variável. Conheça mais detalhadamente esses termos financeiros:

Renda fixa

Essa é uma expressão financeira, usada de forma popular, para descrever os diferentes títulos de renda fixa existentes. A pessoa que compra um título em renda fixa fornece recursos próprios às instituições, como bancos, empresas privadas ou o governo.

Os títulos remuneram o indivíduo que investiu com juros e em períodos. Esse rendimento pode ser determinado no momento da aplicação ou no vencimento da data estipulada. Os principais exemplos de renda fixa são:

Renda variável

A renda variável é o termo usado para descrever os títulos que estão expostos à volatilidade do mercado financeiro. Entretanto, diferente da renda fixa, você não poderá mensurar o retorno da aplicação investida.

Como o valor do retorno pode pender para o lado negativo ou positivo, é muito importante investir em conhecimento. As principais aplicações de investimentos em renda variável são:

  • fundos de ações;
  • fundos multimercados;
  • fundos setoriais;
  • commodities;
  • ações.

2. Liquidez

Esse é um termo financeiro usado no mercado e serve para definir a eficiência que uma aplicação tem de ser transformada em dinheiro antes do seu prazo de vencimento. A liquidez costuma variar de acordo com o prazo, tipo de investimento e cenário econômico.

Se um título possui alta liquidez isso quer dizer que será mais fácil convertê-lo em moeda. No entanto, se o mesmo apresentar baixa liquidez, isso significa que será mais difícil obter dinheiro antes do vencimento em caso de necessidade.

3. Inflação

A taxa de inflação é usada para medir a variação contínua de bens e serviços negociados no mercado nacional. A inflação no Brasil é mensurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e pode ser avaliada em períodos de meses, semestres e anos.

Entender a definição financeira de inflação é fundamental para uma pessoa que pretende começar a investir. Os títulos aplicados estão suscetíveis a variação do IPCA e podem perder valor por conta dessa taxa.

4. Volatilidade

Na área financeira a volatilidade é uma medida que mostra a força e regularidade das oscilações de suas aplicações. Ela é um dos parâmetros mais usados para avaliar o risco de se investir em um ativo, sejam eles, ações, índices atrelados à bolsa de valores, títulos ou fundos.

Essa mensuração de risco mostra que quando uma aplicação apresenta muita volatilidade, entende-se que pode ser em decorrência da falta de liquidez (comum em empresas negociadas na bolsa brasileira), balanço anual da companhia ou ineficiência de uma gestão.

5. Ações

As ações ou papéis são títulos negociáveis emitidos que representam uma fração do capital social das sociedades anônimas (S.A.). Com isso, quem compra esses papéis se torna sócio da empresa. A divisão do capital social em partes iguais é investida em compra de máquinas, pagamento de salários, novas instalações e outros investimentos estruturais.

Geralmente, essas ações são divididas em duas categorias, as ordinárias (ON) e as preferenciais (PN). Ações ordinárias oferecem poder de voto na companhia, já os papéis preferenciais priorizam a distribuição de resultados, porém não concedem ou restringem o direito a votação.

Existem três linhas de tipos de ações:

Ações de primeira linha

Essa linha é a que possui maior liquidez e procura de papéis no mercado financeiro. São compostas por empresas de grande porte e excelentes em sua reputação.

Ações de segunda linha

São o meio-termo: apresentam menos liquidez que as de primeira linha, mas são empresas de qualidade que possuem grande ou médio porte.

Ações de terceira linha

São ações com baixa liquidez e pouco negociadas na bolsa de valores. Na maioria das vezes, são firmas de médio e pequeno porte.

6. Dividendos

Os dividendos são pagamentos que as empresas distribuem aos seus acionistas com parte do lucro líquido, de acordo com a divisão de categorias de ações.

Normalmente, esse dinheiro é pago semestral, trimestral ou anualmente e o montante deve ser oferecido de forma proporcional a quantidade de papéis que o acionista possui.

7. Diversificação

O conceito de diversificação é o mais simples dentro dos termos financeiros. Trata-se de uma atitude para diluir riscos e aumentar os lucros. Para realizar isso, você vai precisar apenas aplicar os recursos da sua carteira de investimentos de forma abrangente, evitando ficar retido a apenas um segmento.

8. Carteira de investimentos

Também conhecida como portfólio de investimentos, trata-se de um grupo com todas as aplicações que você pretende fazer. A carteira pode ser composta de diversos títulos, como ações, renda fixa, tesouro direto, fundos etc.

A carteira de investimentos é de inteira responsabilidade da pessoa que está administrando os recursos. O objetivo de se montar um portfólio sólido é otimizar o retorno que você terá com compra e venda de ativos financeiros (itens de valor).

Quando você se depara com inúmeros termos financeiros apresentados, é comum surgirem dúvidas e receios de alocar o dinheiro. Todavia, isso não é necessário. Investimentos não estão restritos aos profissionais em economia. Qualquer pessoa pode obter bons retornos e conquistar o desejo da liberdade financeira.

Que tal conhecer um pouco mais sobre termos financeiros? Então assista uma aula sobre dividendos para descobrir seus benefícios e melhorar seus investimentos!

Entrevista com uma quase aluna (Parte 1)

Olá amigos investidores,

Hoje o dia começou diferente!

Antes mesmo de chegar no escritório, recebi uma mensagem via instagram (pessoal) de uma “quase” aluna.

A mensagem dizia:

“Oi Edu!! Por favor me ajuda!! Acompanho o Guiainvest e já sei que o melhor é investir em ações…mas até agora eu não consigo… Preciso de ajuda.”

Me senti incomodado com a mensagem…se ela sabe que investir em ações é o melhor caminho, por que não conseguiu iniciar?!

Naquele momento, pensei: “Vou ligar para ela para entender o porquê de ela não conseguir investir em ações”.

Assim que cheguei no GuiaInvest, dei o meu rotineiro “fala galera” para o pessoal e fui para a sala de reuniões.

Respondi a mensagem da Anelise G. (a quase aluna), explicando que gostaria de conversar com ela.

E ela aceitou!

Acredito que este diálogo possa ajudar você, por isso vou compartilhar ele por aqui.

Segue o diálogo (parte 1):

Eu: Anelise, mesmo sabendo que o mercado de ações é o melhor caminho, me diga o porquê de “‘não conseguir’ investir.

Anelise: Edu, não sei como buscar informações e as informações que consigo são complicadas de entender. Aí eu fico sem coragem de comprar a primeira ação. Tenho medo de errar e fico travada!  Quero ganhar dinheiro, mas sem o risco de perder (risos ao telefone)….

 

Neste primeiro minuto de conversa, ficou claro que:

1ª – Definitivamente ela não conhecia de fato a plataforma de análise do Guiainvest.

“não sei como buscar informações e as informações que consigo são complicadas de entender”

Expliquei para ela que a nossa plataforma possui ferramentas para atender desde investidores mais experientes até os bem iniciantes. Como é possível?

Veja um estudo um pouco mais aprofundado feito para encontrar boas empresas:

 

 

 

 

 

 

 

Agora me responda uma coisa…

Você também é iniciante na Bolsa de Valores?

Perceba na imagem abaixo que através de dois indicadores você irá descobrir se a empresa possui bons fundamentos e se está com preço atrativo:

 

 

 

 

 

 

 

Fácil, concorda?

Até agora eu consegui provar para Anelise que essas barreiras iniciais, poderão ser facilmente quebradas.

Nos próximos e-mails você irá acompanhar o resto da conversa e conhecer todos os “medos” da Anelise, que talvez sejam os mesmos que você possui também.

Gostou da ferramenta? Quer ter acesso e iniciar AGORA os seus investimentos em ações? Assista nossa aula.

Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários? - GuiaInvest

Comprar um imóvel como forma de investimento vale a pena? Apesar de ser a forma mais tradicional de investir no mercado imobiliário, ela não é a única.

E se eu te falar que é possível lucrar recebendo aluguéis, mesmo não possuindo imóveis? Basta investir em Fundos Imobiliários (FII).

O mercado imobiliário é a modalidade de investimento mais querida entre os brasileiros. Você já deve ter ouvido alguém dizer que comprar um imóvel é a melhor aplicação.

Estamos falando de um investimento seguro e com um bom histórico de rentabilidade. Afinal, os imóveis resistiram ao caos econômico da década de 80 e 90.

Investir em imóveis é visto como um “porto seguro”. Você visualiza onde está seu capital, ele pode ser passado de geração a geração e ainda gera renda passiva através de aluguel.

Você também quer investir em imóveis, mas não sabe por onde começar?

Não pense que a única alternativa é juntar uma boa grana, comprar um apartamento ou sala comercial, alugar e viver dessa renda.

Existe outra forma de investir em imóveis e acumular riqueza sem precisar de fato comprar um imóvel inteiro.

Você conhece todas as vantagens do mercado de fundos imobiliários?

Qual o melhor investimento? Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

O que são Fundos Imobiliários?

Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários? - GuiaInvest

Antes de responder os questionamentos acima, vamos explicar rapidamente o que são Fundos Imobiliários, ou FIIs.

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um ativo de renda variável em que vários investidores se juntam com o mesmo objetivo: investir no mercado imobiliário. Dessa forma, é possível comprar um importante imóvel.

Já pensou ser um dos donos de um importante shopping center, ou de um enorme prédio comercial de São Paulo?

Os fundos imobiliários permitem que um investidor comum, como eu e você, sejamos donos de empreendimentos extremamente sofisticados. Investindo pouco e gerando renda passiva.

Já falamos mais em outro post sobre os fundos imobiliários.

Assim como as ações, os fundos imobiliários também são negociados na bolsa de valores. Dessa forma, são fundos de renda variável.

Como forma de garantia, os FIIs são regulados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Qual o melhor investimento? Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

Agora que você já sabe o que são fundos imobiliários, chegou a hora de colocar lado a lado as duas formas de investimentos.

Apesar das duas poderem gerar renda, estamos falando de uma forma “tradicional” de investimentos e de uma forma pouco conhecida. Portanto, há pontos a se analisar.

Investimento inicial

Comprar um imóvel físico exige uma boa quantia de dinheiro, seja para pagar inteiramente ou dar entrada em um financiamento.

Se para comprar um imóvel você necessita de no mínimo 100 mil, com 10 reais você pode começar a investir em Fundos Imobiliários.

Sim, dá para investir com muito pouco em FII. Dependendo da cota, os valores começam a partir de poucos reais. Claro que há fundos mais caros também, mas depende muito da quantia que você tem disponível para começar a investir.

Isso é possível, porque você não está comprando o imóvel diretamente, mas sim uma cota, seja de um ou de vários imóveis.

Custos

Um imóvel físico tem custos para se manter. Além do valor alto que você paga para adquirir um apartamento, por exemplo, você precisa levar em consideração o gasto com condomínio, IPTU, água, luz, reformas. Pois não é sempre que ele vai estar alugado.

Mesmo quando alugado ou vendido, talvez tenha que pagar o custo do corretor ou da imobiliária, imposto. No caso de venda tem ainda o ITBI, tributo que pode chegar a uns 3% do valor do imóvel.

Já para os fundos imobiliários, como em qualquer fundo, o investidor terá que pagar a taxa de administração, que em geral é baixo, cerca de 0,25% a 3%. E a taxa de corretagem, uma vez que os FIIs são negociados na bolsa de valores.

Porém, a taxa de corretagem varia de corretora para corretora, algumas tem inclusive taxa zero de corretagem para FIIs! É bom pesquisar antes.

Se para investir em um imóvel físico você pode ter que pagar imposto, com os fundos imobiliários isso não acontece.

Toda renda proveniente dos fundos imobiliários é isenta de IR. A tributação do imposto de renda só incide sobre o lucro da venda do FII. A alíquota é sempre de 20%.

Rentabilidade

Quanto a rentabilidade, um fundo imobiliário rende praticamente o mesmo que um imóvel físico, ou seja, cerca de 0,5% ao mês. Bons fundos conseguem render um pouco mais. Algo entre 0,75 a 1% ao mês.

Quando comparamos a valorização ou desvalorização do imóvel, também é praticamente a mesma coisa.

O preço dos imóveis, bem como o valor da cota podem aumentar ou diminuir de acordo com vários fatores. Se há crise no mercado imobiliário, por exemplo, o preço dos dois cai.

Liquidez

Um ponto que difere muito o imóvel próprio e os fundos imobiliários é a liquidez.

Se você tem um imóvel e precisa de dinheiro, vai demorar algum tempo até encontrar um comprador que esteja disposto a pagar o preço que você quer. Muitas vezes, a pessoa precisa vender por menos do que gostaria.

Com os fundos imobiliários isso é bem mais fácil. Dependendo do fundo, a liquidez pode ser bem alta. Há sempre investidores interessados negociando na Bolsa de Valores.

Outro ponto, é que você não precisa vender todas as suas cotas. Se você precisa da quantia X, é só calcular quantas cotas precisa vender para alcançar esse valor. As outras você mantém rendendo normalmente.

Como começar a investir?

Começar a investir em fundos imobiliários é simples. Você não precisa ter muito conhecimento no mundo dos investimentos. O FII é um tipo de investimento simples, seguro e acessível a qualquer brasileiro.

Não requer toda aquela burocracia de comprar ou financiar um imóvel.

Se você já tem conta na corretora, é só acessar o home broker, emitir uma ordem de compra e pronto. Caso ainda não tenha, veja como abrir conta em uma corretora.

Para te ajudar a acumular riqueza, preparamos uma Masterclass que te ensina como receber um aluguel de R$1.256 sem ter um imóvel.

Você vai saber exatamente quais as vantagens dessa alternativa de investimento, aprender o passo a passo do método Redbox que permite criar um fluxo de aluguéis mensais em 4 semanas. Mesmo que seja um iniciante no mundo dos investimentos.

Quais os melhores investimentos que existem?

Dentre tantas opções, uma das maiores dificuldades do pequeno investidor é encontrar os melhores investimentos para seu perfil e objetivo financeiro.

Existem ótimas opções que oferecem rentabilidade bem maiores do que a poupança e ainda são fáceis de operar.

Então, antes de investir, você precisa conhecer melhor alguma delas. Dessa forma, conseguirá investir com mais sabedoria e, consequentemente, as chances de alcançar seus objetivos será maior.

Para melhorar cada vez mais sua atuação nos investimentos, a dica é montar uma carteira diversificada que esteja de acordo com o que deseja.

Classificamos os investimentos em 2 tipos: os de renda fixa e de renda variável.

Qual desses dois são os melhores investimentos? Depende do seu perfil de investidor e objetivos.

Cada um deles possui suas particularidades. Se você tiver o perfil mais agressivo, os investimentos de renda variável poderão compor boa parte do seu portfólio. Caso seja mais conservador, uma porcentagem maior de investimentos de renda fixa são indicados.

Porém, afim de diversificar a carteira, é aconselhável mesclar as duas opções.

Confira um resumo dos melhores investimentos para te ajudar a escolher as opções mais viáveis para você.

Ações

Ação é definida como o menor pedaço de uma empresa que pode ser adquirido. Negociadas na Bolsa de Valores por intermédio de uma corretora, as ações são o principal ativo de renda variável.

Começar a investir em ações não é difícil. Aqui no blog do GuiaInvest ajudamos você a iniciar no mercado das ações e alcançar a sonhada Liberdade Financeira.

Ao comprar ações de uma determinada empresa, você passa a ser sócio dela e pode receber parte dos lucros por meio dos dividendos.

Além desses pagamentos periódicos, ao investir em ações você também pode ganhar dinheiro por meio da venda de ações que valorizam.

A principal vantagem de investir em ações é o alto potencial de retorno. É sem dúvida o melhor investimento para fazer seu dinheiro multiplicar.

A desvantagem fica por conta dos riscos, existentes em qualquer investimento de renda variável. Porém, estes podem ser facilmente controlados.

Fundos de Investimento

Os fundos de investimento são uma maneira de começar a investir na bolsa de valores, principalmente para aqueles que ainda não se sentem preparados para assumir sozinho as rédeas de todas as suas movimentações no mercado.

Nos fundos de investimento, você compra uma cota de uma carteira de ações administrada por um gestor especializado. Dessa forma, o investidor não precisa se preocupar com as oscilações do mercado nem onde irá alocar seus recursos.

Há diversos tipos de Fundo de Ações operando no país. Em geral, eles podem ser classificados de acordo com o tipo de gestão e estratégia.

A divisão dos lucros é realizada de maneira proporcional a quantidade de cotas adquiridas. O investidor pode, a qualquer momento, resgatá-las, as quais serão repassadas juntamente com os rendimentos recebidos no período descontando os tributos/taxas.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um título público emitido pelo Governo Federal. Na prática, ao comprar um título público o investidor emprestar dinheiro para o Governo. Em troca, receberá na data do vencimento o seu dinheiro de volta, acrescido dos juros.

O Tesouro Direto é um dos melhores investimentos de renda fixa devido a sua alta liquidez, rendimento e segurança.

O valor mínimo para investir é mais baixo do que outros ativos, sendo possível encontrar títulos a partir de R$ 30,00.

Dentre as opções de títulos públicos, temos o prefixado, Tesouro Selic e Tesouro IPCA.

LCI e LCA

LCI e LCA são investimentos de renda fixa emitido pelos bancos, através dos quais as instituições captam recursos para financiar atividades do setor imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Ou seja, você empresta dinheiro para o banco e, em troca, recebe juros.

Essas duas modalidades são melhores investimentos do que a poupança. Além disso possuem isenção no Imposto de Renda para pessoas físicas e são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito para valores de até R$250 mil reais por CPF.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido pelos bancos com a intenção de financiar suas atividades

Dentre as alternativas, o CDB se torna uma opção alternativa à poupança, com maior rentabilidade e liquidez diária.

Existem, em geral, 3 tipos de CDB´s, o prefixado, pós-fixado e o atrelado à inflação. Este investimento também é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito no limite de 250 mil reais por CPF e por instituição financeira.

Debêntures

De forma semelhante do que acontece no Tesouro Direto ou CDBs, as debêntures também são título de dívida, mas dessa vez, quem emite os títulos são empresas.

Assim, ao comprar os títulos da empresa, o investidor empresta dinheiro à companhia em troca do recebimento do dinheiro acrescido de juros.

Existem dois tipos de debêntures: a simples e a conversível em ações. Dessa forma, comprador pode ficar com o título até que seja reembolsado, pode vendê-lo antes ou converter as debêntures em ações.

Apesar do rendimento maior do que a poupança, as debêntures possuem um risco maior do que os Títulos Públicos e CDB´s, por exemplo, uma vez que não são garantidas pelo FGC.

Como escolher os melhores investimentos?

Os melhores investimentos são aqueles que estejam alinhados ao seu perfil de investidor e objetivo.

Para isso, devemos avaliar qual a sua a tolerância e capacidade a correr riscos, bem como a liquidez você quer para seus investimentos.

É válido lembrar que ativos que possuem menor liquidez, geralmente possuem rendimentos maiores. Assim como os riscos costumam ser proporcionais aos ganhos.

Nosso conselho é diversificar as carteiras de investimento. Investir somente em um único ativo é extremamente arriscado.

Ao montar uma carteira bem diversificada com ações, fundos imobiliários e títulos de renda fixa por exemplo, você pode reduzir os riscos e aumentar o potencial de retorno.

 

Você está sendo testado

Olá amigos investidores,

O que acharam da turbulência dos mercados na semana passada?

Passamos por oscilações superiores a 3% ao dia na bolsa de valores!

Você ficou preocupado ou indiferente?

Saiba que durante o período de construção da sua riqueza, o Sr. Mercado irá testar suas convicções muitas vezes.

E são nestes momentos que se distinguem os “investidores pensantes” (aqueles que utilizam a racionalidade na decisão e interpretação do mercado) dos “investidores momentâneos” (aqueles que fogem do mercado no primeiro tremor).

Veja o gráfico abaixo referente ao índice Bovespa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 22 dias a bolsa de valores apresentou uma queda de expressiva de 20%.

O que faria o investidor momentâneo nesta situação?

Mesmo com boas ações em carteira, provavelmente ele seria invadido pelo desespero e decidindo vender as ações, assumindo assim o prejuízo financeiro. E pode apostar que ele sairia dizendo que bolsa de valores é um cassino.

E o investidor pensante? Bom, possivelmente ele aproveitaria esta queda para comprar mais ações de boas empresas. Ele sabe que a volatilidade do mercado pouco importa para a empresa, se ela é boa, continuará sendo boa independente do preço.

Veja a continuação do gráfico anterior:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SANB11, ITUB4 e BBDC3 qual devo comprar?

Olá amigos investidores,

Particularmente gosto muito de ações do segmento bancário, talvez por ser um ex-profissional da área.

Tenho uma certeza, os bancos sabem ganhar dinheiro como ninguém!

Já escutou aquela frase:

“Melhor que roubar um banco é fundar um.”

Dita pelo poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht, ela faz todo o sentido.

Os bancos que possuem uma gestão de qualidade, conseguem facilmente lucrar inclusive em momentos de crise econômica.

Além de gerar receitas dos spreads oriundos das operações de crédito, eles lucram também através:

Tarifas bancárias

Venda de seguros, previdência e capitalização (boa parte das receitas são oriundas destes produtos)

Tarifas das administradoras dos cartões

Os maiores bancos privados do Brasil apresentam historicamente excelentes resultados, veja:

 

 

 

 

 

O banco Santander foi o que apresentou o maior crescimento dos lucros nos últimos 10 anos, contudo o Bradesco foi o que apresentou o maior ROE médio nos últimos 10 anos.

O ROE atual é semelhante entre as instituições ( Bradesco 15,8%, Itaú 17% e Santander 18,7%)

Veja que indicador GI Line demonstra que os três bancos possuem capacidade de valorização semelhantes.

Veja o resultado de quem investiu nessas ações no último ano:

 

 

 

 

 

 

De forma simples e baseada apenas nos números aqui demonstrados, os três bancos são potenciais (dentro de uma carteira diversificada é claro).

Mas para que a visão seja mais segura e completa sugiro que utilize nosso sistema Score Line System.

Através do método vocês irão descobrir ações de outros segmentos com grande potencial de valorização além de seguras.

Nota de Esclarecimento

Caro leitor,

Finalmente o Índice Bovespa bateu os 100 mil pontos. Por isso, hoje venho aqui prestar um esclarecimento.

 

 

 

 

Nos últimas semanas, lancei uma polêmica palestra online, onde revelo minha tese de que o Ibovespa deverá bater os 500 mil pontos dentro dos próximos 3 a 5 anos.

A verdade é que desde a greve dos caminhoneiros, quando o Ibovespa estava abaixo dos 70 mil pontos, defendo a hipótese de que a bolsa brasileira deve disparar nos próximos anos.

Depois, junto com o Tiago Salomão da Infomoney, defendemos a tese de que estamos vivendo um Superciclo de valorização da bolsa brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde então, fui duramente criticado, ridicularizado e até mesmo ameaçado… me chamaram de picareta.

“Que piada”

“Só pode estar louco…”

“Que vergonha, daqui a pouco vai ser processado”.

Tivemos muitos comentários negativos nas redes sociais:

 

 

 

 

 

 

 

 

Isso sem comentar os xingamentos de baixo calão.

Mas tudo bem, para mim o que importa é que ninguém ficou indiferente quanto a isso.

Não vou baixar a guarda e não vão me ver calado.

Sempre foi dessa maneira que consegui ajudar as pessoas a ganhar dinheiro na bolsa: falando coisas que geralmente são censuradas e que nem todo mundo tem coragem de falar.

E agora com o Ibovespa batendo 100 mil pontos, estou mais convicto do que nunca de que podemos sim chegar aos 500 mil pontos.

E veja bem… eu entendo que você possa estar cético quanto a minha tese. E acho que você não precisa acreditar nela.

Apenas assista a palestra onde eu apresento a minha tese do Ibovespa a 500 mil pontos.

Veja com os seus próprios olhos e tire suas próprias conclusões.