Tesouro Direto Ainda Vale a Pena?

Rentável e seguro, o Tesouro Direto atrai cada vez mais investidores. Só nos dois primeiros meses de 2019, foram mais 110 mil novos aplicadores ativos em um programa que conta com mais de 3,3 milhões de investidores cadastrados.

O Tesouro Direto é um investimento de renda fixa que oferece vantagens em termos de rentabilidade e diferentes opções por parte dos tipos de títulos existentes.

Durante os anos em que a Selic estava nas alturas, o Tesouro Direto viveu lucrativos anos.

Porém, o cenário atual é do juro básico da economia em sua menor taxa histórica, com Selic de 6,5% e sem perspectiva de grandes mudanças. Isso é ótimo para a economia do país, mas, e para os investidores de renda fixa?

Será o fim da “era de ouro” do Tesouro Direto?

O cenário econômico atual

Qual o melhor investimento para esse ano? Nesse novo cenário, de expansão econômica e manutenção da baixa taxa de juros, as aplicações de renda fixa tendem a perder rendimento. Isso acontece, uma vez que a renda fixa costuma acompanhar a SELIC e o CDI.

Sendo assim, o investidor que quer um retorno melhor terá que aceitar mais risco e diversificar seus investimentos se quiser ganhar dinheiro em 2019.

Então o Tesouro Direto não vale mais a pena?

Depende.

Mesmo com o cenário atual, os títulos públicos ainda apresentam boas vantagens, principalmente em comparação com produtos similares. Dessa forma, deve estar presente em uma carteira diversificada.

A rentabilidade do Tesouro Direto varia de acordo com o título, que pode ser atrelado à inflação, prefixado ou indexado à Selic.

Quando comparado com a poupança, os títulos públicos renderam 32% mais do que a poupança nos últimos três anos.

Portanto, ainda existem possibilidades vantajosas para fazer o seu dinheiro render. Enquanto que na poupança, existe o risco do seu rendimento ser corroído pela inflação.

O melhor título público

O Tesouro Direto oferece diversos tipos de títulos e a melhor escolha dependerá de como o cenário econômico que se apresenta.

Existem títulos que se caracterizam como melhores ou piores de acordo com a baixa ou alta taxa de juros, por exemplo.

O chamado Tesouro Selic, é um título pós-fixado atrelado à taxa de juros básica da economia, a Selic.

Até 2016, houve um forte aumento desse índice, o que tornava o Tesouro Selic o melhor investimento para quando a taxa de juros estava alta.

Atualmente, a Selic teve baixas significativas e não tem perspectivas de aumentar.

Sendo assim, o Tesouro Selic não é um considerado um bom investimento atualmente.

O Tesouro IPCA, por sua vez, evolui de acordo com a inflação e favorece investidores de longo prazo. Assim, você garante seu poder de compra, independentemente do que acontecer com a economia do país, porém, o rendimento sofre com grandes oscilações.

No caso dos títulos prefixados, a taxa de rendimento é definida no ato da compra. Assim, o investidor sabe exatamente o quanto receberá no fim da aplicação.

Como não são atrelados à taxa Selic, a manutenção dessa taxa em patamares baixos não influencia no rendimento.

Hoje, a melhor opção de investimento em títulos do Tesouro Nacional é o Título Prefixado.

Aproveite o cenário atual

Mesmo com a manutenção da taxa Selic em patamares baixos, ainda existem boas opções de renda fixa. O segredo é sair dos produtos atrelados ao CDI, que acompanha a taxa de juros Selic e investir em produtos prefixados.

O Tesouro Direto é a porta de entrada para outros investimentos.

O cenário atual é propício para investimentos de renda variável, que são bem mais rentáveis.

Não sabe por onde começar? Então veja no nosso webinario Os Três Passos para a Liberdade Financeira como construir um caminho simples para você realizar seus sonhos investindo apenas R$ 100 por mês.

Antecipação do IR?

Alô, pessoal. Tudo bem?

Hoje às 23:59 encerra o prazo para a entrega da declaração anual do Imposto de Renda (IR).

Se por um acaso você ainda não fez, não perca tempo!

Lembrando que caso você não faça a declaração você pagará multa de 1 por cento a.m., limitado à 20 por cento sobre o valor devido o prejuízo, sendo que o mínimo é de 165 reais.

Entendo o quanto esta cobrança pode gerar controvérsias em relação aos seus benefícios

Porém, uma coisa é unânime.

Se você puder diminuir um “prejuízo”, não tem por que não fazer.

Portanto, envie seus dados e evite perder esse valor.

Combinado?

Agora, um alerta importante!

Logo logo você será bombardeado de “ofertas” de antecipação do IR por diversas instituições financeiras.

Inclusive, o que já está acontecendo é a antecipação do décimo terceiro salário, iniciado pelos principais bancos no Brasil; Caixa, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Bradesco.

Agora, proponho uma reflexão…

Segundo a Serasa Experian, 63 milhões de brasileiros estão inadimplentes.

Logo já podemos deduzir que a aposentadoria dessa parcela da população está comprometida.

Seguindo a regra básica, suas despesas tem que ser menores que as suas receitas e, junto com isso, se você tiver uma reserva de emergência, dificilmente a inadimplência acontecerá.

Isso faz sentido para você?

A verdade é que a cada antecipação de IR ou 13ª que você faz, mais você estará distante da sua aposentadoria.

Por quê?

Pelo simples fato de que optar por receber agora significa receber menos mais tarde.

Por isso meu conselho é que você faça o possível para não contrair dívidas.

É natural que você já tenha caído nesta armadilha. Afinal de contas, nenhum de nós recebeu educação financeira na escola.

E você vive cercado de inúmeros estímulos ao consumo desenfreado.

Com o tempo você irá aprender a poupar e investir de maneira correta para poder usufruir dos benefícios da liberdade financeira.

Porém, para você atingir tal liberdade é preciso focar em aumentar as possibilidade de crescimento do seu patrimônio. E ficar atento para as armadilhas que farão ele diminuir. Como a antecipação do IR que comentei no início deste e-mail.

Para viver de renda é importante ter a mentalidade poupadora e manter o foco!

Faça aportes regulares e monte uma estratégia pagadora de dividendos. Desta forma, você nunca irá precisar antecipar nada e deixará o seu dinheiro onde ele deve estar, na sua conta!

E aí, o que você desse conteúdo?

A sua opinião é importante para nós. Caso tenha algum assunto que você queria que eu aborde na próxima terça, pode sugerir também.

Abs
Adriano Severo

Como Willian Wohlers alcançou a liberdade financeira

Alcançar a Liberdade Financeira é o grande objetivo dos investidores. É também o que nós do GuiaInvest queremos te ajudar a atingir e o que o Willian Wohlers, ex-feirante, conseguiu em alguns anos com investimentos regulares na Bolsa de Valores.

Dizemos que você alcançou a Liberdade Financeira quando o lucro dos seus investimentos consegue cobrir seu custo de vida. Ou seja, quando você atinge um nível de estabilidade econômica independente do seu trabalho. Assim, você consegue se manter somente de renda passiva.

Willian Wohlers, o Rei dos Ovos (maneira como é conhecido hoje graças a sua empresa que leva este nome), era como muitos brasileiros. Trabalhava 16 a 18 horas por dia, ganhava pouco e vivia para pagar as contas.

Estava acomodado com a situação em que vivia. Receber um salário, pagar as contas e não sobrar nada.

Já tinha ouvido falar sobre investimentos, mas achava que a Bolsa de Valores era arriscada, onde somente especialistas operavam e que era necessário muito dinheiro para começar. Coisas que muitos ainda tendem a acreditar.

Entre seus muitos clientes na barraca de feira em que trabalhava em São Paulo, estava Luiz Barsi Filho, um dos maiores investidores do país.

Naquela época, Willian nem sabia quem era Luiz Barsi. Para ele, era um cliente e amigo especial que lhe dava conselhos de educação financeira.

“Você vai vender ovos a vida inteira? ” Foi uma simples indagação que levou o ex-feirante a atingir a Liberdade Financeira em pouco tempo.

Veja como Willian Wohlers conquistou a Liberdade Financeira em apenas 10 anos.

O início na Bolsa

Willian começou a trabalhar muito cedo. Vendia ovos na feira em São Paulo. Nessa barraca, conheceu Luiz Barsi, que durante anos foi seu cliente.

Em 1999, Luiz apresentou uma proposta para Willian, perguntando se ele iria ficar vendendo ovos para o resto da vida, se era aquela a vida que ele queria, ou se queria uma vida diferente, com maior qualidade de vida.

Na época, Willian ainda estava de olhos vendados para a Bolsa de Valores. Achava que era muito difícil, arriscado. Ainda mais que naquele tempo era tudo no papel e não pela internet como é hoje.

Somente 5 anos depois ele despertou para a oportunidade que iria mudar a sua vida. Foi atrás de conhecimento e informações. Em um desses cursos, descobriu que Luiz, aquele seu cliente da feira, era um grande investidor.

Isso lhe deu ainda mais força para continuar estudando e aportando dentro da teoria defendida por Luiz Barsi Filho, seu grande mentor nos investimentos a longo prazo.

Essa mesma estratégia que nós do GuiaInvest compartilhamos com vocês.

Willian então reorganizou sua vida financeira e passou a destinar 10% do que ganhava para investir todo mês.

Começar a guardar dinheiro é uma grande dificuldade das pessoas quando começam a investir, mas é possível.

Willian enfatiza que com muito estudo, todos conseguem alcançar a Liberdade Financeira.

“ Todo mundo consegue. Você do outro lado aí tem a capacidade de conseguir sim. ”

O método de investimento para alcançar a Liberdade Financeira

O método que Willian usou para alcançar a Liberdade Financeira foi o Buy na Hold.  Segundo ele, o segredo é disciplina, foco e aportes consistentes aliados ao foco no longo prazo, assim como ensinamos no GuiaInvest.

O grande risco da Bolsa é a forma como você se porta perante a ela. Sendo assim, não dá para ser imediatista, querer altos ganhos em pouquíssimo tempo.

A estratégia usada pelo Willian é a melhor para quem está começando. Começar pelo básico. Isso é, procurar empresas que já são conhecidas e boas pagadoras de dividendos e sempre reaplicar os dividendos.

O ex-feirante enfatiza que sempre reaplicou os dividendos. Que no começo chegava a ser angustiante ver os centavos caindo na conta, mas que toda vez que você reaplica isso vira uma bola de neve. Use sempre os juros compostos a seu favor.

Conheça mais da História do Ex-feirante que Conquistou a Liberdade Financeira com Investimentos.

Alcance a Liberdade Financeira você também

Conforme Willian aprendeu mais sobre a Bolsa de Valores, percebeu que investir em ações não é arriscado. O que pode ser arriscado é a estratégia que você escolhe.

Para ele, a melhor estratégia é focar no seu trabalho, e assim conseguir ampliar aos poucos os seus aportes, adquirir conhecimento através de cursos que você confia, e realizar investimentos periodicamente.

Willian Wohlers começou com muito pouco e não imaginaria que alcançaria a  Liberdade Financeira em apenas 10 anos e 5 meses,

 “De onde eu vim e onde eu estou hoje… Eu não imaginava! (…) Todo mundo pode. (…) E eu não vou cansar de falar isso porque se deu certo pra mim, vai dar pra você também”

Não deixe a oportunidade passar. Willian conquistou a Liberdade Financeira utilizando a mesma estratégia e o mesmo método que o GuiaInvest compartilha com você.

Seja livre financeiramente e tenha tempo e dinheiro para fazer o que você quiser. 

Aproveite a melhor oportunidade dos últimos 10 anos para VOCÊ FICAR RICO investindo em ações no Brasil.

Tendências de Investimento para 2019

Onde investir em 2019? Nos investimentos, assim como em qualquer área, não existem fórmulas mágicas, mas existem oportunidades que você pode aproveitar.

A dinâmica do mercado faz com que determinados nichos prosperem de acordo com as necessidades.

Analisando o cenário atual e as projeções para o futuro podemos encontrar oportunidades de investimentos.

Um setor que promete crescimento é o de infraestrutura. O novo governo já demonstrou interesse nas privatizações.  Com isso, novas concessões irão surgir.

Setores como mobilidade urbana, comunicações e energia podem ser tendência de onde investir seu dinheiro.

Energias renováveis

Com a retomada da economia são esperadas mudanças no setor de energia. São necessárias mudanças na estrutura atual da produção, transmissão e consumo de energia elétrica no Brasil.

A sociedade está mais consciente da necessidade de redução de emissão de gases nocivos ao meio ambiente e clama por fontes de energia limpa.

Há um otimismo com as possibilidades de crescimento no setor. Segundo o atual Ministro de Minas e Energia, Bento Costa Lima, até 2027 serão investidos R$ 1,8 trilhão de reais no setor energético brasileiro. Em especial, na expansão dos recursos renováveis.

Setor de TI

O segmento de TI (Tecnologia da Informação) teve um crescimento acelerado nos últimos anos. A tendência é que continue assim pelos próximos anos.

Segundo projeções da consultoria International Data Corporation (IDC), o mercado de TI no Brasil deve crescer 10,5% neste ano, em comparação com 2018.

O crescimento no setor de TI é explicado pela transformação digital. As empresas veem nos produtos e serviços oferecidos por empresas de tecnologia uma alternativa para melhorar a eficiência na gestão, reduzir custos e melhorar o atendimento a consumidores.

Os principais investimentos nesse setor são em itens como cloud, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial.

A estimativa é de que o segmento de internet das coisas movimente investimentos de US$ 745 bilhões em todo o mundo em 2019.

Para o setor de inteligência artificial, a projeção do IDC é que os investimentos cheguem a US$ 52 bilhões.

Nutrição personalizada

Sustentabilidade, conveniência e busca por novas experiências, é o que vem moldando o setor de alimentos.

Os consumidores estão preocupados cada vez mais com produtos saudáveis e serviços personalizados que tragam um bem-estar físico e mental e que se adequam às suas necessidades.

A nutrição personalizada abre oportunidades de onde investir em 2019. Já existem start-ups que personalizam a dieta com base nas suas necessidades nutricionais e genéticas.

A dieta por DNA é uma tendência que explora ferramentas de inteligência artificial (IA) e big data. assim, cria cardápios mais saudáveis ​​e personalizadas para os consumidores.

Micromobilidade

A micromobilidade é a última tendência global e foca em soluções de mobilidade urbana, principalmente para grandes cidades.

Seu conceito inclui bicicletas e patinetes compartilhados para que se possa percorrer pequenas distâncias com rapidez e segurança. Com isso, ainda se desafoga o trânsito nas regiões mais movimentadas.

Esses meios de locomoção alternativos são recentes no Brasil, mas a expectativa é que cresçam com força.

Serviços de compartilhamento de patinetes e bikes já estão presentes em 10 capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Recife, Belo Horizonte, Vitória, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis.

São Paulo, por exemplo, é um mercado promissor. Segundo o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), 53% dos deslocamentos na cidade podem ser realizados com patinetes e bicicletas.

O novo sistema, chamado “dockless”, funciona por meio de aplicativos e caiu no gosto dos usuários. Por esse sistema, o usuário não precisa de locais específicos para alugar ou devolver os patinetes.

Basta que o usuário baixe o aplicativo, se cadastre, e encontre o veículo mais próximo, desbloqueando-o também por meio do app.

No Brasil, o de micromobilidade é liderado pela empresa Grow, formada pela fusão das empresas Yellow, que oferece bicicletas amarelas, com a Grin, especializada em patinetes elétricos. Que combinada recebeu um investimento de US$150 milhões para acelerar sua expansão.

A startup Movo, da espanhola Cabify, já que planeja anunciou que planeja trazer o serviço para o Brasil ainda esse ano, após ter recebido um investimento de US$ 22,5 milhões para a expansão do seu serviço de patinetes na América Latina.

A Uber também já afirmou que passará a atuar nesse segmento no Brasil em breve com sua startup Jump.

 

Qual o melhor investimento?

Essas são algumas tendências de onde investir em 2019. Antes de investir em algo que está na “moda”, é importante você a pena você aprenda Como Investir do Zero.

Bons investimentos!

A empresa OGX vale um trilhão de dólares

Olá amigos investidores,

Hoje pela manhã eu estava tomando um café no Guiainvest, quando o colega Thomas do marketing me fez a seguinte indagação.

“Edu eu li umas notícias antigas da empresa OGX, o que aconteceu com ela?”

Eu peguei mais um café e busquei as “memórias” de um passado não tão distante…

O ano era 2011, nessa época eu funcionário de um grande banco internacional.

Lembro muito bem que nessa época, quando o assunto tratava sobre empresários de sucesso, o nome Eike Batista entrava em destaque.

Uma das empresas do grupo do Eike Batista, parecia se destacar pelo enorme potencial…OGX.

“Eu sei enxergar diamantes não polidos, a OGX tem hoje um trilhão de dólares de valor em petróleo…”

Disse Eike Batista um dos homens mais ricos do mundo em uma entrevista. A veracidade no olhar de Eike Batista ao dizer esta frase, era capaz de eliminar qualquer incerteza até mesmo do investidor mais cético.

De fato Eike era um vendedor nato (havia trabalhado como vendedor de apólices de seguros), diria até que era um grande vendedor de sonhos, o maior que a bolsa já teve.

O mercado comprou essa história de forma muito intensa, ainda que a empresa estivesse em fase pré-operacional.

Inclusive na época uma grande casa de análise, recomendou compra das ações OGXP3 com objetivo de longo prazo.

Investir em uma empresa pré-operacional é muito arriscado!

Toda empresa possui um ciclo de vida e identificar em qual fase ela se encontra é fundamental.

Não é uma regra absoluta, mas a maior parte das empresa pré-operacionais, possuem características semelhantes:

  • Não possuem dados históricos de desempenho
  • Receitas inexistentes e prejuízos operacionais
  • Diversas empresas não conseguem ultrapassar essa fase

Fica evidenciado que investir em empresas na fase pré-operacional é uma “compra” de um alto grau de risco.

Para analisarmos uma empresa de forma segura, necessitamos prioritariamente de dados históricos de desempenhos (demonstrativos de resultados), além de uma visão qualitativa da empresa. Excluindo os dados históricos (quantitativos) e analisando apenas as expectativas futuras, te impendente de vislumbrar com certo grau de segurança se empresa irá iniciar uma trajetória lucrativa.

O fato é que “comercialmente” a empresa foi vendida como uma oportunidade única e atingiu seu ápice de preço no dia 15/10/2010, sendo negociada a R$ 23,37 (+ 500%).

Recorrentemente eu digo que no curto prazo o que define o preço é questão de fluxo de capital especulativo e no longo prazo o preço das ações acompanha o valor da empresa.

No dia 03/07/2013, o mercado entendeu que a história de Eike sobre a OGX era linda mas realmente era apenas uma “história”…Seu preço atingiu R$ 0,39 (- 98%)

Eu prefiro investir em empresas e não em projetos ou como muitos dizem: mera apresentação de Power Point.

Busco estudar e analisar fundamentos históricos, entendendo o comportamento da empresa em diversos ciclos econômicos e de forma embasada avaliar sua capacidade de crescimento de lucros.

Eu opto por fatos e não apenas de suposições. Evito tentar “encontrar o bilhete premiado”.

Muitos investidores novos, assim como o Thomas, não vivenciaram os dias históricos da OGX.

A grande lição que fica é:

Nunca invista em um conto de fadas!

Bons investimentos,

Eduardo Voglino

Como Viver de Renda Antes dos 40!

Já imaginou viver de renda antes dos 40? Não ser mais escravo do trabalho, trabalhar somente com o que gosta, não se preocupar com as contas vencendo, viajar, curtir a família. Maravilha, né?

É possível fazer tudo isso ainda jovem, sem limitações e inseguranças com o futuro.

Alcançar a Liberdade Financeira é um dos maiores objetivos dos investidores. Só que a maioria das pessoas só irá atingir esse objetivo bem lá na frente.

Entretanto, se você começar a poupar e investir com sabedoria agora, se aposentar antecipadamente e viver de renda antes dos 40 se torna uma realidade possível.

Comece agora

Você não precisa esperar até fim da vida para se aposentar. Alguns hábitos irão ajudar você a conquistar sua Independência Financeira.

Para viver de renda antes dos 40 você precisa começar a poupar enquanto ainda é jovem. E mais do que isso. Precisa aprender a ter controle sobre o seu dinheiro, perder o medo de tirar o dinheiro da poupança e começar a investir por conta própria.

Agora, se consideramos que o brasileiro investe, em média, R$ 300 por mês, a uma taxa de 0,4% ao mês, levaria aproximadamente 55 anos para alcançar seu primeiro milhão.

55 anos é muito tempo para alcançar a liberdade financeira. Considerando que ninguém nasce investindo, quanto mais você demorar para começar, mais demorará para alcançar esse objetivo. Ou seja, só viverá de renda perto dos 80 anos. Não é o que você quer, certo?

Mas calma, não se desespere. Ainda dá tempo de você se organizar e atingir sua liberdade financeira antecipadamente.

Se analisarmos o comportamento das pessoas que começaram a viver de renda antes dos 40, encontramos alguns hábitos em comum: Organização financeira e investimentos inteligentes.

Organize seu orçamento

Se organizar financeiramente, saber exatamente qual são as suas receitas e despesas, onde pode economizar, qual seus objetivos.

Parece óbvio, mas muita gente não tem consciência da sua realidade financeira e deixa para “organizar” e ter controle do orçamento quando este já foi perdido.

Esperar para se organizar melhor quando já está tudo errado só fará você perder mais tempo para retomar o controle da situação.

Você só conseguirá poupar para investir, quando sua situação financeira estiver organizada.

Portanto, a primeira coisa para quem quer viver de renda é criar o seu diagnóstico financeiro. Ao saber exatamente o quanto ganha por mês, quais são suas despesas fixas e variáveis e definir a sua meta financeira, você visualiza o que está errado e passa a gastar com mais consciência.

Quanto dinheiro você precisa para viver de renda? Com base no seu padrão de vida atual, faça o cálculo de quanto você pode guardar por mês e qual o montante necessário para seu objetivo.

Invista melhor

O melhor investimento não é necessariamente o com maior rentabilidade, mas sim, aquele que melhor se adequa aos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Se você quer viver de renda, investimentos inteligentes são vitais para maximizar seus ganhos, mas sempre pautado nos seus objetivos.

Desse modo, você deve separar seu dinheiro em 3 potes: o pote da emergência, da recompensa e da Liberdade Financeira.

No pote da emergência é o dinheiro destinado para cobrir gastos imprevistos, no qual você tem fácil acesso quando precisar.

O pote da recompensa é destinado para a sua diversão, para gastar com aquilo que você tem vontade, seja viagens, roupas, trocar de carro. São objetivos de médio prazo.

E por fim, o pote da Liberdade Financeira. É uma parcela que você destina para o longo prazo. Esse dinheiro irá para trabalhar para você, e no futuro, será possível viver de renda.

Sua carteira de investimentos, para ter um bom rendimento, não precisa ser complexa. Se você está começando no mundo dos investimentos, é conveniente investir seu dinheiro em produtos de renda fixa, tais como Tesouro Direto, CDBs, LCI e LCA, que tem rendimentos superiores do que a poupança.

Conforme for ganhando confiança e estudando mais o mercado e suas opções, você pode começar a diversificar sua carteira de investimentos para opções com rendimentos maiores, como as ações.

Tenha uma carteira de investimentos diversificada, entre renda fixa e variável e reinvista os lucros.

Não perca mais tempo. Organize suas fianças, comece a poupar, estude o mercado e invista com inteligência!

Esse é o seu momento de iniciar sua caminhada rumo à Liberdade Financeira.

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Qual a diferença entre fundamentos e indicadores na análise de ações?

Você provavelmente já sabe que a análise de ações é extremamente importante para avaliar se o investimento é teoricamente bom ou ruim.

Investidores inteligentes filtram as melhores empresas baseados em dados e informações concretas.

A análise fundamentalista é a mais indicada. Seu precursor foi, nada mais, nada menos do que Benjamin Graham, um dos maiores investidores que já existiu e mentor de Warren Buffett.

Como o próprio nome diz, a análise fundamentalista tem como base o uso de certos “fundamentos”. Tais como indicadores do mercado financeiro, balanços e resultados das empresas, que focam basicamente na saúde financeira e no potencial de crescimento da empresa.

Em um panorama micro, a análise fundamentalista se utiliza de diversos indicadores financeiros para a análise de ações. Como, por exemplo:

  • Receita e lucro
  • Fluxo de caixa
  • Patrimônio
  • Dividend Yield.

Porém, não podemos realizar uma análise completa baseada somente em indicadores. Eles podem até “indicar”, mas nunca serão determinantes e 100% assertivos.

Mais do que analisar indicadores, precisamos analisar fundamentos.

O que são fundamentos?

Quando realizamos uma análise fundamentalista, construímos uma espécie de tese de investimentos baseado nos fundamentos e dados da saúde econômica, qualidade, competitividade e potencial de crescimento de determinada empresa.

Ou seja, você não quer saber se a empresa foi boa no passado, mas sim, se ela continuará sendo boa no futuro, porque isso que irá gerar valor para o investidor.

Sendo assim, fundamentos são fatores e características de uma empresa que explicam sua qualidade e desempenho atual e, que assim, permitem projetar seu desempenho futuro.

Fundamentos x indicadores

Os fundamentos de uma empresa são responsáveis pelo seu desempenho e este, gera o resultado. Já os indicadores são dados que refletem o resultado da empresa.

Ou seja, indicadores medem o desempenho da empresa. Enquanto que os fundamentos geram o desempenho.

Portanto, é errado concluir que indicadores medem os fundamentos. Se basear apenas em indicadores pode levar a avaliações erradas.

Não podemos relacionar duas variáveis sem considerar relações de causa e efeito e outros fatores externos.

Os indicadores financeiros podem ser quantificados. Por exemplo, podemos analisar as receitas, lucros, dividendos pagos, dívidas, entre outros.

Já os fundamentos não são identificados facilmente e exigem uma análise mais aprofundada.

São exemplos de fundamentos: a história, o produto, a marca, seu posicionamento no mercado, conhecimento específico, sua gestão, etc.

Podemos fazer uma analogia entre indicadores e fundamentos com um iceberg. Onde os indicadores são a parte visível, a que fica para fora da superfície da água e os fundamentos é todo o resto sob a água. É possível reconhece-los, mas é mais difícil de olhar. Requer mais cuidados e recursos.

Como analisar os fundamentos?

Rendimentos passados não são garantia de lucros futuros. Dessa forma, mais do que saber que determinada empresa gerou lucro, você precisa saber que fatores geraram esse lucro.

Sendo assim, para a análise de ações você deve responder a seguinte pergunta: que fatores fazem a empresa X ser competitiva hoje e que podem fazer com que ela continue competitiva no longo prazo?

Para responder, você precisa um mínimo de conhecimento sobre a empresa e seu setor. Saber, por exemplo o que ela produz, se o produto ou serviço que ela oferece continuará essencial daqui a 20 ou 30 anos. Qual a posição de mercado da empresa e quais seus concorrentes?

Mas onde estudar esses fundamentos?

Procure ler os relatórios da empresas e estudos de analistas. Porém, tente permanecer imparcial, uma vez que a empresa sempre coloca um olhar otimista e os analistas podem pender para um lado otimista caso ele indique as ações e pessimista se não indica.

Procure por livros, artigos acadêmicos sobre a empresa e o setor. Pesquise junto ao RI, com pessoas que trabalham na empresa. Você pode inclusive visitar a empresa.

O importante é você realizar uma análise de ações completa, baseada em indicadores e fundamentos e, assim, filtrar boas empresas para investir.

Agora que você sabe a diferença entre fundamentos e indicadores e para o que eles servem, você pode encontrar as boas oportunidades na bolsa.

Saiba como você pode utilizar as ações para fazer parte da nova geração de milionários.

 

Um belo investimento que caiu 94 por cento

Caro leitor,

Peço que tenha atenção ao ler o conteúdo abaixo, ele realmente mostra a importância de você ser paciente.

Em tempos confusos, nada como se debruçar sobre o ombro de gigantes. Ultimamente, diante de todos impasses e incertezas, tenho acompanhado de perto o trabalho de Henrique Bredda, gestor de fundos na Alaska Asset.

O cara é sinistro e vale a pena acompanhar ele nas redes sociais. Mesmo discordando dele em alguns momentos, escuto com muito carinho tudo o que ele tem a dizer.

Para quem não sabe, ele foi uma das poucas pessoas que acreditou no case de Magazine Luíza quando ninguém olhava a empresa com bons olhos.

Para ter acertado tão grande em MGLU3, Bredda afirma que a maior virtude foi a paciência.

Veja só como as coisas funcionam na prática…

De 1972 até hoje, as ações do Wal-Mart renderam 290.000 por cento (multiplicação de 2.900 vezes o capital investido), enquanto o S&P 500 (o índice Bovespa da bolsa americana) rendeu apenas 2.500 por cento (multiplicação de 24x).

Esse retorno da Wal-Mart é totalmente condizente com o aumento dos lucros da empresa ao longo desse tempo.

Mas pense algo: só conseguiu esse retorno quem não saiu das ações do Wal-Mart em períodos de queda vertiginosa ou de trimestres com resultados ruins.

Esse tipo de retorno é um privilégio dos pacientes, e não de quem vende assustado quando cai, ou se desfaz eufórico na primeira alta da ação para poder embolsar logo os lucros.

O fato é que não existe nenhuma porrada de 290.000 com trajetória linear. O meio do caminho é de sobe e desce e muitas vezes isso mexe até com o emocional do mais experiente dos investidores.

Em 1987, as ações do Wal-Mart chegaram a cair mais de 50 por cento em um único ano. Isso ocorre no meio de uma valorização de 290.000 por cento.

No Brasil, o caso da Magazine Luíza é semelhante.

Do dia em que a MGLU3 entrou na bolsa, na metade de 2011, até dezembro de 2015, a ação caiu 94 por cento. O mesmo que transformar 10 mil reais em 600.

Mesmo considerando esses períodos desastrosos no meio do caminho, o resultado da MGLU3 é muito bom desde que entrou na bolsa, 1.050 por cento (multiplicação de 11,5x o capital investido).

Totalmente condizente com a melhora dos seus lucros.

Mesmo que isso seja apenas uma rentabilidade passada, fica evidente o poder da paciência.

Casos como esses de Wal-Mart e Magazine são raros, mas eles só acontecem quando você compra uma ação que possui valor (entenda-se bons resultados) e você deixa muito tempo passar. Muito tempo.

Encontrar ações de boas empresas é fácil. Difícil é esperar.

Obrigado, Bredda.

Um abraço e bons investimentos.

Ps.: novamente Boletim Focus trouxe projeções deprimidas: inflação abaixo de 4 por cento e crescimento do PIB em 1,7 por cento. Será que ainda faz sentido projetar Selic a 6,5 para esse ano?

Os dividendos morrem pela boca (do Bolsonaro)?

Alô, pessoal. Tudo bem?

Trago um alerta muito importante pra você que gosta de investir em dividendos.

Recentemente alcançamos a marca histórica de 100.000 pontos no Ibovespa. Motivo de muita euforia e alegria no mercado financeiro. O índice recuou um pouco desde então.

Entre vários fatores que explicam essa queda no índice podemos citar:

  • A reforma da previdência que não está sendo encaminhada como planejada inicialmente,
  • A possível paralisação dos caminhoneiros no próximo dia 29
  • As diversas falas do presidente Bolsonaro

Quanto a reforma da previdência e a paralisação dos caminhoneiros, elas dependem de várias pessoas. Quanto as falas do Bolsonaro… bem… só dependem dele mesmo.

Lembro que quedas, sejam elas simples, moderadas ou graves, como crises, também geram oportunidades.

E o alerta da vez vai para a questão do aumento do Dividend Yield (DY) devido as falas do Bolsonaro.

Agora você deve estar se perguntando:

Mas como assim?

Vou explicar…

O dividendo se calcula pela seguinte fórmula:

Dividend Yield = Dividendos pagos pela empresa nos últimos 12 meses / Preço atual da ação.

Pela lógica matemática, para aumentar os Dividend Yield temos duas opções:

1- Aumentar os dividendos pagos pela empresa;

2- Diminuir o preço da ação.

Quando Bolsonaro fala alguma besteira e o preço da ação cai, ou desaba, naturalmente o indicador Dividend Yield cresce, pois a cotação da ação é impactada diretamente, conforme expliquei acima.

Veja no caso da Petrobras deste mês:

No gráfico acima você consegue perceber o momento em que ele interviu na Petrobras impedindo o reajuste do preços dos combustíveis em 5,7 por cento.

Segundo Paulo Guedes, Bolsonaro ligou para o presidente da empresa e disse “Você não vai colocar diesel no meu chopp, tá ok?”

Entre o fechamento de um dia e do outro, do espaço demarcado, a ação caiu mais de 8 por cento.

Se você não estiver atento ao que aconteceu no mercado financeiro pode olhar apenas para o indicador DY e acreditar que a empresa está pagando bons dividendos.

Claro que analisar por si só este indicador não quer dizer muita coisa.

É importante você usar ele em conjunto com outros critérios.

A empresa pode ter questões pontuais de acréscimo ou decréscimos do indicador e continuar sendo boa ou ruim. O importante é que você entenda os motivos pelos quais o fato ocorreu e se é algo pontual ou que vai permanecer por um longo tempo.

O principal alerta ao investidor neste quesito é que algumas empresas podem ser afetadas pelas falas do Bolsonaro e o investidor escolher empresas com indicadores deturpados da realidade.

Escolha empresas com bons fundamentos, monitore seu histórico e acompanhe os dividendos regularmente, para evitar cair em “armadilhas” que corroem seu planejamento.

Se tiver interesse, preparamos uma palestra com tudo o que você precisa para começar a investir na Bolsa.

ABS

Adriano Severo

Adriano Severo é Educador Financeiro, formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC). Ministra palestras e cursos sobre finanças e economia e leciona na Fundatec e QI Faculdade & Escola Técnica. Participa como fonte de informação para TV Record, Band TV, Estadão, CBN, HSBC, VIVO, UOL, GaúchaZH, Correio Braziliense, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Diário Gaúcho, Postalis, AGERT, POATV, dentre outros. Possui painéis expostos no Museu de Finanças da PUCRS.

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Quais são os 3 melhores indicadores para analisar uma ação?

Olá amigos investidores,

Hoje você irá descobrir um jeito simples de descobrir boas ações de forma rápida.

No e-mail de hoje você terá acesso a um passo a passo que eu utilizo antes de tomar a decisão de compra.

Acredito que isso possa ajudar você a montar uma carteira matadora.

Vamos lá…

A forma mais confiável de se analisar o potencial de uma ação é efetuando a análise fundamentalista em cima dos demonstrativos financeiros da empresa.

Essa análise é conhecida como análise fundamentalista e é utilizada pelos maiores investidores do mundo.

Como nos últimos dias recebi diversos e-mails questionando sobre quais os melhores indicadores para analisar uma ação, resolvi compartilhar este conhecimento por aqui .

Entendo que o ser humano possui uma necessidade psicológica de enumerar “os melhores de todos para tudo”, também sou assim.

Costumo chamar essa condição psicológica de “viés top 3”…rsrs

Sempre compreendi que essa condição levaria naturalmente a um equívoco nas escolhas de ações.
Contudo, se por um motivo desconhecido eu fosse absorvido pelo “viés top 3” e tivesse que escolher os 3 melhores indicadores, minhas escolhas seriam:

1 – P/L (Preço/Lucro)

Ele é um dos mais amplamente conhecidos e utilizados no mercado de ações.

O P/L nada mais é do que o preço atual da ação, dividido pelo lucro por ação. Em outras palavras, ele mostra quanto que os investidores estão dispostos a pagar por cada R$ 1 de lucro que a empresa tiver.

De modo simples, quanto menor o P/L de uma empresa, mais atrativas estão as suas ações. E, por outro lado, quanto maior o P/L, mais cara estão as ações da empresa.

Mas nem tudo são flores!

Embora o preço lucro seja muito eficiente para comparar empresas do mesmo setor (ex: Itaú e Bradesco), ele não funciona bem para comparar empresas de setores diferentes. Isso porque ele não considera o potencial de crescimento nos lucros da empresa no futuro.

2 – Dívida Bruta / Patrimônio Líquido

Na dívida total, são considerados todos os empréstimos que a empresa obteve e que ainda devem ser pagos. Estes empréstimos pagam juros e podem ser obtidos com bancos, emissões de debêntures e outros financiamentos.

Já o valor do capital social é quanto que a empresa possui de valor aportado por seus acionistas, por meio da emissão de ações. Este dinheiro não precisa ser pago, já que representa uma compra de participação na propriedade da empresa.

Embora o nível de endividamento varie bastante entre diferentes setores, vale tomar cuidado com empresas que possuam altos níveis de endividamento, especialmente se o setor está passando por momentos ruins. Este é o primeiro sinal de que a empresa pode ter se endividado mais do que deveria.

Não é válido para comparar empresas de diferentes setores. Enquanto que alguns setores são muito dependentes de financiamentos (ex: construtoras), outros praticamente não precisam (ex: elétricas).

3- ROE (return on equity ou retorno sobre patrimônio líquido)

Este indicador mostra a porcentagem de retorno que a empresa está dando sobre o dinheiro de seus acionistas.

Ele é muito útil para medir a lucratividade de diferentes companhia no mesmo setor.

Em outras palavras, ele mostra quanto que a companhia gerou para cada Real investido por seus acionistas.

É comum encontrar um ROE alto para companhias em crescimento, enquanto que companhias mais estáveis possuam um ROE menor. No entanto, o ROE é uma indicação clara de como a empresa está remunerando seus acionistas. Não é raro ver ações com um ROE bem abaixo da taxa de juros de um título público, por exemplo.

Mas muita ATENÇÃO, você não deve olhar somente para estes indicadores.

A chance de errar na escolha de ações baseando-se apenas nestes 3 indicadores existe e não é pequena.

Por isso uma sugestão… utilize nossos indicadores próprios (GI SCORE e GI LINE), eles consolidam mais de 12 indicadores para avaliar se a empresa possui bons fundamentos.

E isso leva o tempo de um clique.

Usando esta ferramenta a sorte joga a seu favor!

Comece selecionando as melhores e mais baratas ações da Bolsa de Valores!