10 Vantagens dos Fundos Imobiliários

Ao investir em fundos imobiliários, você pode construir um patrimônio sólido sendo sócio de imóveis de alto padrão, como shoppings, edifícios comerciais, hospitais, entre outros.

Saiba como ganhar aluguel sem ter imóveis com investimentos em fundos imobiliários!

O que são Fundos Imobiliários?

A cultura de investir em imóveis sempre foi muito forte no Brasil. Porém, existe uma modalidade de investimento muito mais atraente e pouco conhecida pela população em geral. São os Fundos Imobiliários (FIIs).

Os Fundos de Investimento Imobiliários são formados pela reunião de vários investidores com o objetivo de fazer investimentos no mercado imobiliário.

Assim, é possível comprar um imóvel importante, que vai desde projetos em fase de construção até os imóveis prontos, como edifícios comerciais, shoppings centers, hospitais, prédios de agências bancárias, galpões, instituições de ensino, e outros.

Ao investir em FIIs você delega a função para um gestor ou administrador profissional, o qual compra os imóveis utilizando o dinheiro dos investidores.

O patrimônio do fundo é dividido através de cotas. Assim, quanto mais dinheiro você colocar, mais cotas terá.

Ao investir em Fundos Imobiliários você recebe aluguel sem ter imóveis.

Então, o que é melhor: comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

Veja a seguir 10 vantagens dos FIIs:

1- Possível investir com pouco dinheiro

Se você pensa em comprar um imóvel e lucrar com o aluguel, precisa de um investimento inicial bem alto. Já com os FIIs, você não precisa ter o valor total do imóvel para lucrar com ele.

Você pode comprar cotas de Fundos Imobiliários com pouco dinheiro. Existem cotas para todos os bolsos.

A partir de 50 reais, ou até menos, você já se torna sócio de um excelente imóvel e recebe uma renda mensal de aluguéis.

2- Regulados pela CVM

Esses fundos são supervisionados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), afim de garantir a transparência e a segurança das informações.

3- Liquidez

Vender um imóvel não é tão simples. Pode demorar muito tempo até aparecer alguém com dinheiro suficiente para comprar. É possível até que você tenha que baixar o preço para conseguir vender.

Como os fundos imobiliários não se tem esse problema. É muito simples vender suas cotas no momento que você quiser. E você nem precisa levantar do sofá para isso. Basta acessar o seu Home Broker e preencher a ordem venda, sem burocracia.

A todo momento tem gente querendo comprar e vender cotas dos fundos. Dessa forma, é muito mais fácil se desfazer da cota quando precisar.

4- Isenção de imposto sobre o aluguel recebido

Os rendimentos mensais de fundos imobiliários para pessoas físicas são isentos de imposto de renda. Dessa forma, os rendimentos caem líquidos na sua conta e você não vai precisar se preocupar em dividir o seu lucro com outra pessoa.

Já quem recebe aluguel dos seus imóveis, pode pagar até 27,5% de imposto sobre o rendimento, dependendo do montante. No final das contas, a rentabilidade dos FIIs pode ser até 30% maior por causa dessa isenção.

Assim, você só paga imposto sobre o lucro da venda da cota, mas nunca sobre o aluguel que ele gera para você.

5- Menos risco

Um imóvel está sujeito a riscos. Seja de grandes proporções como incêndios, interdições, desabamentos. Caso você não tenha seguro, você perde tudo.

Ou até mesmo menores, como a dificuldade em alugar, a saída de um inquilino, inadimplência. Assim, você fica sem o dinheiro do aluguel, mas precisa continuar arcando com os custos de condomínio, reparos, entre outros.

Nos FII, você divide o risco com milhares de outros sócios. Desse modo, caso aconteça alguma coisa com o imóvel, o seu rendimento praticamente não é afetado.

6- Não dá dor de cabeça

Imóveis geram gastos com manutenção. Qualquer problema é uma dor de cabeça para resolver.

Já com os Fundos Imobiliários, você conta com os melhores profissionais para resolver qualquer problema. Assim, você não precisa se estressar com nada disso, pois tem quem resolva isso para você.

7- Gestores especializados

Os gestores dos fundos são especialistas em negócios imobiliários e sabem onde estão as melhores oportunidades.

Essa é uma grande vantagem para o investidor pequeno, como eu e você.

8- Taxas e custo menores

Quando você compra ou vende um imóvel, cerca de 5% do seu valor você paga com taxas, como ITBI (Imposto de transmissão de bens imóveis), escritura, registro, entre outros. Uma infinidade de burocracias.

Cerca de 6% do valor do imóvel fica para o corretor e para a imobiliária. Ou seja, se juntarmos todos os custos, chega facilmente a 10% do valor do imóvel.

Ao comprar fundos, os custos são bem menores. Basicamente, você custos com a taxa de administração, que em geral é baixo, cerca de 0,25% a 3%. E a taxa de corretagem, que varia de corretora para corretora.

9- Indexado à inflação

Os Fundos Imobiliários são indexados à inflação. Isso significa que, conforme os índices de inflação sobem, o preço das cotas acompanha essa variação. Assim, você fica protegido e não perde dinheiro.

10- Possibilidade de investir em imóveis de alto padrão

Para comprar sozinho um imóvel de alto padrão, você teria que desembolsar milhões de reais. Uma quantia impensável por grande parcela da população.

Mesmo que tenha dinheiro para comprar um imóvel, provavelmente teria que optar por algo mais simples, que caiba no orçamento.

Através dos Fundos Imobiliários, você tem a possibilidade de investir em imóveis de alto padrão. Como um prédio moderno, shopping, hotéis, enfim, são inúmeras opções de investimentos nas grandes metrópoles.

Comece a investir

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) possibilita que qualquer pessoa tenha parte de um grande imóvel e ganhe uma renda extra mensal de mais ou menos 0,5% ao mês. Porém, bons fundos conseguem render entre 0,75 a 1% ao mês.

Assim como os preços dos imóveis comuns, que oscilam de acordo com o mercado, os fundos seguem o mesmo princípio.

Negociados na Bolsa de Valores, são um tipo de investimento de renda variável e uma opção muito boa para quem quer gerar renda sem ter muito risco.

Começar a investir em fundos imobiliários é simples, seguro e acessível. Você não precisa ter muito conhecimento no mundo dos investimentos.

 

Conheça os fundos imobiliários maiores pagadores de aluguel e comece agora mesmo a ser sócio de empreendimentos imobiliários.

Piores Investimentos Que Os Bancos Indicam Para Você

Quer viver de renda? Fuja dos investimentos no banco e pense em outros meios para investir o seu dinheiro.

Seu dinheiro está parado na poupança? Ou em outros investimentos no banco com a indicação do seu gerente?

O banco ganha muito dinheiro oferecendo diversos produtos que muitas vezes não condiz com o perfil de investidor do cliente.

São seguros de vida, previdência privada com altas taxas de administração, consórcios, investimentos pouco rentáveis, fundos com taxa de administração gigantesca, etc.

Boa parte das pessoas investe no banco por comodidade, mas talvez não saibam que ao fazer isso estão perdendo dinheiro!

É importante saber que existem inúmeros produtos disponíveis no mercado com um rendimento muito melhor, taxas mais baixas e a mesma segurança.

Fuja dos investimentos nos grandes bancos

Você sabia que os 5 maiores bancos brasileiros são as empresas mais lucrativas do Brasil? E se de um lado tem alguém ganhando muito dinheiro, do outro alguém está perdendo: você.

Cerca de 95% dos investidores brasileiros tem seus recursos financeiros alocados nos bancos. Provavelmente com altas taxas, baixo rendimento e poucas opções.

É importante que o investidor saiba que existem diversas opções que vão além do CDB do banco onde é correntista.

O problema é que os grandes bancos do Brasil têm sua plataforma fechada. Assim, através deles, você só consegue investir em produtos do próprio branco.

Além disso, cada banco tem suas metas internas a serem batidas. Desse modo, dificilmente você terá bancos interessados em lhe oferecer produtos financeiros com boa rentabilidade. Ou ouvir seu gerente ou algum funcionário do banco lhe oferecendo para investir no Tesouro Direto.

O banco está interessado a oferecer aplicações que favoreçam a própria instituição. Assim, oferecem CDB’s/LCI’s/LCA’s rendendo bem abaixo do CDI, fundos de investimentos e previdências privadas com altas taxas. Isso sem falar dos títulos de capitalização, consórcios e seguros, produtos que não tem nada a ver com investimentos.

Por que você deve tirar seu dinheiro do banco:

Altas Taxas

As taxas são, sem dúvida, uma das maiores fontes de recursos financeiros dos bancos e incidem sobre os mais variados tipos de operações financeiras.

Nos referindo apenas a investimentos no banco, as altas taxas prejudicam e muito a sua rentabilidade.

Altas taxas de carregamento na previdência privada, de administração nos fundos de investimento, e muitas outras que o cliente nem sabe da existência.

Milhões de brasileiros investem em fundos de investimento nos bancos cujo retorno será muito menor do que as taxas que a instituição cobra para gerir o fundo.

Ou seja, quem fica com a maior parto do lucro é o banco!

Casos assim são mais comuns do que se pensa. Determinado banco chega a cobrar 5,5% de taxa de administração do fundo. Considerando a Selic atual, o banco obtém um lucro mais de 300% maior do que o do investidor.

Baixa Rentabilidade

Assim como as altas taxas, uma baixa rentabilidade também compromete bastante a conquista dos seus objetivos financeiros.

A poupança é o investimento mais popular entre os brasileiros, mas rende somente 70% da Selic, não mais do que 4,5% ao ano. O que é muito pouco.

Vendidos como uma opção melhor, temos os CDBs, que nos bancos grandes pagam cerca de 85% a 90% do CDI. Quando podem ser encontradas em bancos menores alguns CDBs a 120% do CDI. O mesmo ocorre com os LCIs e LCAs.

Agora o pior dos produtos: os Títulos de Capitalização. Se você tem conta em banco, com certeza já te ofereceram algum.

Essa é a pior das armadilhas dos investimentos no banco. Na verdade, o título de capitalização nem pode ser chamado de investimento.

O cliente fica anos perdendo com o dinheiro parado na esperança de ser sorteado. Enquanto que poderia usar esse dinheiro para gerar um rendimento real.

Conflito de interesses

Seu gerente não é seu assessor de investimento. Além de não ter o conhecimento nem o tempo para sugerir uma carteira de investimentos adequada às necessidades específicas de cada cliente, ele é funcionário do banco.

Dessa forma, ele também tem metas a serem cumpridas e entregues ao seu contratante, nesse caso, o banco. E é aí que ocorre um conflito de interesses.

Como o banco não possui um leque tão grande de investimentos, o gerente normalmente tem uma carteira de opções que são oferecidas a todos os clientes, não dando tanta importância ao perfil do correntista.

Os investimentos no banco são excelentes apenas para os donos do banco. Para os investidores, significa prejuízo.

Existem opções melhores

Existem alternativas melhores do que os investimentos no banco. Você pode investir com a mesma segurança, com taxas menores e rendimentos bem maiores.

A principal arma para alcançar a Liberdade Financeira é o conhecimento!

Considerar outras aplicações. Investir nelas pode ser mais simples do que parece, sendo possível alcançar ótimos rendimentos.

Tire seu dinheiro do banco. Esqueça a poupança e invista no Tesouro Direto, por exemplo, que tem rendimento melhor e maior segurança.

O melhor a fazer é diversificar seus investimentos entre renda fixa e renda variável. Assim, você tira o melhor de diferentes modalidades de investimento.

Conforme for adquirindo conhecimento no mercado, comece a investir em ações. A bolsa de valores é uma ferramenta poderosa na geração de riqueza no longo prazo.

Fuja dessas pegadinhas e saiba como não ser um idiota na bolsa de valores. Assista a palestra gratuita que mostra as 7 idiotices cometidas no investimento com ações.

 

Essa bobagem já tirou dinheiro de muita gente

Caro leitor,

Você já ouviu a seguinte frase: “vou esperar as coisas ficarem mais tranquilas para começar a investir na bolsa”?

Em um primeiro momento parece algo coerente, afinal ninguém quer deixar o dinheiro sujeito a um cenário duvidoso.

Mas acredite, esse raciocínio é um grande indício de que o investidor que pensou assim irá comprar na alta e vender na baixa, ou seja, ter prejuízo.

A lógica disso é simples.

O mercado antecipa os movimentos da economia real. Quando “as coisas estiverem mais tranquilas” a bolsa já terá subido muito. Pronto: o investidor comprou na alta.

Mas perceba que esse mesmo investidor não se sentia confortável em investir na bolsa quando “as coisas não estavam tranquilas”.

Se “as coisas piorarem”, a bolsa cai e o investidor se enxerga carregando um investimento indesejado. O que ele faz? Por coerência, ele acaba vendendo e assume um prejuízo, afinal ele nunca quis investir na bolsa se “as coisas não estivessem tranquilas”.

E acredite: isso é o que a maioria das pessoas que investe em bolsa faz.

As pessoas acreditam estar agindo racionalmente, acreditam ser diferentes da maioria, mas na verdade reproduzem fielmente o comportamento médio. Se comportando como a maioria, você tem o resultado da maioria: prejuízo.

Nenhuma novidade.

Se uma queda de 20% tira seu sono, a bolsa não é para você (ainda).

Esse tipo de bobagem já tirou dinheiro de muita gente.

Nosso dever é educar quem nos acompanha. Não queremos que nossos leitores caiam em armadilhas tão comuns quanto essa.

Já existe muito idiota na bolsa de valores. Mas aqui não. Nossos leitores aprendem com os erros que nós mesmos cometemos no passado.

Não queremos que ninguém cometa as idiotices que já cometemos.

Não queremos que você seja um idiota.

Não seja um idiota na bolsa de valores.

Um abraço e bons investimentos.

Ps.: Bolsonaro “dilmou” e causou tensão. Boletim Focus vem mostrando otimismo cada vez menor para 2019. Guedes segue focado na Previdência. Vamos aguardar os próximos desdobramentos.

Como proteger seus dividendos de fraudes e golpes

Alô, pessoal. Tudo bem?

Sou o Adriano Severo, especialista aqui no GuiaInvest com foco na área de dividendos. Sou formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC).

Agradeço aos comentários que recebi referente ao meu primeiro e-mail, enviado semana passada.

Lembrando que vou escrever pra vocês semanalmente, toda terça-feira. Sintam-se à vontade em mandar suas dúvidas, opiniões e sugestões.

Vamos nessa…

Não faz muito tempo que foi divulgado uma notícia de que um Agente Autônomo de Investimentos deu golpe de 20 milhões de reais no Rio de Janeiro.

Infelizmente essa não foi a primeira notícia deste tipo divulgada este ano e, provavelmente, não será a última.

No início do ano tivemos o terrível caso da JJ Invest, que estimam-se prejuízos na casa dos 170 milhões de reais. Caso este que envolveu perdas inclusive de globais.

Conforme relatos, uma atriz perdeu as economias de quase 10 anos! Um absurdo sem tamanho!

Quando se trata de aplicações financeiras que usamos para acumular patrimônio e chegar ao tão sonhado objetivo atingido por poucos que é viver de renda, isso dói muito mais.

No caso da notícia de fevereiro a empresa patrocinava, inclusive, time de futebol! Como seria possível desconfiar? Para um prejuízo do tamanho que alcançou só poderia ter sido bem estruturado. Do contrário teria minguado no início.

Imagina você que acumulou patrimônio e agora iria receber dividendos, apenas por possuir ações de alguma empresa como, por exemplo, 8,7% a.a. da Telefônica Brasil (VIVT4) ou 8,5% da Engie Energia (EGIE3). Situação mais delicada ainda se a bolada a receber fosse 15,8% a.a. da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (TRPL4) ou 15,2%a.a. da Cielo (CIEL3).

Citei alguns exemplos apenas para exemplificar.

Antes de fazer aplicações financeiras reflita sobre o passo a passo básico abaixo:

  • Já pesquisei sobre a empresa na Comissão de Valores Mobiliários (CVM)?
  • Já pesquisei sobre a empresa no Banco Central (BACEN)?
  • O dinheiro que irei transferir é direto para a conta da corretora de investimentos?
  • Vou confirmar se as ordens de aplicações estão realmente sendo executadas?
  • Essa empresa/aplicação não é mais um caso pirâmide financeira?
  • Estou fazendo meu papel de investidor(a) e conferindo regularmente minhas aplicações?
  • Nunca, jamais, vou transferir meus recursos para conta outra pessoa física?

Se você responder SIM à todas essas questões, certamente estará se precavendo muito de passar por situações fraudulentas como as citadas no início.

Agora você deve estar se perguntando:

“Mas… como eu vou conseguir descobrir as informações sobre os dividendos das empresas para também ganhar dinheiro? Não entendo como analisar uma ação, como poderei fazer isso com 400 empresas?”

Bom, o fato é que nós do GuiaInvest podemos ajudar você a identificar as boas ações da bolsa pagadoras de dividendos.

Fizemos uma palestra exclusiva para demonstrar para você como você mesmo pode ter essa resposta.

Tudo direto ao ponto.

Quero conhecer empresas boas pagadoras de dividendos agora

Abs,

Adriano Severo

Adriano Severo é Educador Financeiro, formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC). Ministra palestras e cursos sobre finanças e economia e leciona na Fundatec e QI Faculdade & Escola Técnica. Participa como fonte de informação para TV Record, Band TV, Estadão, CBN, HSBC, VIVO, UOL, GaúchaZH, Correio Braziliense, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Diário Gaúcho, Postalis, AGERT, POATV, dentre outros. Possui painéis expostos no Museu de Finanças da PUCRS.

 

 

DISCLAIMER: As informações colocadas nessa editoria são produzidas de forma independente e não possuem qualquer influência de empresa ou instituição que venha a ser mencionada. As informações aqui contidas refletem a opinião do autor e não de todos os membros do GuiaInvest. Apesar de ter sido tomado todo o cuidado necessário de modo a assegurar a credibilidade das informações no momento em que as mesmas foram colhidas, suas precisão e exatidão não são de qualquer forma garantidas e o GuiaInvest não se responsabiliza pelas mesmas. Os preços, as opiniões e as projeções contidas nos nossos conteúdos estão sujeitos à mudanças a qualquer momento, sem necessidade de aviso ou comunicado prévio. Nenhum relato desse texto pode ser interpretado como sugestão de compra ou de venda de quaisquer ativos, tratam-se apenas de opiniões. Não podemos garantir nenhum retorno financeiro sobre qualquer operação feita através das informações que fornecemos, sejam elas pagas ou gratuitas. Negociações de ativos no mercado financeiro envolvem riscos e rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

Previdência Privada Vale a Pena?

Para muitos brasileiros, a previdência privada ainda é vista como a única maneira de garantir uma aposentadoria sem contar apenas com o INSS.

A procura pelos planos particulares aumentou principalmente após o Governo anunciar a proposta da Reforma da Previdência.

Ainda vivemos em uma cultura imposta pelas grandes instituições financeiras em que, para ter uma aposentadoria tranquila, é preciso investir na previdência privada. Quando na verdade, esta opção só é lucrativa para os bancos e as seguradoras.

A previdência privada pode até ser vista como um complemento da previdência social, mas se você pensa em…

  • Ter uma aposentadoria tranquila e até antecipada
  • Fazer uma reserva financeira, seja para pagar os estudos dos filhos, trocar de carro, viajar, ou qualquer outro objetivo…

Esqueça a Previdência Privada de Uma Vez Por Todas.

Ela NÃO garantirá sua Aposentadoria Independente e te levará até a sua Liberdade Financeira.

Mas então, o que fazer?

Crie e gerencie sua própria previdência!

Entenda como funciona a previdência privada

Existem diversos produtos de previdência privada adaptáveis às necessidades dos contratantes.

Em geral, funciona assim:

  • Escolhe-se a quantia de contribuição, bem como, o período. Os depósitos são opcionais, sendo que, o retorno dependerá do tempo e dos valores aplicados.
  • É permitido sacar os valores antes de se aposentar, porém, na maioria das vezes isso não compensa para o investidor.

Altos Custos

Os planos de previdência privada possuem diversos custos, que muitas vezes não ficam claros para o investidor. Veja alguns deles:

Taxa Administrativa: é o custo cobrado pela gestão do plano. Ou seja, você paga simplesmente para deixar seu dinheiro lá. Normalmente essa taxa varia de 1,5 a 3% sobre o rendimento.

Taxa de Carregamento: é a taxa que o banco cobra por cada aporte afim de suprir as despesas administrativas. Desse modo, se você depositar R$ 1.000,00 com taxa de carregamento de 2%, o banco descontará R$ 20,00 de taxa. Assim, somente R$ 980,00 vão para a sua previdência.

Taxa de Saída: é a taxa cobrada caso você resgate o valor investido antecipadamente. O valor da taxa de saída depende do contrato, sendo que algumas seguradoras impõem prazos de carência, tanto para resgate quanto para transferência do plano de previdência privada.

Imposto de Renda (IR): Em geral, quanto maior o tempo de permanência, menor a alíquota do IR. Porém, o valor cobrado em impostos é muito alto. Enquanto que nas aplicações comuns o IR vai de 22,5% a 15% ao ano sobre os rendimentos, alguns planos de previdência chegam a cobrar 35%, desestimulando o saque.

Baixo Rendimento

Se o seu objetivo é fazer um bom investimento, fuja da previdência privada.

Levando em conta todos os custos existentes, os planos de previdência privada rendem bem pouco.

É possível investir por conta própria com muito mais rentabilidade e com a mesma segurança.

Os fundos de previdência investem em títulos que você mesmo pode investir. Não é nada fora de seu alcance.

Crie e gerencie sua própria previdência

A previdência privada não vale a pena. Você pode criar e gerenciar sua própria previdência com um retorno muito maior!

Ao investir por conta própria, você não divide sua rentabilidade com intermediários e ainda pode escolher opções de investimento que melhor atendem ao seu objetivo.

Essa é a única maneira dos seus interesses estarem verdadeiramente em primeiro lugar.

Crie seu próprio Plano de Aposentadoria Independente.

Não sabe por onde começar?

Baixe agora o eBook Como Investir do Zero e aprenda como fazer seu dinheiro se multiplicar.

Nosso objetivo é te ensinar a administrar e investir seu dinheiro de maneira inteligente, e assim, alcançar a Liberdade Financeira.

 

Como Saber Se Uma Corretora é Confiável?

Qual corretora é confiável? Essa é uma das principais dúvidas de quem está iniciando no mundo dos investimentos.

As corretoras são as instituições financeiras responsáveis por intermediar a negociação de ativos. Desse modo, abrir uma conta em uma corretora de valores é o primeiro passo para investir.

Apesar de serem o lugar certo para fazer seu dinheiro render, escolher uma corretora para investir é uma tarefa que exige calma e pesquisa.

No site da BM&F Bovespa, por exemplo, encontramos cerca de 90 corretoras em operação no Brasil. Lá é possível filtrá-las de acordo com seus produtos, serviços, selos de qualificação, entre outros.

Colher informações de quem já utiliza o serviço pode te ajudar a decidir por uma corretora confiável.

Mas sua escolha deve também estar baseada nos custos em relação aos benefícios que elas oferecem. O que certamente terá um impacto sobre a rentabilidade.

Um dos investidores mais ricos do mundo, multiplica o capital em 20% ao ano, portanto é preciso ter cuidado com quem oferece mais do que isso de rentabilidade.

Bancos grandes possuem sua própria corretora. Apesar de ser mais cômodo para investir, uma vez que você não precisa abrir conta em outra corretora, nem transferir o dinheiro, eles costumam cobrar taxas mais elevadas do que as corretoras independentes.

Já as corretoras independentes, costumam ter taxas mais atrativas e uma gama de serviços maior.

Porém, não defina sua escolha apenas pelo preço. Você precisa contar com um bom atendimento e um home broker estável, por exemplo.

E o mais importante: você deve se sentir seguro e investir seu dinheiro através de uma corretora confiável.

Mas como descobrir se a corretora está devidamente autorizada e evitar que você não caia em golpes?

A regulamentação das corretoras

Na hora de escolher a sua corretora de valores, pesquise um pouco para se certificar se a corretora é confiável ou não.

Para que uma corretora de valores seja considerada segura, ela deve atender uma série de requisitos e práticas operacionais.

Antes de mais nada, verifique se a instituição financeira está registrada na Comissão de Valores Mobiliários – CVM, entidade responsável por regular este mercado.

Porém, somente isso não basta para avaliar se a corretora é confiável. Consulte outras entidades responsáveis pela organização e fiscalização, como a própria BM&FBOVESPA e o Banco Central.

No Brasil, as corretoras só podem ser criadas após autorização prévia do Banco Central do Brasil (Bacen).

Além disso, essas instituições são regulamentadas e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), através da Lei 6.385/76 e pela instrução 505 da própria CVM.

 

Confira o cadastro na CVM

Através da CVM podemos descobrir se a empresa está cadastrada e autorizada a atuar no mercado.

A CVM, ou Comissão de Valores Mobiliários, é a entidade pública responsável por regular e fiscalizar o mercado de valores mobiliários no Brasil.

Por valores mobiliários entende-se:

  • Cupons cambiais
  • Ações
  • Bônus de subscrição
  • Debêntures
  • Certificados de depósito de valores mobiliários
  • Notas comerciais
  • Contratos futuros
  • Cédulas de debêntures
  • Contatos derivativos

Todas as Corretoras de Valores confiáveis devem estar devidamente cadastradas na CVM e seguir uma série de diretrizes traçadas pela entidade.

Para descobrir se a corretora está autorizada e cadastrada na CVM basta uma pesquisa rápida na Central de Sistemas.

A CVM ainda oferece uma ferramenta para verificar a idoneidade das corretoras.

Através do menu “Consulta a Processos Sancionadores”, é possível consultar ela já cometeu alguma infração no mercado de valores mobiliários e sua resolução.

Confira o cadastro no Banco Central

Para saber se determinada instituição financeira é ou não regulamentada pelo Banco Central, acesse o este link do site do BCB e pesquise com o nome da instituição.

Confira os certificados da BM&FBOVESPA

A própria BM&FBOVESPA criou um mecanismo para certificar a qualidade dos serviços prestados pelas corretoras de valores. É o  Programa de Qualificação Operacional ou PQO.

Através de um sistema de selos, o programa atesta a qualidade da corretora em diferentes níveis de exigências.

Dentre os diferentes certificados estão: Agro Broker, Carrying Broker, Execution Broker e Retail Broker.

Para o investidor pessoa física, o selo mais importante é o Retail Broker.

O selo Retail Broker avalia as corretoras dentro dos seguintes indicadores:

  • Oferta de serviços de assessoria e plataforma eletrônica de negociação de produtos financeiros.
  • Diversificação de produtos, conteúdo educacional e de alternativas de investimento.
  • Oferta de ferramentas de negociação de tecnologia móvel e plataformas eletrônicas voltadas a investidores
  • Disponibilização de diferentes canais de relacionamento e atendimento de clientes.

O Selo Cetip Certifica – Investimentos de Renda Fixa

As corretoras oferecem diversos serviços que vão além da compra e venda de ações.

O selo Cetip Certifica é uma espécie de selo de qualidade para as corretoras que garante aos clientes que todas as suas aplicações de renda fixa estejam registradas e identificadas em seu nome, estando vinculado ao seu CPF, independentemente do valor da aplicação.

Os principais produtos certificados pelo CETIP CERTIFICA são os Certificados de Depósitos Bancários (CDB), os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), os Certificados de Investimento Audiovisual (CIA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), as Debêntures (incentivadas ou não), os Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), as Letras de Câmbio (LC), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), as Letras Financeiras (LF), as Notas Comerciais (NC), os Recibos de Depósito Bancário (RDB) e as Cotas de Fundo Fechado (CFF).

Certificados do Mercado Financeiro

Não somente as corretoras precisam estar registradas pelas entidades fiscalizadoras. Os profissionais que atuam no mercado financeiro também precisam ter a sua certificação.

Ser um investidor e iniciar seu caminho rumo à Liberdade Financeira, qualquer um pode começar agora mesmo.

Porém, para se tornar um profissional do mercado financeiro, ou um analista, são necessárias algumas certificações financeiras que permitem ao profissional indicar investimentos, ou atuar em suas áreas específicas de acordo com cada qualificação.

CPA – Certificado Profissional ANBIMA

O CPA- 20 é direcionado a profissionais que trabalham na prospecção de clientes ou venda de produtos financeiros para investidores nos segmentos Varejo Alta Renda, Private Banking, Corporate e Investidores Institucionais.

Já o CPA-10,  é voltado para profissionais que trabalham na área de prospecção de clientes ou venda de produtos de investimentos junto aos investidores tanto pessoa física quanto jurídica com renda aplicável menor que 300 mil.

CNPI – Certificado Nacional do Profissional de Investimento

O CNPI é um selo da APIMEC – Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais destinado à especialistas em análises e emissão de relatórios.

O CNPI é obrigatório e solicitado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que se exerça a função de Analista de Valores Mobiliários.

 

O mercado de ações é bastante dinâmico. Antes de você confiar seu dinheiro a alguma corretora ou analista, procure as certificações e registros. Essa é uma maneira bastante eficiente de saber se uma corretora é confiável.

O André Fogaça, aqui do GuiaInvest, por exemplo, tem autorização da CVM para ser Gestor de Carteiras de Investimento.

Primeiros Passos Para Investir

Investir em ações pode parecer complicado e, por isso, afasta possíveis investidores antes mesmo de começar.

A verdade é que investir na Bolsa de Valores é mais simples do que você imagina.

Você só precisa abrir uma conta em uma corretora, transferir o dinheiro, acessar a home broker e começar a investir.

Quer aprender como investir em ações?

Recomendo primeiro você ler o artigo O Básico da Bolsa de Valores Para Iniciantes. Um guia básico para você entender o que são ações, o que é e como funciona a Bolsa de Valores e demais conceitos.

Depois de entendido isso, quais os primeiros passos para investir?

Resumidamente, para ter acesso à Bolsa de Valores é preciso de um intermediário: as corretoras ou bancos. (Recomendamos a primeira opção, por possuir taxas menores).

Estas instituições fazem a intermediação da compra e venda de ações entre o investidor e a Bolsa de Valores.

Com a sua conta na corretora aberto, você terá acesso ao Home Broker, plataforma de negociações da bolsa de valores. Através dela, é feita toda negociação das ações, por conta própria e totalmente online.

Passo a passo para investir na bolsa de valores

1- Abrir uma conta em uma corretora

O primeiro passo para investir em ações é abrir uma conta em uma corretora. Essas instituições são fundamentais para de comprar e vender ações, uma vez que fazem o intermédio entre o investidor e a Bolsa de Valores.

As corretoras devem ser autorizadas pelo Banco Central do Brasil e são fiscalizadas pela CVM. Garantindo que seu patrimônio esteja protegido quando em guarda dessas instituições.

Como escolher uma corretora? No site da BM&F Bovespa, encontramos cerca de 90 corretoras cadastradas e habilitadas.

Os serviços oferecidos por elas são parecidos. O que pode fazer diferença são as taxas cobradas e a eficiência do Home Broker. Fato esse que faz grande diferença na hora de investir.

Para abrir conta na corretora, é necessário preencher um cadastro com seus dados pessoas, residenciais e bancários.

Uma corretora de valores não é uma conta corrente! A conta na corretora leva seu nome, mas serve somente como uma ponte entre seu dinheiro e a compra e venda de ações.

Sendo assim, é necessário que além da conta na corretora, você possua uma conta em um banco de sua preferência para fazer a transferência para a corretora. (Veremos melhor no próximo passo).

2 – Transferir o dinheiro para sua conta na corretora

O próximo passo para investir em ações é enviar dinheiro para sua conta na corretora. Dinheiro este que será utilizado para a compra de ações.

Por motivos de segurança, o dinheiro só entra na sua conta da corretora mediante transferência bancária de uma conta com o mesmo CPF.

Transferir o dinheiro é fácil. Basta fazer uma TED ou DOC da sua conta corrente para a sua conta na corretora.

3 – Comece a investir

Assim que o seu dinheiro estiver na sua conta, você já pode começar a investir na Bolsa de Valores através do Home Broker.

Home Broker é uma plataforma online que conecta o cliente, a corretora e a Bolsa de Valores. Através dele você pode comprar e vender ações, e acompanhar as cotações e rentabilidade ao longo do tempo.

Cada corretora tem o seu próprio Home Broker que você pode acessar e enviar uma ordem do conforto da sua casa ou de qualquer lugar que você estiver.

Saiba mais sobre O que é Home Broker e como usar clicando aqui.


Quais os custos de investir em ações?

Basicamente, existem 2 custos para investir em ações cobrados pela corretora. São a corretagem e a taxa de custódia.

Esses custos variam bastante de corretora para corretora e podem fazer toda a diferença nos lucros dos seus investimentos.

Taxa de corretagem

É a taxa cobrada pela corretora cada vez que você emite uma ordem de compra ou venda de ações.

Esse valor pode ser fixo ou uma porcentagem do valor da operação que você fizer. O que pode ser mais ou menos vantajoso dependendo do valor que você comprar ou vender.

A taxa de corretagem varia bastante dependendo da corretora e fica em torno de R$ 0 a R$ 20 por transação.

Taxa de custódia

A taxa de custódia é como se fosse uma mensalidade para “guardar” suas ações que pode variar entre R$ 0 a 40.

Algumas corretoras não cobram esse valor, o que pode representar uma economia a mais. Porém, a isenção da taxa de custódia não deve ser o principal motivo para a escolha da corretora.

 

Agora que você já conhece os primeiros passos para investir, é hora de agir.

Elabore sua estratégia, avalie as ações e trace seu caminho rumo à Liberdade Financeira.

A única coisa que realmente importa quando falamos de ações

Olá amigos investidores,

Neste momento, peço que você olhe para esses dois gráficos:

1ª) Gráfico de lucros históricos da empresa “A”

2º) Gráfico de lucros históricos da empresa “B”

Faço uma pergunta…Qual empresa você acredita que tenha se valorizado no longo prazo?

Se sua opção foi a empresa A (tenho certeza que foi), parabéns! Você é capaz de escolher boas empresas e construir riqueza.

Veja a evolução de preços em relação a evolução dos lucros:

Empresa A

Empresa B

Os lucros – ou promessa de lucros futuros – são o que dão valor às ações.

Mas nem tudo são flores, o investidor de hoje não lucra com o crescimento de ontem.

Por isso é necessário escolher empresas de bons fundamentos e com capacidade de crescimento de resultados, pois a soma desses fatores irão refletir no preço.

Ok…agora parece que complicou um pouco né?

Só parece, porque podemos ajudar a tornar tudo isso simples.

Nós do Guiainvest criamos dois indicadores para facilitar a escolha das ações, levando em consideração seus fundamentos e a capacidade de crescimento dos lucros. Eles se chamam GI SCORE e GI LINE.

Já pensou se você tivesse que analisar os balanços, demonstrativo de resultado e fluxo de caixa das empresas para avaliar se é uma boa oportunidade? Demandaria tempo e também seria uma tarefa complexa…

Foi pensando nisso que criamos esses dois indicadores que irão facilitar sua vida.

Utilizando as empresas anteriores, veja o que “diz” os dois indicadores comentados anteriormente:

Empresa A

Empresa B

Viu como fica fácil selecionar boas empresas?

Os indicadores respondem de forma rápida e objetiva as duas perguntas determinantes:

Gi Score – Empresa é boa?

Gi Line – Empresa poderá crescer e valorizar seu preço?

Encontrar boas ações nunca foi tão fácil!

Selecione agora ações de boas empresas

Bons investimentos,

Eduardo Voglino

Um Ode a Volatilidade

Caro leitor,

Hoje trago para você uma visão sobre o motivo pelo qual o sobe e desce da bolsa é uma coisa boa para você.

O sobe e desce da bolsa tem um nome, e se chama “volatilidade”.

Por incrível que pareça, a volatilidade é a melhor amiga do investidor de longo prazo. É ela que permite que você faça ótimas compras em momentos de queda do mercado.

Veja que interessante o estudo que eu elaborei.

Coloquei lado a lado o histórico de preços da ação da Weg, na linha azul, e uma linha reta que vai da sua cotação inicial até a sua cotação atual, na linha laranja.

A moral dessa linha laranja é simular um cenário onde o preço da ação não oscilasse, mas somente subisse em linha reta no longo prazo.

O período do estudo de é de março de 2002 até fevereiro de 2019.

Isso pareceria atraente para qualquer investidor, certo? Afinal você teria ganhos de renda variável com a estabilidade da renda fixa.

ERRADO.

Vamos lembrar aqui que você não vai se dar bem se fizer um único investimento, mesmo que seja o melhor investimento do mundo. Você deve investir sempre, de preferência todos os meses.

Então, o que eu fiz: eu simulei um aporte mensal de mil reais levando em consideração o histórico real de preços da ação da Weg e esse mesmo aporte mensal de mil reais no cenário hipotético em que o preço da ação subiu em linha reta dentro do mesmo período, sem nenhuma volatilidade.

Um aporte mensal nas ações da Weg considerando o cenário real teria acumulado um patrimônio de 1 milhão e 914 mil. Se não houvesse volatilidade, o acúmulo de patrimônio teria sido de 880 mil, menos da metade.

E por que isso ocorre?

Pois a volatilidade permite que você compre muitas ações de uma ótima empresa a um preço muito abaixo do normal.

Se no curto prazo ela assusta alguns, no longo prazo ela é a maior aliada do investidor.

Ame a volatilidade. Compre ações sempre. Se entupa de ações quando os preços caírem.

Invista sempre em ações de boas empresas. Não leva tempo. Bastam poucos cliques.

Saiba quais ações estão boas para comprar agora.

Um abraço e bons investimentos.

Ps.: sexta queda consecutiva na projeção de crescimento para 2019. Assim como você não deve esperar a reforma da previdência para começar a investir em ações, o Banco Central não poderá esperá-la para começar a baixar a taxa Selic.

Por que a poupança tá na frente das ações e fundos?

Alô, pessoal. Tudo bem?

Sou o Adriano Severo, especialista aqui no GuiaInvest com foco na área de dividendos. Sou formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC).

A partir de hoje vou escrever para vocês toda terça-feira. Sintam-se à vontade em mandar suas dúvidas, opiniões e sugestões.

Vamos lá…

Uma questão que fico me perguntando constantemente é do por que a caderneta de poupança está na frente de títulos privados, de previdência privada, de ações, de fundos de investimento e até mesmo de títulos públicos.

Qual seria a explicação para tanta gente deixar o dinheiro parado?

Não condeno a caderneta de poupança como produto em si, visto que ela pode servir para reserva de emergência, ou parte desse estoque. Pela facilidade de saque a qualquer momento, inclusive finais de semana e feriados. Por isso que não podemos descartar ela totalmente.

Veja que curioso…

A poupança é conhecida por ser a pior aplicação. E ironicamente é o produto em que deixamos nosso dinheiro por um período maior que as demais oportunidades do mercado.

Veja na tabela a seguir por quanto tempo um brasileiro costuma manter seus investimentos em diferentes produtos:

Se temos uma média de 132 meses como período em que os recursos ficam na poupança, isso significa que estamos “perdendo” dinheiro, visto que esse intervalo de tempo é maior que o mínimo indicado por especialistas para aplicações mais arriscadas, como ações.

Não temos o costume de nos planejar em vários quesitos de nossas vidas, e isso inclui os investimentos.

Talvez por insegurança, falta de conhecimento ou pouco tempo disponível. Quem sabe até mesmo uma combinação destes três fatores.

O fato é que independente do motivo, nosso dinheiro está minguando ao longo do tempo, e o tempo não está nem aí pra gente.

Quando vê passaram cinco anos, quando vê passaram trinta anos, e nossas economias não são suficientes para termos uma aposentadoria digna.

Dito isso, proponho uma reflexão…

Pense sobre suas aplicações e seus objetivos de vida. Elas estão de acordo?

Agora, você pode estar se perguntando…

“Mas se eu não conheço alternativas, como sair dessa situação?”

Calma que já te explico. Antes disso vamos fazer duas ponderações, que servem tanto para a poupança quanto para outras aplicações:

– Se eu deixo por 11 anos o dinheiro na poupança, significa que eu não preciso ter tanta liquidez como imagino.

– Se eu não preciso ter tanta liquidez como imagino, posso realocar parte desses recursos em outras modalidades.

Então, caso ainda queira, eu poderia deixar na caderneta de poupança uma reserva suficiente para de fato alguma emergência ou oportunidade e o restante diversificar, como por exemplo em dividendos.

Vamos a alguns exemplos de empresas que pagaram dividendos iguais ou superiores a caderneta de poupança, está rendendo 4,5% a.a., nos últimos meses, além de contar com a oscilação das ações:

  • SMLS3 => 8,2%a.a.
  • ABCB4 => 5,6%a.a.
  • CIEL3 => 12,0%
  • ITUB3 => 5,2%a.a.
  • BBSE3 => 10,0%a.a.
  • MRVE3 => 5,8%a.a.
  • EGIE3 => 8,2%a.a.
  • TRPL4 => 15,7%a.a.

E aí, o que me diz de começar a montar uma carteira com foco em dividendos?

Clicando aqui você libera o acesso a uma masterclass onde o André revela um passo a passo para você montar uma carteira de dividendos matadora.

Adriano Severo é Educador Financeiro, formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC). Ministra palestras e cursos sobre finanças e economia e leciona na Fundatec e QI Faculdade & Escola Técnica. Participa como fonte de informação para TV Record, Band TV, Estadão, CBN, HSBC, VIVO, UOL, GaúchaZH, Correio Braziliense, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Diário Gaúcho, Postalis, AGERT, POATV, dentre outros. Possui painéis expostos no Museu de Finanças da PUCRS.

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