24 vieses cognitivos que te impedem de ganhar mais dinheiro

A maioria dos investidores são guiados por vieses cognitivos que os levam a cometerem erros. Essas crenças e julgamentos pessoais podem distorcer a visão da realidade. Aprenda a detectar e evitar esses vieses que te impedem de ganhar dinheiro.

Você se acha uma pessoa objetiva, lógica e racional?

Gostamos de pensar que sim, que somos capazes de captar e interpretar informações baseados em evidências e na realidade.

Porém, o cérebro humano é programado para cometer diversos tipos de erros mentais quando estamos fazendo julgamentos e decisões. Esses vieses cognitivos podem afetar nossa capacidade de fazer julgamentos racionais e nos levar a cometer diversos erros nas tomadas de decisão.

Cada um de nós tem sua própria visão de mundo e toma suas decisões baseadas na sua percepção da situação. Ou seja, nosso cérebro tende a fazer uma análise tendenciosa.

É essencial controlar as emoções ao investir. Como já dizia Benjamin Graham, “O maior inimigo do investidor é ele mesmo”.

Quando estamos falando em investimentos, entender como sua mente funciona é de extrema importância para evitar julgamentos errados e estar atento à novas oportunidades. Uma vez que os vieses afetam de forma relevante a tomada de decisões financeira.

Daniel Kahneman e Amos Tversky foram pioneiros no trabalho em torno de vieses cognitivos, em 1972. Desde então, diferentes vieses cognitivos foram identificados.

No total, existem mais de 180 vieses cognitivos que interferem na forma como processamos os dados, pensamos e percebemos a realidade.

Listamos aqui 24 vieses cognitivos que estão distorcendo sua percepção da realidade e impedindo você de ganhar mais dinheiro.

#1 – Viés da ancoragem

É a tendência de se agarrar à primeira informação, ou uma referência do passado, na hora de tomar decisões. Esta, influenciará o julgamento de tudo que se segue.

A mente humana é de natureza associativa, de modo que a ordem em que recebemos informações ajuda a determinar o curso de nossos julgamentos e percepções. Assim, a primeira impressão é muito mais poderosa e todas as comparações posteriores serão “ancoradas” a partir dela.

Esse viés pode ser prejudicial ao investidor, uma vez que este pode ficar ancorado às cotações históricas do ativo.

#2- Falácia dos custos afundados

É a tendência das pessoas se apegarem e seguirem irracionalmente um pensamento ou atividade, mesmo que não cumpre com suas expectativas por causa do tempo e /ou dinheiro que já gastou com ele.

Quando investimos nosso tempo, dinheiro ou emoção em algo, é difícil simplesmente deixar ir. Essa insistência pode fazer o investidor perder dinheiro e fazer investimentos imprudentes.

Podemos estender viés para diversos temas, como por exemplo:

“Eu vou comer tudo porque paguei!”

“Não gostei desse filme, mas como paguei, eu não vou sair cinema! Vou ver até o fim”

Para recuperar a objetividade, pergunte a si mesmo: se eu ainda não tivesse investido alguma coisa, ainda faria isso agora? Eu aconselharia um amigo a fazer o mesmo se ele estivesse na mesma situação?

#3 – Viés da confirmação

Tendência de procurar maneiras de justificar suas crenças existentes. Esse é um ato inconsciente de buscar referências e ideias que se encaixam em nossos preconceitos. Enquanto que, ao mesmo tempo, ignoramos e desconsideramos não vão ao encontro do nosso ponto de vista.

Nós adoramos concordar com pessoas, que concordam conosco. E não gostamos de sermos contrariados.

“O primeiro princípio é que você não deve se enganar – e você é a pessoa mais fácil de enganar” – Richard Feynman

Esse viés é perigoso para o investido porque pode guia-lo a tomar decisões julgadas de forma errada. Por exemplo, um investidor pode buscar apenas por informações que confirmam com seu ponto de vista (ficando fechado a opiniões contrárias).

#4- Efeito dunning-kruger

Quanto mais você souber, menos confiante você estará. Ao passo que quanto menos você sabe, mais pensa que sabe.

Uma vez que os especialistas sabem o quanto eles não sabem, eles tendem a subestimar sua capacidade.

Portanto, é mais fácil ser confiante quando você tem apenas uma ideia simples de como as coisas são.

“Todo o problema com o mundo é que tolos e fanáticos são tão seguros de si mesmos, mas pessoas mais sábias, estão cheias de dúvidas” – Bertrand Russell

#5- Efeito Backfire – Tiro pela culatra

Quando sua crença é confrontada por fatos, ao invés de mudar de posicionamento, você acredita ainda mais fortemente nela.

Podemos experimentar estar errado sobre algumas ideias como um ataque a nós mesmos. Isso pode nos levar a dobrar nossa crença, apesar das evidências.

“Não é o que você não sabe que te coloca em apuros. É o que você sabe com certeza que não é assim” – Mark Twain

#6- Efeito de Barnum – Validação Subjetiva

Tendência a crer que eventos sem ligação lógica pode ter algum tipo de ligação de acordo com nossas crenças.
Isso acontece porque nossas mentes são dadas para fazer conexões. Desse modo, é fácil para nós tomar declarações nebulosas e encontrar maneiras de interpretá-las para que pareçam específicas e pessoais.

Um exemplo disso é a astrologia. Onde as informações podem ser interpretadas e aplicadas a qualquer um, não apenas a você.

#7- Declinismo

Você se lembra do passado como melhor do que era e espera que o futuro seja pior do que provavelmente será.

É a crença que a sociedade tende ao declínio. Apesar de vivermos no tempo mais pacífico e próspero da história, muitas pessoas acreditam que as coisas estão piorando. É aquele papo de que “bom mesmo era antigamente.”

Em vez de ser nostálgico, use métricas atuais que podem ser consideradas prósperas.

#8- Efeito de enquadramento

As pessoas tendem a serem influenciadas dependendo do contexto e da forma que é apresentada.

Apesar de gostarmos de pensar que não podemos ser manipulados, a verdade é que todos nós somos, de fato, influenciados pela entrega. É isso que a indústria publicitária faz.

Tudo depende de como as coisas estão sendo colocadas para você. Assim, é possível que a pessoa seja influenciada no sentido de buscar o risco apenas apresentado um ponto de vista diferente.

Por exemplo: Você tem 20% de chance de perder R$ 1000 e 80% de chance de ganhar R$ 2000.

#9- Hipótese do mundo justo

Sua preferência por um mundo justo faz você presumir que ele de fato existe. A realidade é que as pessoas nem sempre conseguem o que merecem, o trabalho árduo nem sempre dá resultado, e a injustiça acontece.

Ao invés de se sentir culpado, compreenda que todo mundo tem sua própria história de vida, somos todos falíveis e coisas ruins acontecem a pessoas boas.

#10- Viés de grupo

É a tendência de favorecer aqueles que pertencem ao seu grupo. Esse viés ocorre devido ao comportamento humano típico de formar grupos e identidades de grupo.

Apesar de presumirmos que somos justos e imparciais, a verdade é que nós favorecemos automaticamente aqueles que são mais parecidos conosco, ou pertencem aos nossos grupos.

#11- Erro de atribuição fundamental

Você julga os outros em seu caráter, mas você mesmo na situação. Temos a tendência de supervalorizar os fatores internos e subestimar o impacto de fatores externos, como clima ou economia, quando tentamos explicar o comportamento de outras pessoas. No entanto, ao justificarmos nosso próprio comportamento, damos maior peso às causas externas.

Funciona assim, se você não teve uma boa noite de sono, sabe porque está sendo um pouco lento, mas se observar alguém sendo lento, você não dá importância aos fatores externos e, presumir que é apenas uma pessoa vagarosa.

#12- Efeito halo

Tendência a atribuir julgamentos a pessoas/coisas/grupos/lugares de acordo com algumas características estereotipadas. Sendo assim, o quanto você gosta de alguém, ou o quão atraente eles são, influencia seus julgamentos sobre deles.

Portanto, se quisermos ser objetivos, precisamos conscientemente controlar as influências irrelevantes. Isso é especialmente importante no ambiente profissional.

#13- Efeito placebo

Tendência de você acreditar em algo mesmo que seja falso.

#14- Efeito espectador

Esse é um fenômeno social em que as pessoas estão menos propensas a oferecer ajuda, quando há mais pessoas ao redor que também podem fornecer assistência. Ou seja, você presume que alguém vai fazer algo e por isso não o faz.

Isso é comum em uma situação de emergência. Podemos experimentar um tipo de choque e paralisia que nos distrai do senso de responsabilidade em ajudar ou pedir ajuda.

#15- Heurística da disponibilidade

Este é um viés cognitivo onde seus julgamentos são influenciados de acordo com a facilidade de lembrar de algo.

O quão recentes, intensas ou incomuns são suas lembranças podem fazê-las parecer mais relevantes.  Por isso, tente obter diferentes perspectivas e informações estatísticas relevantes, em vez de confiar apenas nos primeiros julgamentos e influências emotivas.

#16- Maldição do conhecimento

Esse viés cognitivo fala da dificuldade em se comunicar efetivamente com pessoas que não tenham o mesmo nível de conhecimento sobre algo, uma vez que supõem que todos têm o mesmo entendimento que você.

Desde que você entende algo, que ela faz sentido para você, você tende a presumir que isso seja óbvio para todos.
No entanto, nos esquecemos do caminho que tivemos que percorrer para obter o conhecimento atual.

# 17- Viés da crença

Se uma conclusão sustentar suas crenças existentes, você racionalizará qualquer coisa que a apoie.

É difícil para nós deixar de lado nossas crenças existentes para considerar os diferentes argumentos. Nós tendemos a defender automaticamente nossas ideias sem realmente questioná-las. Se pergunte “quando e como consegui essa crença?”.

#18- Viés da Autoconveniência

Você acredita que suas falhas são devidas a fatores externos, como algum acontecimento ou ao comportamento de outra pessoa. Mas atribui o sucesso a fatores internos, como a inteligência.

É mais fácil dizer a nós mesmos que merecemos as coisas boas que nos acontecem, enquanto culpamos as circunstâncias quando as coisas não acontecem do nosso jeito.

#19- Pensamento de grupo

Pensamento de grupo é um tipo de pensamento evidenciado em grupos para minimizar conflitos e chegar ao consenso. Assim, você deixa de lado suas ideias e opiniões individuais em prol da harmonia em uma situação de grupo.

A discordância pode ser desconfortável e perigosa para uma posição social. Assim, frequentemente a voz mais confiante ou a primeira voz determinará as decisões de todo o grupo.

#20- Viés de negatividade

Esse viés cognitivo reflete a tendência das pessoas a deixarem as coisas negativas influenciem desproporcionalmente seu pensamento.

As pessoas tendem dar mais atenção às más notícias, percebendo-as como mais importantes ou profundas do que as notícias positivas.

#21- Viés de otimismo

Tendência a superestimar a probabilidade de resultados positivos, acreditando que você tem menos risco de sofrer um evento negativo em comparação aos outros.

Assim como pode haver benefícios de pensar positivo, é também insensato deixar tal atitude prejudicar a capacidade de fazer julgamentos racionais.

Se você fizer julgamentos racionais e realísticos, terá muito mais motivos para se sentir positivo.

#22- Viés de pessimismo

Esse viés cognitivo é o oposto do anterior. Ao ter um viés de pessimismo, você superestima a probabilidade de resultados negativos.

O pessimismo muitas vezes é um mecanismo de defesa contra o desapontamento, bem como resultado de transtornos depressivos e ansiosos.

#23- Reatância

É o desejo de fazer o oposto do que esperam e querem que você faça. Quando sentimos que nossa liberdade está sendo restringida, tentamos resistir.

#24- Efeito holofote

É a tendência a acreditar que está sendo mais notado pelos outros do que efetivamente é. Ou seja, você superestima o quanto as pessoas percebem você.

Porém, a maioria das pessoas está muito mais preocupada consigo mesma do que com você.Em vez de se preocupar com o modo que está sendo ou não julgado, pense em como você faz os outros se sentirem.

 

Veja mais armadilhas mentais do investidor.

Como você viu, nosso cérebro é projetado para resolver tomar decisões baseados em atalhos mentais que visam a sobrevivência e não para otimizar decisões de investimentos.

Portanto, conhecer o comportamento de nossa mente é vital para contornar esses vieses, ser mais racional e reduzir os riscos nos investimentos.

Agora que você já entende mais sobre a mentalidade do investidor, você pode conquistar a sua liberdade financeira em 3 simples passos.

A Volta dos Mortos Vivos (Turnaround)

Olá, amigo investidor!

Tenho um amigo de longa data chamado Guilherme. Ele tem uma empresa há mais de 10 anos que desenvolve e produz peças para motocicletas de altas cilindradas.. Seu hobby se tornou sua profissão!

Até o ano de 2016 tudo estava indo bem! As vendas cresciam, novos clientes surgiam, o produto tinha alto grau de aprovação e conseguiam atender às necessidades que vinham surgindo neste setor.

Mas no início de 2017 um concorrente mudou o cenário!

Guilherme percebeu que seus clientes estavam migrando para o concorrente. As vendas começaram a cair e, com isso, lucratividade e rentabilidade despencaram.

O tempo passou e Guilherme percebeu que ainda tinha dinheiro para pagar os funcionários, mas se medidas não fossem tomadas, um caos interno poderia ocorrer.

Ficou claro que em algum momento seu negócio entrou numa rua sem saída e precisava pegar uma nova rota.

Neste momento, preocupado e fragilizado com a situação, ele se deparou com o desafio de descobrir como recuperar uma empresa endividada e quase falida.

Você deve concordar que o ser humano naturalmente aprende na dor…

Guilherme analisou de forma mais detalhada o concorrente e compreendeu os seus principais diferenciais.

Claramente ele percebeu que seu concorrente havia direcionado energia e investimentos para vendas online, ao contrário de sua empresa, que possuía a estratégia comercial apenas no campo físico (offline).

Uma grande reestruturação iniciou neste momento.

Guilherme construiu uma equipe nova, especializada em e-commerce, e remodelou seu negócio.

Por óbvio, o processo foi sofrível, porém necessário. Mas essa medida retomou o crescimento da empresa.

Sabe quando um lutador de boxe está preso no canto do ringue, a ponto de ser nocauteado, e em seu último suspiro, ele aplica esperançoso seu golpe no queixo do oponente?

O golpe certeiro mudou o destino da luta.

É exatamente essa virada de jogo que no mundo dos negócios chamamos de turnaround.

Recuperar-se e revitalizar-se são as palavras-chave para quem passa por esse momento. Os objetivos, claro, envolvem a restauração do equilíbrio financeiro e a volta à competitividade para uma recuperação empresarial por completo.

Sabe qual empresa passou por esta situação recentemente?

A Magazine Luiza (MGLU3)

“O nosso plano tem uma visão, transformar a empresa, que hoje é uma empresa de varejo tradicional com uma área digital, em uma empresa digital com pontos físicos.”

Foram as palavras do CEO (Frederico Trajano) da Magazine Luiza em 2015, quando a ação era cotada a aproximadamente 2 reais.

Após 4 anos e a reestruturação do negócio a ação é cotada em 190 reais.

Quer dizer então que basta eu encontrar uma empresa com resultados ruins, passando por um processo de reestruturação que vou auferir ganhos desta magnitude?

Respondo com um enfático NÃO!

Os riscos de se investir em ações que estão em processo de turnaround são enormes.

A lei da relação risco x retorno sempre irá se sobrepor a tudo.

Empresas em processos de turn around devem ser avaliados caso a caso, buscando analisar o grau de dificuldade.

Considero como turnaround mais desafiadores os que apresentam empresas com alto grau de endividamento, setores em decadência e margens reduzidas.

Mais do que apenas números, nestes momentos é especialmente válido considerar a capacidade técnica dos novos gestores.

Veja algumas empresas que estão em processo de turnaround:

Perceba que essas empresas estão com margens negativas, endividamento elevado (exceção da Oi que recebeu aporte) e com prejuízos.

O único motivo para uma decisão de investimentos sobre estes ativos, seria a possibilidade de um real turnaround.

O risco é grande. Você concorda que as chances de seus negócios se deteriorarem é maior do que uma retomada de lucros, certo?

Entretanto, caso essas empresas acertem seu golpe certeiro, seus retornos serão mais do que satisfatórios.

Veja o exato momento de virada da Magazine Luiza.

Interessante a retomada dos lucros, concorda? E lembrando que os lucros justificam os preços!

*Linha laranja é o lucro e a azul são os preços.

Em sua opinião, vale a pena investir em empresas turnaround? Se preferir, me responda diretamente no Instagram @eduardo_voglino!

Bons Investimentos,

Eduardo Voglino

 

É melhor abrir um negócio ou comprar ações?

Abrir um negócio próprio é o sonho de muitos empregados. As razões são quase sempre as mesmas: falta de perspectiva, jornada de trabalho longa, busca por maior estabilidade financeira. Mas será que ter sua própria empresa é mesmo um bom negócio?

A busca por uma fonte de Renda Extra é uma grande preocupação por parte dos brasileiros, principalmente nos tempos de crise. Quem é que não quer uma maior segurança e estabilidade financeira, não é mesmo?

O mercado está repleto de oportunidades para ganhar dinheiro. Seja se tornando um empreendedor, quanto investindo em produtos financeiros.

Se você tem uma boa ideia, um bom planejamento, pesquisa de mercado, capital e principalmente, muita disposição, abrir um negócio próprio pode gerar um retorno muitas vezes maior que diversas aplicações por aí.

Porém, existe um outro caminho para se tornar sócio de uma empresa e obter bons ganhos: investir em ações.

O que será melhor, investir na Bolsa de Valores ou no negócio próprio?

Abrir um negócio próprio

Ser o seu próprio chefe, ter autonomia para tomada de decisão, poder contar com a possibilidade de uma escala de trabalho mais flexível, fazer algo que gosta. Essas são algumas das vantagens de ter sua própria empresa.

Existem diversos exemplos de pessoas que encontraram seu diferencial, investiram nele e se deram muito bem, fazendo seu dinheiro render mais que muitas aplicações financeiras existentes no mercado.

Porém, ser dono do próprio negócio não é fácil e possuem riscos. Apesar de não prestar contas para o chefe, todo empreendedor deve prestar conta para o consumidor. Esse sim é o mais exigente dos chefes.

Engana-se quem pensa que é abrir um negócio é sinônimo de ficar rico rapidamente. Administrar um negócio próprio não é moleza. Exige tempo e dedicação normalmente superior à do assalariado. E muitas vezes significa sacrificar finais de semana, feriados e férias.

Empreender também demanda disposição ao risco. Lírio Parisotto, inclusive, acredita que investir no próprio negócio pode ser até mais arriscado do que investir em ações.

Crise econômica, inflação e desemprego, são problemas que o país tem enfrentado e sobreviver a esses momentos difíceis exige sangue frio, criatividade e muita persistência.

Segundo dados do Sebrae, diversos negócios fecham suas portas nos primeiros dois anos de vida. Mas, se abrir um negócio irá lhe trazer realização pessoal, primeiro faça um levantamento da demanda, dos gastos e do risco que isso implica. Após entender tudo isso, se esse é realmente seu desejo, faça acontecer.

Agora, imagina ser sócio de empresas consolidadas, ter os melhores profissionais do país trabalhando para você, fazer parte dos maiores projetos e receber por sua participação.

Essas são algumas vantagens de ter ações…

Comprar ações

Ao investir em ações, você se torna sócio de grandes empresas e passa a receber conforme a sua participação.

Ao contrário de abrir um negócio, que precisa de muito dinheiro e tempo de dedicação, investir é muito mais simples. Você não tem a obrigação de atuar na administração, você somente ajuda com o seu capital e recebe seus dividendos ou lucros anuais.

Controlar suas ações exige pouco do seu dia a dia. Graças à tecnologia, é possível comprar e vender ações de onde estiver, através do Home Broker.

Comprando ações você também pode diversificar seus investimentos. Assim, em uma época de crise, seu dinheiro estará mais seguro do que quando se tem um negócio próprio com foco em apenas um tipo de serviço ou material.

Abrir um negócio ou investir em ações?

Negócio Próprio Comprar ações
Maior risco de perder tudo Mais segurança por conta das diversificações
Retorno pode ser inferior ao esperado É possível alcançar bons retornos com conhecimento e uma boa estratégia de investimento
Exige dedicação em tempo integral Não requer muito tempo
Pouco tempo para o lazer Mais qualidade de vida
Mais difícil de vender Negociadas com mais facilidade

Há vantagens e desvantagens para cada uma das escolhas, sendo possível ganhar dinheiro com ambas. Tudo vai depender do seu perfil como investidor, de conhecer o mercado e a si mesmo e muita dedicação.

Você pode inclusive fazer os dois! Parte dos homens mais ricos do mundo ficaram ricos através do próprio negócio e depois migraram para o mercado de ações e multiplicaram o dinheiro.

Se você não possui muito capital, não se preocupe, pois é possível ingressar no mercado acionário e diversificar sua carteira mesmo tendo pouco dinheiro.

Comece sua jornada rumo à Liberdade Financeira, veja quais são as 3 Ações Para Comprar Agora!

O melhor dividendo do mundo é brasileiro

Caro leitor,
Os bancos brasileiros são os que pagam os melhores dividendos do mundo.

O dividend yield médio (relação entre o dividendo pago por ação e o preço da ação) dos bancos brasileiros está em 6,8 por cento ao ano, acima da Taxa Selic, hoje em 6,5 por cento ao ano.

Para você ter noção do quão expressivo é esse valor, nos Estados Unidos o dividend yield médio dos bancos é de 2,7 por cento ao ano.

Dentre 49 bancos pelo mundo, o Itaú Unibanco (ITUB4) é o banco que paga o melhor dividendo, de 8,1 por cento ao ano.

Para quem acha que a bolsa brasileira está cara e já não oferece oportunidades boas, esses números enterram qualquer argumentação nesse sentido.

Um investimento nas ações do Itaú Unibanco supera em 1,6 pontos percentuais o investimento em renda fixa. Isso sem contar a possibilidade de valorização da ação.

Sem falar que dividendos são isentos de Imposto de Renda. A renda fixa não é.

Reforço aqui: a estratégia de investimento em ações com foco em dividendos é significativamente mais segura do que procurar valor nas empresas, ou seja, tentar encontrar ações com potencial de valorização.

Empresas que pagam gordos dividendos estão em estágios mais maduros, estão mais consolidadas.

Empresas que pagam gordos dividendos possuem maior previsibilidade de receitas, de margens e de lucros.

Ações de empresas que pagam gordos dividendos possuem menos volatilidade.

Não há tanto sobe e desce.

Não há tantos sustos para o investidor iniciante.

Se você está iniciando a sua jornada de investidor, apenas a sorte pode ajudar você a encontrar uma nova Magazine Luíza.

Não é preciso procurar a agulha no palheiro.

Encontrar boas pagadoras de dividendos é muito mais simples e os resultados são muito mais previsíveis.

Buscar ações pagadoras de dividendos é um esforço muito pequeno frente ao retorno que você pode ter.

Mercado volta a renovar otimismo com maior adesão à Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados.

Manifestações pró-governo no domingo tiveram efeito neutro no mercado. No cenário externo, China e Estados Unidos apenas falam mais do mesmo pelo Twitter e isso traz alguma trégua para a cotação do dólar frente o real.

Boletim Focus reduz pela 13ª semana consecutiva a projeção para o crescimento da economia em 2019.

Se por um lado os trâmites Reforma da Previdência pode dar ânimo as ações da bolsa de valores nos próximos dias, por outro, a economia real patina e dá indícios de que pode ser pior do que 2017 e 2018.

Se não há mil razões para se comemorar, é porque a bolsa está barata. A hora de ir às compras é agora.

Um abraço e bons investimentos

Unicórnios: As ações mais aguardadas pelo mundo em 2019

O mercado aguarda novas ações para investir em 2019. É esperado de várias empresas unicórnios lancem suas ações na Bolsa de Valores.

O termo unicórnio foi criado pela investidora norte americana Aileen Lee para descrever as startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais.

Quando o nome surgiu, essas empresas eram tão raras que mereciam um nome especial. De 2013 para cá, o número de empresas unicórnios saltou de 39 para 326 unicórnios no mundo, com um valor conjunto de mais de US$ 1,1 trilhão.

Os especialistas estimam que mais de 100 empresas unicórnios poderiam fazer o IPO em 2019, deixando o ano conhecido como o ano do IPO dos unicórnios.

A expectativa dos investidores mundo afora é grande, uma vez que essas IPOs significariam boas oportunidades de investimento.

Até agora o Uber, sua rival Lyft, a plataforma de videoconferência Zoom Video e o Pinterest já atingiram o mercado público de ações.

Lyft

O app de transporte Lyft saiu na frente do seu principal concorrente, o Uber, na abertura de capital. A empresa abriu seu capital no dia 29 de março e arrecadou US$ 2,34 bilhões.

Com isso, o valor de mercado da companhia de reserva de carros para passageiros ficou em US$ 22,4 bilhões.

Uber

A maior empresa do mercado de apps de transporte, fez sua estreia na Bolsa no início de Maio e levantou US$ 8,1 bilhões com sua oferta pública inicial (IPO). Apesar do valor ter ficado abaixo do esperado pela empresa, não pode ser considerado um fracasso completo.

Pinterest

A rede social de compartilhamento de ideias e inspirações Pinterest abriu capital na bolsa de Nova York no dia 18 de abril.

A companhia havia diminuído sua expectativa de valuation para 11,3 bilhões de dólares em sua estreia no mercado de ações mas surpreendeu e atingiu a marca de 12,7 bilhões.

Airbnb

A expectativa é de que a empresa de aluguel de moradias para temporada realize sua oferta pública inicial de ações até final deste ano. Porém, isso ainda não está certo que aconteça. O cofundador, Nathan Blecharczyk disse que a empresa está “dando passos para estar pronta para se tornar pública em 2019, mas isso não quer dizer que irá a público em 2019”.

Conheça os Unicórnios do mundo

Os 10 maiores unicórnios

Empresa Valor da Empresa ($ bilhões) País
Toutiao (ByteDance) US$ 75 China
Uber US$ 72 Estados Unidos
Didi Chuxing US$ 56 China
WeWork US$ 47 Estados Unidos
JUUL Labs US$ 38 Estados Unidos
Airbnb US$ 29 Estados Unidos
Stripe US$ 23 Estados Unidos
SpaceX US$ 19 Estados Unidos
Epic Games US$ 15 Estados Unidos
GrabTaxi US$ 14 Singapura

A ByteDance é o maior unicórnio do mundo. Após o financiamento de US$ 3 bilhões por parte do SoftBank Group, a startup chinesa atingiu o valor recorde de US$ 75 bilhões. Com isso, ultrapassou o Uber, avaliado atualmente em US$ 72 bilhões.

A empresa ByteDance é dona do popular app de videokê e compartilhamento de vídeos, a TikTok, e do Toutiao, um app de notícias chinês com milhões de usuários. O app usa inteligência artificial para disponibilizar e recomendar notícias, sendo que a renda gerada vem basicamente dos anúncios mostrados na interface.

Somente as sete maiores startups valem, juntas, quase 30% do valor de todas as empresas unicórnios, somando mais que US$ 20 bilhões.

Do total de 326 unicórnios, 280 valem entre US$ 1 a 5 bilhões. Somados, valem US$ 461 bilhões, o que equivale a 42,5% do total.

Unicórnios por Setor

Dos 326 empresas unicórnios no mundo, o setor de serviços de internet se destaca com 82 empresas no valor de US$ 153 bilhões. Seguido pelo setor de e-commerce e fintech, com 44 e 32 startups unicórnios respectivamente.

Porém, o segmento mais valorizado pelos investidores é o On-Demand, que inclui empresas como Uber, Didi Chuxing e DoorDash. Com 23 empresas avaliadas em US$ 200 bilhões.

Empresas Unicórnios pelo mundo

Quase metade das startups mais valiosas do mundo são dos Estados Unidos. São 156 unicórnios americanos, o que representa 47,9% do total. Em seguida vem a China com 94 unicórnios (28,8%).

Unicórnios brasileiros

A primeira unicórnio brasileira foi a 99 Taxi em 2018, seguida pela PagSeguro e Nubank.

Segundo avaliação da consultoria CB Insights com o The New York Times, que listou as 50 possíveis futuras startups unicórnios, 2 empresas brasileiras entraram na lista, a CargoX e a QuintoAndar.

A CargoX, fundada em 2016, possui atualmente 250 mil caminhoneiros e está avaliada em mais de US$ 150 milhões.

Já a Quinto Andar, startup de tecnologia focada no aluguel de imóveis, recebeu um investimento de R$ 250 milhões da General Atlantic, e está cogitada como uma das futuras unicórnios brasileira.

 

Investir em IPOs, pode ser uma boa opção para quem quer sair na frente. Mas antes de se empolgar com a abertura de capital, a regra é a mesma do que para qualquer compra de ação: informe-se sobre a empresa, o que ela faz, qual a sua situação financeira e projeções para o futuro.

Você pode acompanhar as empresas da bolsa e ter nas mãos um Raio X completo da situação de cada uma através do GuiaInvest. Faça seu cadastro gratuito agora.

Será o fim da CIELO?

Que os últimos meses não tem sido fácil para a Cielo, não há como negar.

Até parece que após sair uma notícia negativa para a empresa, já ficamos esperando quando chegará a próxima informação ruim que afetará ela, seja de sua parte ou por parte de seus concorrentes (Rede, GetNet, PagSeguro, Stone e Vero).

A novidade da vez saiu na última sexta-feira (24).

A descontinuidade do Guidance (orientações divulgadas pela própria empresa) anunciado em janeiro
E estabelecimento da política de distribuição de dividendos para os demais trimestres de 2019

Antes as projeções de lucro estavam entre 2,3 bilhões de reais e 2,6 bilhões de reais.

Tais projeções foram cortadas e a distribuição de dividendos caiu para 30 por cento.

A Cielo, que pagou 70 por cento do lucro no primeiro trimestre deste ano e em 2018 pagou mais de 100 por cento, agora estabeleceu a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio, que são os proventos, para o segundo, terceiro e quarto trimestres de 2019 em 30 por cento do lucro líquido a ser apurado nos respectivos períodos.

Vamos ver o lado bom da informação.

Agora você deve estar se perguntando:

Mas, como esse tal de Guidance pode ser bom se as projeções são ruins?

Dentre os diversos fatores positivos vou citar apenas dois:

1- Transparência nas informações: A empresa consegue passar as informações que deseja que o mercado saiba.

e

2- Aumento do interesse pela empresa: Por ser diretamente divulgado pela empresa, ela consegue alinhar com o mercado financeiro o que de fato espera.

Essas decisões refletem o atual cenário cada vez mais competitivo no qual a Cielo está inserida. Tal situação tem tornado cada vez mais acirrada a disputa entre todas as empresas do setor.

Não é a toa que a cotação da empresa está refletindo isso. Nos últimos 12 meses a empresa está caindo mais de 50 por cento enquanto o Ibovespa está subindo mais de 16 por cento, considerando as cotações de sexta após o fechamento do mercado.

O preço das ações estão rondando a sua mínima das últimas 52 semanas, e parece que vai ficar por um bom tempo assim.

O lucro líquido da empresa vem caindo rapidamente. Parece que subiu de escada e está descendo de elevador.

No curto prazo a empresa está sendo afeta. E no longo prazo, como será?

A Cielo deseja aumentar investimentos em tecnologia e desenvolver novos produtos e serviços, além de cogitar fazer aquisições.

Se você acredita que a empresa continuará sendo boa e vai conseguir se reinventar, então já sabe o que fazer.

Se você acredita que a empresa não irá sair dessa situação, então também já sabe o que fazer.

Que tal estar preparado para situações como essa e aprender mais sobre dividendos?

Abs

Isso é o quanto você precisa ter para estar entre os 1% mais ricos

O que significa fazer parte do 1% mais ricos?

De acordo com o relatório “Bem Público ou Riqueza Privada?” divulgado pela Oxfam, o patrimônio combinado das 26 pessoas mais ricas do mundo atingiu US$ 1,4 trilhão em 2018.

Valor que corresponde a renda da metade da população mais pobre do mundo, ou seja 3,8 bilhões de pessoas.

A desigualdade de renda atrai a atenção de economistas, políticos e jornalistas. O relatório da Oxfam tem como objetivo mostrar essa discrepância e combater a pobreza.

Nas últimas décadas, a desigualdade cresceu em quase todas as regiões do mundo. No Brasil, o 1% mais rico da população, detém 27,8% da renda nacional, contra 21,7% na Índia e 20,2% nos EUA.

Mas talvez nenhum nível de renda tem chamado mais atenção do que o “1%” dos mais ricos entre os ricos, os bilionários.

Enquanto que a fortuna dos bilionários aumentou 12% no ano passado, a metade mais pobre da população está vendo seu patrimônio líquido diminuir.

No mundo, 2.208 pessoas são consideradas bilionárias. Ou seja, possuem mais de US$ 1 bilhão. Esse número quase dobrou desde a crise financeira global, há uma década.

Entre os homens mais ricos do mundo, a maioria são norte-americanos. Os nomes incluem: Jeff Bezos, da Amazon (US$112 bilhões), Bill Gates, da Microsoft (US$90 bilhões), Warren Buffett, da Berkshire Hatway (US$84 bilhões) e Mark Zuckerberg, do Facebook (US$71 bilhões).

Quanto o 1% dos mais ricos detêm

Uma vez que os padrões de renda variam muito em todo o mundo, o cálculo dos mais ricos varia de país para país.

Dessa forma, pode ser preciso combinar a renda dos 11 mais ricos da Índia, para igualar a um dos Emirados Árabes, país rico em petróleo, por exemplo.

Nos EUA, o patrimônio somado das 3 pessoas mais ricas equivale ao da metade mais pobre da população americana, cerca de 160 milhões.

Já no Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os ricos do país ganharam 36,1 vezes mais do que metade dos mais pobres em 2017.

Este grupo dos 1% mais ricos da população brasileira, teve um rendimento médio mensal de R$ 27.213, em 2017. Enquanto que a renda média mensal dos mais pobres foi de R$ 754. A região Sudeste, é a que detém a maior concentração de renda.

Segundo o relatório da Oxfam, o Brasil tem 154 mil milionários em 2018, contra 164 mil que estavam no relatório divulgado em 2017. Porém, apenas 0,1% dos brasileiros tem mais de US$ 1 milhão de riqueza.

O quanto eles gastam

O custo das comodidades que esse 1% pode se dar ao luxo de ter também é relativo. O mesmo que se paga por uma mansão em Los Angeles pode proporcionar apenas um charmoso apartamento em Mônaco.

Casas por valor

Cidade US$ milhões
Mônaco 26.4
Hong Kong 6.8
Singapura 5.3
Sidney 4.2
Londres 4.1
Los Angeles 3.8
Nova Iorque 3.8
Dubai 3.1
Paris 2.9
Berlim 2.5
Beijin 1.9
São Paulo 0.7

Por outro lado, os custos com creches nessas cidades não são tão distantes.

Média anual em escola privada

Cidade US$ mil
Los Angeles 60.4
Nova Iorque 54
Singapura 49
Londres 42
Paris 34.5
Dubai 26
São Paulo 23.6

Quanto eles pagam de tributos

Uma das principais discussões do relatório da Oxfam é sobre a tributação.

Segundo a organização, os governos, ao não taxarem os muito ricos, contribuem para o aumento das desigualdades.

A Oxfam recomenda que as nações cobrem impostos em níveis mais justos. Segundo a organização, no Brasil, os 10% mais pobres da sociedade pagam mais impostos proporcionalmente do que os 10% mais ricos.

A retomada do crescimento econômico favoreceu somente o topo da pirâmide, uma vez que os recursos não foram redistribuídos.

O relatório propõe uma taxa extra de 0,5% sobre a renda de bilionários que fazem parte da fatia do 1% mais ricos do mundo. Conforme cálculos da entidade, os recursos arrecadados seriam suficientes para incluir 262 milhões de crianças de volta à escola. Bem como investimentos em saúde poderiam salvar a vida de mais de 3 milhões de pessoas.

Como fazer parte desse 1%?

Já imaginou fazer parte desse seleto grupo?

Alcançar a Liberdade Financeira é desejo de grande parte dos investidores. E você não precisa ter muito dinheiro para começar a investir!

Com um bom planejamento e disciplina, é possível obter bons retornos no longo prazo, para aproveitar a vida com mais conforto e sem grandes preocupações.

Comece agora a conquistar sua liberdade financeira.

Como Investir de Verdade

Você Imaginou poder ser sócio de grandes empresas, e aplicar seu dinheiro em um negócio que você acredita?

A ideia de possuir parte de grandes empresas sempre fascinou Fernando Rocha Filho, advogado empresarial de Curitiba, que desde cedo se interessa por investimentos em ações.

Casado e pai de uma menina de seis anos, ele diz que sempre gostou muito do mercado financeiro e por isso, há pelo menos duas décadas busca aprender a como investir de verdade.

Desde 2000, Fernando se diz empolgado e confiante para investir na Bolsa de Valores.

Mas nem tudo são flores… Até perceber o verdadeiro sentido de investir, ele conta que tomou algumas decisões precipitadas e ficou um tempo especulando na bolsa.

Resultados

  • Identificou oportunidades de investimentos extremamente atraentes, principalmente desde meados de 2015, gerando rendimento consistente e expressivo durante todo ano de 2016;
  • Plano de ser investidor em tempo integral em menos de 10 anos.

O Problema

Mesmo sem muita experiência e em uma época que existiam poucas informações disponíveis nesse mundo dos investimentos, esperando resultados milagrosos, foi atrás e teve o seu primeiro contato com o mercado financeiro buscando informações nas corretoras de conhecidos.

“Antigamente não existia o home broker, então você ia na corretora, olhava aquele ambiente todo, ficava empolgado, escutava algumas dicas e comprava. Eu esperava ter aqueles resultados impressionantes, naquela ilusão do ganho rápido e fácil”

Até no mercado de opções Fernando chegou a se aventurar. Se arrependeu.

Aos poucos foi ganhando experiência, mas ainda assim faltava o conhecimento que o transformaria em um verdadeiro investidor.

“Comecei a entender um pouquinho mais o funcionamento e para que serve a Bolsa de Valores… e acabei optando pela Análise Técnica ao longo desses anos, tentando adivinhar o caminho das ações”

Entre 2006 e 2008, o advogado percebeu que deveria começar a entender melhor sobre as empresas em que gostaria de investir, avaliando os fundamentos e a “saúde” de cada uma delas.

“Desde pequeno eu ouvia histórias de amigos do meu pai que sempre foram investidores e compraram ações do Banco do Brasil já na década de 1960, quando você só podia comprar em São Paulo. Um dia, um deles chegou para mim e falou assim ‘Fernando, com o que eu tenho de ações do Banco do Brasil hoje eu consigo comprar um prédio inteiro na Avenida Paulista, para você ter uma ideia’. E ele começou comprando aos poucos. Foi então que eu pensei: ‘Esse é o verdadeiro investidor’”.

Isso o despertou a começar investir da maneira certa.

Foi quando decidiu pesquisar diversos sites para aprender um pouco mais sobre os fundamentos das empresas, e assim encontrou o GuiaInvest, em meados de 2009.

“Achei o site extremamente didático e objetivo.. Senti que era claro, honesto e realmente entregava o que que propunha. Sempre senti uma postura muito honesta, até para quem não era assinante”.

A Solução

Foi buscando cada vez mais conhecimento que Fernando percebeu que o melhor caminho para comprar ações era o dos fundamentos.

Quando começou a se aprofundar em livros e estudos sobre investimentos, percebeu que a análise fundamentalista era a estratégia mais acertada para quem quer realmente construir um patrimônio com ações.

Nesse sentido, ele diz que o Plataforma GuiaInvest foi um aliado nos momentos de tomar decisão de escolher as empresas certas.

“A Análise Técnica de ações é interessante, mas apenas como mais uma ferramenta, um acessório pra você entender um pouquinho do momento. Às vezes soa quase como uma picaretagem de ações, e não é esse o meu objetivo. Meu objetivo é ter no meu portfólio empresas de valor, empresas que geram resultados, que são bem geridas e bem administradas”.

Quando já estava estudando, recebeu um e-mail do Time da GuiaInvest para o treinamento Árvore da Riqueza, que ensina o passo a passo para investir e escolher as boas empresas.

E diz que depois de fazer o curso, conseguiu enxergar com propriedade e segurança o que efetivamente quer comprar e manter no seu portfólio de investimento.

“Na Ferramenta GuiaInvest eu utilizo sempre o Raio-X e o Stock Guide, que mostram as melhores ações pelos fundamentos com uma análise prévia. Aquela análise é fantástica e você tem segurança, você sabe que você tem empresas de qualidade na sua carteira. Eu nunca mais escutei uma notícia sobre empresa depois que eu conheci o GuiaInvest, nunca mais escutei papo furado de amigo, de dica”.

Agora, Fernando investe sozinho com segurança e diz que cada vez que alguém tenta recomendar algum papel, na mesma hora, abre o Raio X no smartphone e já vai rebatendo as recomendações recebidas.

“Quando me perguntam do GuiaInvest eu não tenho outra forma de me expressar que não seja com entusiasmo, pelo reflexo que isso tem na minha vida”.

Quer contar sua história também? Vamos adorar escutar.

Mande um email para contato@guiainvest.com.br

Um abraço e até a próxima.

Quem alcançou a liberdade financeira fez isso…

Se eu pudesse resumir para você a base para conquistar a verdadeira liberdade financeira, seria através destes 4 pilares.

Confesso que levei anos para chegar a este nível clareza. E não quero que você leve todo esse tempo.

Por isso, ao longo das próximas linhas você terá acesso a explicação da base fundamental para você trilhar o caminho de uma vida financeira mais plena e feliz.

Isso faz parte da minha missão aqui no GuiaInvest.

Aproveito para destacar que todos os pilares são importantes e devem ser considerados em conjunto.

No entanto, sem querer estragar a surpresa, já adianto que o quarto pilar é o que eu chamo de “turbinador” para liberdade financeira.

Porque ele tem o potencial de fazer seu patrimonio crescer exponencialmente.

E acredite: é algo bastante negligenciado pela maioria dos investidores.

Para começar, vamos ver o primeiro pilar…

 

#1 Pilar: Foque no seu trabalho

Sei que pode soar estranho, mas o que vai fazer você enriquecer é o seu trabalho e não os seus investimentos no mercado financeiro.

Eles são apenas um instrumento para remunerar o dinheiro poupado da renda mensal oriunda do seu trabalho.

Por isso, você precisa focar em ganhar mais dinheiro através do seu trabalho. E não perder tempo em querer aprender tudo sobre investimentos.

O raciocínio é simples: quando mais você ganha no seu trabalho, mais você consegue economizar para investir.

A beleza dessa forma de pensar é simples: ganhando mais hoje você poderá viver melhor no presente e no futuro.

Veja esse exemplo…

Imagine um médico que ganha R$ 200 a hora e diminui sua carga horária em 1 hora por dia para se dedicar aos investimentos.

Neste caso, ele precisará ganhar, no mínimo, esses R$ 200 por hora nos seus investimentos para compensar o tempo gasto.

Portanto, foque em trabalhar melhor para ganhar mais. Só assim você consegue aumentar seus aportes mensais.

Esse é o fator mais importante para a criação de riqueza.

Agora, nesse momento você pode estar se perguntando: “Legal André, mas onde devo investir meu dinheiro?”

A resposta está no segundo pilar.

 

#2 Pilar: Invista em ativos de valor

Para começar a construir o castelo da sua liberdade financeira você precisa investir em ativos.

Entenda que “ativos” é tudo aquilo que coloca dinheiro no seu bolso, como por exemplo: um imóvel que você aluga para terceiros, ações que pagam dividendos regularmente, investimentos que pagam juros regularmente, etc.

E sabe o que a maioria das pessoas fazem por aí? Elas compram apenas passivos.

Veja, você não constrói riqueza comprando passivos. Passivos são todas as coisas que você compra que tiram dinheiro do seu bolso.

O seu carro de uso pessoal é um passivo porque você tem que pagar o IPVA, o seguro, a gasolina. A casa que você mora é um passivo, pois você tem despesas com ela.

E na minha opinião, a forma mais simples, acessível e poderosa de construção de patrimônio é através do investimentos em ações de boas empresas.

Claro, você não deve investir todo seu dinheiro apenas em ações. Recomendo que você diversifique seus investimentos entre ativos de renda fixa e fundos imobiliários, no mínimo.

No entanto, você deve considerar o investimento em ações de boas empresas se deseja construir riqueza de verdade.

É isso que vai potencializar a conquista da sua liberdade financeira.

“Nada é mais poderoso para construção de riqueza do que o investimento em ações de boas empresas”

Veja este gráfico do retorno das ações ao longo de mais de 200 anos no EUA.

Perceba que 1 dólar se transformou em 755.163, enquanto que na renda fixa o retorno foi de apenas 1.083.

Isso é 700x maior.

Agora, você pode estar pensando que apesar destes números, ações é algo arriscado. E sim, você está certo.

Ações é extremamente arriscado se você fizer do jeito errado.

E qual o jeito errado? É o jeito que maioria faz, por isso a maioria perder dinheiro na bolsa…

O jeito errado é especular com ações pensando que você está investindo.

Especular é o ato de realizar transações de curto ou médio prazo, aproveitando-se apenas das variações de preço.

O especulador não se importa com os fundamentos da ação que está sendo negociada.

Já, para mim, investir em ações é comprar pequenas participações em empresas com o objetivo de participar do crescimento do negócio.

Quando você adquire estas participações, você está se tornando sócio dessas empresas, participando do recebimento dos lucros através da distribuição de dividendos.

Mas não basta investir em qualquer ação.

Você precisa saber selecionar as boas empresas e continuar investindo nelas enquanto elas permanecerem boas.

E as boas empresas têm algumas características em comum, como: alta lucratividade, dívida equilibrada e gestão competente.

A plataforma do GuiaInvest pode lhe ajudar a identificar as boas empresas.

Isso nos leva para o terceiro pilar.

 

#3 Pilar: Invista regularmente com visão de longo prazo

O terceiro pilar para alcançar a liberdade financeira é a ideia de investir regularmente com horizonte de longo prazo.

Se você investir somente uma única vez e nunca mais, provavelmente não vai mudar muita coisa em sua vida.

Digamos que você decida investir suas economias e consiga uma rentabilidade de 6% acima da inflação, o que é considerado muito bom.

Nesse caso, mesmo que você aplique apenas 25 mil reais e seja um ótimo investidor, ao longo de 30 anos você acumularia cerca de 150 mil reais, com uma renda mensal potencial de 750 reais.

Se você ganhasse hoje uma aposentadoria nesse valor, poderia largar seu emprego e viver somente com essa renda?

É óbvio que não.

Contudo, digamos que além de investir suas economias de 25 mil reais, você fosse disciplinado e guardasse 1 mil reais por mês para investir, sua renda potencial futura seria muito maior.

Veja, nesse caso você teria acumulado, ao longo de 30 anos, o valor total de 1,15 milhões de reais.

Nesse cenário, sua renda mensal potencial seria de 5.775 reais. Muito melhor, não acha?

Guarde isso:

“Economizar dinheiro constantemente e investir todos os meses é uma das coisas mais importantes que você deve fazer para atingir a liberdade financeira.”

E para finalizar, aqui vai o quarto pilar…

 

#4 Pilar: Reinvista os dividendos ao longo do caminho

Agora que você sabe que precisa investir em ações de boas empresas e realizar aportes regulares, chegou a hora de turbinar a construção do seu patrimônio.

O grande segredo é reinvestir todos os dividendos recebidos ao longo da jornada.

Lembrando que os dividendos representam partes dos lucros da empresa que é distribuído aos seus sócios, no caso você.

Veja o racional dessa ideia.

Reinvestir os dividendos permite comprar mais ações de boas empresas. As ações de boas empresas costumam ter lucros crescentes. Quando o lucro cresce, o valor distribuído em dividendos aumenta.

E ao crescer os lucros da empresa, o preço das ações também aumenta, aumentando o seu patrimônio ainda mais.

Logo, em cada nova distribuição de dividendos você recebe um valor maior, porque possui uma quantidade cada vez maior de ações.

Assim o seu patrimônio tende a crescer exponencialmente.

Quando você combina esses 4 pilares, a conquista da liberdade financeira se torna inevitável.

E aí, quais desses pilares você tem praticado no seu dia-a-dia?

Um abraço;

URGENTE: Bolsonaro sem oxigênio

As máscaras de oxigênio caíram

Olá, amigo investidor!

Se você abrir seu navegador neste momento, tenho certeza que irá se deparar com notícias positivas e negativas sobre o atual mandato de Jair M. Bolsonaro.

Sempre evito expor minha opinião política!

Quando há divergência de opinião, as pessoas reagem como se toda sua árvore genealógica estivesse sendo ofendida.

O coração bate com raiva e a qualidade da discussão vai para o “brejo”.

No entanto, você gostando ou não, saiba que o Bolsonaro vai te ajudar!

Se alguma vez você precisou fazer uma longa viagem de férias ou a trabalho, possivelmente embarcou em um avião.

Após todos os passageiros se sentarem, os agentes de bordo (em geral dois) se posicionam estrategicamente de pé no avião e demonstram, através de gestos, os procedimentos de segurança a serem tomados em caso de emergências.

Ao fundo, uma gravação padrão das companhias aéreas narra o texto:

“Em caso de despressurização, máscaras individuais de oxigênio cairão automaticamente. Puxe uma delas para liberar o fluxo, coloque sobre o nariz e a boca, ajuste o elástico e respire normalmente, auxilie crianças ou pessoas com dificuldade somente após ter fixado a sua”.

Você só poderá ajudar o passageiro ao seu lado (mesmo se for uma criança) após colocar a SUA máscara e efetuar os ajustes necessários.

Parece simples e até óbvio, não é? Se houver uma despressurização e você for rápido em colocar a máscara de oxigênio, você terá muito mais condição de colocar a máscara na pessoa que estiver ao lado.

Se você não colocar a máscara, mesmo que você consiga colocar a máscara na outra pessoa, talvez você morra pela falta de oxigênio.

O Brasil neste momento está lutando para colocar a própria máscara.

Caso ele opte por tratar outras prioridades, tenha certeza que irá faltar oxigênio e o final da história será trágico.

Bolsonaro está muito distante de ser um exemplo de competência e capacidade intelectual, mas o que realmente importa é que ele está buscando o que é urgentemente necessário para o Brasil, a máscara de oxigênio.

Após o país ganhar um pouco de fôlego, medidas direcionadas à população deverão ser planejadas de forma saudável.

Enquanto isto não ocorrer, não teremos como fazer exigências, simplesmente o país não tem condições!

Essa é a verdade!

Bolsonaro tem sérias dificuldades para progredir no congresso. Ele não sabe dançar no ritmo e no compasso que deveria.

Brasília é dominada por políticos. Políticos em sua maioria só sabem fazer “politicagem”.

Possivelmente eu viveria grandes dificuldades neste ambiente.

Até o momento o Presidente não obteve uma conquista.

Ainda assim, estamos com o IBOV acima de 94 mil pontos.

O IBOV está ancorado próximo a esses valores, aguardando as definições sobre os seguintes temas:

Reforma da Previdência

Segundo Bolsonaro, esta será a porta de entrada para o progresso do Brasil e irá viabilizar diversas ações econômicas benéficas para o país, como a reestruturação do sistema tributário.

Estou de acordo.

Simplesmente sabemos que a reforma é necessária e sem ela não iremos prosperar.

Não vou entrar no detalhamento dos números, muito já foi falado e provado sobre o tema.

Veja o comentário de Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), em um evento no Cazaquistão:

“Temos expectativa que a aprovação da Reforma da Previdência fortalecerá a previsibilidade e a certeza sobre o futuro da economia brasileira”.

Segundo ela, a reforma da Previdência vai desencadear um movimento de solidez das finanças públicas do Brasil.

Muito ou pouco desidratada, basta acontecer!

Com uma economia entre 500 e 800 bilhões de reais em 10 anos, iremos a alcançar novos patamares.

Reforma Tributária

Em 2008, no governo do então Presidente Lula, uma proposta de reforma tributária foi apresentada ao Congresso, contudo acabou por ser engavetada.

Hoje é tratada como uma das prioridades para melhorar o ambiente de negócios no Brasil, buscando mudança na legislação de impostos.

Foi realizado um estudo pelo Fórum Econômico Mundial, onde foram apontados os tributos como o principal problema para fazer negócios no Brasil, considerando tanto os altos valores como a enorme burocracia para efetuar o recolhimento dos impostos.

Essa é uma das principais razões de o Brasil estar na 72a posição no ranking de competitividade entre 140 países.

Em média as empresas do Brasil gastam quase 2.000 horas de produção por ano para cumprir as regras do Fisco, de acordo com cálculos do Banco Mundial.

Ao mesmo tempo, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que a burocracia consome 1,5% do faturamento das empresas, algo em torno de 60 bilhões de reais por ano.

Até quando o país irá suportar?

Essa reforma indispensável!

Privatizações

Após a Reforma da Previdência chegará o momento das aguardadas privatizações.

Nosso ministro da economia informou que os gastos com juros estão em cerca de 350 bilhões. Para conter essas despesas com juros, o ministro disse que fará privatizações.

Está previsto gerar cerca de 20 bilhões de dólares em receitas com as privatizações.

Será fantástico para o país!

A máquina pública atual é pesada e pouco eficiente, não temos como negar.

Algumas questões referentes às reformas poderão não lhe agradar, talvez por questões vinculadas à sua ideologia política.

Contudo, posso te garantir que um avião caindo também não iria lhe agradar, no entanto você não deixaria de colocar a máscara de oxigênio.

Não torça contra.

Compreenda que o que está acontecendo é necessário e que, assim que o Brasil colocar sua máscara de oxigênio, iremos assumir uma colocação como um dos países mais oportunos para investimentos.

Nosso futuro é promissor, iremos evoluir para patamares nunca antes alcançados. E a bolsa de valores irá quebrar recordes!

Desejo muito viver este novo momento. E você?

Você pode responder diretamente no Instagram @eduardo_voglino!

Bons Investimentos