A morte da renda fixa

Estamos de olho no Copom. O que fazer com -0,5 bps?

Caro leitor,

Hoje o Copom decidirá o futuro da Taxa Selic.

A queda já não será surpresa para ninguém.

O que está dividindo opiniões é o tamanho da queda.

São poucas as instituições que ainda projetam manutenção da Selic para reunião de hoje.

Da seleção de 18 instituições, apenas 4 apostam na manutenção da taxa em 6,5 ao ano, ao passo que 6 apostam em queda de 0,5 bps e 8 apostam em uma queda de apenas 0,25 bps.

Claro que ainda existe incerteza quanto a reforma da Previdência e ao cenário externo, mas a inflação está controlada, as expectativas de crescimento caíram muito durante o primeiro semestre e o Banco Central perdeu algum tempo.

Fato é que a nossa economia está há algum tempo pedindo novas quedas e esse atraso do Banco Central deve ser compensado com uma queda de 0,5 pontos base na Selic, deixando ela em 6 por cento ao ano.

Isso significa que qualquer aplicação que renda 100 por cento do CDI irá render apenas 6 por cento em um ano, sem descontar os impostos pagos no vencimento e sem descontar as taxas de administração.

Se formos descontar a inflação, chegaremos em uma conta que se aproxima de zero por cento ao ano de rendimento.

A renda fixa está morta.

Se antes ela servia como um instrumento de acumulação de patrimônio, hoje ela apenas cumpre a função de preservação de patrimônio.

O jogo mudou.

Quem não mudar junto, vai deixar dinheiro na mesa.

O brasileiro finalmente vai ter que se mexer para ganhar dinheiro no mercado.

E claro, não é para você tirar todo o seu dinheiro da renda fixa. Isso sequer é responsável.

Mas é importante que você abra mão de uma parte do seu Tesouro Selic, do seu Fundo DI, do seu CDB, LCI, LCA ou mesmo a sua caderneta de poupança…

…e destine esse valor para outros ativos, como títulos do Tesouro Direto com vencimento longo, Fundos Imobiliários, ações de dividendos e Small Caps.

Tenha um pouco de cada coisa, é muito importante estar exposto a diferentes classes de ativos e de forma diversificada.

Qualquer acerto irá mais do que compensar os seus erros e, acredite, isso já basta para colocar a sua rentabilidade em outro patamar.

A renda fixa morreu, mas o seu dinheiro não.

Aqui temos uma seleção de 6 ações para o segundo semestre. Essa é a hora de se expor um pouco mais.

Um abraço e até semana que vem.

O índice de dividendos (IDIV) é bom?

Uma excelente fonte de renda passiva

Você já ouviu falar no Índice de Dividendos BM&FBOVESPA (IDIV)?

Esse índice é o resultado do desempenho de uma carteira teórica que compila ativos que se destacaram no que se refere ao retorno aos acionistas, sob a forma de dividendos e juros sobre capital próprio (JSCP)

O IDIV é composto exclusivamente por ações e units somente de empresas brasileiras listadas na B3.

Alguns critérios eliminam dessa compilação as BDRs, empresas em recuperação judicial ou extrajudicial, intervenção, dentre outros.

Pra entender um poucos mais, entre os critérios estão:

Estar presente em 95 por cento dos pregões no período das três carteiras teóricas anteriores;
Fazer parte do um terço de ativos com os maiores Dividend Yields dos últimos 36 meses;
Ter distribuído dividendos no somatório de cada 12 meses, para o mesmo período de 36 meses do item acima.

A companhia não pode ter mais que 10 por cento de representatividade no índice. Caso isso ocorra serão realizados ajustes para rebalancear.

A carteira atual, que está vigente desde maio e vai até agosto, é composta por 36 ativos. Selecionei as empresas, por ordem de maior peso, até fechar o montante de 50 por cento.

Part.(%) – Código – Ação
5,88% – YDUQ3 – YDUQS PART
5,37% – EGIE3 – ENGIE BRASIL
4,86% – CMIG4 – CEMIG
4,45% – ITSA4 – ITAUSA

4,42% – ELET6 – ELETROBRAS
4,23% – BBSE3 – BBSEGURIDADE
4,03% – ITUB3 – ITAUUNIBANCO
3,89% – TRPL4 – TRAN PAULIST
3,87% – TAEE11 – TAESA
3,61% – ITUB4 – ITAUUNIBANCO
3,59% – MRVE3 – MRV
3,56% – SAPR11 – SANEPAR

Veja a evolução desse índice nos últimos 12 meses.

Na cor laranja temos o IDIV, com 40,84 por cento de valorização, e em azul temos o IBOVESPA, com 28,74 por cento de valorização, considerando o exato momento em que escrevo este e-mail.

Apenas uma alerta, mas que acho pertinente:

Empresa que pagou dividendos não necessariamente teve lucro!

Sabia disso?

Isso pode ocorrer quando por exemplo a empresa se desfez de algum ativo ou então possui uma reserva de lucros no patrimônio líquido e resolve devolver os valores para seus acionistas.

Gostou de aprender sobre o IDIV?

Me siga no instagram e mande suas opiniões e sugestões.

@severoadriano

Abs

Siga o seu próprio caminho ou…

Aprenda com Rockefeller

Numa manhã de outubro de 1929, o bilionário John Rockefeller, empresário do ramo de petróleo, encontrou seu engraxate como fazia costumeiramente.

Enquanto fazia seu trabalho, o garoto olhou para Rockefeller e fez o seguinte comentário:

“Senhor, ouvi falar de alguns papéis que irão subir bastante nos próximos dias”.

Em estado reflexivo, Rockefeller levantou-se, pagou o garoto, agradeceu-lhe e ao voltar ao seu escritório, mandou vender boa parte de suas ações na Bolsa de Valores de Nova York.

A justificativa para tal atitude foi simples e direta:

“Se até o garoto que lustra meus sapatos está sabendo tudo sobre o mercado de ações, então é por que algo muito errado deve estar acontecendo”.

Após uma semana, no dia 24 de outubro, a Bolsa de Nova York iniciava a mais traumática queda de sua história. Era o estopim da terrível crise de 29, levando milhares de pessoas à falência.

Investidores de todos os tipos perderam muito dinheiro de forma rápida e sem aviso.

Sabe-se que é bastante provável que a história de Rockefeller seja lenda, mas ela ilustra de forma categórica as consequências do efeito manada para aqueles que são persuadidos a seguir a multidão sem critérios.

É sobre isso que quero falar com você hoje.

Imagina que você está de férias visitando uma cidade que não conhece.

Você está caminhando no centro da cidade e decide procurar um café.

E aí você se depara com a seguinte situação: de um lado da esquina há um café com apenas duas pessoas e do outro lado há outro café com uma grande quantidade de clientes.

Diante desta situação eu te pergunto: qual café você escolhe? Provavelmente você irá escolher aquele com mais pessoas.

Sabe por quê?

Simplesmente por que nós humanos estamos automaticamente procurando pistas de como agir ao observar como os outros estão agindo.

Isso se chama prova social. Se aquele café está cheio é porque aquelas pessoas devem saber qual é a melhor opção de café. Tantas pessoas não podem estar todas erradas ao mesmo tempo.

E o mais incrível é que isso acontece em diversos aspectos de nossas vidas, o tempo inteiro.

Na bolsa de valores isso é ainda mais nítido, mas também perigoso, podendo levar a grandes prejuízos. Em geral, somos fortemente influenciados pela opinião das outras pessoas.

E na tomada de decisão de investimento isso não é diferente, pois é uma forma comum de simplificar o processo decisório.

Cometer um grave erro de avaliação junto com outras pessoas tem um significado distinto de auferir o mesmo erro sozinho.

Agir em conformidade com o restante das pessoas gera uma sensação de conforto e segurança.

Adotar um comportamento em que indivíduos com as mesmas percepções executam ações similares gera um efeito cascata, que no mercado financeiro é conhecido como efeito manada.

Portanto, fique atento aos momentos em que o mercado de ações parece agir prevalecendo mais o lado emocional do que racional.

Pode ser um típico efeito manada acontecendo diante dos seus olhos.

E nestes momentos, a recomendação é tomar muito cuidado com suas decisões, pois você pode estar sendo influenciado, sem perceber, pelo comportamento irracional de outros investidores.

As bolhas especulativas são os mais típicos casos de efeito manada no mercado de ações.

Essas bolhas de alta ocorrem quando os investidores estão comprando ações enquanto todos os outros também estão, neste caso, ambos influenciados pelo efeito manada, que nada mais é do uma reação que se retro-alimenta até estourar a chamada bolha.

A verdade é que seguir a maioria o tempo inteiro só vai levar você a alcançar retornos medíocres no melhor dos casos. O único jeito de ter um retorno destacado da maioria é fazer coisas diferentes da maioria.

Por isso deixo aqui um recado importante para você que me acompanha.

Aprenda a investir seu próprio dinheiro e nunca dependa de terceiros. Não é tão complicado quanto parece.

E estou aqui para lhe ajudar.

Verdade seja dita: quem já conquistou a verdadeira liberdade financeira não seguiu a maioria.

Um ótimo final de semana para você!

Um abraço,
André Fogaça

P.S. Recentemente finalizei um estudo que apontou uma lista de ações small caps com potencial de subir 1.247% (ou mais) com a aprovação da Reforma da Previdência

Veja agora o estudo e tire suas próprias conclusões.

Um abraço

Os números podem mentir

Olá, amigo(a) investidor(a)!

Eu lamento informar…

Mas sua eterna busca por empresas com fundamentos (quantitativos) perfeitos, não irá te tornar um investidor de sucesso.

Os investimentos mais bem sucedidos não acontecem quando você acerta os números (fundamentos quantitativos).

Por outro lado concordo que os maiores erros são cometidos pelo desconhecimento deles.

Por óbvio os números irão reduzir as chances de erro, mas nada muito além disso.

Baseado apenas nos fundamentos quantitativos você conseguiria prever em 2011 o que iria ocorrer com a Cielo?

E em 2016 você teria investido nas ações da Magazine Luiza, considerando os números ruins que a empresa apresentava naquele momento?

Provavelmente não…

Se você fosse comprar uma loja de material de construção por exemplo, fora do ambiente da bolsa, quais perguntas você faria?

Possivelmente antes de comprar o negócio, você iria se perguntar:

  • Eu sei como funciona a atividade relativa a venda de materiais de construção?
  • Compreendo de forma objetiva como o negócio gera receita?
  • Como são os concorrentes da empresa? Existem muitas lojas que vendem os mesmos materiais?
  • Tenho condições de boa negociação com meus fornecedores?
  • Os materiais de construção que comercializo, sempre serão necessários?
  • Estão surgindo muitos concorrentes novos?
  • Qual a estratégia de crescimento viável para loja?
  • O mercado da construção civil está crescendo ou diminuindo?
  • Existe algum risco do governo ou legislação sobre este segmento?
  • Os gestores da empresa possuem experiência e conhecimento suficiente (caso permaneça com eles)?
  • Os resultados anteriores da empresa são suficientemente transparente e objetivos?

Essas são somente algumas perguntas que você faria (ou ao menos deveria) fazer ao avaliar a compra de uma empresa.

Quando você faz esse tipo de questionamento, você está efetuando uma análise qualitativa do negócio.

Entretanto, muitos investidores quando vão comprar ações, não fazem esses questionamentos, observando apenas os números…

Lembre-se: Quando você compra uma ação, você está comprando parte de uma empresa. Você se torna sócio!

Desta forma, o investidor sempre deveria fazer estas e outras perguntas antes de comprar uma ação.

No Value Investing (estratégia que eu uso), as perguntas que consideramos para analisar qualitativamente são:

  • A empresa está dentro do seu “círculo de competência”?
  • A empresa possui uma vantagem competitiva sustentável?
  • Quais os principais fatores de risco da empresa?
  • A empresa possui uma administração confiável e de qualidade?
  • A administração da empresa está alocando o capital de modo inteligente?
  • A empresa possui algum nível de governança corporativa?

Apenas a planilha de Excel não irá te dar a resposta certa ao analisar uma empresa.

Será que os números refletem a percepção cognitiva e o talento (ou falta dele) do CEO?

Analisar uma empresa não é uma matemática exata, a soma da quantidade de variáveis inerentes ao negócio e ao mercado são muitas..

Mas se a empresa é dirigida por um corpo de executivos competentes e diferenciados, algum tipo de segurança podemos ter.

Vai analisar uma empresa? Saia da caixa, pense no negócio com desprendimento dos números.

Peter Lynch, um dos investidores que mais obteve sucesso em seus investimentos, faz isso com maestria.

Ele possui uma regra base: “Antes de comprar você precisa saber explicar o que está comprando”.

Mesmo que os números estejam bons, é necessário entender a complexidade que envolve o negócio e compreender a analise de risco antes de comprar a ação de uma empresa.

Vou dar uma dica para simplificar seus investimentos.

Quando estiver na dúvida de comprar ou não uma ação, se faça a seguinte pergunta:

Como a empresa ganha dinheiro?

Se você hesitar em responder, você não entende o negócio da empresa e consequentemente não sabe onde estará investindo. Sendo assim, não invista!

O investidor que sabe o que está fazendo, ganhará dinheiro. Já o que não sabe…

Finalizando com uma passagem do livro “O Investidor Inteligente” de Benjamin Graham:

“Uma operação de investimento é aquela que, após uma análise profunda, promete a segurança do principal e um retorno adequado. As operações que não atendem a essas condições são especulativas.”

Um abraço e bons investimentos,

Me siga no instagram e envie sua opinião ou dúvidas sobre o mercado de ações.

@eduardo_voglino

Fundo Imobiliário não é tudo igual

Recebi uma enxurrada de e-mails de leitores querendo vender suas casas.

Caro leitor,

Recebi uma enxurrada de e-mails de leitores querendo vender suas casas.

Um até me fez uma oferta!

Se esse é o primeiro passo, voce saberia dar o segundo?

Saberia dizer qual Fundo Imobiliário comprar com esse dinheiro?

Vou te ajudar a escolher, começando por te apresentar os tipos de fundos existentes.

São quatro tipos:

Fundo de Renda:

Também chamado carinhosamente de fundo de tijolo. Seu objetivo é comprar bons imóveis, alugá-los e assim ganhar dinheiro. O seu lucro com os aluguéis é distribuído todo mês para os cotistas.

Ou seja, você passa a receber uma renda mensal ao adquirir cotas destes fundos.

A maioria dos fundos imobiliários do mercado são deste tipo.

Eles normalmente são subdivididos conforme o tipo de imóvel que compram: lajes corporativas, galpões logísticos e industriais, shoppings centers, hotéis, hospitais entre outros.

A título de curiosidade, existe até fundo que faz negócios com cemitérios, alugando, comprando e vendendo jazigos.

Sabendo escolher, aqui está o melhor investimento que existe para geração de renda passiva – aquela sonhada renda que não depende do seu trabalho.

Fundo de Papel

Esses fundos compram títulos ligados obrigatoriamente a atividade imobiliária, normalmente CRI’s (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e LCI’s (Letras de Crédito Imobiliário).

Levam este nome justamente por não comprarem imóveis (tijolo) e sim títulos (papel).

Este tipo de fundo é bom pelo lado da diversificação (possuem uma infinidade de títulos lá dentro). O ponto negativo fica por conta do fato de que isso dificulta muito uma análise mais detalhada dos ativos que o compõem.

Fundo de Desenvolvimento

São fundos que vão investir em incorporação imobiliária. Vão comprar terreno, fazer projeto, construir imóveis e vender. É assim que eles buscam ganhar dinheiro.

Normalmente este tipo de fundo tem distribuição de rendimentos irregulares e são mais arriscados.

Por outro lado, são os que oferecem maior potencial de ganhos. São poucos fundos deste tipo disponíveis no mercado.

Fundo de Fundos

São fundos que compram cotas de outros fundos imobiliários.

O atrativo é que eles conseguem comprar alguns fundos que são destinado exclusivamente a investidores qualificados. Ou seja, ele te dá acesso a ativos que você não conseguiria investir sozinho.

São uma boa alternativa de diversificação para quem vai começar com pouco dinheiro ou quem não se sente seguro de escolher por conta própria o que comprar.

Ajudou um pouco já?

Semana que vem falamos mais sobre como escolher o melhor fundo imobiliário para você.

Se tiver alguma dúvida, responda neste e-mail ou pelo instagram @marcelofayh.

Abraço!

Brasil com juros de EUA, UE e Japão

Juro abaixo de 5 por cento ao ano?

Caro leitor,

Uma breve análise do cenário econômico e um “o que fazer diante disso”…

Segunda-feira o Boletim Focus interrompeu as quedas na expectativa de crescimento econômico para 2019 depois de 20 semanas consecutivas.

Até semana passada a expectativa era de crescimento do PIB para 2019 era de 0,81 por cento e ela foi revista para 0,82.

Ok, economista usa duas casas após a vírgula porque tem senso de humor mesmo, mas de toda forma a boa notícia ficou por conta da interrupção nas quedas.

A projeção de inflação veio abaixo da feita semana passada, de 3,82 por cento para 3,78 por cento no ano de 2019.

A novidade é que o mercado finalmente está enxergando os (há muito tempo necessários) juros mais baixos.

Expectativa de Selic em 5,5 ao ano ao final de 2019 e 5,75 em 2020.

O recesso do Congresso trouxe um noticiário mais calmo nos últimos dias, mas temos uma iminente aprovação da Reforma da Previdência.

É inocente pensar que a Reforma da Previdência combinada com um juro baixo trará crescimento econômico por si só.

Devem entrar na pauta uma reforma tributária e outras reformas microeconômicas na tentativa de reaquecer a economia, que ainda patina.

Fato é que o juro pode baixar ainda mais do que se espera… não me surpreenderia ver a Selic em “4 ponto algo” ao ano.

Não vindo nenhum choque externo, essa será a realidade imposta.

Fica a pergunta: será que caminhamos para ter taxas de juros de EUA, UE e Japão?

Dito isso, vamos ao que verdadeiramente interessa: o que fazer diante disso.

Bom, não existe um bom investimento. Qualquer investimento isolado não nos diz nada. Temos que ter noção de portfólio.

É importante você ter a sua reserva de emergência com algum investimento seguro e líquido, então tenha uma boa parte do seu portfólio alocada em Tesouro Selic.

Com uma possível queda nos juros, os títulos Tesouro IPCA+ com vencimento em 2045 e 2050 ainda oferecem uma gordura nos prêmios, podendo ter boas valorizações de curto prazo.

Ficar fora da bolsa hoje em dia é uma das coisas mais insensatas para quem investe. Ao menos 10 por cento do seu portfólio merece esse destino.

Uma parte pode ser em BOVA11 para surfar a alta geral da bolsa nos próximos meses e anos.

Para fechar a pizza, uma pequena parte pode incluir small caps. Qualquer pequena exposição nesse tipo de ação pode fazer diferença para o seu resultado final do seu portfólio.

É daí que virão as maiores porradas desse ciclo de alta.

Bom, agora o último conselho: compre bolsa agora, com o índice em 100 mil pontos. Se você esperar “ficar tudo bem”, vai comprar com Ibovespa já em 130 mil pontos e ainda assim não estará “tudo bem”. Não faz sentido.

Qualquer dúvida, me deixe uma mensagem.

Um abraço e até semana que vem.

Construção civil MRVE3, EZTC3, TRIS3 e TEND3

Uma excelente fonte de renda passiva

Construtoras… O que será que pode acontecer com elas?

A construção civil atua na construção e na venda de empreendimentos imobiliários, como casas, apartamentos, imóveis comerciais, dentre outros.

A economia aquecida é muito importante para o crescimentos das construtoras.

Economia crescendo é sinônimo de pessoas ganhando mais dinheiro, o que significa maior potencial de aquisição de imóveis.

Economia estagnada é sinônimo de pessoas com menos dinheiro, o que significa menor potencial de aquisição de imóveis.

Mas algo mudou nesse setor recentemente. E isso ajudou as construtoras. Estamos falando do distrato.

Até pouco tempo atrás essa regra não estava tão clara.

Muitas pessoas conseguiam elevados ressarcimentos em caso de distrato com a construtora.

Agora as construtoras podem ficar com até 50 por cento do valor pago pelo cliente.

Outra questão é em relação a emissão de títulos de dívida, através do CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários).

Com a mudança as construtoras agora possuem mais liberdade para emitir CRIs, pois podem utilizar com o objetivo de reembolso de valores já incorridos no setor imobiliário.

Dito isso, vamos pensar sobre o aqui e o agora: as reformas estão encaminhadas e há perspectivas de melhora na economia.

Isso reflete em uma melhora da confiança do consumidor e do empresário.

Convenhamos… com as pessoas sem confiança, não há como esperar investimentos massivos, principalmente em um setor que que precisa desembolsar bastante dinheiro.

Quedas na Selic estão cada vez mais próximas e necessárias. Isso também ajuda o setor.

Quando temos na economia a combinação de juros baixos e um potencial de crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) isso gera um potencial altamente benéfico para a atividade da construção civil.

O gráfico elaborado pela FGV não me deixa mentir:

Seguem ainda as indefinições de como funcionará uma eventual liberação do FGTS, medida que pode impactar o setor, uma vez que o fundo é usado para financiamento imobiliário.

Vamos ver a situação das principais empresas do setor listadas…

Em questões de valor de mercado temos:
MRVE3 = 8,61 bi,
EZTC3 = 6,06 bi,
TRIS3 = 1,17 bi,
TEND3 = 2,33 bi.

As valorizações, neste ano, especificamente dessas empresas temos:
MRVE3 = 52,66 por cento,
EZTC3 = 47,54 por cento,
TRIS3 = 102,12 por cento,
TEND3 = 54,19 por cento.

O GI Score, que mede a qualidade da empresa, aponta o seguinte:

Histórico de lucros da MRV:

Histórico de lucros da Eztec:

Histórico de lucros da Trisul:

Histórico de lucros da Tenda:

E você? Está confiante em uma melhora da economia nos próximos anos?

Quais ações acha que tem potencial de pagar bons dividendos nos próximos anos?

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@severoadriano

Abs

O tipo de ação que aprendi a gostar

Essas podem ser as futuras Apple, Amazon, Netflix, Facebook ou Google da bolsa brasileira

Querido leitor,

Depois de alguns anos investindo, eu aprendi a gostar muito de um tipo específico de ação: as small caps.

Falei mais detalhadamente sobre o que são small caps na semana passada… em resumo, são empresas menores, com baixo valor de mercado, mas que podem crescer muito.

Imagine… quando surgiram Apple, Amazon e outras gigantes, essas empresas eram apenas salas no quintal da casa dos donos.

É claro que é improvável que tenhamos gigantes de tecnologia no Brasil.

Mas pense comigo: imagine se você investisse em um mini-mercado do seu bairro e alguns anos depois ele se tornasse uma grande rede de supermercados?

É esse o tipo de case que se busca quando investimos em small caps.

Não que não seja interessante investir em ações de grandes empresas, mas veja só: um Itaú, um Bradesco, uma AmBev não são empresas que vão se multiplicar de tamanho em poucos anos.

Essas empresas já são gigantes.

Por isso, quando você está montando um portfólio de ações, é sempre válido separar um espaço para se investir em small caps.

No último ciclo de alta da bolsa, vimos diversas small caps se multiplicando de valor. Todo esse crescimento acaba se refletindo no preço das ações.

A Trisul teve uma valorização de 788 por cento em 10 anos.

A Unipar se valorizou incríveis 1.514 por cento no mesmo período.

A Hering atingiu 1.633 por cento de valorização.

Quem colocou 10.000 reais em Hering acabou embolsando 173 mil reais ao final do ciclo.

Um caso recente, mas que provavelmente não vai existir outro igual, é o das ações da Magazine Luíza, que se multiplicaram por mais de 150 vezes em 3 anos.

E é exatamente esse potencial que me fez ficar louca para investir uma pequena parte do meu dinheiro em small caps.

Legal né?

Bom, o desafio para você é o seguinte. Neste documento o André fala sobre 6 small caps que foram esquecidas pelos gigantes do mercado.

Se você quer aprender mais sobre como lucrar com esse tipo de ação, a hora é agora.

Vou ficando por aqui essa semana.

Desejo uma boa seleção de small caps para você.

Meu colega milionário

Em uma bela tarde de verão em Porto Alegre, há 20 anos atrás, dois jovens se formavam no ensino médio.

Eles eram muito parecidos, esses dois jovens. Ambos foram alunos medianos, mas ambos eram extrovertidos e populares entre os colegas.

Curtiam Rock in Roll e tocavam guitarra. Gostavam de cerveja, mulheres e futebol. A afinidade entre eles era grande.

Como todo jovem prestes a entrar na faculdade, ambos estavam cheios de ambições e sonhos para o futuro.

Recentemente, reencontrei eles.

Eles são meus amigos. Eu estava junto com eles na formatura porque éramos colegas de turma.

Eles continuam muito parecidos. Mesmos gostos, mesma personalidade, mesmas piadas.

Ambos haviam se formado em engenharia civil. E ambos estavam casados e já tinham 1 filho pequeno.

O padrão de vida deles é muito semelhante. Camionete na garagem e apartamento de 3 quartos em bairro nobre.

Férias de 3o dias todos anos com direito a belas viagens para o exterior.

As fotos no Instagram não me deixam mentir. Europa, EUA, ilhas no caribe, américa do sul…

É até um pouco espantoso a tamanha semelhança de vida entre eles.

Os dois estão trabalhando há mais de 10 anos na mesma empresa na área de construção civil. Responsabilidades e salários praticamente iguais.

Mas existe uma diferença tremenda entre eles.

Um revelou que acabará de juntar seu primeiro milhão de reais em investimentos, enquanto que o outro confessou, constrangido, ter somente R$ 10 mil reais aplicados na poupança.

Você já se perguntou, como eu, o que faz esse tipo de diferença na vida das pessoas?

Nem sempre é inteligência, talento ou dedicação.

A diferença está no que cada pessoa sabe e em como ela usa esse conhecimento. Não é porque uma pessoa quer ser bem-sucedida e a outra não.

E é por isso que estou escrevendo para você sobre a importância de dominar a habilidade de investir dinheiro de forma inteligente.

E mais do que isso.

De estar atento às oportunidades que surgem de tempos em tempos no mercado financeiro.

Especialmente no mercado de ações, minha especialidade. Há 15 anos respiro diariamente este mercado.

Porque essa é a minha missão no GuiaInvest: dar o conhecimento que elas podem usar para multiplicar dinheiro investindo em ações e alcançar uma vida mais plena e feliz.

E algo me chamou a atenção nestas últimas 2 semanas.

Neste momento, você está diante do que poder ser o maior salto financeiro de sua vida investindo em ações.

Quero te mostrar o recente estudo que apontou 6 ações Small Caps esquecidas dos grandes investidores.

E que, segundo minhas estimativas, têm o potencial de subir 1.247 por cento (ou mais) com a aprovação da Reforma da Previdência.

Confesso que fiquei cético com o expressivo potencial de valorização dessas ações.

Foi difícil de acreditar no que estava vendo.

A ideia de que alguém poderia se tornar milionário a partir dessas 6 ações parecia ridícula.

Mas, dado os números e as evidências históricas que estão por trás da análise, resolvi trazer isso a público.

Neste documento explico todos os detalhes.

Sobre os dois amigos que mencionei no início desta mensagem. Eles se formaram juntos e começaram juntos no mundo profissional.

Então o que fez sua vida financeira diferente?

Conhecimento, conhecimento útil. E seu uso.

Um abraço,