Uma Small Cap pode virar um Empire State

Você vai gostar de saber disso…

Olá,

Como você já sabe, estou em Nova Iorque a quase uma semana. Posso garantir que está sendo um período muito agregador.

Primeiramente porque minha reunião com investidores locais foi incrível. A turma por aqui está com um otimismo sobre o Brasil, que muitos brasileiros nunca tiveram na vida.

E segundo porque reforcei uma tese pessoal:

Ações de pequenas empresas é um veículo capaz de transformar seu patrimônio!

O reforço da minha tese veio da explicação dada pelo Jeremy (empresário local). Ele contou a história sobre o Empire State.

Disse que na década dos anos 20, um construtor projetou o Chrysler Building, um gigante de 319 metros de altura. E um outro construtor megalomaníaco (Raskob) comprou briga e projetou o Empire State, com seus 443 metros.

Ele perguntou se em 1930 alguém tivesse oferecido uma aposta de 1 milhão de dólares, alegando que em 18 meses existiria um edifício com mais de 400 metro de altura, eu aceitaria?

Analisei a situação, pensei na tecnologia de equipamentos existentes na época, na quantidade de mão de obra necessária e no prazo estipulado…

Respondi: Não!

Pois bem, o edifício foi construído em 1 ano e 45 dias, com mais de 3 mil trabalhadores

Jeremy me explicou que uma pequena empresa com grandes projetos, tem o potencial de se tornar o próximo Empire State. E o grande potencial de retorno está na “impossibilidade” de algo tão grandioso acontecer.

A maioria não acreditaria no Empire State antes de sua construção.

Fato!

Jeremy e eu temos uma visão muito parecida em se tratando de analisar no detalhe o racional do corpo executivo das empresas. Um Ceo megalomaníaco pode gerar resultados ambiciosos, assim como grandes prejuízos.

A questão é que através do gerenciamento do risco proporcionado pela assimetria do mercado, o investidor pode se expor em empresas com este tipo de potencial. É assim que faço hoje!

Muito em breve estarei lançando um novo Canal, direcionado exclusivamente a ações Small Caps. Vou apresentar a técnica que utiliza para me beneficiar com este tipo de ação ao mesmo tempo que consigo reduzir o risco da carteira.

Acredito de forma convicta que as pequenas empresas irão agregar muito resultado a minha carteira. Não necessariamente e tão rapidamente como a MGLU3 que superou 28 mil por cento em 4 anos.

De qual forma estou sempre atrás do construtor megalomanìaco para compor meu porftólio de investimentos.

Em breve você poderá ter acesso ao canal, a estratégia e a minha carteira de ações.

Você já investe em small caps?

Me siga no instagram e envie sua resposta! @eduardo_voglino

Um abraço e bons investimentos

Pessoas estão deixando de ganhar 42 por cento na renda fixa.

Já ouviu falar que seguir a manada (fazer o que a maioria faz) é prejudicial?

Então…

A maioria das pessoas deixa o dinheiro parado na caderneta de poupança, seja na modalidade antiga, seja na nova.

Qual seria a explicação para tanta gente deixar o dinheiro parado em algo que rende pouco?

Acredito que desconhecimento.

Veja na tabela abaixo o tempo médio que as pessoas costumam investir em cada tipo de ativo:

Ações são recomendadas para longo prazo, e as pessoas deixam menos tempo do que na poupança.

Por outro lado, a poupança é dificilmente recomendada como investimento.

O melhor é evitá-la ou usá-la em períodos curtos de até 30 dias (em virtude de praticidade).

Existem diversos ativos que rendem mais do que a poupança, com a mesma segurança ou até mais.

Agora, você pode estar se perguntando…

“Mas se eu não conheço alternativas, como sair dessa situação?”

CDB, LCI, LCA ou Título Público são alguns exemplos simples de serem usados.

Para você ter uma idéia, o tesouro selic rende cerca de 42% acima da poupança.

Isso é uma diferença absurda!

E olha que ainda existem outras opções melhores.

Por isso valorize seu suado dinheiro.

Em breve trarei muitas novidades sobre renda fixa, tanto aqui semanalmente quanto com um canal exclusivo. Fique ligado!

Mas se o seu interesse é viver de renda você precisa conhecer o investimento em dividendos.

Nele eu mostro como você pode receber 2.154 reais por mês com dividendos.

Me siga no meu Instagram @severoadriano e aproveite pra conferir as dicas de investimentos e educação financeira que compartilho por lá.

Abs e bons investimentos

Adriano Severo

Oliver, cozinheiro e investidor internacional

Porque o Brasil está na mira dos gringos

Depois de uma semana em cada “beco” financeiro de New York, algo deverá ser dito:

Nós brasileiros estamos incrivelmente atrasados em comparação a mentalidade de investimentos dos americanos.

Quem me conhece sabe que tenho dois vícios: cafeína e mercado financeiro.

Bem, em uma das minhas paradas para um rápido café na Starbucks (aliás recomendo para quem for visitar NY a Starbucks Reserve na 9ª avenida) peguei o celular do bolso e fui dar uma espiada no humor do mercado naquele dia… importante ressaltar que raramente faço isso.

Sentado ao meu lado havia uma pessoa inquieta, que ficava tentando olhar para a tela do telefone. Quando ele percebeu que a situação já estava embaraçosa, resolveu se apresentar e ocorreu um diálogo interessante:

Oliver: Olá, desculpa estar incomodando, me chamo Oliver. Percebi que você estava olhando cotações de empresas brasileiras.

Eu: Prazer Oliver, me chamo Eduardo. Sou brasileiro e estava observando as ações da minha carteira…

Oliver: Que legal! Eu adoro o Brasil! …(vou pular alguns minutos da conversa em que ele contou algumas histórias de uma tal “férias de despedida de solteiro” em que viajou ao Brasil)… eu invisto em diversas empresas de tecnologia aqui dos Estados Unidos, mas quero alocar em ações de empresas brasileiras. Eduardo, acredito que o Brasil é uma das maiores oportunidades entre os países emergentes.

Eu: Por que acredita no Brasil? (Mesmo concordando fiquei curioso com o argumento que ele utilizaria)

Oliver: A economia vai destravar, então o cenário para as empresas será “lindo” e ações são empresas.

A conversa se estendeu por mais uns 10 minutos, acabou quando ele voltou a falar da “tal viagem de férias” ao Brasil…

O que mais me chamou a atenção é que isto dificilmente aconteceria em uma cafeteria aqui do Brasil, simplesmente porque o brasileiro ainda não enxerga o devido valor de investir em ações.

Detalhe importante, o Oliver trabalhava com culinária, não tinha qualquer ligação com o mercado financeiro.

O americano nasce investindo em ações, o brasileiro nasce “financiando” produtos…mas isso é conversa para outro e-mail.

O que mais me chamou a atenção na conversa, foi a simplicidade do racional do Oliver:

“Ações são empresas”.

Se os investidores entendessem esse fato, dificilmente fariam investimentos ruins.

Esse é o ponto principal para o sucesso de se investir em ações.

Basicamente acredito em duas estratégias de investimentos e ambas exigem investimentos em boas empresas.

  • Buy and hold: Comprar as ações de boas empresas sempre e para sempre.
  • Value Investing: Comprar as ações de boas empresas, apenas quando elas estiverem baratas.

Se você se preocupar em investir em boas empresas, todo resto não fará importância.

Como o próprio Warren Buffett disse uma vez:

“Pare de tentar prever a direção do mercado de ações, da economia, das taxas de juros ou das eleições. Estude os fatos e as condições financeiras, avalie o panorama futuro da empresa e compre quando tudo estiver a seu favor”.

Dicas de um investidor que acumulou mais de 100 bilhões de dólares investindo em ações.

Fica claro que investimentos de sucessos são baseados na pura racionalidade de investir em empresas boas e se abster do resto.

Embora entenda que o maior desafio é justamente se abster do resto…Selecionar e estudar empresas pode ser uma tarefa complexa se você não for familiarizado com o tema.

Eu utilizo como estratégia central a mesma estratégia do Warren Buffett (Value Investing)

Caso queira ajuda, tenho um canal chamado Joias da Bolsa, nele disponibilizo um portfólio de ações de boas empresas e baratas.

Não se esqueça de me adicionar no instagram @eduardo_voglino!

Poderemos trocar muitas ideias por lá!

Um abraço e bons investimentos,

Os tipos de fundos e como usá-los

Como a independência está mudando os investimentos

Caro leitor,

“Fundos, preparem-se que eu vou lhes usar!”

Existem vários tipos de fundos de investimentos, cada um com a sua utilidade.

Sempre recebo perguntas do tipo: “Qual é melhor? X ou Y?”

Não tem melhor ou pior. Tem aquele que vai ser útil para você e tem aquele que não.

Se você souber usar, todos eles podem ser ótimos. Se não souber usar, nenhum parecerá bom.

Vou te ajudar a clarear as ideias.

Se você souber usar, todos eles podem ser ótimos. Se não souber usar, nenhum parecerá bom.

Vou te ajudar a clarear as ideias.

Fundos Imobiliários: Você quer investir em imóveis? Esqueça comprar um sala ou apartamento e vá estudar sobre fundos imobiliários. Se ainda assim você quiser comprar uma sala, estude mais. Você não entendeu nada da primeira vez. FIIs são a forma mais inteligente de se investir em imóveis. Você vira sócio dos melhores empreendimentos do país e passa a receber a sua parcela do aluguel que eles geram. Este rendimento mensal é isento de Imposto de Renda, enquanto se comprasse um imóvel diretamente, pagaria até vinte e sete e meio por cento de imposto. São indicados para quem quer construir uma fonte de renda mensal extra e para quem quer começar na renda variável.

Fundos de Ações: perfeitos para quem quer multiplicar seu patrimônio, tem horizonte de longo prazo em seus investimentos e estômago para aguentar as oscilações. Você pega carona com gestores profissionais que vão decidir quais ações comprar, quais vender e a que preço. É uma forma de se tornar sócio das melhores empresas do país e ganhar com o seu crescimento e distribuição de lucros.

Fundos DI: são o porto seguro do investidor. É onde a sua reserva de emergência precisa estar. O rendimento é baixo, mas o importante aqui é segurança e rapidez no resgate. Os investidores mais conservadores, deixam a maior parte do seu patrimônio aqui, os mais arrojados, apenas a reserva de emergência.

Fundos de Renda Fixa: ainda conservadores, mas nem tanto assim. Buscam rendimento melhor do que os DI acima. Para isso precisam se expor a riscos como de crédito privado, títulos prefixados e atrelados a inflação. Indicados para quem quer turbinar um pouco sua renda fixa ou se defender da inflação.

Fundos Cambiais: eles seguem a variação de uma moeda específica. A mais comum é o Dólar americano. Podem ser usados como alternativa à compra física do dólar. Numa carteira de investimentos, serve principalmente como proteção. Normalmente quando a bolsa cai o dólar sobe. Vira um elemento importante para fazer o rebalanceamento dos seus ativos e se beneficiar com as quedas das ações.

Fundos Multimercados: são fundos que podem investir em renda fixa, variável, câmbio, commodities no Brasil e mundo afora. São excelentes para compor um portfólio equilibrado de investimentos. Este tipo de fundo merece uma atenção e dedicação especial dos investidores. Tem um universo enorme de possibilidades aqui dentro. Indicado para todos, com um pré requisito: se dedique a estudá-los.

ETF’s: fundos que têm suas cotas negociadas em bolsa. São fundos que replicam algum determinado índice (Ibovespa, IFIX, IMA, etc) e têm taxas de administração muito baixas. Alguns deles dão acesso a ativos que você teria muita dificuldade de conseguir, como a bolsa americana. A maioria, por outro lado, replica índices nacionais. Sua utilidade está em ser a forma mais fácil e barata de montar um portfólio bastante diversificado. Cá entre nós, dá para fazer melhor com os fundos anteriores.

A receita para ser bem sucedido é conhecer bem sobre estes fundos e mais do que isso, sobre você.

O encaixe entre o que você quer e o que os fundos podem te entregar é o mais importante.

Você já investe em fundos? Quais tipos? Quero saber.

Me siga no Instagram (@marcelofayh) e responda por lá se preferir.

Abraço!

Gringos tirando grana do Brasil!

Com o cenário de um risco global é normal que os gringos retirem seu dinheiro do Brasil, mas isso não é uma exclusividade nossa.

É natural que investidores de países desenvolvidos busquem países emergentes em busca de ampliar os seus ganhos, quando a renda fixa paga juros baixos nos seus países.

Mas em momentos de risco global é natural que eles retirem o dinheiro dos países emergentes e levem “para casa” visando obter retornos melhores e com maior segurança na renda fixa de seus países.

Parece sensato, não é mesmo?

Nós devemos seguir o mesmo raciocínio com o nosso dinheiro.

Quando há juros baixam devemos aumentar nossa posição em renda variável e quando os juros sobem devemos aumentar nossa posição em renda fixa.

Em relação ao Brasil os investidores estrangeiros já resgataram, desde o início do ano, cerca de 19 bilhões de reais da nossa bolsa. Vale lembrar que o mês ainda não terminou.

O fluxo desses recursos está no mesmo patamar de agosto de 1996, quando foi registrado, desde o início da série, o pior nível.

Pra você ter uma ideia lá em 2008, há quase 10 anos (lembrou da crise, né?!), no mesmo período de janeiro a agosto foi retirado cerca de 16 bilhões de reais.

O ibovespa está rondando os 100 mil pontos, desde quando atingiu esse patamar em junho deste ano.

A força que vem impulsionando a bolsa é de origem de investidores pessoas físicas e de institucionais locais.

A reforma de previdência parece já estar definida, faltando apenas alguns detalhes.

A reforma tributária pode ser a bola da vez.

Então imagine quando todo esse dinheiro estrangeiro voltar…

A questão que vejo não é se o Brasil vai retomar o crescimento, mas sim quando.

Até porque essa questão sempre foi assim por aqui. Independente de quem esteja definindo os rumos do país, sempre passamos por cenários adversos e soubemos lidar com isso.

Em momentos de instabilidade econômica, a exposição a ativos perenes trás uma segurança maior para carteira de investimentos, uma vez que possuem menor volatilidade.

Ações de bancos, elétricas e saneamento fazem parte deste grupo atualmente.

E ainda por cima costumam pagar bons dividendos…

Que tal aproveitar a oportunidade para comprar empresas boas pagadoras de dividendos, compor a carteira com ativos menos voláteis e ainda por cima ver os dividendos aumentar com a recuperação da economia?

Para auxiliar vocês eu criei um canal que conta com uma lista de ações atrativas que pagam bons dividendos, além de te ensinar a escolher as melhores oportunidades do mercado.

Que tal conhecer e se aprofundar mais no assunto? Clique aqui e saiba mais.

Te vejo por lá!

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Abs e bons investimentos

Dividendos da OI – OIBR3 e OIBR4

Com muita volatilidade na semana passada , a Oi viu suas ações subirem muito e também caírem muito.

A cotação voltou a rondar o arriscado patamar de 1 real.

Arriscado porque desde agosto de 2015 começou a valer a regra que diz que papéis negociados na B3 não podem ser negociados por mais de 30 dias consecutivos abaixo de 1 real.

Se isso acontecer, uma série de medidas tem que ser tomadas.

Após o ajuste ela tem que ser negociada acima desse patamar por pelo menos seis meses.

Se não conseguir a bolsa pode tirar o papel do pregão para negociações.

Veja a desempenho do papel nas últimas 52 semanas:

A empresa está passando por sérias dificuldades de geração de caixa, e está queimando o que tem mais do que o que ela consegue gerar.

Em 2016 a Oi (OIBR3 e OIBR4) entrou com pedido de Recuperação Judicial, sendo a maior da história até então, no montante de R$ 65 bilhões.

A empresa precisa urgentemente arrecadar recursos e conseguir gerar caixa.

Com o Novo Marco das Telecomunicações ela pode se beneficiar.

A concorrente que mais teria potencial de comprar ela, até o momento, é a TIM. Porém a empresa está muito alavancada e não está nos planos atuais a aquisição da Oi.

No início do ano já rondavam notícias de que a China Telecom estava de olho no mercado de telefonia brasileiro.

Como ela passa por dificuldades financeiras já é esperado que ela não distribua dividendos:

Pelo atual cenário, ela provavelmente irá demorar para conseguir distribuir.

Ela não se encaixa nos meus critérios como ação pagadora de dividendos.

Poderá reverter a situação?

Claro que pode.

Antes de investir esteja ciente, como sempre, dos riscos envolvidos.

Que tal conhecer e se aprofundar mais no assunto de dividendos e entender como escolher ações pagadoras?

Te vejo por lá!

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Abs e bons investimentos

Adriano Severo

Como montar uma carteira de Fundos Imobiliários

Mesmo que você não saiba como.

Caro leitor,

Muito se fala sobre encontrar os melhores FIIs do mercado, mas pouco se fala sobre como montar uma carteira diversificada com eles.

Montar uma carteira de FIIs não é só empilhar fundo. Precisa fazer sentido, senão vira uma seleção aleatória.

Se você der ênfase apenas no recebimento de dividendos, provavelmente vai terminar com um monte de fundos de papel na carteira.

Quantidade, por si só não é diversificação.

Tipo pizza cinco queijos: tem cinco, mas é tudo queijo.

Faça melhor do que isso.

Comece colocando na carteira fundos de diferentes tipos. Lembra quais são?

Fundos de Tijolo, de Papel, de Desenvolvimento e Fundos de Fundos.

Sempre gosto de tirar da frente antes o que não quero pois daí sobra menos coisa para analisar.

Tire os de desenvolvimento da frente. Eles não entram. São muito poucos disponíveis na bolsa e são de risco muito elevado. Quando o mercado estiver mais maduro e existirem mais fundos deste tipo, a gente volta a considerá-los. Por ora, fora.

O fundos de fundos podem ser muito úteis, pois normalmente dão acesso a fundos restritos a investidores qualificados e são super diversificados. Tenha um pouco deles.

Fundos de papel, também têm sua utilidade. Atualmente são os fundos com maiores distribuições mensais e também são bastante diversificados.

Por fim, os fundos de tijolo. Aqui o universo é amplo, e vai ser a maior parcela da sua carteira de FIIs.

Fundos de tijolos podem investir em imóveis de diferentes segmentos como lajes corporativas, galpões logísticos e industriais, hotéis, shopping centers, imóveis para empresas educacionais, agências bancárias, lojas de varejo…

Na hora de escolher os fundos se certifique que está colocando vários tipos de imóveis diferentes para dentro. Não adianta se entupir de lajes corporativas e achar que está super diversificado.

Outro ponto importante é a diversificação geográfica. Compre ativos imobiliários em diferentes lugares, cidades e bairros.

Para não estender demais, só mais um ponto: tenha fundos de diferentes gestores. São eles que escolhem quais imóveis comprar, negociam com os inquilinos e cuidam de tudo. Sempre bom não deixar seu patrimônio na mão de uma gestora só.

Estes são os principais pontos a se considerar para montar uma carteira de fundos imobiliários bem diversificada.

Não abra mão de qualidade e preço na hora de comprar um fundo. Nem que para isso você precisa sacrificar momentaneamente a diversificação.

E mais uma novidade super legal: estou com meu canal funcionando em plenos vapores.

O Canal Aluguel Inteligente abordará minha principal especialidade: Fundos Imobiliários e como você pode gerar renda extra com imóveis.

Ou seja: tudo que você está lendo aqui, amplificado e com muito mais para você aproveitar.

Logo de cara você já recebe as melhores oportunidades em FIIs do Mercado em tempo real.

Quero conhecer o Canal Aluguel Inteligente

Resumo da ópera:

Comece fazendo uma seleção de tudo que é bom. Depois disso, diversifique da melhor forma possível e vá comprando aos poucos somente se o preço estiver razoável.

Você já tem fundos imobiliários? Como está diversificado?

Me siga no Instagram (@marcelofayh). Mande uma pergunta por lá.

Toda semana abro espaço para responder dúvidas sobre o mercado.

Abraço!

Como focar no lucro sem perder a segurança

Leia antes do mercado abrir na segunda-feira

Olá,

É inegável que as maiores oportunidades de investimentos e ganhos exponenciais encontram-se em ações de pouca visibilidade, na maioria das vezes ignoradas pelo mercado.

Sabe aqueles tesouros escondidos? Quando você encontra, se beneficia muito financeiramente.

Antes da MGLU3 se tornar um dos cases mais famosos da bolsa, subindo mais de 28.000 por cento, ela era uma Small Cap que não chamava a atenção do mercado.

E é esse tipo de Small Cap que a maioria dos investidores busca para compor a carteira.

Confesso que partilho desta mesma ambição.

Todos os anos se você verificar quais foram as ações que mais se valorização, pode apostar que boa parte desta lista é composta por ações Small Caps.

Small Caps não são como empresas grandes.

Você concorda que é bem complicado uma empresa como o Itaú dobrar de preço em um ano.

É bem mais comum esse cenário de forte valorização ocorrer com ações menores.

Por que isso ocorre?

É mais fácil uma empresa de 500 milhões de reais passar a valer 2 bilhões de reais, do que uma grande empresa de 100 bilhões de reais passar a valer 200 bilhões reais.

Isto também ocorre porque a empresa de menor valor, não necessitará de grandes incrementos para justificar uma valorização potencial em seu preço.

Já dobrar o resultado financeiro do Itaú (que possui mais de 30% do mercado brasileiro), é bem mais complicado.

A definição do valor de mercado para a empresa ser considerada uma Small Cap é muito divergente entre os especialistas.

Particularmente, considero empresas entre R$ 500 milhões até R$ 5 bilhões em valor de mercado, isto não é uma regra e poderá ser flexibilizado.

Outra característica das Small Caps, é que costumam ter uma menor liquidez (volume de negociação diária) do que as grande empresas.

Naturalmente esta empresas possuem um perfil de endividamento maior, pois precisando constantemente inserir capital de giro na operação para continuar seu crescimento.

Estas empresas costumam distribuir pouco ou até mesmo não distribuir os dividendos, vale mais a pena para o negócio que os lucros sejam investidos na própria empresa, buscando a expansão do negócio.

Peter Lynch foi um dos maiores investidores e gestores do mundo. Ele focava sua estratégia na compra de diversas empresas Small Caps.

Seu retorno foi impressionante, deixando muita gente milionária com seu fundo de investimentos.

Seu foco era em empresas que poderiam gerar grandes movimentos de crescimento.

Nunca esqueça que toda grande empresa hoje já foi uma pequena empresa no passado.

Dito tudo isso, quero te apresentar uma lista de Small Caps com alguns indicadores financeiros para que você comece a buscar as grandes oportunidades.

A partir desta lista, você poderá filtrar as mais atrativas e consistentes.

Antes de investir você deve compreender detalhadamente qual a atividade da empresa. Só invista conhecendo o negócio a fundo.

E lembre-se o resultado ocorrerá no longo prazo.

“No curto prazo o mercado de ações é uma máquina de votação; no longo prazo é uma máquina de pesagem.’
Benjamin Graham

Um abraço e bons investimentos,

Me siga no instagram e envie sua opinião ou dúvidas sobre o mercado de ações.

@eduardo_voglino

Por que sempre vamos precisar da renda fixa?

Dicas preciosas para seus investimentos em renda fixa

Uma coisa é certa no mundo dos investimentos:

SEMPRE iremos precisar de parte da nossa carteira em renda fixa.

Sabe por que?

Do perfil de investimento conservador ao agressivo, é saudável que tenhamos uma percentual de nossos recursos alocados em renda fixa.

Isso acontece pelo fato de que ela serve como, por exemplo, destinação de recursos para:

Reserva de emergência;
Previsibilidade de rendimentos;
Espera por oportunidades mais atrativas.

A XP Investimentos, maior corretora independente da américa latina, recomenda que seja alocado cerca de 30 por cento dos recursos em renda fixa quando o perfil de investimento for agressivo.

Já para o perfil conservador eles sugerem que esse percentual seja de 97,5 por cento.

Perceba que os fundos multimercados, que são aqueles fundos que investem em ativos mais diversificados, costumam alocar recursos na renda fixa.

Ou seja, mesmo tendo perfil agressivo e um conhecimento superior em investimentos, eles alocam mais de 30 por cento em renda fixa.

Agora veja que fato interessante.

De 1994 a 2014, durante os primeiros 20 anos do plano real, a renda fixa ganhou de lavada da renda variável.

Isso significa que você deve migrar para a renda fixa?

Lógico que não!

Tudo isso aconteceu no período em que a economia estava sendo estabilizada.

A tendência é que nos próximos anos a economia do país se estabilize por completo e, no longo prazo a renda variável seja mais atrativa que a renda fixa.

Por via das dúvidas, mesmo com investimentos, use o cinto de segurança e tenha uma reserva na renda fixa.

A minha proposta aqui é compartilhar conhecimentos para que você possa alocar de maneira mais rentável possível nos produtos mais conservadores.

Tem algum assunto que você queira saber mais? Entre em contato comigo!

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OIBR3 e MGLU3: O que elas têm em comum?

Informações que você deve estar atento!

Olá, amigo(a) investidor(a)!

Se você acessar neste instante qualquer site relacionado a investimentos, provavelmente irá se deparar com alguma notícia em destaque sobre a ações da empresa Oi…

Mas o que está acontecendo?

Basicamente estas duas empresas estão passando por um processo de reestruturação financeira e operacional e quando isto ocorre de forma bem sucedida, as ações refletem no preço as expectativas de retomada do negócio.

Em 2015 houve uma reestruturação (muito bem sucedida) da empresa Magazine Luiza, fazendo com que ela retomasse seus lucros.

 Mas e para o investidor, qual foi o impacto?

Mais de impressionantes 28 mil por cento! Entrou para história…

Naturalmente, todos estão atrás da nova Mglu3, buscando em todos os papéis o potencial de 28 mil por cento.

Acontece que o potencial de retorno não vem sozinho, ele não nasceu para ser solitário, o risco sempre está abraçado com ele.

E acredite, a chance de uma empresa com prejuízos acumulados, baixas margens e alto endividamento virar o jogo, não é grande.

Veja a situação da Oi:

Seu resultado operacional anualizado está péssimo. Além disso a empresa está queimando muito caixa e isto é muito perigoso.

É previsto que ela tenha liquidez até o início do próximo ano, até lá não acredito em uma retomada de resultados, logo irão precisar de outra solução… Precisam agir rápido, pois a Anatel está de olho!

Sabe aquelas regras básicas de Warren Buffett?

Regra 01 – Nunca perca dinheiro.
Regra 02 – Nunca esqueça da regra nº 01.

Concordo plenamente!

Dizem por aí, que pode haver alta probabilidade de que algo vai acontecer, que ela não poderá ficar assim…

Bom, você não deve investir baseado em “apenas acreditar que algo pode acontecer”.

Quando o assunto é investir o seu dinheiro você deve tomar decisões baseadas na racionalidade e na lógica.

Se minhas decisões fossem na premissa de acreditar que algo possa acontecer, possivelmente estaria escrevendo este e-mail do Havaí…pois acredito que serei muito rico.

A vida não funciona assim!

O valor da mercado da empresa realmente está baixo, mas muito alinhado ao risco e perspectivas futuras.

Quando enxergo um cenário mais perigoso do que atrativo, simplesmente não “aposto” 1 real.

Existem tantas outras empresas com muito mais clareza de resultados, que simplesmente para mim não faz sentido comprar Oi.

Inclusive existem outros casos de empresas que estão passando por reestruturação, que se demonstram muito mais seguras, se é que podemos chamar de “seguras” empresas nesta situação…

Analise Via Varejo ou Paranapanema…talvez faça mais sentido.

Torço para o sucesso da Oi, mas de longe!

Todos sabem que sou adepto do Value Investing, que basicamente se resume em comprar barato, ações de boas empresa…Entendeu o destaque em boas empresas?! 😉

Inclusive segunda-feira entrará no ar o canal Joias da Bolsa, onde indico uma carteira composta por 10 ações dentro deste perfil.

Como forma de agradecer você que acompanha os meus conteúdos, irei disponibilizar abaixo o link de acesso a pré-venda com 50 por cento de desconto. Aproveite!

Conheça o canal Joias da Bolsa

Não se esqueça de me adicionar no instagram @eduardo_voglino!
Poderemos trocar muitas ideias por lá!

Um abraço e bons investimentos,