Tem gente sacaneando você

Olá, investidor!

“Edu, qual a melhor Small Cap para 2020?”

Afirmo sem dúvida que essa é a pergunta que mais recebo nos últimos tempos…

Confesso que isso me deixa muito preocupado.

Essa pergunta demonstra que o brasileiro ainda enxerga a bolsa de valores como investimentos para ganhos de curto prazo.

Não é assim que você deveria pensar.

Ações são essencialmente um investimento para longo prazo.

Muitas vezes tenho vontade de estampar a frase acima da testa.

Pode parecer duro o que vou te dizer, mas quem não mudar sua mentalidade sobre o mercado, irá perder dinheiro e sair frustrado da bolsa.

Claro, entendo que algumas Small Caps irão se sair muito bem em 2020, mas isso é só uma parte e não o principal da sabedoria de ser investir em ações.

Saber qual será a ação que vai “bombar” em 2020, poderá ser útil para agregar um pouco de rentabilidade à sua carteira.

Mas sozinha, não vai resolver a parada, afinal, você não é louco o suficiente de investir 100 por cento do seu capital em apenas uma ação.

Então meu caro investidor, tenha paciência.

O resultado que mudará seu padrão de vida ocorrerá de forma exponencial, ano após ano. O ano de 2020 vai ser importante para isso, mas não acaba aqui…

Se te disseram o contrário, foi sacanagem com você.

Investir em si até é um processo chato. O resultado, esse sim, é bem prazeroso.

Só para não deixar esse e-mail com cara de “puxão de orelha”, vou te dizer a Small Cap que poderá ser interessante para 2020: Vulcabrás Azaleia (VULC3).

“Edu, tu acabou de falar que não devemos nos importar com o curto prazo e está citando a ação que vai bombar em 2020”?

Sim, mas diferença é essa ação vai ser para carregar em 2020, 2021, 2022, 2023…

E não vai ser só ela, você precisa ter diversas small caps​.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Aprenda com o que deu certo: WEGE3, LREN3, UGPA3, GUAR3, TRPL4, ALPA4

Olá, investidor!

Talvez você até já saiba, mas sou um grande entusiasta do investimento em Small Caps.

O motivo é simples e óbvio: no longo prazo ações de pequenas empresas podem multiplicar seu valor, embora muitas vezes isso ocorra de forma muito rápida.

A minha carteira Joias da Bolsa possui 7 ativos de baixo valor de mercado, se enquadrando no perfil das Small Caps​.

Veja:

Valorizacao carteira Joias da Bolsa

Lembra que falei que algumas vezes a multiplicação do valor ocorre de forma rápida?

Note que as duas últimas ações dobraram de valor em muito pouco tempo.

Respectivamente:

115,38 por cento em 122 dias.

127,70 por cento 94 dias.

Não é uma regra, mas quem investe em boas Small Caps corre o risco de ganhar muito e em pouco tempo​.

Mas atenção… seu foco deverá sempre ser no longo prazo.

Por que eu digo isso?

Simplesmente porque o resultado poderá ser ainda mais incrível e os riscos também diminuem.

Toda grande empresa já foi uma pequena empresa no passado.

Observe:

Valor de mercado 2005 x 2019

Grandes empresas eram negociadas a poucos centavos há 15 anos.

Se você tivesse investido 5 mil reais em cada uma dessas ações, hoje você teria acumulado milhões de reais.

Creio que esta simples tabela resume o potencial desse tipo de ações e justifica o porquê sou um caçador de pequenas empresas que escondem grandes oportunidades​.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

A melhor estratégia para qualquer tipo de ação

Olá, investidor!

“Se consegui ver o que havia mais longe, foi porque me debrucei sobre os ombros de gigantes”.

Frase de Isaac Newton, criador da lei da gravitação universal, demonstra como é necessário, seja na vida ou no mundo dos investimentos, se espelhar nos melhores e mais experientes.

O maior e mais conhecido investidor de todos os tempos é Warren Buffett, conseguiu ao longo de sua vida a média de 20% de retorno ao ano.

O megainvestidor detém uma das maiores fortunas do mundo, mais de 90 bilhões de dólares.

Seguir os passos e aprendizados de Buffett é estar sobre ombros de gigantes.

Como você sabe, eu sigo a risca a estratégia do Value Investing, amplamente difundida por Buffett.

Independente do tamanho da empresa, seja ela Small Cap, microcap ou até mesmo nano cap, a chave para o sucesso é a disciplina na aplicação da estratégia.

Meu portfólio de ações baseado nesta estratégia, acumulou nos últimos 12 meses mais de 65 por cento de alta.

Mas o que realmente importa não é a performance dos últimos 12 meses, mas o resultado potencial gerado de forma contínua na carteira.

O resultado é potencializado pelo afastamento entre o preço de mercado (o que você enxerga no home broker) e o preço real do negócio (valor intrínseco).

A constante busca por margem de segurança proporcionados por preços descontados, é o grande segredo para o sucesso.

Mas para obter grandes retornos, precisamos de longos períodos de investimentos.

Falando nisso, aprenda a valorizar o tempo. Investidores espertos reconhecem que o tempo é um elemento valioso para qualquer negócio.

Seja paciente e pense sobre a soma total do seu lucro nos próximos anos.

Você passará por diversos momentos conturbados, com significativas quedas nos preços das ações e temporária redução do seu patrimônio.

Mas não se preocupe, está tudo bem!

Na verdade esses momentos criam oportunidades para comprar empresas boas ainda mais baratas.

Você sabia que as cordas que os escaladores utilizam são projetadas para resistir até 2.000 kg de peso, mas são usadas por escaladores que pesam entre 70 e 90 kg.

Por que tamanha diferença? Porque quanto maior a margem de segurança, menor será o risco.

Tente compreender esse conceito até você começar a torcer para uma queda do mercado.

Quando isso acontecer, sinta-se orgulhoso, pois você terá se tornando um value investor!

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Você não é um expert em ações

Olá, investidor!

Se você comprou ações este ano, tenho certeza que deve estar se sentindo praticamente um super-herói.

Você comprou uma ação e ela subiu.

Em seguida comprou outras ações e, para sua surpresa, elas também subiram.

Como é fácil o trabalho de um analista, afinal, você, de casa, está conseguindo excelentes resultados.

Mas preciso te alertar!

Seus acertos não são de super poderes que você adquiriu assistindo vídeos de “influencers” do Youtube, são apenas consequências de um mercado altista.

Citando alguns colegas jovens aqui do Guiainvest:

“Bovespa é Lua!”

Infelizmente você não é um gênio, ao menos não da bolsa.

Estou recebendo parabéns de muitos investidores simplesmente pelo fato de ter indicado um portfólio de ações onde duas delas (Small Caps) estão com mais de 85% em um pouco mais de 4 meses.

Óbvio que uma alta tão significante como essas gera contentamento, mas o fato é que, em mercado altista, não é tão difícil de altas dessa magnitude acontecerem.

Claro que conhecimento suficiente para encontrar alguns gatilhos de alta é importante.

Em mercado de altista, para não ganhar dinheiro com ações, você precisa ser muito bom em escolher empresas muito ruins.

De um pouco mais de 400 ações, apenas 36 ações permanecem negativas na bolsa.

Como mencionei, a maioria dessas empresas são péssimas, gerando prejuízos contínuos.

Tenho certeza que elas não chamariam sua atenção.

Tenho certeza que você nunca pensou em comprar uma OIBR3… rsrs.

Dois pontos merecem destaques em mercados de alta:

1 – Você deve comprar ações de empresas com bons fundamentos, independente da situação do mercado.

2 – Quando a tendência do mercado mudar, as ações irão cair, logo, então você irá descobrir que nem você nem eu somos deuses do mercado.

Você deve ter compreensão que existirão diversos momentos em que o mercado passará por longos períodos de alta, assim como de baixa.

O mais importante é que você trate os investimentos em bolsa de forma séria.

Você estará preparado para quando o mercado mudar de direção?

Lembre-se de sempre comprar empresas com ROE elevado, endividamento adequado ao setor, margens suficientes para momentos de poucas vendas e múltiplos baixos, afinal não adianta apenas ser bom, tem que ser barato.

Não existe mágica, não existe bola de cristal e não existem super-heróis…

Fazendo o dever de casa, suas ações irão se valorizar muito em mercados de alta e cair pouco (comparado ao índice Bovespa) em mercados de baixa.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

VULC3: a melhor Small Cap para 2020

Olá, investidor!

Você conhece a VULC3?

Será que ela poderá ser a melhor Small Cap em 2020?

Te peço 2 minutos para te apresentar a empresa.

Vulcabras Azaleia – VULC3

O Brasil é um dos maiores mercados calçadistas do mundo e a Vulcabras Azaleia é uma das maiores calçadistas do Brasil, dona de marcas líderes e das mais lembradas pelos consumidores.

São décadas de atuação construindo não só a história dessas marcas, mas também ajudando a formar a tradição do próprio setor. Quem fala de indústria calçadista brasileira, fala de Vulcabras Azaleia.

Com todo esse histórico, a companhia se tornou uma gestora de marcas, utilizando sua indústria como diferencial competitivo. Por sua busca contínua pelo novo, a Vulcabras Azaleia sabe qual é o sapato que as pessoas gostam.

Por isso a empresa é gestora de marcas líderes em seus segmentos, como a Olympikus, primeira em venda de tênis no Brasil, e a Azaleia, uma das mais lembradas quando o assunto é sapato feminino. As marcas são sinônimo de escolha inteligente, com alta qualidade e ótimo custo-benefício.

A partir de 2018, a companhia passou a ser a licenciada exclusiva da Under Armour no Brasil, uma das maiores marcas de confecções, calçados e acessórios esportivos.

Somadas a elas estão Dijean, OLK e as Botas Vulcabras.

Veja a comparação abaixo com os principais players do mercado:

A VULC3 apresenta um excelente ROE frente aos níveis dos seus múltiplos de preço.

Negócio rentável e barato!

Isso ocorre, devido a um passado não muito distante de resultados ruins…

Atualmente a empresa está com resultados semelhantes aos anos anteriores a 2011, entretanto na época a empresa operava a níveis de P/L quase 3x maiores que o de hoje.

O fato é que no passado a Vulcabras operava com um ROE mais elevado, contudo a empresa está apresentando processos cada vez mais alinhados, favorecendo no ganho de eficiência, redução de custos e consequentemente aumento do ROE.

Somado a este fato, nossa economia nos próximos anos irá retomar seu crescimento (já visível), alinhando os drivers para um crescimento de resultado da empresas.

Os fundamentos da empresa estão melhorando a cada resultado, isto é fato, e pode ser comprovado com a visível melhora no indicador GI SCORE:

O que você acha, vale a pena?

Se uma é pouco, aqui deixo a lista das 10 small caps que vão bombar em 2020​.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

O gatilho nº 1 que vai fazer você lucrar muito com ações

Olá, investidor!

Não posso mentir: quando compro ações, seleciono as que apresentam o maior potencial de crescimento e, consequentemente, valorização.

Criei uma técnica para descobrir quais são essas ações: chamo de “O grande gatilho”.

Me permite te ensinar?

A técnica envolve 3 passos básicos:

Passo 01 – Analisar ROE atual e histórico

O objetivo é encontrar empresas que estejam com capacidade de gerar valor atual maior que no passado (preferencialmente quando empresa vivenciava um cenário semelhante em termos de resultados financeiros).

A empresa que utilizei como exemplo, apresentou um ROE no primeiro trimestre (momento em que entrou para minha cobertura) maior que o ROE médio dos últimos 5 anos (14,5%).

Além disso, em 2017, quando a empresa apresentava resultados semelhantes, seu ROE também era inferior (15%).

Ela estava com capacidade de gerar mais valor no do que no passado.

ROE está intimamente ligado à capacidade de crescimento da empresa.

Passo 02 – Analisar o crescimento dos resultados (lucro por ação)

Esse passo é muito importante.

Gosto de comparar o lucro por ação atual com o lucro por ação no momento em que a empresa negociava a preços superiores.

Veja:

Perceba que no ínicio do ano a empresa estava mais lucrativa e sendo negociada a preços inferiores que 2017.

Ela apresentou um crescimento de + 40% em seus lucros nos últimos 5 anos.

Mais cedo ou mais tarde os lucros irão justificar os preços.

Passo 03 – Confirmação de oportunidade de preço

O índice P/L gera uma informação muito semelhante ao passo 02, servindo mais como um viés de confirmação da oportunidade.

O P/L é um múltiplo que relaciona o preço com seu lucro, logo, quanto mais baixo estiver o indicador, mais barata está a empresa.

Nessa técnica, comparo o P/L atual com o P/L médio histórico de 3 e 5 anos, além de considerar novamentes outro momento de resultados semelhantes ao atual (2017).

A empresa está lucrando mais e sendo negociada a P/L inferior que as médias.

Vamos sintetizar os 3 passos de uma maneira que fique fácil de interpretar.

Veja a comparação entre 2017 e 2019:

Em 2019 a empresa estava mais rentável, mais lucrativa e mais barata…

Em algum momento os preços justificam estes parâmetros. Em 2019 foi o que aconteceu.

Como disse no ínicio do e-mail, essa é uma estratégia que tem me feito colher excelentes resultados.

Espero que você também consiga fazer uso do “grande gatilho”.


>>> Aqui separei 10 ações que eu acredito que podem ter um futuro semelhante.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Os maiores ganhos com small caps vem daqui

Olá, investidor!

Um dos motivos mais comuns de fracasso é o hábito de desistir quando se ocorre uma derrota momentânea.

Retirei o trecho abaixo do livro

“Quem pensa enriquece” de Napoleon Hill:

“Um tio de R. U. Darby foi atingido pela ―febre do ouro, nos dias da corrida do ouro e lá se foi para o Oeste, para escavar e enriquecer. Nunca ouvira dizer que mais ouro fora extraído dos pensamentos dos homens do que jamais saíra da terra. Fez valer seus direitos e foi trabalhar de pá e picareta.

Após semanas de trabalho, foi recompensado pela descoberta do minério reluzente. Precisava de máquinas para trazer o minério para a superfície. Sem alarde, cobriu a mina, refez as pegadas que o levavam a sua casa, em Williamsburg, Maryland e contou aos parentes e a alguns vizinhos do ―achado. Reuniram dinheiro para as máquinas necessárias e mandaram-nas por navio.

O tio e Darby voltaram ao trabalho na mina.

O primeiro carro de minério foi extraído e enviado a uma fundição. O que voltou demonstrou que possuíam uma das mais ricas minas de Colorado! Com algumas cargas mais do minério, poderiam saldar as dívidas.

Depois viriam os enormes lucros.

As perfuratrizes penetraram na terra, enquanto aumentavam as esperanças de Darby e seu tio. Então, algo aconteceu. O pote de minério de ouro desapareceu! Tinham chegado ao fim do arco-íris e o pote de Ouro não mais estava lá.

Continuaram a perfurar, tentando, desesperadamente, encontrar o veio de novo – tudo em vão.

Finalmente, resolveram desistir.

Venderam a maquinaria a um negociante de ferro velho, por algumas centenas de dólares e levaram o trem de volta. O dono do ferro velho chamou um engenheiro de minas, para que examinasse a mina e fizesse uns cálculos.

O engenheiro concluiu que o projeto falhará porque os donos não estavam habituados às “linhas falhas”.

Seus cálculos mostraram que o poço seria encontrado a apenas um metro de onde os Darby tinham parado de perfurar! Foi exatamente onde o encontraram!

O homem do ferro velho retirou milhões de dólares em minério, da mina, porque foi suficientemente esperto para procurar o conselho de um perito, antes de desistir.”

Essa história ilustra muito bem a importância de não desistir cedo.

Mas qual a relação desse tema com ações Small Caps?

Bom, o fato de você não desistir cedo agrega um fator altamente relevante nos investimentos conhecido como tempo (duração dos fatos).

Quando um investidor compra uma ação Small Cap, ele tem como objetivo que esta empresa atualmente pequena, se torne um grande negócio que passe a valer bilhões.

Essa transformação não ocorre de forma rápida. Pode, inclusive, levar uma dúzia de anos…

Mas quando acontece, você pode se tornar um investidor financeiramente rico.

Veja 3 exemplos:

Vamos considerar como parâmetro de avaliação do crescimento o valor de mercado da empresa.

A Sanepar, em 2009, possuía um valor de mercado de, aproximadamente, 1 bilhão, e suas ações eram cotadas próximas de 1,22 reais. Hoje, seu valor de mercado está acima de 9 bilhões de reais, e suas ações sendo negociadas a 18 reais.

Valorização de mais de 1400%.

ALPA4

A Alpargatas em 2009 possuía um valor de mercado de, aproximadamente, 2 bilhões de reais, e suas ações eram cotadas próximas de 2,13 reais. Hoje, seu valor de mercado está acima de 18 bilhões de reais, e suas ações sendo negociadas a 31 reais.

Valorização de mais de 1300%.

EZTC3

A EZTEC em 2009 possuía um valor de mercado de, aproximadamente, 1 bilhão de reais, e suas ações eram cotadas próximas de 3,90 reais. Hoje seu valor de mercado está acima de 9 bilhões de reais e suas ações sendo negociadas a 43 reais.

Valorização de mais de 1000%.

Já imaginou se o investidor que comprou essas ações em 2009 tivesse optado por vender suas posições em 2015?

O investidor teria embolsado após 6 anos respectivamente: 268%, 321% e 253%.

Não são resultados ruins, entretanto se comparado aos resultados se tivesse permanecido mais alguns anos… A história muda.

O fato é que você às vezes você está muito perto de um grande resultado, mas simplesmente falha por desistir antes do tempo…

Lembre-se do caso citado acima: “Seus cálculos mostraram que o poço seria encontrado a apenas um metro de onde os Darby tinham parado de perfurar!“

Não falhe por desistir antes do tempo…

Você pode estar mais perto do que nunca. E sabe qual a boa notícia de hoje? O André disponibilizou um NOVO estudo, um método de 7 passos que aponta quais são as small caps mais quentes para 2020.

Recomendo que você anote esse passo a passo.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Conhece a ação MYPK3?

Olá, investidor!

É inegável que as maiores oportunidades de investimentos e ganhos exponenciais encontram-se em ações de pouca visibilidade, na maioria das vezes, ignoradas pelo mercado.

Sabe aqueles tesouros escondidos? Quando você encontra, beneficia-se muito financeiramente.

Estou sempre atrás de pequenas empresas (Small Caps) que, um dia, serão grandes negócios.

Gosto de explorar os detalhes das empresas, fazer uma real análise para encontrar oportunidades.

Dessa vez, selecionei a Iochpe-Maxion (MYPK3) para conhecer melhor, empresa do segmento de peças automotivas que vale hoje 3 bilhões no mercado ações.

Posso te apresentar ela?

A Iochpe-Maxion é uma companhia global, líder mundial na produção de rodas automotivas e uma das principais produtores de componentes estruturais automotivos nas Américas.

A empresa está em atividade a mais de 100 anos – sua fundação ocorreu em 1918 – aqui em solo Gaúcho (Rio Grande do Sul).

Iniciou no ramo madeireiro, mas, ao longo do tempo, foi diversificando suas atividades para o setor financeiro e, subsequentemente, para o setor industrial.

Em 1984, a empresa abriu capital em bolsa, captando recursos que possibilitaram a expansão da operação globalmente.

A partir da década de 90, passou a concentrar a atuação nos segmentos de autopeças e equipamentos ferroviários, alienando grande parte dos ativos e participações que não eram ligados a esses segmentos.

No início de 2000, 50% do negócio de equipamentos ferroviários foi alienado para a Amsted Industries, o que originou a formação da joint venture Amsted Maxion.

Concluído o processo de reestruturação operacional iniciado em 1998, a Companhia passou a conduzir seus negócios através de duas empresas, a controlada AmstedMaxion no segmento ferroviário, e a Maxion Sistemas Automotivos com duas divisões, a Rodas e Chassis e a Componentes Automotivos.

Possui 31 unidades fabris, localizadas em 14 países e cerca de 15 mil funcionários.

Operam o principal negócio por meio de duas divisões: Maxion Wheels e Maxion Structural Components.

Maxion Wheels – produz e comercializa uma ampla gama de rodas de aço para veículos leves, comerciais e máquinas agrícolas e rodas de alumínio para veículos leves.

Maxion Structural Components produz longarinas, travessas e chassis montados para veículos comerciais e conjuntos estruturais para veículos leves.

Quatro pontos da empresa se destacam:

1 – Crescimento das receitas nos últimos 10 anos, apesar de diversas dificuldades econômicas do país no período.

De nada adianta crescimento de receitas sem eficiência operacional. A MYPK3 demonstra excelente capacidade técnica na gestão operacional.

Perceba a estabilidade alcançada em sua margem nos últimos 5 anos:

2 – Redução do endividamento

A redução de dívida reflete na maior geração de caixa.

Atualmente, mais de 75% da dívida da empresa é de longo prazo, favorecendo o fluxo de caixa. Contudo, 68% do total da dívida é em moeda estrangeira. Redução do câmbio será benéfico para seu custo financeiro.

3 – Evolução na rentabilidade

A empresa possui um ROE (retorno sobre patrimônio líquido) médio nos últimos 5 anos de 6,4%, bem abaixo do que considero atrativo.

Contudo, atualmente a empresa está com um ROE de 13,2%, demonstrando uma evolução na capacidade de agregar valor.

4 – GI Score e Gi Line

O GI Score vem apresentando melhoras frente ao seu histórico, atualmente atingindo 68 pontos.

O GI Line por sua vez demonstra uma capacidade de evolução baseado em históricos médios de P/L (preço / lucro).

Considero interessante os números da empresa. E você o que achou?

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Perdi todo meu dinheiro investindo em ações

Olá, investidor!

O ano era 2008: eu havia comprado uma tal de FNAM11 – fundo setorial da amazônia negociado na bolsa de valores –, e estava convicto de que iria multiplicar o dinheiro investido no mínimo 4x.

“Na próxima semana não quero nem saber, vou fazer uma viagem fod*”, pensei alto.

Estava muito confiante e empolgado; afinal, quem não gosta de viajar? Ainda mais quando o “dinheiro” não é uma preocupação.

Você sabe, né?

Não é sempre que um trabalhador com carteira assinada (ex-bancário), pode se dar ao luxo de “ridicularizar” o dinheiro.

E por que eu havia investido todo meu dinheiro na FNAM11?

Ué, havia lido em um fórum qualquer da internet – lembram do Orkut?! – que ela iria “bombar”… Eles não poderiam estar errados! Afinal, quem havia dado essa dica quente tinha o nickname de “Mestre dos Magos”.

Me diga, como não acreditar no Mestre dos Magos?

Dois dias antes de viajar, mais precisamente em uma quarta-feira, abri o home broker para ver de quanto seria meu lucro, mas percebi que FNAM11 não bombou como haviam dito no fórum…

Na verdade implodiu!

Viagem cancelada e carteira vazia. Doeu quase que fisicamente!

A ingenuidade e o amadorismo a ponto de acreditar cegamente em informações de fóruns da internet, me ensinou uma dura lição.

Não existem atalhos…

Considero esse prejuízo – maior que já tive – como o curso mais caro que já paguei sobre investimentos.

Lição aprendida!

Ah… Se algum analista nunca contou sua história de prejuízo, nunca comprou uma ação ou oculta os fatos.

O mercado é um excelente professor, mas se você não tomar cuidado, poderá rodar para sempre!

Apenas em 2010 fui compreender a lógica dos mercados.

Ela é bem simples:

  • Focar em empresas com potencial de crescimento;
  • Ter visão de longo prazo;
  • Permitir que os juros compostos atuem em seu favor;

O simples é o que funciona no mercado.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

OIBR4 ou VOGL3

Game changer

Olá, investidor!

Talvez poucos aqui saibam minhas origens…

Em 2006, após uma crise financeira familiar, compreendi como era importante entender sobre finanças.

Na época, atuava em outro segmento profissional e resolvi aprender sobre finanças com os “melhores”.

Iniciei uma nova faculdade e ingressei minha carreira bancária em um grande banco do mercado.

Minha primeira semana foi inesquecível: ficava no balcão do pré-atendimento e, por conta disso, acabava interagindo com muita gente.Era legal conhecer novas pessoas todos os dias, a maioria delas vinham de origem humilde e de pouca capacidade financeira.

A parte ruim vem agora: para o banco, pouco importava as condições dos clientes. Era inadmissível o profissional do pré-atendimento não “vender” um título de capitalização ou seguro de vida para o cliente.

Veja bem: muitas vezes, esses produtos correspondiam a mais de 10% da renda do cliente.

Pensei na época: “Essa situação deve ocorrer só com os estagiários, preciso crescer rápido na carreira”.

Em menos de 2 anos, me tornei Gerente de Negócios de Empresas.

Nada mudou: agora tinha que tirar vantagens de empresas e não mais de pessoas.

Mudei de empresa (banco) 3x… Acreditava que o problema era o banco em que eu estava.

Buscava trabalhar fazendo o que amava e ao mesmo tempo ajudando as pessoas; porém, sem sucesso.

Passaram-se 9 anos (2014) e ainda tentava encontrar justificativas para seguir nesta carreira.

Nesse momento, o senhor destino pregou uma peça.Tive um grave problema de saúde, corria risco de vida e, por conta disso, fui submetido a uma perigosa cirurgia.

Os 5 minutos que antecederam a cirurgia pareceram um longa-metragem.

Pensava em o quanto era jovem, pensava na minha família, no apartamento que recém havia comprado com minha noiva e no que havia feito até então da minha vida.

Meu último pensamento antes de ser anestesiado foi: “Papai” do Céu, me ajuda nessa, tenho muito o que fazer lá fora”.

No momento do aperto, todos se tornam religiosos…

Bom, se estou aqui escrevendo este e-mail é porque tudo deu certo!

Pedi demissão do banco e, hoje, utilizo todo o conhecimento adquirido ao longo da carreira para ajudar as pessoas a investir melhor.

Mas qual a ligação dessa história com investimentos?

Ações são empresas e empresas podem passar por “problemas” em sua saúde financeira e, em diversos momentos, necessitarão passar por grandes mudanças para alcançar novos patamares, semelhantes à mudança de carreira e ao procedimento cirúrgico que passei…

Quando tudo dá certo, voltamos com mais força e gerando mais resultados.

É exatamente essa virada de jogo que no mundo dos negócios chamamos de turnaround.

Recuperar-se e revitalizar-se são as palavras-chave para quem passa por esse momento. Os objetivos, claro, envolvem a restauração do equilíbrio financeiro e a volta à competitividade para uma recuperação empresarial por completo.

Existem hoje na bolsa 4 empresas importantes passando por esse processo:

Perceba que essas empresas estão com números ruins no geral.

O único motivo para uma decisão de investimentos nesses ativos seria a possibilidade de um real turnaround bem sucedido.

O risco é grande! Se der errado, o prejuízo pode ser integral.

Por outro lado, se der certo o benefício gerado é considerável.

Magazine Luiza passou por processo com grande sucesso…

Se eu fosse uma ação (VOGL3), diria que também passei por um turnaround muito bem sucedido…

Como já mencionei, quando a reestruturação ocorre com sucesso, os ganhos são enormes.

Qual será a próxima empresa que vivenciará uma mudança para alcançar um novo patamar?

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.