(Ainda) sobre Ibovespa a 500 mil pontos

Caro leitor,

Podemos parecer repetitivos, mas se aqui estou relembrando o assunto, é porque realmente creio que ele tem relevância para você e para sua vida financeira.

Lembrando que você não precisa acreditar em nada do que falamos aqui. Você só não tem como ignorar o que está acontecendo no Brasil e no mundo.

Alguns fatos:

As ações listadas na bolsa brasileira estão em boa parte sendo negociadas a preços muito atrativos.
Essas mesmas empresas estão muito ajustadas por conta da crise que passou: cortaram muitos custos, reduziram dívidas e estão com muita capacidade ociosa por conta dos investimentos já feitos pré 2014, quando o Brasil crescia mais vigorosamente. Essas empresas estão prontinhas para decolar.
Passaremos por um retomada cíclica da economia brasileira.
Os EUA passam por um período de fim de boom econômico. Por conta disso, muitos investidores internacionais irão realocar capital de lá para cá, uma vez que o Brasil tem todo um ciclo de crescimento pela frente.
A inflação brasileira cada vez mais mostra lentidão, o que nos possibilita baixar juros lá na frente.

Os ventos estão todos ao nosso favor.

Eu sinceramente não enxergo outra possibilidade que não um fluxo de dinheiro muito forte vindo de fora.

Claro que posso estar errado, mas com tantos eventos favoráveis vindo ao mesmo tempo, vejo que não estou proibido de estar esperançoso…

E veja abaixo… os ciclos de bolsa no Brasil não me permitem imaginar um caminho diferente:

Se chegarmos a 270 mil pontos em dólar (como projeta o gráfico), supondo um dólar a 3 reais, teremos um Ibovespa muito acima dos 500 mil pontos que acreditamos hoje em dia.

Mesmo que estejamos errados, os ventos estão a favor e é desejável alocar pelo menos uma parte do seu dinheiro em bolsa. Você não precisa estar certo para ganhar dinheiro.

Obs.: se você ainda está cético quanto ao boom da bolsa de valores, apenas peço para você não menosprezar o potencial do investimento em ações no longo prazo. Investir em ações é vantajoso até mesmo em períodos de crise. Nesse vídeo temos um estudo de caso de 15 anos investindo em ações.

A bolsa sempre sobe.

Querido leitor,

Esse é um raciocínio que você deve levar para a vida.

50 por cento dos dias o mercado está otimista.
60 por cento dos meses o mercado está otimista
70 por cento dos anos o mercado está otimista
90 por cento das décadas o mercado está otimista
100 por cento dos séculos o mercado está otimista

Os números citados não são exatamente esses, mas o sentido do raciocínio está preservado. E ele nos leva à seguinte conclusão…

Quem investe com prazo de dias, tem muito risco.

Quem investe com prazo de décadas, tem baixíssimo risco.

A bolsa sobe e desce todos os dias. Mas se olharmos década por década, a bolsa sempre sobe.

Os grandes investidores não são pessoas geniais, mas pessoas pacientes.

Na busca pela Liberdade Financeira, o tempo é seu amigo. Quanto maior seu prazo de investimento, mais retorno e menos risco.

Para provar isso para você, fizemos um estudo de caso que mostra como a bolsa brasileira é segura e tem ótimos retornos quando você tem vistas ao longo prazo.

Nesta aula falamos de 3 passos simples que você precisa seguir para conquistar a Liberdade Financeira de forma definitiva.

Assista agora!

Se a Selic quer, deixem ela cair

Caro leitor,

Peço licença para colocar uma passagem do Recado que deixei há duas semanas aqui neste guichê:

“Enquanto as expectativas de inflação seguirem estáveis ou mesmo caindo, o Bacen não irá subir os juros.
Há um ano atrás esperava-se que a taxa Selic chegasse a 8 por cento ao ano em 2019. Ledo engano.
No boletim focus de segunda-feira (4) já havia um consenso de que não teremos mais nenhuma alta em 2019.
Isso sinaliza manutenção na taxa para a reunião de hoje, mas dada a constante queda nas expectativas de inflação, abre-se uma janela para novos cortes na Selic”.

Eu sinceramente gosto de lembrar disso com alguma frequência. Mesmo que eu não veja ninguém concordando comigo, é a forma com a qual eu leio os sinais.

Eis que nesta segunda-feira eu vejo que meus colegas de profissão entraram para o meu time:

 

 

 

 

 

 

E teve mais essa:

 

 

 

 

E é isso. Se esse pessoal começa a comprar o discurso de queda da Selic, isso é um ótimo indicador antecedente de que teremos de fato uma queda na Selic.

E repito: o mercado ignorou sem nenhuma vergonha os efeitos da recessão de 2015 e 2016. A realidade nem sempre cabe nos modelos que eles utilizam. Dane-se a realidade.

Temos, SIM, espaço para mais quedas na Selic. Hoje a renda fixa já não coloca nem o mais conservador dos investidores em uma zona de conforto. Quem dirá se ela de fato chegar ao patamar de 5 por cento ao ano.

Esse sinal apenas reforça a tese de que poderemos ter Ibovespa batendo 500 mil pontos até 2025: uma ousada, mas factível, valorização de 31 por cento ao ano.

Estamos em um bull-market e nessas horas até tijolo voa.

Um abraço e bons investimentos.

As próximas ações que irão disparar…

Caro leitor,

Em um ciclo de alta da bolsa, a maioria das ações dispara em algum momento.

Elas formam uma fila e vão disparando. Uma a uma. Cada tipo de ação esperando a sua vez.

Basicamente, a fila é formada por 4 tipos de ação:

1 – As despejadas na crise anterior
2 – As mais negociadas
3 – As boas, mas com baixo volume de negociação
4 – As ruins e com baixo volume de negociação

Nós explicamos:

1 – As despejadas na crise anterior são aquelas ações que apresentaram sempre ótimos fundamentos, mas devido ao pânico do último ciclo de baixa da bolsa, muita gente vendeu ela a qualquer preço, criando uma pressão negativa na cotação.

Assim que o mercado percebe que houve um exagero, que aquela ação “apanhou” demais, os investidores voltam a se posicionar em ações boas que estão a preços muito baixos.

Esse foi o caso da Sanepar, por exemplo. Só nos 4 últimos meses ela quase dobrou sua cotação.

Essas ações começaram a disparar a partir do segundo semestre de 2016. Apesar das oportunidades mais obscenas desta categoria já terem passado, essas ações devem seguir subindo junto com as demais.

2 – As mais negociadas (estamos nessa fase do ciclo)

Pela fase do ciclo que nos encontramos, as próximas ações a disparar são grandes empresas.

Isso ocorre porque os gestores de fundos estrangeiros optam por empresas mais conhecidas no início dos ciclos de valorização.

Neste momento, até empresas não tão boas acabam subindo. Porém, as boas de verdade sobem por um período maior ainda e de forma mais expressiva.

Podemos enquadrar nesse grupo a Petrobrás, Vale, Ambev, Banco do Brasil, etc.

Estamos na fase do ciclo. Essas ações mais conhecidas que estão puxando o Índice Bovespa e deveremos levar mais algum tempo para chegar no terceiro tipo de ação.

Cuidado, não estou dizendo para você comprar essas ações. Essas seriam as primeiras a despencar no meio de uma nova crise.

Você deve prezar por qualidade.

3 – As boas, mas com baixo volume de negociação

Depois que o mercado já conseguiu capturar ganhos nas ações mais óbvias, mais conhecidas, começa a busca por valor em empresas fora do radar: as boas e com baixo volume de negociação.

Me refiro às ações de empresas menores e menos conhecidas..

Mesmo com bons fundamentos, o mercado ainda olha para essas ações com desconfiança, pois são empresas menores.

Quando elas forem reconhecidas como boas empresas, suas cotações irão se valorizar muito, geralmente registrando variações maiores do que as ações do tipo 1 e 2.

Nesse estágio do ciclo, a euforia começa a tomar conta dos investidores, que ficam cada vez menos criteriosos.

Isso faz com que eles busquem posições nas ações do tipo 4.

4 – As ruins e com baixo volume de negociação

Tomados por euforia e vendo que qualquer coisa que é comprada sobe de preço, começa a formação de uma bolha.

Tudo sobe, incluindo o que é ruim e desconhecido.

É aí que as especulações com os micos da bolsa. Começam os boatos de que essas empresas terão um “turn-around” (sair de um histórico de prejuízos para uma sucessão de lucros).

Devemos chegar nessa fase do ciclo lá por 2025.

Até lá, o Ibovespa deverá ter batido os 500 mil pontos. Os ventos estão a favor.

Este é o momento de comprar as ações certas e aproveitar este superciclo. Mas, lembre: preze por qualidade sempre.

Novo corte na Selic?

Caro leitor,

Hoje teremos a primeira decisão do Copom sob mandato de Roberto Campos Neto.

A sinalização do time do Bacen até o momento é de manutenção das políticas da equipe de Ilan Goldfajn.

E o que isso muda para você?

É simples: juro seguirá baixo e podemos enterrar a Renda Fixa de vez.

Mas por quê?

Enquanto as expectativas de inflação seguirem estáveis ou mesmo caindo, o Bacen não irá subir os juros.

Há um ano atrás esperava-se que a taxa Selic chegasse a 8 por cento ao ano em 2019. Ledo engano.

No boletim focus de segunda-feira (4) já havia um consenso de que não teremos mais nenhuma alta em 2019.

Isso sinaliza manutenção na taxa para a reunião de hoje, mas dada a constante queda nas expectativas de inflação, abre-se uma janela para novos cortes na Selic.

Mercado leu com bons olhos a eleição de Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado.

Ainda temos muitas divulgações de resultados corporativos para os próximos dias e deveremos ter boas surpresas..

A bolsa já está em 100 mil. Mas há espaço para mais. Para muito mais.

Se você não acredita, veja a nossa tese de que o Ibovespa pode atingir os 500 mil pontos 2022 e 2025.

O mercado de ações não é linear e mesmo em momentos de grande euforia poderemos ter quedas. Mas pense, se o Ibovespa já renovou a sua máxima 11 vezes em 2019, até 2025 poderemos ter recorde atrás de recorde.

Um abraço e bons investimentos.

Obs.: sim, a tese é a mais otimista que roda pelo mercado, mas as evidências são fortes. Na pior das hipóteses teremos os 200 mil pontos que Ricardo Amorim sugeriu há 10 anos atrás e isso será o suficiente para você mais do que dobrar seu capital. Não perca tempo.

Martin faz parte da equipe do GuiaInvest desde início de 2017. É Mestre e Bacharel em economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

DISCLAIMER: As informações colocadas nessa editoria são produzidas de forma independente e não possuem qualquer influência de empresa ou instituição que venha a ser mencionada. As informações aqui contidas refletem a opinião do autor e não de todos os membros do GuiaInvest. Apesar de ter sido tomado todo o cuidado necessário de modo a assegurar a credibilidade das informações no momento em que as mesmas foram colhidas, suas precisão e exatidão não são de qualquer forma garantidas e o GuiaInvest não se responsabiliza pelas mesmas. Os preços, as opiniões e as projeções contidas nos nossos conteúdos estão sujeitos à mudanças a qualquer momento, sem necessidade de aviso ou comunicado prévio. Nenhum relato desse texto pode ser interpretado como sugestão de compra ou de venda de quaisquer ativos, tratam-se apenas de opiniões. Não podemos garantir nenhum retorno financeiro sobre qualquer operação feita através das informações que fornecemos, sejam elas pagas ou gratuitas. Negociações de ativos no mercado financeiro envolvem riscos e rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

Você tem olhos na nuca?

Olá amigo Investidor,
Tudo bem?

Estava aqui lembrando de um dia específico em que estava voltando da escola…há cerca de 18 anos atrás.

Havia saído mais cedo aquele dia e no caminho até minha casa, me esbarrei com um grupo de pessoas aterrorizadas olhando para uma televisão (naquela época de “tubo”) em frente a uma loja.

Curioso de nascença, parei para ver o que estava acontecendo e no exato momento em que virei em direção a televisão, enxerguei um “grande” prédio desmoronando ….11 de Setembro de 2001…dia traumaticamente inesquecível.

Respeitosamente descolando da ótica do sofrimento psicológico causado no mundo e direcionando ao assunto foco deste e-mail, a bolsa de valores neste dia cai 9,17%.

Existe como prever um fato desta magnitude? Com exceções dos próprios terroristas, creio que ninguém mais previa algo assim.

O grande mestre Nassim Taleb deixa claro em sua visão que os eventos só se tornam compreensíveis após o ocorrido. “Falácia narrativa” é o que sofremos diz Taleb, criamos uma narrativa que explica e nos ajuda a encontrar – falsamente – uma causa específica.

Só entendemos os fatos de forma retrospectiva, jamais prospectiva – Sempre olhando para trás, nunca para frente – simplesmente porque os acontecimentos não podem ser previstos.
Justificando o título do e-mail, enxergamos apenas o que já passou…

“Sabemos da teoria do caos que, mesmo se você tivesse um modelo perfeito do mundo, você ainda assim necessitaria de uma precisão infinita para prever eventos futuros. Para fenômenos sociopolíticos ou econômicos, isso é absolutamente impossível”…reforça esta ideia com a elegância de sempre Nassim Taleb.

Então o que nós meros mortais poderemos fazer para evitar uma trágica quebra financeira nos “acontecimentos imprevisíveis”?

Escolher se tornar sócio de empresas SÓLIDAS, que irão sobreviver às situações mais conturbadas e imprevistas que acontecerão (e irão acontecer!).

Naturalmente ações que distribuem dividendos são excelentes empresas (exceções existem), pois se possuem capacidade de caixa para distribuir parte dos lucros, significa que se encontram em situação de “certo” conforto no segmento em que estão inseridas.

E para ajudar você a descobrir quais são essas empresas, irei disponibilizar o link para nossa Masterclass Dobre sua Renda com Dividendos.

Se prepare para conhecer as empresas que irão atravessar “acontecimentos imprevisíveis” mantendo sua saúde financeira.

Eduardo Voglino