Como investir na bolsa com pouco dinheiro usando o mercado fracionário

O mercado fracionário democratizou o acesso ao investimento em renda variável. Ele representa a melhor alternativa para o investidor que está iniciando no mercado de ações e possui pouco capital.

Sim, investir com pouco dinheiro é possível! E o mercado fracionário é uma ótima maneira de alcançar a sua Liberdade Financeira mesmo começando com pouco.

Com ele, não existe um valor mínimo para começar a investir em ações. Seja com 10 reais, seja R$ 100, R$ 200 ou R$ 1.000, o investidor pode comprar quantas ações desejar, de acordo com o seu capital.

Assim, o mercado fracionário abriu a oportunidade de investir em ações para aqueles que não tem muito dinheiro para comprar ações por meio do lote padrão.

Mesmo que se invista pouco por mês, com persistência e determinação é possível chegar lá!

Mercado à vista X Mercado fracionário

Basicamente, existem duas modalidades para se investir em ações: a compra de ações à vista e a fracionada.

O mercado de ações mais comum é o mercado de ações à vista. Nele as ações são negociadas em lotes de 100. Ou seja, só é possível comprar um mínimo de 100, ou ainda 200, 300, 1.000 ou mais ações de uma mesma empresa e assim por diante.

Portanto, para ações que custam R$ 50 cada, por exemplo, o lote mínimo no mercado tradicional (100 ações) custa R$ 5.000,00.

O valor mínimo para investir acaba sendo alto e inviabiliza o investimento em ações para algumas pessoas. É isso que dá a entender que é preciso muito dinheiro para investir.

Porém, o que muita gente desconhece é que se pode investir pelo mercado fracionário. Nele o investidor pode comprar quantas ações desejar, uma vez que estas são vendidas em frações de 1 a 99.

Sendo assim, não há a necessidade de comprar um lote inteiro e desembolsar muito dinheiro.

No mercado fracionário você compra apenas a quantidade que quiser ou puder, e mensalmente vai construindo seus próprios lotes em seu tempo.

Como investir?

Investir no mercado fracionário é muito simples, e segue a mesma linha do mercado tradicional, com a diferença que é possível escolher quantas ações você quer comprar, sem ficar preso ao lote padrão de 100 papéis.

A compra e venda de ações é feita diretamente na Home Broker da sua corretora.

Para comprar ações fracionárias, basta inserir a letra F no final do código da ação que se deseja comprar.

Por exemplo, para comprar as ações da Petrobras (PETR4) no mercado fracionário, busque por PETR4F.

Depois de selecionar o ativo, é só indicar quantas unidades deseja comprar, seja de 1 a 99.

Benefícios do mercado fracionário

Como investir na bolsa com pouco dinheiro usando o mercado fracionário

  • Investir com pouco dinheiro
  • Ótimo investimento de longo prazo
  • Possibilidade de melhorar e diversificar a carteira de investimento

O mercado fracionário é uma ótima maneira de iniciar os investimentos em ações quando não se tem muito dinheiro para investir. Com ele, é possível montar uma carteira com valor financeiro reduzido e ter um portfólio de ações diversificado.

Mesmo investindo uma pequena quantidade por mês, no longo prazo se tornará um grande investimento.

Procure uma corretora que não cobre taxas para comprar ou vender ações, pois isso prejudicar sua rentabilidade nos aportes iniciais.

Caso você não se adapte, é importante ficar atento ás taxas cobradas pela corretora que você escolher, uma vez que existem corretoras que fazem corretagem fixa e, dependendo do volume de negociações, pode ser que fique caro.

Se a instituição cobrar uma taxa fixa de R$ 10 por operação, por exemplo, ao comprar R$ 100 em ações, 10% do investimento será perdido apenas com a taxa.

Já, quanto mais alto o valor do investimento, mais diluída fica a taxa cobrada pela corretora. Assim, ao comprar R$ 1 mil em ações a uma taxa fixa de R$ 10, equivaleria apenas 1% do total investido.

Comece a investir agora mesmo

Os investimentos de renda fixa já não são mais tão atrativos quanto eram antes. O investidor já tem consciência de que existem alternativas muito mais rentáveis.

Investir em ações não precisa ser algo arriscado, muito menos caro e só para que tem dinheiro.

É possível investir com pouco dinheiro com o mercado fracionário!

Comece sua jornada rumo à Liberdade Financeira.  Saiba como investir começando do zero, adquirindo gratuitamente seu ebook.

Compre na baixa e venda na alta

Caro leitor,

Aposto que você já escutou que o segredo para ganhar dinheiro com ações é saber comprar na baixa e vender na alta.

Sim, essa é de fato a primeira dica que os investidores escutam quando começam nesse mercado.

Mas há uma pergunta que logo vem à tona: como saber qual é o exato momento de comprar e qual é o exato momento de vender as ações?

Bom, é aí que começa a complicar.

Será que existe uma forma de fazer isso de forma consistente ao longo do tempo?

A boa notícia é que existe, sim, uma fórmula e ela é mais simples do que você imagina.

O processo que você irá conhecer nas próximas linhas faz parte de uma estratégia desconhecida do investidor comum.

É a estratégia chamada de Asset Allocation.

Esta estratégia busca melhorar a relação risco x retorno da sua carteira de investimentos. O meio para isso é a diversificação em cada classe de ativos.

Para tornar a explicação mais didática, irei usar como exemplo apenas duas classes de ativos.

Os ativos de renda fixa e os ativos de renda variável (ações).

Para o método funcionar, é preciso dividi-lo em 5 passos, sendo que é no último onde a “mágica” acontece.

#1 passo: Definir o seu perfil de investidor.

O perfil de investidor diz respeito aos seus objetivos, horizonte de tempo, tolerância ao risco e o tamanho do capital investido.

A finalidade é identificar a sua carteira de investimentos ideal em relação aos tipos de ativos.

Em outras palavras, a finalidade é descobrir qual será a diversificação entre renda fixa e renda variável de sua carteira.

Por exemplo, digamos que seu perfil de investidor é moderado e que sua carteira ideal deve ter 30 por cento em renda variável (ativos de maior risco) e 70 por cento em renda fixa (ativos de menor risco).

#2 passo: Escolher os ativos para cada categoria (renda fixa e renda variável).

Para a parcela de renda variável (no caso ações), você tem basicamente 2 alternativas: Investir diretamente em ações ou investir em fundos de ações.

Por exemplo: após algumas análises, e esta palestra online pode ajudar nessa tarefa, você decidiu que irá investir em 3 empresas: Ambev, Itaú e Gerdau.

E para a parcela de renda fixa, você tem 2 alternativas: investir diretamente nos ativos de renda fixa como: CDBs, Títulos Públicos, Debêntures, LCI, LCA, etc.

Ou investir em fundos que investem em ativos de renda fixa.

#3 passo: Definir o percentual para cada ativo dentro de cada categoria.

Na posição em renda variável, por exemplo, você definiu que vai fazer a seguinte composição: 10 por cento em Ambev, 10 por cento em Itaú e 10 por cento em Gerdau.

O total soma os 30 por cento da parcela em renda variável que você definiu no 1º passo.

Já, para a posição em renda fixa, você decidiu investir 50 por cento em títulos públicos e 20 por cento em CDBs. O total soma os 70 por cento da parcela em renda fixa.

#4 passo: Reequilibrar com aportes mensais.

Caso você decida realizar aportes mensais em sua carteira, a ideia é manter a proporção por classe de ativos conforme definido no 1º passo.

Por exemplo: Digamos que você definiu um aporte mensal de 1.000,00 reais.

Neste caso você deve aplicar 700,00 reais na renda fixa e 300,00 reais na renda variável.

No entanto, como a carteira costuma oscilar ao longo do tempo, pode acontecer de você aplicar todo o aporte mensal em apenas uma classe de ativos. E tudo bem quanto a isso.

Em resumo, a regra é sempre manter a proporção inicial definida no primeiro passo.

#5 passo: Reequilibrar periodicamente

Esta é a parte mais importante da estratégia. É aqui que acontece a mágica de “comprar na baixa e vender na alta”.

Com o passar do tempo, é natural que as posições percentuais em renda fixa e renda variável sofram alterações. Isso acontece porque as classes de ativos possuem volatilidades diferentes.

Caso você não saiba, a volatilidade é a oscilação de preço dos ativos ao longo do tempo.

Normalmente, a parcela de renda variável é mais volátil que a parcela de renda fixa. Assim, é natural que aconteça um desequilíbrio destas parcelas com o passar do tempo.

Para reequilibrar a carteira, você pode fazer de duas formas: Por período definido, por exemplo: a cada 3, 6 ou 12 meses.

Esta forma é para aqueles que não querem se envolver muito.

A outra forma é por desvio percentual das classes de ativos: por exemplo: 5 por cento, 10 por cento, 15 por cento, 20 por cento. Este é para aqueles que querem ter um envolvimento maior.

Vamos aos exemplos:

Digamos que você começou o ano com a seguinte composição da sua carteira de investimentos: 30 por cento em renda variável e 70 por cento em renda fixa.

Após 6 meses, a composição passou para 40 por cento em renda variável e 60 por cento em renda fixa.

Neste caso, para reequilibrar sua carteira, você deverá vender 10 por cento da parcela de renda variável e comprar 10 por cento de renda fixa.

Assim, sua carteira voltará à composição inicial de 30 por cento em renda variável e 70 por cento renda fixa. Perceba que, nesse caso, você estará vendendo ações na alta.

Agora, digamos que aconteça o oposto. No mês 1 você começa com 30 por cento em renda variável e 70 por cento em renda fixa.

E digamos que, no mês 6, a sua carteira estará com 20 por cento em renda variável e 80 por cento em renda fixa.

Neste caso, para reequilibrar sua carteira, você deverá vender 10 por cento da parcela de renda fixa e comprar 10 por cento em renda variável.

Assim, sua carteira voltará à composição inicial de 30 por cento em renda variável e 70 por cento em renda fixa. Perceba que neste segundo exemplo você estará comprando ações na baixa (sexto mês).

Se fizer isso ao longo do tempo, você vai estar sempre comprando na baixa e vendendo na alta. Simples assim.

De acordo com alguns estudos, cerca de 90 por cento do retorno de uma carteira de investimentos está diretamente relacionada à sua macro alocação, ou seja, ao percentual por classe de ativos.

E por mais surpreendente que possa parecer, o efeito market timing (decidir a hora de comprar e vender) é inferior a 10 por cento do resultado total da carteira.

Mas afinal, quais são as principais vantagens desta estratégia?

#1 Você reduz os custos

Devido à baixa rotatividade dos ativos, esta estratégia proporciona uma redução dos custos de corretagem, já que você não fará movimentações em excesso, pois só as fará quando houver desequilíbrio da carteira.

Vale mencionar que um dos erros mais comum dos investidores é o excesso de operações, que acaba por dilapidar o retorno de sua carteira.

#2 Você consegue colocar em prática com facilidade

A simplicidade de entendimento do método permite sua aplicação por pessoas de qualquer nível de conhecimento.

Sei que pode parecer contraintuitivo algo tão simples funcionar tão bem.

No entanto, acredito na ideia de que complicar é fácil, difícil é fazer o simples.

E no mercado de ações, como na vida, muitas vezes, você não precisa fazer coisas extraordinárias para atingir resultados suficientemente bons.

#3 Mais tempo livre para você

O dia-a-dia no mercado de ações é naturalmente dinâmico, agitado e muitas vezes estressante.

E como você já sabe, aqueles que buscam atingir resultados de curto prazo são os que mais sofrem influência de fatores emocionais na tomada de decisão de investimento.

A estratégia de alocação de ativos evita que você seja influenciado pelas oscilações de curto prazo do mercado.

Este método proporciona mais tempo livre para você, visto que poucos minutos por mês já são suficientes para manter a estratégia funcionando normalmente.

A consequência positiva é menos stress e mais qualidade de vida. E, por fim, ela evita que você seja atraído a cair em perigosas armadilhas psicológicas.

De fato, é uma bela estratégia para quem busca conquistar a tão sonhada liberdade financeira.

Se você gostou de conhecer este método de investimento, responda esse e-mail com um comentário sobre o que você acabou de ler.

Gostaria muito de saber sua opinião.

Um abraço,
André Fogaça

Quais Indicadores Fundamentalistas Olhar ao Avaliar uma Ação?

Apesar de não existir uma única maneira correta de se analisar uma ação, a forma mais confiável é através dos indicadores fundamentalistas.

A análise fundamentalista é utilizada pelos maiores investidores do mundo e avalia fatores que afetam o negócio de uma empresa.

Sua intenção é medir o valor da empresa e suas perspectivas futuras, bem como identificar oportunidades.

Para entender o que está acontecendo com uma empresa, você deve avaliar os resultados da empresa, dados econômicos, indicadores do mercado financeiro, entre outros.

Mas como avaliar uma ação de forma simples e segura?

A análise fundamentalista se utiliza de diversos indicadores financeiros que podem levar o investidor a tomar as melhores decisões de investimento.

Para facilitar a sua vida, vamos falar aqui sobre os 4 indicadores fundamentalistas principais que você deve levar em consideração na hora de analisar uma ação.

Preço / Lucro (P/L)

O indicador P/L, também conhecido como Preço Sobre Resultado – PSR, é um dos indicadores fundamentalistas mais amplamente conhecidos e utilizados no mercado de ações.

Ele permite comparar o preço de uma ação e determinar se ela está mais “cara” ou mais “barata”.

O P/L nada mais é do que o preço atual da ação, dividido pelo lucro por ação nos últimos 12 meses.

P/L = Cotação da Ação / Lucro Por Ação

Sendo que: Lucro por ação (LPA) = lucro total / número de ações emitidas pela empresa

Desse modo, quanto menor o P/L de uma empresa, mais atrativas estão suas ações. Já, quanto maior o P/L, mais cara estão as ações.

Em outras palavras, esse indicador mostra quanto os investidores estão dispostos a pagar por cada R$ 1 de lucro que a empresa tiver.

Embora esse indicador seja eficiente para comparar empresas do mesmo setor, ele não funciona muito bem com empresas de setores diferentes. Isso porque ele não leva em consideração o potencial de crescimento da empresa.

Preço/Valor Patrimonial (P/VP)

O índice P/VP compara o valor de mercado da empresa (valor da ação x número de ações) com o seu valor contábil (ativos – passivos).

P/VPA = Cotação da Ação / Valor Ativo Tangível (por ação)

De forma geral, quanto mais baixa estiver o P/VPA, mais barata está a empresa.

Para simplificar, enquanto que o P/L mostra quanto os investidores estão pagando por cada real de lucro, esse indicador mostra quanto os investidores estão pagando por cada real dos ativos da empresa.

Dívida bruta/Patrimônio líquido da empresa

Esse indicador fundamentalista mede o nível de endividamento da empresa e é calculado pela divisão da dívida total da empresa por seu patrimônio líquido.

Na dívida bruta total são considerados todos os empréstimos, financiamentos e debêntures de curto e longo prazo, ou seja, tudo o que a empresa tem de dívidas.

Já o valor do patrimônio líquido é quanto que a empresa possui de valor aportado por seus acionistas.

Embora o nível de endividamento varie bastante conforme o segmento da empresa, é sempre bom tomar cuidado com empresas que possuem um alto endividamento. Principalmente se o setor está passando por momentos ruins.

Esse indicador não é válido para comparar empresas de diferentes setores. Uma vez que alguns setores são mais dependentes de financiamentos do que outros.

ROE – Retorno sobre patrimônio líquido

O ROE, também conhecido como Return on Equity, é útil para medir a lucratividade de diferentes companhias do mesmo setor. Ele mostra a porcentagem de retorno que a empresa está dando sobre o dinheiro de seus acionistas.

ROE = Lucro Líquido / Capital Social

Dessa forma, esse indicador mostra quanto que a companhia gerou para cada real investido por seus acionistas.

É comum encontrar um ROE alto para companhias em crescimento, enquanto que companhias mais estáveis possuem um ROE menor. No entanto, o ROE é uma representação clara de como a empresa está remunerando seus acionistas.

 

Agora que você já sabe quais os principais indicadores fundamentalistas que você deve avaliar, está esperando o que para ganhar dinheiro com o mercado de ações?

Conheça as ações que pagam os dividendos mais “gordos” do mercado.

Assista nossa Masterclass e conheça os segredos por trás do GI Stock Guide, e descubra como é possível receber R$ 2.154 por mês de dividendos.

 

 

Gastos com carro: como diminuí-los e usar dinheiro para investir?

gastos com carro

Quem tem um carro sabe bem como a comodidade e a praticidade que ele oferece são sempre acompanhadas de muitos gastos, não é mesmo? São custos com combustível, manutenção, seguro, impostos, entre outros, que consomem boa parte do orçamento dos motoristas.

Em muitos casos, todas essas obrigações acabam dificultando o planejamento financeiro, impedindo que esses recursos possam ser utilizados para outros fins, como o de investir. Pensando nisso, decidimos mostrar neste post como você pode reduzir os gastos com carro e destinar esse dinheiro aos seus investimentos. Confira!

Descubra quanto os gastos com carro impactam em seu orçamento

No entusiasmo do momento da aquisição de um carro novo, muita gente acaba se esquecendo de que as despesas não terminam após a compra — muitas delas estão, na verdade, apenas começando. Por isso, além do valor das parcelas, caso o negócio tenha sido fechado a prazo, é fundamental se organizar para lidar com esses custos que surgem.

De acordo com as estimativas de especialistas em finanças, um motorista gasta, em média, 2% do valor do próprio veículo por mês para mantê-lo em ordem. Embora em alguns meses a despesa seja menor, em outros pode ser necessário fazer uma manutenção mais expressiva ou arcar com o pagamento de impostos, o que joga o valor para cima e exige muito planejamento.

Por isso, é importante fazer a cada mês uma estimativa do que será preciso gastar com o veículo, levando em consideração a sazonalidade de alguns desses custos. Como imprevistos também podem acontecer, a dica é também reservar uma margem para não ter grandes problemas nesse caso.

Conheça os principais custos para os motoristas

Para fazer um bom planejamento a fim de reduzir os gastos com carro, é preciso conhecer cada um de seus custos a fundo. Dessa forma, você poderá definir quais deles poderão ser reduzidos e também quais não podem ser deixados de lado em nenhuma hipótese.

Combustível

Como um veículo sem combustível simplesmente não anda, esse é um custo que certamente fará parte do planejamento todos os meses. E como os valores praticados no Brasil costumam ser altos, esse costuma ser um dos gastos mais significativos para quem tem carro.

Para tentar reduzir essa conta, o ideal é se planejar para rodar menos quilômetros por dia, substituindo o veículo por uma caminhada ou pela bicicleta quando for possível. Quando a visita ao posto de combustível for inevitável, vale apostar nos aplicativos e promoções que ajudam os motoristas a conseguir preços mais atrativos.

Na busca por valores mais baratos, também não dá para descuidar da qualidade do combustível. Produtos adulterados podem afetar o desempenho do veículo e até causar grandes prejuízos aos componentes do motor, fazendo o barato sair bem caro.

Taxas e impostos

Os custos com taxas e impostos costumam ser os primeiros para quem adquire um carro, já que é preciso fazer a transferência da documentação e, em alguns casos, o emplacamento. Depois disso, ainda é necessário arcar anualmente com o pagamento do IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículo Automotor) e do licenciamento, essenciais para rodar sempre dentro da lei.

Alguns estados oferecem descontos aos motoristas que pagarem o imposto em uma cota única. Por isso, vale a pena se programar ao longo do ano, juntando o valor necessário para honrar com esse compromisso de uma vez e com o preço reduzido.

Manutenção

Manter a manutenção do carro em dia não é importante apenas para o seu desempenho e segurança, mas também para o seu bolso. Para isso, é preciso atentar aos cuidados preventivos, que são mais simples, rápidos e, principalmente, mais baratos.

Outra vantagem de se fazer revisões periódicas no veículo é que esse se torna um custo programado. Por outro lado, os defeitos que exigem intervenções corretivas costumam acontecer de surpresa, obrigando o motorista a arcar com um gasto maior e não planejado.

Então, confira regularmente os componentes do seu veículo, como o sistema de freios, de suspensão, alimentação e motor. Mantenha também os pneus sempre calibrados, pois isso aumenta sua vida útil e reduz o consumo de combustível.

Seguro

Para proteger nosso patrimônio, um bom seguro auto é fundamental. Por isso, esse é mais um custo que deve entrar na conta dos gastos com carro. A dica para economizar é fazer um contrato que se ajuste às suas necessidades, analisando bem os itens adicionais para avaliar se realmente são necessários, já que eles fazem o valor da apólice aumentar.

Além do seguro complementar, também é preciso pagar o seguro DPVAT. De caráter obrigatório, ele deve ser pago até a data do licenciamento. Em 2019, o valor para automóveis foi reduzido em 71%, o que representa uma boa folga ao bolso dos motoristas.

Saiba como investir o valor economizado

Seguindo as dicas que passamos, é muito provável que você chegue ao final do mês com mais recursos do que antes. E o melhor destino que você pode dar ao dinheiro economizado são os investimentos.

Apesar de a caderneta de poupança ser uma das primeiras opções que surgem na mente de muitas pessoas, existem outras alternativas que podem ser muito mais rentáveis. Para escolher a melhor aplicação para você, é preciso considerar o seu perfil, conciliando riscos, liquidez e bons rendimentos.

Quem quer ter segurança no investimento, pode fazer um bom negócio ao adquirir papéis de títulos públicos atrelados à Selic. Eles são negociados por meio da plataforma do Tesouro Direto, o que garante praticidade e baixo risco, além de evitar a perda do poder de compra do valor aplicado.

Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) também são boas opções para perfis mais conservadores. Além da remuneração baseada no CDI, essa opção conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que cobre eventuais perdas das pessoas que investem caso a instituição venha à falência.

No entanto, a opção de maior destaque nos últimos anos tem sido a aplicação em fundos imobiliários. Neles, os participantes recebem dividendos do mercado de imóveis mesmo sem ter nenhuma propriedade registrada em seu nome. Essa é uma excelente maneira de diversificar a sua carteira de investimentos e conseguir rendimentos que dificilmente alcançaria em outras aplicações.

Como vimos, os gastos com carro costumam ser grandes vilões do orçamento, exigindo boa parte dos recursos que poderiam ser direcionados aos investimentos. Por isso, todas as medidas tomadas no sentido de reduzir essa despesa são fundamentais para quem quer construir um futuro sem preocupações financeiras.

Mas se você ainda está com dúvidas sobre esse assunto, não se preocupe. Confira nosso artigo para descobrir se para você vale mais a pena comprar um carro ou investir!

O que aprender com 7 mulheres que ficaram milionárias antes dos 30

mulheres milionárias

O ano de 2018 vai entrar para história como o ano da mulher: a pauta do empoderamento feminino ganhou importância na sociedade. A china com seu mercado em ascensão criou uma geração de novas mulheres bilionárias.

Elas têm se posicionado em lugares de destaque em grandes empresas globais, apesar de ainda haver poucas na lista de bilionários essa situação tem começado a se reverter. Além dos negócios, o mundo do entretenimento tem ficado mais inclusivo, a atriz e diretora Robin Wright assumiu a direção e protagonismo para finalizar a aclamada série House of Cards da Netflix.

Neste artigo, você conhecerá uma lista de sete mulheres milionárias, suas trajetórias e características importantes que as tornaram cases de sucesso. Portanto, se você está em busca de aprendizado para aumentar seus investimentos, conheça essas empreendedoras!

1. Luiza Helena Trajano

Conhecida por comandar a rede de lojas varejista Magazine Luiza, ela está a vinte e sete anos à frente da empresa. Luiza Trajano revolucionou os negócios de sua família por meio de uma liderança visionária.

Sua forma de inovadora de liderar colocou a Magazine Luiza entre as varejistas mais conceituadas do mercado brasileiro. Isso se deu pela proximidade que criou com seus funcionários e clientes.

Desde os doze anos, Luiza trabalha no negócio, entretanto, foi ao atingir a maioridade que ela mudou o modelo empresarial da rede oferecendo e-commerce, bonificações aos funcionários e uma gestão humanizada, que deu à loja o título de uma das melhores empresas para se trabalhar.

2. Cristina Junqueira

Definitivamente uma das maiores inspirações para os Millennials, Junqueira é a única sócia brasileira e mulher da fintech Nubank que estremeceu o setor bancário no Brasil — conhecido por ser um dos mais concentrados.

Junqueira é graduada em engenharia de produção na USP, tem mestrado em engenharia na Escola Politécnica da USP e, MBA em finanças e marketing de uma das mais prestigiadas faculdades de administração dos EUA, a Kellogg School of Management.

Após sua passagem pelo Unibanco, onde pediu demissão por desconcordância de ideias, se juntou aos sócios David Vélez e Edward Wible e criaram uma das fintechs mais inovadoras do mundo, com valores de desafiar e dar espaço ao novo.

3. Laurene Powell Jobs

Com uma fortuna avaliada em US$ 18,8 bilhões é a 6ª mulher mais rica do mundo. Essa empresária e filantropa americana fundou a Emerson Collective, voltada para atividade de impacto social, preservação ambiental, reforma migratória e políticas de educação. Além disso, é cofundadora e presidente do College Track, uma instituição que auxilia estudantes desfavorecidos do ensino médio a ingressar na universidade.

Ela cresceu em West Milford, New Jersey. Tem bacharel de artes em ciências políticas pela University of Pennsylvania School of Arts and Sciences e um bacharel de ciência em Economia pela Wharton School of the University of Pennsylvania. Em 1991, recebeu seu MBA pela Stanford Graduate School of Business.

Powell Jobs também possuiu 38,5 milhões de ações da Apple Inc. e coordena o Laurene Powell Jobs Trust, antigamente conhecido como Steve Jobs Trust — antes do falecimento de seu marido Steve Jobs — que detém 7,69% da participação da The Walt Disney Company, cerca de 130,6 milhões de ações tornando-se a maior acionista.

4. Roberta Ramalho

Ramalho é uma jovem empreendedora brasileira que comanda um dos mais conceituados estaleiros do Brasil. O desafio da presidência da Intermarine veio logo na adolescência, após o falecimento de seu pai.

Entretanto, antes de assumir a presidência, passou por muitos departamentos da empresa aprendendo sobre os processos operacionais de fabricação de barcos. A infância foi essencial, já que conviveu próximo aos funcionários.

Em um meio masculino, Ramalho encontrou dificuldades, mas sempre teve firmeza e convicção para dar continuidade aos negócios. Os objetivos não param por aí, ela pretende contratar mais funcionários e uma expansão global. Toda essa seguridade garante espaço na lista de mulheres milionárias.

5. Kylie Jenner

Essa empresária e digital influencer americana conquistou um feito inimaginável. Três anos após fundar a Kylie Cosmetics, acumulou uma fortuna avaliada em US$ 900 milhões. Com apenas 21 anos, está prestes a se tornar a pessoa mais jovem bilionária dos EUA com sua própria fortuna.

Distante do mundo empresarial, Jenner também é uma das pessoas mais requisitadas pelas marcas globais para comerciais. O sucesso do comercial da empresa de equipamentos desportivos PUMA é um exemplo disso, já que existe uma maior dinâmica com jovens.

A Kylie Cosmetics tem apenas sete funcionários, os processos de produção são terceirizados. Essa forma concentrada de administração tem inspiração em startups que recebem milhões em aportes financeiros.

6. Susanne Klatten

A herdeira da BMW, Susanne Klatten, ajudou a transformar a empresa em uma corporação global listada no DAX-30 (índice alemão das 30 companhias abertas com melhor desempenho financeiro).

Após a morte do seu pai, recebeu ações da Altana, uma empresa europeia de químico-farmacêuticos de grande porte. Sua fortuna atualmente está avaliada em US$ 25 bilhões, sendo a mulher mais rica da Alemanha e a terceira mundial.

Ela tem formação de administração e economia em Frankfurt, e mestrado em administração pela Universidade de Lausanne na Suíça. O setor automobilístico tem poucas mulheres e Susanne Klatten reescreveu esse paradigma.

7. Alice Walton

Walton conquistou um feito gigantesco ao encabeçar a lista de mulheres mais ricas do mundo. Com uma fortuna de US$ 46 bilhões é a 16.º na classificação geral. É filha do fundador do Walmart e, não participa diretamente na gestão da empresa, contudo tem ações da companhia e recebe dividendos.

Sua formação foi feita na Trinity University, vive em um rancho no estado do Texas. Suas paixões são cavalos e o museu Crystal Bridges Museum of American Art, fundado no Arkansas, que abrange uma coleção de US$ 500 milhões.

Ao longo de sua carreira trabalhou como analista de patrimônio e gerente financeira da First Commerce Corporation, esteve na liderança de atividades de investimentos do Banco Arvest e foi corretora da EF Hutton. Walton também foi fundadora, presidente e CEO do Llama Company um banco de investimentos americano.

As características dessas importantes mulheres milionárias

A trajetória dessas mulheres milionárias e empoderadas não foi nada simples de se conquistar. Mesmo as que herdaram fortunas precisaram dar continuidade e reinventar os negócios familiares.

Essas mulheres compartilham traços semelhantes como perseverança, inovação e capacitação. São inspirações para todos os públicos, femininos e masculinos, que buscam a liberdade financeira e sucesso. Elas desafiam uma sociedade extremamente conservadora, quebram arquétipos e abrem espaço para outras mulheres conquistarem cada vez mais representação.

Como abordado no artigo, esses exemplos de mulheres milionárias traçaram caminhos diferentes e viveram realidades distintas. Ainda assim, compartilham os desejos de mudanças, de fazer diferente e tornar o mundo um lugar mais igualitário, por isso conquistaram sua liberdade tão cedo e, mostram a você como é possível chegar a sua autonomia financeira.

Agora que você conhece casos de mulheres milionárias que desafiaram o status quo, que tal assistir a uma aula sobre dividendos para um dia poder viver da rua renda? Não perca essa oportunidade incrível!

Entrevista com uma quase cliente (Parte 2)

Olá amigo investidor,

…Conforme você viram no e-mail anterior, quebramos as primeiras barreiras da Anelise.

Hoje irei compartilhar com você a segunda parte desta conversa…

Vamos lá!

Anelise: Entendi Edu! Mas é tão simples usar o sistema mesmo? E se a ação que eu comprar sinalizada pela plataforma cair, vou perder dinheiro? É este medo que me impede de investir!

Neste segundo minuto de conversa, percebi que um dos receios mais fortes da Anelise era o real medo de perder dinheiro.

Acredito que este é o ponto mais impactante para todos que desejam investir em ações.

Nada é mais poderoso para construção de riqueza do que os investimentos em ações de boas empresas. E você só irá perder dinheiro se investir de forma errada.

E qual é a forma errada?

É como a maioria das pessoas faz. Elas buscam ganhos no curto prazo, esse tipo de abordagem é conhecida como especulação.

Buscam aproveitar apenas as variações de preços, não se importando com os fundamentos da empresas.

Mas infelizmente nenhum ser humano possui bola de cristal para adivinhar para onde irão os preços.

O final dessa história é sempre o mesmo… prejuízo no bolso.

Não faz sentido comprar ações de qualquer empresa e no meio disso tornar-se sócio de uma empresa ruim!

Você deve buscar empresas sólidas para participar do crescimento de seus lucros e consequentemente de seus dividendos.

Veja este famoso gráfico abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Um dólar investido em 1802 teria se transformado e 755.000,00 se aplicado no mercado de ações e em apenas 1.000,00 se fosse aplicado na Renda Fixa. Isso significa uma diferença de mais de 700 vezes.

Entenda uma coisa…

Ações só são arriscadas quando você utiliza formas erradas de investimento!

Agora que você entendeu que a construção de riqueza ocorre no longo prazo você deve estar se perguntando:

Como escolher as empresas certas?

Nessa aula gratuita nós mostramos como selecionar as melhores empresas para não arriscar seu dinheiro.

Felizmente a Anelise entendeu claramente a argumentação! Mas ainda restava uma importante e decisiva objeção.

No próximo e-mail irei compartilhar com você a última dúvida da Anelise e informar se ela conseguiu começar a investir em ações.

Glossário do investidor: 8 termos financeiros que você deve conhecer

Compreender os diversos termos financeiros espalhados no ambiente das finanças pode parecer desencorajador, não é mesmo? Contudo, se você quer dar um passo adiante para melhorar os seus investimentos, é muito importante conhecê-los.

Ter um patrimônio grande é o desejo da maioria das pessoas. Com isso, o trabalho se torna uma opção e não apenas uma obrigação, sua aposentadoria estará garantida — sem dependência do INSS — e, além disso, você vai ter mais tempo para viajar com sua família, por exemplo.

Neste artigo, você vai aprender a importância de 8 termos financeiros e a finalidade de cada um. Dessa forma, será possível entrar no mundo das finanças com conhecimento abrangente. Sendo assim, se você sonha com um futuro econômico estável, aproveite a leitura!

1. Renda fixa e variável

As opções de investimentos disponíveis no mercado são geralmente divididas entre aplicações de renda fixa e variável. Conheça mais detalhadamente esses termos financeiros:

Renda fixa

Essa é uma expressão financeira, usada de forma popular, para descrever os diferentes títulos de renda fixa existentes. A pessoa que compra um título em renda fixa fornece recursos próprios às instituições, como bancos, empresas privadas ou o governo.

Os títulos remuneram o indivíduo que investiu com juros e em períodos. Esse rendimento pode ser determinado no momento da aplicação ou no vencimento da data estipulada. Os principais exemplos de renda fixa são:

Renda variável

A renda variável é o termo usado para descrever os títulos que estão expostos à volatilidade do mercado financeiro. Entretanto, diferente da renda fixa, você não poderá mensurar o retorno da aplicação investida.

Como o valor do retorno pode pender para o lado negativo ou positivo, é muito importante investir em conhecimento. As principais aplicações de investimentos em renda variável são:

  • fundos de ações;
  • fundos multimercados;
  • fundos setoriais;
  • commodities;
  • ações.

2. Liquidez

Esse é um termo financeiro usado no mercado e serve para definir a eficiência que uma aplicação tem de ser transformada em dinheiro antes do seu prazo de vencimento. A liquidez costuma variar de acordo com o prazo, tipo de investimento e cenário econômico.

Se um título possui alta liquidez isso quer dizer que será mais fácil convertê-lo em moeda. No entanto, se o mesmo apresentar baixa liquidez, isso significa que será mais difícil obter dinheiro antes do vencimento em caso de necessidade.

3. Inflação

A taxa de inflação é usada para medir a variação contínua de bens e serviços negociados no mercado nacional. A inflação no Brasil é mensurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e pode ser avaliada em períodos de meses, semestres e anos.

Entender a definição financeira de inflação é fundamental para uma pessoa que pretende começar a investir. Os títulos aplicados estão suscetíveis a variação do IPCA e podem perder valor por conta dessa taxa.

4. Volatilidade

Na área financeira a volatilidade é uma medida que mostra a força e regularidade das oscilações de suas aplicações. Ela é um dos parâmetros mais usados para avaliar o risco de se investir em um ativo, sejam eles, ações, índices atrelados à bolsa de valores, títulos ou fundos.

Essa mensuração de risco mostra que quando uma aplicação apresenta muita volatilidade, entende-se que pode ser em decorrência da falta de liquidez (comum em empresas negociadas na bolsa brasileira), balanço anual da companhia ou ineficiência de uma gestão.

5. Ações

As ações ou papéis são títulos negociáveis emitidos que representam uma fração do capital social das sociedades anônimas (S.A.). Com isso, quem compra esses papéis se torna sócio da empresa. A divisão do capital social em partes iguais é investida em compra de máquinas, pagamento de salários, novas instalações e outros investimentos estruturais.

Geralmente, essas ações são divididas em duas categorias, as ordinárias (ON) e as preferenciais (PN). Ações ordinárias oferecem poder de voto na companhia, já os papéis preferenciais priorizam a distribuição de resultados, porém não concedem ou restringem o direito a votação.

Existem três linhas de tipos de ações:

Ações de primeira linha

Essa linha é a que possui maior liquidez e procura de papéis no mercado financeiro. São compostas por empresas de grande porte e excelentes em sua reputação.

Ações de segunda linha

São o meio-termo: apresentam menos liquidez que as de primeira linha, mas são empresas de qualidade que possuem grande ou médio porte.

Ações de terceira linha

São ações com baixa liquidez e pouco negociadas na bolsa de valores. Na maioria das vezes, são firmas de médio e pequeno porte.

6. Dividendos

Os dividendos são pagamentos que as empresas distribuem aos seus acionistas com parte do lucro líquido, de acordo com a divisão de categorias de ações.

Normalmente, esse dinheiro é pago semestral, trimestral ou anualmente e o montante deve ser oferecido de forma proporcional a quantidade de papéis que o acionista possui.

7. Diversificação

O conceito de diversificação é o mais simples dentro dos termos financeiros. Trata-se de uma atitude para diluir riscos e aumentar os lucros. Para realizar isso, você vai precisar apenas aplicar os recursos da sua carteira de investimentos de forma abrangente, evitando ficar retido a apenas um segmento.

8. Carteira de investimentos

Também conhecida como portfólio de investimentos, trata-se de um grupo com todas as aplicações que você pretende fazer. A carteira pode ser composta de diversos títulos, como ações, renda fixa, tesouro direto, fundos etc.

A carteira de investimentos é de inteira responsabilidade da pessoa que está administrando os recursos. O objetivo de se montar um portfólio sólido é otimizar o retorno que você terá com compra e venda de ativos financeiros (itens de valor).

Quando você se depara com inúmeros termos financeiros apresentados, é comum surgirem dúvidas e receios de alocar o dinheiro. Todavia, isso não é necessário. Investimentos não estão restritos aos profissionais em economia. Qualquer pessoa pode obter bons retornos e conquistar o desejo da liberdade financeira.

Que tal conhecer um pouco mais sobre termos financeiros? Então assista uma aula sobre dividendos para descobrir seus benefícios e melhorar seus investimentos!

Você está sendo testado

Olá amigos investidores,

O que acharam da turbulência dos mercados na semana passada?

Passamos por oscilações superiores a 3% ao dia na bolsa de valores!

Você ficou preocupado ou indiferente?

Saiba que durante o período de construção da sua riqueza, o Sr. Mercado irá testar suas convicções muitas vezes.

E são nestes momentos que se distinguem os “investidores pensantes” (aqueles que utilizam a racionalidade na decisão e interpretação do mercado) dos “investidores momentâneos” (aqueles que fogem do mercado no primeiro tremor).

Veja o gráfico abaixo referente ao índice Bovespa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 22 dias a bolsa de valores apresentou uma queda de expressiva de 20%.

O que faria o investidor momentâneo nesta situação?

Mesmo com boas ações em carteira, provavelmente ele seria invadido pelo desespero e decidindo vender as ações, assumindo assim o prejuízo financeiro. E pode apostar que ele sairia dizendo que bolsa de valores é um cassino.

E o investidor pensante? Bom, possivelmente ele aproveitaria esta queda para comprar mais ações de boas empresas. Ele sabe que a volatilidade do mercado pouco importa para a empresa, se ela é boa, continuará sendo boa independente do preço.

Veja a continuação do gráfico anterior:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nota de Esclarecimento

Caro leitor,

Finalmente o Índice Bovespa bateu os 100 mil pontos. Por isso, hoje venho aqui prestar um esclarecimento.

 

 

 

 

Nos últimas semanas, lancei uma polêmica palestra online, onde revelo minha tese de que o Ibovespa deverá bater os 500 mil pontos dentro dos próximos 3 a 5 anos.

A verdade é que desde a greve dos caminhoneiros, quando o Ibovespa estava abaixo dos 70 mil pontos, defendo a hipótese de que a bolsa brasileira deve disparar nos próximos anos.

Depois, junto com o Tiago Salomão da Infomoney, defendemos a tese de que estamos vivendo um Superciclo de valorização da bolsa brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde então, fui duramente criticado, ridicularizado e até mesmo ameaçado… me chamaram de picareta.

“Que piada”

“Só pode estar louco…”

“Que vergonha, daqui a pouco vai ser processado”.

Tivemos muitos comentários negativos nas redes sociais:

 

 

 

 

 

 

 

 

Isso sem comentar os xingamentos de baixo calão.

Mas tudo bem, para mim o que importa é que ninguém ficou indiferente quanto a isso.

Não vou baixar a guarda e não vão me ver calado.

Sempre foi dessa maneira que consegui ajudar as pessoas a ganhar dinheiro na bolsa: falando coisas que geralmente são censuradas e que nem todo mundo tem coragem de falar.

E agora com o Ibovespa batendo 100 mil pontos, estou mais convicto do que nunca de que podemos sim chegar aos 500 mil pontos.

E veja bem… eu entendo que você possa estar cético quanto a minha tese. E acho que você não precisa acreditar nela.

Apenas assista a palestra onde eu apresento a minha tese do Ibovespa a 500 mil pontos.

Veja com os seus próprios olhos e tire suas próprias conclusões.

Descubra 4 investimentos para te fazer viajar mais e realizar outros planos!

4 investimentos para te fazer viajar mais e realizar outros planos!

Poucas coisas nos fazem tão bem quanto uma boa viagem, você não acha? Conhecer novos lugares e pessoas podem promover diversos benefícios, como uma mente relaxada, saúde melhor, bom humor, criatividade e tolerância.

No entanto, sabemos também que as viagens exigem um bom planejamento, para evitar que esses momentos de alegria reflitam de maneira negativa em nossas finanças. Nesse processo, os investimentos podem ser grandes aliados daqueles que ainda pretendem não apenas fazer as malas por muitas vezes, mas também estar preparados para qualquer outro objetivo.

Se esse é o seu caso, continue lendo este post para conhecer os 4 investimentos que vão ajudar você a viajar mais!

Entenda a importância do planejamento financeiro para viajar

Em primeiro lugar, é importante ter em mente que precisamos nos planejar para qualquer decisão que envolva nosso dinheiro — ainda mais uma viagem, que pode demandar uma quantia significativa. E os preparativos começam bem antes do dia de efetivamente colocar o pé na estrada.

Um dos principais fatores a serem considerados é a época na qual a viagem será realizada. Afinal, nos dias de alta temporada, como nas férias escolares, carnaval e fim de ano, os custos para os turistas costumam ser bem maiores que para aqueles que viajam em datas menos concorridas.

Então, se você pretende fazer uma viagem para aproveitar as datas comemorativas, o ideal é começar a se organizar para esse objetivo com alguns meses de antecedência. Para isso, é preciso fazer um levantamento de todas as despesas e receitas que você terá ao longo desse tempo, definindo um valor que será guardado mensalmente para a grande viagem.

Acompanhar as oscilações nos valores das passagens com antecedência também pode ser um ótimo negócio, permitindo que você adquira seus bilhetes com condições melhores do que se a compra fosse feita em cima da hora. O mesmo vale para reservas em hotéis, que oferecem preços mais em conta para quem fecha o acordo de antemão.

Com base nas suas particularidades, você poderá escolher melhor os seus destinos, tipos de hospedagem, passeios que serão feitos, meio de transporte e fazer outras definições importantes. Por isso, um bom planejamento é fundamental para uma viagem tranquila e sem imprevistos.

Descubra como os investimentos são importantes para atingir suas metas

Um passo muito importante no planejamento financeiro, seja para viajar ou para qualquer outro fim, é investir o seu dinheiro. Isso porque recursos parados na conta-corrente ou no fundo de uma gaveta acabam sendo corroídos pela inflação, diminuindo o seu poder de compra e atrapalhando a realização dos seus objetivos.

Quem tem planos a curto prazo e deseja fazer uma viagem nos próximos anos, deve optar por aplicações que tenham como característica a segurança. Para fugir dos riscos, o melhor é investir em produtos de renda fixa, como CDB, LCA, LCI ou algum fundo multimercado que seja mais conservador. Com prazos e rentabilidade pré definidos, você saberá exatamente quando poderá resgatar seus recursos e quais serão os seus ganhos.

Outra característica que deve ser considerada é a liquidez da aplicação, que diz respeito à facilidade que o investidor terá para sacar os recursos investidos. Ativos com alta liquidez costumam ser menos rentáveis, mas permitem que os valores sejam resgatados sempre que for necessário.

Quem mantém seus recursos aplicados por mais tempo, até a data da viagem, pode optar por um ativo de médio a longo prazo, que garantirá um retorno muito mais interessante.

Para assegurar as suas aplicações, não deixe de conferir se a instituição escolhida é de confiança. Basta consultar junto ao site do Banco Central se a corretora é autorizada a realizar operações financeiras. Vale também procurar por reclamações junto à CVM (Comissão de Valores Imobiliários), que é o órgão responsável por fiscalizar o mercado financeiro, e em sites especializados, como o Reclame Aqui. Analisar as taxas cobradas pela corretora também é um cuidado indispensável.

Conheça os 4 melhores investimentos para quem quer viajar mais

Como você percebeu, os investimentos são grandes aliados de todos aqueles que possuem objetivos bem definidos — entre eles, o de poder viajar mais. Vamos conhecer agora um pouco mais sobre as principais opções para você escolher aquele que mais se ajusta aos seus planos.

1. Tesouro Selic

Esse é o produto ideal para quem busca proteger seu dinheiro da inflação sem correr grandes riscos. Isso porque ele garante rendimentos atrelados à taxa Selic, que é a taxa básica de juros da nossa economia, e o pagamento é garantido pelo Governo Federal.

Dessa forma, o Tesouro Selic é indicado para quem planeja uma viagem para dentro do país, já que o poder de compra do dinheiro estará garantido. Sua alta liquidez garante que o investidor poderá resgatar seus recursos sempre que precisar, o que torna essa uma boa opção para manter os valores aplicados mesmo durante uma viagem.

2. CDB

Os Certificados de Depósito Bancários são produtos oferecidos pelas instituições a fim de financiar as suas atividades. Em troca, o investidor é remunerado com base no CDI, sendo que as melhores opções são aquelas que pagam o percentual mais próximo de 100% desse índice.

O aporte mínimo para investir em CDBs varia de acordo com a instituição financeira, por isso é importante fazer uma boa pesquisa para encontrar o negócio certo para o seu perfil. Alta liquidez e segurança também são características desse produto, o que faz dele uma ótima opção para os investidores mais conservadores.

3. Letras de Crédito

Para aqueles que planejam sua viagem com bastante antecedência e possuem uma quantia significativa para investir, a dica é apostar nas Letras de Crédito (LCI e LCA). Em geral, é preciso um aporte mínimo de, pelo menos, 5 mil reais para esses investimentos, o que varia conforme a corretora escolhida.

A aplicação em LCI e LCA é isenta de Imposto de Renda, o que garante ao investidor um dos melhores rendimentos entre os produtos de renda fixa. Como a liquidez costuma ser apenas no vencimento, é preciso se programar para manter os recursos investidos durante todo o prazo acordado em contrato.

4. Fundos cambiais

Para viagens internacionais, é importante destinar parte de seus investimentos para os fundos cambiais. Nessa modalidade, os rendimentos são atrelados ao desempenho de uma moeda estrangeira, como o dólar. O objetivo é manter o seu poder de compra no exterior, mesmo com as variações do mercado cambial, servindo como uma excelente proteção para quem visa um destino fora do país.

Investindo corretamente, de acordo com o seu perfil e objetivos, você não terá dificuldades para se programar e viajar mais. E se você quer ter ainda mais dinheiro para viajar, confira nosso e-book gratuito e conheça outras formas mais eficientes de investir!