Como Viver de Renda Antes dos 40!

Já imaginou viver de renda antes dos 40? Não ser mais escravo do trabalho, trabalhar somente com o que gosta, não se preocupar com as contas vencendo, viajar, curtir a família. Maravilha, né?

É possível fazer tudo isso ainda jovem, sem limitações e inseguranças com o futuro.

Alcançar a Liberdade Financeira é um dos maiores objetivos dos investidores. Só que a maioria das pessoas só irá atingir esse objetivo bem lá na frente.

Entretanto, se você começar a poupar e investir com sabedoria agora, se aposentar antecipadamente e viver de renda antes dos 40 se torna uma realidade possível.

Comece agora

Você não precisa esperar até fim da vida para se aposentar. Alguns hábitos irão ajudar você a conquistar sua Independência Financeira.

Para viver de renda antes dos 40 você precisa começar a poupar enquanto ainda é jovem. E mais do que isso. Precisa aprender a ter controle sobre o seu dinheiro, perder o medo de tirar o dinheiro da poupança e começar a investir por conta própria.

Agora, se consideramos que o brasileiro investe, em média, R$ 300 por mês, a uma taxa de 0,4% ao mês, levaria aproximadamente 55 anos para alcançar seu primeiro milhão.

55 anos é muito tempo para alcançar a liberdade financeira. Considerando que ninguém nasce investindo, quanto mais você demorar para começar, mais demorará para alcançar esse objetivo. Ou seja, só viverá de renda perto dos 80 anos. Não é o que você quer, certo?

Mas calma, não se desespere. Ainda dá tempo de você se organizar e atingir sua liberdade financeira antecipadamente.

Se analisarmos o comportamento das pessoas que começaram a viver de renda antes dos 40, encontramos alguns hábitos em comum: Organização financeira e investimentos inteligentes.

Organize seu orçamento

Se organizar financeiramente, saber exatamente qual são as suas receitas e despesas, onde pode economizar, qual seus objetivos.

Parece óbvio, mas muita gente não tem consciência da sua realidade financeira e deixa para “organizar” e ter controle do orçamento quando este já foi perdido.

Esperar para se organizar melhor quando já está tudo errado só fará você perder mais tempo para retomar o controle da situação.

Você só conseguirá poupar para investir, quando sua situação financeira estiver organizada.

Portanto, a primeira coisa para quem quer viver de renda é criar o seu diagnóstico financeiro. Ao saber exatamente o quanto ganha por mês, quais são suas despesas fixas e variáveis e definir a sua meta financeira, você visualiza o que está errado e passa a gastar com mais consciência.

Quanto dinheiro você precisa para viver de renda? Com base no seu padrão de vida atual, faça o cálculo de quanto você pode guardar por mês e qual o montante necessário para seu objetivo.

Invista melhor

O melhor investimento não é necessariamente o com maior rentabilidade, mas sim, aquele que melhor se adequa aos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Se você quer viver de renda, investimentos inteligentes são vitais para maximizar seus ganhos, mas sempre pautado nos seus objetivos.

Desse modo, você deve separar seu dinheiro em 3 potes: o pote da emergência, da recompensa e da Liberdade Financeira.

No pote da emergência é o dinheiro destinado para cobrir gastos imprevistos, no qual você tem fácil acesso quando precisar.

O pote da recompensa é destinado para a sua diversão, para gastar com aquilo que você tem vontade, seja viagens, roupas, trocar de carro. São objetivos de médio prazo.

E por fim, o pote da Liberdade Financeira. É uma parcela que você destina para o longo prazo. Esse dinheiro irá para trabalhar para você, e no futuro, será possível viver de renda.

Sua carteira de investimentos, para ter um bom rendimento, não precisa ser complexa. Se você está começando no mundo dos investimentos, é conveniente investir seu dinheiro em produtos de renda fixa, tais como Tesouro Direto, CDBs, LCI e LCA, que tem rendimentos superiores do que a poupança.

Conforme for ganhando confiança e estudando mais o mercado e suas opções, você pode começar a diversificar sua carteira de investimentos para opções com rendimentos maiores, como as ações.

Tenha uma carteira de investimentos diversificada, entre renda fixa e variável e reinvista os lucros.

Não perca mais tempo. Organize suas fianças, comece a poupar, estude o mercado e invista com inteligência!

Esse é o seu momento de iniciar sua caminhada rumo à Liberdade Financeira.

Aprenda a investir através do nosso eBook grátis Como Investir do Zero e tome uma atitude em relação à sua liberdade financeira

Os dividendos morrem pela boca (do Bolsonaro)?

Alô, pessoal. Tudo bem?

Trago um alerta muito importante pra você que gosta de investir em dividendos.

Recentemente alcançamos a marca histórica de 100.000 pontos no Ibovespa. Motivo de muita euforia e alegria no mercado financeiro. O índice recuou um pouco desde então.

Entre vários fatores que explicam essa queda no índice podemos citar:

  • A reforma da previdência que não está sendo encaminhada como planejada inicialmente,
  • A possível paralisação dos caminhoneiros no próximo dia 29
  • As diversas falas do presidente Bolsonaro

Quanto a reforma da previdência e a paralisação dos caminhoneiros, elas dependem de várias pessoas. Quanto as falas do Bolsonaro… bem… só dependem dele mesmo.

Lembro que quedas, sejam elas simples, moderadas ou graves, como crises, também geram oportunidades.

E o alerta da vez vai para a questão do aumento do Dividend Yield (DY) devido as falas do Bolsonaro.

Agora você deve estar se perguntando:

Mas como assim?

Vou explicar…

O dividendo se calcula pela seguinte fórmula:

Dividend Yield = Dividendos pagos pela empresa nos últimos 12 meses / Preço atual da ação.

Pela lógica matemática, para aumentar os Dividend Yield temos duas opções:

1- Aumentar os dividendos pagos pela empresa;

2- Diminuir o preço da ação.

Quando Bolsonaro fala alguma besteira e o preço da ação cai, ou desaba, naturalmente o indicador Dividend Yield cresce, pois a cotação da ação é impactada diretamente, conforme expliquei acima.

Veja no caso da Petrobras deste mês:

No gráfico acima você consegue perceber o momento em que ele interviu na Petrobras impedindo o reajuste do preços dos combustíveis em 5,7 por cento.

Segundo Paulo Guedes, Bolsonaro ligou para o presidente da empresa e disse “Você não vai colocar diesel no meu chopp, tá ok?”

Entre o fechamento de um dia e do outro, do espaço demarcado, a ação caiu mais de 8 por cento.

Se você não estiver atento ao que aconteceu no mercado financeiro pode olhar apenas para o indicador DY e acreditar que a empresa está pagando bons dividendos.

Claro que analisar por si só este indicador não quer dizer muita coisa.

É importante você usar ele em conjunto com outros critérios.

A empresa pode ter questões pontuais de acréscimo ou decréscimos do indicador e continuar sendo boa ou ruim. O importante é que você entenda os motivos pelos quais o fato ocorreu e se é algo pontual ou que vai permanecer por um longo tempo.

O principal alerta ao investidor neste quesito é que algumas empresas podem ser afetadas pelas falas do Bolsonaro e o investidor escolher empresas com indicadores deturpados da realidade.

Escolha empresas com bons fundamentos, monitore seu histórico e acompanhe os dividendos regularmente, para evitar cair em “armadilhas” que corroem seu planejamento.

Se tiver interesse, preparamos uma palestra com tudo o que você precisa para começar a investir na Bolsa.

ABS

Adriano Severo

Adriano Severo é Educador Financeiro, formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC). Ministra palestras e cursos sobre finanças e economia e leciona na Fundatec e QI Faculdade & Escola Técnica. Participa como fonte de informação para TV Record, Band TV, Estadão, CBN, HSBC, VIVO, UOL, GaúchaZH, Correio Braziliense, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Diário Gaúcho, Postalis, AGERT, POATV, dentre outros. Possui painéis expostos no Museu de Finanças da PUCRS.

DISCLAIMER: As informações colocadas nessa editoria são produzidas de forma independente e não possuem qualquer influência de empresa ou instituição que venha a ser mencionada. As informações aqui contidas refletem a opinião do autor e não de todos os membros do GuiaInvest. Apesar de ter sido tomado todo o cuidado necessário de modo a assegurar a credibilidade das informações no momento em que as mesmas foram colhidas, suas precisão e exatidão não são de qualquer forma garantidas e o GuiaInvest não se responsabiliza pelas mesmas. Os preços, as opiniões e as projeções contidas nos nossos conteúdos estão sujeitos à mudanças a qualquer momento, sem necessidade de aviso ou comunicado prévio. Nenhum relato desse texto pode ser interpretado como sugestão de compra ou de venda de quaisquer ativos, tratam-se apenas de opiniões. Não podemos garantir nenhum retorno financeiro sobre qualquer operação feita através das informações que fornecemos, sejam elas pagas ou gratuitas. Negociações de ativos no mercado financeiro envolvem riscos e rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

10 Vantagens dos Fundos Imobiliários

Ao investir em fundos imobiliários, você pode construir um patrimônio sólido sendo sócio de imóveis de alto padrão, como shoppings, edifícios comerciais, hospitais, entre outros.

Saiba como ganhar aluguel sem ter imóveis com investimentos em fundos imobiliários!

O que são Fundos Imobiliários?

A cultura de investir em imóveis sempre foi muito forte no Brasil. Porém, existe uma modalidade de investimento muito mais atraente e pouco conhecida pela população em geral. São os Fundos Imobiliários (FIIs).

Os Fundos de Investimento Imobiliários são formados pela reunião de vários investidores com o objetivo de fazer investimentos no mercado imobiliário.

Assim, é possível comprar um imóvel importante, que vai desde projetos em fase de construção até os imóveis prontos, como edifícios comerciais, shoppings centers, hospitais, prédios de agências bancárias, galpões, instituições de ensino, e outros.

Ao investir em FIIs você delega a função para um gestor ou administrador profissional, o qual compra os imóveis utilizando o dinheiro dos investidores.

O patrimônio do fundo é dividido através de cotas. Assim, quanto mais dinheiro você colocar, mais cotas terá.

Ao investir em Fundos Imobiliários você recebe aluguel sem ter imóveis.

Então, o que é melhor: comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

Veja a seguir 10 vantagens dos FIIs:

1- Possível investir com pouco dinheiro

Se você pensa em comprar um imóvel e lucrar com o aluguel, precisa de um investimento inicial bem alto. Já com os FIIs, você não precisa ter o valor total do imóvel para lucrar com ele.

Você pode comprar cotas de Fundos Imobiliários com pouco dinheiro. Existem cotas para todos os bolsos.

A partir de 50 reais, ou até menos, você já se torna sócio de um excelente imóvel e recebe uma renda mensal de aluguéis.

2- Regulados pela CVM

Esses fundos são supervisionados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), afim de garantir a transparência e a segurança das informações.

3- Liquidez

Vender um imóvel não é tão simples. Pode demorar muito tempo até aparecer alguém com dinheiro suficiente para comprar. É possível até que você tenha que baixar o preço para conseguir vender.

Como os fundos imobiliários não se tem esse problema. É muito simples vender suas cotas no momento que você quiser. E você nem precisa levantar do sofá para isso. Basta acessar o seu Home Broker e preencher a ordem venda, sem burocracia.

A todo momento tem gente querendo comprar e vender cotas dos fundos. Dessa forma, é muito mais fácil se desfazer da cota quando precisar.

4- Isenção de imposto sobre o aluguel recebido

Os rendimentos mensais de fundos imobiliários para pessoas físicas são isentos de imposto de renda. Dessa forma, os rendimentos caem líquidos na sua conta e você não vai precisar se preocupar em dividir o seu lucro com outra pessoa.

Já quem recebe aluguel dos seus imóveis, pode pagar até 27,5% de imposto sobre o rendimento, dependendo do montante. No final das contas, a rentabilidade dos FIIs pode ser até 30% maior por causa dessa isenção.

Assim, você só paga imposto sobre o lucro da venda da cota, mas nunca sobre o aluguel que ele gera para você.

5- Menos risco

Um imóvel está sujeito a riscos. Seja de grandes proporções como incêndios, interdições, desabamentos. Caso você não tenha seguro, você perde tudo.

Ou até mesmo menores, como a dificuldade em alugar, a saída de um inquilino, inadimplência. Assim, você fica sem o dinheiro do aluguel, mas precisa continuar arcando com os custos de condomínio, reparos, entre outros.

Nos FII, você divide o risco com milhares de outros sócios. Desse modo, caso aconteça alguma coisa com o imóvel, o seu rendimento praticamente não é afetado.

6- Não dá dor de cabeça

Imóveis geram gastos com manutenção. Qualquer problema é uma dor de cabeça para resolver.

Já com os Fundos Imobiliários, você conta com os melhores profissionais para resolver qualquer problema. Assim, você não precisa se estressar com nada disso, pois tem quem resolva isso para você.

7- Gestores especializados

Os gestores dos fundos são especialistas em negócios imobiliários e sabem onde estão as melhores oportunidades.

Essa é uma grande vantagem para o investidor pequeno, como eu e você.

8- Taxas e custo menores

Quando você compra ou vende um imóvel, cerca de 5% do seu valor você paga com taxas, como ITBI (Imposto de transmissão de bens imóveis), escritura, registro, entre outros. Uma infinidade de burocracias.

Cerca de 6% do valor do imóvel fica para o corretor e para a imobiliária. Ou seja, se juntarmos todos os custos, chega facilmente a 10% do valor do imóvel.

Ao comprar fundos, os custos são bem menores. Basicamente, você custos com a taxa de administração, que em geral é baixo, cerca de 0,25% a 3%. E a taxa de corretagem, que varia de corretora para corretora.

9- Indexado à inflação

Os Fundos Imobiliários são indexados à inflação. Isso significa que, conforme os índices de inflação sobem, o preço das cotas acompanha essa variação. Assim, você fica protegido e não perde dinheiro.

10- Possibilidade de investir em imóveis de alto padrão

Para comprar sozinho um imóvel de alto padrão, você teria que desembolsar milhões de reais. Uma quantia impensável por grande parcela da população.

Mesmo que tenha dinheiro para comprar um imóvel, provavelmente teria que optar por algo mais simples, que caiba no orçamento.

Através dos Fundos Imobiliários, você tem a possibilidade de investir em imóveis de alto padrão. Como um prédio moderno, shopping, hotéis, enfim, são inúmeras opções de investimentos nas grandes metrópoles.

Comece a investir

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) possibilita que qualquer pessoa tenha parte de um grande imóvel e ganhe uma renda extra mensal de mais ou menos 0,5% ao mês. Porém, bons fundos conseguem render entre 0,75 a 1% ao mês.

Assim como os preços dos imóveis comuns, que oscilam de acordo com o mercado, os fundos seguem o mesmo princípio.

Negociados na Bolsa de Valores, são um tipo de investimento de renda variável e uma opção muito boa para quem quer gerar renda sem ter muito risco.

Começar a investir em fundos imobiliários é simples, seguro e acessível. Você não precisa ter muito conhecimento no mundo dos investimentos.

 

Conheça os fundos imobiliários maiores pagadores de aluguel e comece agora mesmo a ser sócio de empreendimentos imobiliários.

Como proteger seus dividendos de fraudes e golpes

Alô, pessoal. Tudo bem?

Sou o Adriano Severo, especialista aqui no GuiaInvest com foco na área de dividendos. Sou formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC).

Agradeço aos comentários que recebi referente ao meu primeiro e-mail, enviado semana passada.

Lembrando que vou escrever pra vocês semanalmente, toda terça-feira. Sintam-se à vontade em mandar suas dúvidas, opiniões e sugestões.

Vamos nessa…

Não faz muito tempo que foi divulgado uma notícia de que um Agente Autônomo de Investimentos deu golpe de 20 milhões de reais no Rio de Janeiro.

Infelizmente essa não foi a primeira notícia deste tipo divulgada este ano e, provavelmente, não será a última.

No início do ano tivemos o terrível caso da JJ Invest, que estimam-se prejuízos na casa dos 170 milhões de reais. Caso este que envolveu perdas inclusive de globais.

Conforme relatos, uma atriz perdeu as economias de quase 10 anos! Um absurdo sem tamanho!

Quando se trata de aplicações financeiras que usamos para acumular patrimônio e chegar ao tão sonhado objetivo atingido por poucos que é viver de renda, isso dói muito mais.

No caso da notícia de fevereiro a empresa patrocinava, inclusive, time de futebol! Como seria possível desconfiar? Para um prejuízo do tamanho que alcançou só poderia ter sido bem estruturado. Do contrário teria minguado no início.

Imagina você que acumulou patrimônio e agora iria receber dividendos, apenas por possuir ações de alguma empresa como, por exemplo, 8,7% a.a. da Telefônica Brasil (VIVT4) ou 8,5% da Engie Energia (EGIE3). Situação mais delicada ainda se a bolada a receber fosse 15,8% a.a. da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (TRPL4) ou 15,2%a.a. da Cielo (CIEL3).

Citei alguns exemplos apenas para exemplificar.

Antes de fazer aplicações financeiras reflita sobre o passo a passo básico abaixo:

  • Já pesquisei sobre a empresa na Comissão de Valores Mobiliários (CVM)?
  • Já pesquisei sobre a empresa no Banco Central (BACEN)?
  • O dinheiro que irei transferir é direto para a conta da corretora de investimentos?
  • Vou confirmar se as ordens de aplicações estão realmente sendo executadas?
  • Essa empresa/aplicação não é mais um caso pirâmide financeira?
  • Estou fazendo meu papel de investidor(a) e conferindo regularmente minhas aplicações?
  • Nunca, jamais, vou transferir meus recursos para conta outra pessoa física?

Se você responder SIM à todas essas questões, certamente estará se precavendo muito de passar por situações fraudulentas como as citadas no início.

Agora você deve estar se perguntando:

“Mas… como eu vou conseguir descobrir as informações sobre os dividendos das empresas para também ganhar dinheiro? Não entendo como analisar uma ação, como poderei fazer isso com 400 empresas?”

Bom, o fato é que nós do GuiaInvest podemos ajudar você a identificar as boas ações da bolsa pagadoras de dividendos.

Fizemos uma palestra exclusiva para demonstrar para você como você mesmo pode ter essa resposta.

Tudo direto ao ponto.

Quero conhecer empresas boas pagadoras de dividendos agora

Abs,

Adriano Severo

Adriano Severo é Educador Financeiro, formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC). Ministra palestras e cursos sobre finanças e economia e leciona na Fundatec e QI Faculdade & Escola Técnica. Participa como fonte de informação para TV Record, Band TV, Estadão, CBN, HSBC, VIVO, UOL, GaúchaZH, Correio Braziliense, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Diário Gaúcho, Postalis, AGERT, POATV, dentre outros. Possui painéis expostos no Museu de Finanças da PUCRS.

 

 

DISCLAIMER: As informações colocadas nessa editoria são produzidas de forma independente e não possuem qualquer influência de empresa ou instituição que venha a ser mencionada. As informações aqui contidas refletem a opinião do autor e não de todos os membros do GuiaInvest. Apesar de ter sido tomado todo o cuidado necessário de modo a assegurar a credibilidade das informações no momento em que as mesmas foram colhidas, suas precisão e exatidão não são de qualquer forma garantidas e o GuiaInvest não se responsabiliza pelas mesmas. Os preços, as opiniões e as projeções contidas nos nossos conteúdos estão sujeitos à mudanças a qualquer momento, sem necessidade de aviso ou comunicado prévio. Nenhum relato desse texto pode ser interpretado como sugestão de compra ou de venda de quaisquer ativos, tratam-se apenas de opiniões. Não podemos garantir nenhum retorno financeiro sobre qualquer operação feita através das informações que fornecemos, sejam elas pagas ou gratuitas. Negociações de ativos no mercado financeiro envolvem riscos e rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

Primeiros Passos Para Investir

Investir em ações pode parecer complicado e, por isso, afasta possíveis investidores antes mesmo de começar.

A verdade é que investir na Bolsa de Valores é mais simples do que você imagina.

Você só precisa abrir uma conta em uma corretora, transferir o dinheiro, acessar a home broker e começar a investir.

Quer aprender como investir em ações?

Recomendo primeiro você ler o artigo O Básico da Bolsa de Valores Para Iniciantes. Um guia básico para você entender o que são ações, o que é e como funciona a Bolsa de Valores e demais conceitos.

Depois de entendido isso, quais os primeiros passos para investir?

Resumidamente, para ter acesso à Bolsa de Valores é preciso de um intermediário: as corretoras ou bancos. (Recomendamos a primeira opção, por possuir taxas menores).

Estas instituições fazem a intermediação da compra e venda de ações entre o investidor e a Bolsa de Valores.

Com a sua conta na corretora aberto, você terá acesso ao Home Broker, plataforma de negociações da bolsa de valores. Através dela, é feita toda negociação das ações, por conta própria e totalmente online.

Passo a passo para investir na bolsa de valores

1- Abrir uma conta em uma corretora

O primeiro passo para investir em ações é abrir uma conta em uma corretora. Essas instituições são fundamentais para de comprar e vender ações, uma vez que fazem o intermédio entre o investidor e a Bolsa de Valores.

As corretoras devem ser autorizadas pelo Banco Central do Brasil e são fiscalizadas pela CVM. Garantindo que seu patrimônio esteja protegido quando em guarda dessas instituições.

Como escolher uma corretora? No site da BM&F Bovespa, encontramos cerca de 90 corretoras cadastradas e habilitadas.

Os serviços oferecidos por elas são parecidos. O que pode fazer diferença são as taxas cobradas e a eficiência do Home Broker. Fato esse que faz grande diferença na hora de investir.

Para abrir conta na corretora, é necessário preencher um cadastro com seus dados pessoas, residenciais e bancários.

Uma corretora de valores não é uma conta corrente! A conta na corretora leva seu nome, mas serve somente como uma ponte entre seu dinheiro e a compra e venda de ações.

Sendo assim, é necessário que além da conta na corretora, você possua uma conta em um banco de sua preferência para fazer a transferência para a corretora. (Veremos melhor no próximo passo).

2 – Transferir o dinheiro para sua conta na corretora

O próximo passo para investir em ações é enviar dinheiro para sua conta na corretora. Dinheiro este que será utilizado para a compra de ações.

Por motivos de segurança, o dinheiro só entra na sua conta da corretora mediante transferência bancária de uma conta com o mesmo CPF.

Transferir o dinheiro é fácil. Basta fazer uma TED ou DOC da sua conta corrente para a sua conta na corretora.

3 – Comece a investir

Assim que o seu dinheiro estiver na sua conta, você já pode começar a investir na Bolsa de Valores através do Home Broker.

Home Broker é uma plataforma online que conecta o cliente, a corretora e a Bolsa de Valores. Através dele você pode comprar e vender ações, e acompanhar as cotações e rentabilidade ao longo do tempo.

Cada corretora tem o seu próprio Home Broker que você pode acessar e enviar uma ordem do conforto da sua casa ou de qualquer lugar que você estiver.

Saiba mais sobre O que é Home Broker e como usar clicando aqui.


Quais os custos de investir em ações?

Basicamente, existem 2 custos para investir em ações cobrados pela corretora. São a corretagem e a taxa de custódia.

Esses custos variam bastante de corretora para corretora e podem fazer toda a diferença nos lucros dos seus investimentos.

Taxa de corretagem

É a taxa cobrada pela corretora cada vez que você emite uma ordem de compra ou venda de ações.

Esse valor pode ser fixo ou uma porcentagem do valor da operação que você fizer. O que pode ser mais ou menos vantajoso dependendo do valor que você comprar ou vender.

A taxa de corretagem varia bastante dependendo da corretora e fica em torno de R$ 0 a R$ 20 por transação.

Taxa de custódia

A taxa de custódia é como se fosse uma mensalidade para “guardar” suas ações que pode variar entre R$ 0 a 40.

Algumas corretoras não cobram esse valor, o que pode representar uma economia a mais. Porém, a isenção da taxa de custódia não deve ser o principal motivo para a escolha da corretora.

 

Agora que você já conhece os primeiros passos para investir, é hora de agir.

Elabore sua estratégia, avalie as ações e trace seu caminho rumo à Liberdade Financeira.

Por que a poupança tá na frente das ações e fundos?

Alô, pessoal. Tudo bem?

Sou o Adriano Severo, especialista aqui no GuiaInvest com foco na área de dividendos. Sou formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC).

A partir de hoje vou escrever para vocês toda terça-feira. Sintam-se à vontade em mandar suas dúvidas, opiniões e sugestões.

Vamos lá…

Uma questão que fico me perguntando constantemente é do por que a caderneta de poupança está na frente de títulos privados, de previdência privada, de ações, de fundos de investimento e até mesmo de títulos públicos.

Qual seria a explicação para tanta gente deixar o dinheiro parado?

Não condeno a caderneta de poupança como produto em si, visto que ela pode servir para reserva de emergência, ou parte desse estoque. Pela facilidade de saque a qualquer momento, inclusive finais de semana e feriados. Por isso que não podemos descartar ela totalmente.

Veja que curioso…

A poupança é conhecida por ser a pior aplicação. E ironicamente é o produto em que deixamos nosso dinheiro por um período maior que as demais oportunidades do mercado.

Veja na tabela a seguir por quanto tempo um brasileiro costuma manter seus investimentos em diferentes produtos:

Se temos uma média de 132 meses como período em que os recursos ficam na poupança, isso significa que estamos “perdendo” dinheiro, visto que esse intervalo de tempo é maior que o mínimo indicado por especialistas para aplicações mais arriscadas, como ações.

Não temos o costume de nos planejar em vários quesitos de nossas vidas, e isso inclui os investimentos.

Talvez por insegurança, falta de conhecimento ou pouco tempo disponível. Quem sabe até mesmo uma combinação destes três fatores.

O fato é que independente do motivo, nosso dinheiro está minguando ao longo do tempo, e o tempo não está nem aí pra gente.

Quando vê passaram cinco anos, quando vê passaram trinta anos, e nossas economias não são suficientes para termos uma aposentadoria digna.

Dito isso, proponho uma reflexão…

Pense sobre suas aplicações e seus objetivos de vida. Elas estão de acordo?

Agora, você pode estar se perguntando…

“Mas se eu não conheço alternativas, como sair dessa situação?”

Calma que já te explico. Antes disso vamos fazer duas ponderações, que servem tanto para a poupança quanto para outras aplicações:

– Se eu deixo por 11 anos o dinheiro na poupança, significa que eu não preciso ter tanta liquidez como imagino.

– Se eu não preciso ter tanta liquidez como imagino, posso realocar parte desses recursos em outras modalidades.

Então, caso ainda queira, eu poderia deixar na caderneta de poupança uma reserva suficiente para de fato alguma emergência ou oportunidade e o restante diversificar, como por exemplo em dividendos.

Vamos a alguns exemplos de empresas que pagaram dividendos iguais ou superiores a caderneta de poupança, está rendendo 4,5% a.a., nos últimos meses, além de contar com a oscilação das ações:

  • SMLS3 => 8,2%a.a.
  • ABCB4 => 5,6%a.a.
  • CIEL3 => 12,0%
  • ITUB3 => 5,2%a.a.
  • BBSE3 => 10,0%a.a.
  • MRVE3 => 5,8%a.a.
  • EGIE3 => 8,2%a.a.
  • TRPL4 => 15,7%a.a.

E aí, o que me diz de começar a montar uma carteira com foco em dividendos?

Clicando aqui você libera o acesso a uma masterclass onde o André revela um passo a passo para você montar uma carteira de dividendos matadora.

Adriano Severo é Educador Financeiro, formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Mercado de Capitais pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC). Ministra palestras e cursos sobre finanças e economia e leciona na Fundatec e QI Faculdade & Escola Técnica. Participa como fonte de informação para TV Record, Band TV, Estadão, CBN, HSBC, VIVO, UOL, GaúchaZH, Correio Braziliense, Correio do Povo, Jornal do Comércio, Diário Gaúcho, Postalis, AGERT, POATV, dentre outros. Possui painéis expostos no Museu de Finanças da PUCRS.

Disclaimer: As informações colocadas nessa editoria são produzidas de forma independente e não possuem qualquer influência de empresa ou instituição que venha a ser mencionada. As informações aqui contidas refletem a opinião do autor e não de todos os membros do GuiaInvest. Apesar de ter sido tomado todo o cuidado necessário de modo a assegurar a credibilidade das informações no momento em que as mesmas foram colhidas, suas precisão e exatidão não são de qualquer forma garantidas e o GuiaInvest não se responsabiliza pelas mesmas. Os preços, as opiniões e as projeções contidas nos nossos conteúdos estão sujeitos à mudanças a qualquer momento, sem necessidade de aviso ou comunicado prévio. Nenhum relato desse texto pode ser interpretado como sugestão de compra ou de venda de quaisquer ativos, tratam-se apenas de opiniões. Não podemos garantir nenhum retorno financeiro sobre qualquer operação feita através das informações que fornecemos, sejam elas pagas ou gratuitas. Negociações de ativos no mercado financeiro envolvem riscos e rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

É Possível Ficar Rico com Pouco Dinheiro?

Você pode ficar rico com pouco dinheiro. Mesmo que você não faça parte da pequena e privilegiada parcela da população que é milionária, é possível construir um patrimônio com o seu salário.

Existem muitos casos de pessoas que conquistaram suas riquezas do zero!

Porém, ficar rico com pouco dinheiro não acontece do dia para a noite. Sempre desconfie de promessas de ganhos altos em pouquíssimo tempo.

Construir um patrimônio investindo de forma segura e honesta é uma tarefa de longo prazo que exige esforço, dedicação e estudo.

Pode até não ser um caminho tão fácil, mas justamente por isso, é o mais compensador.

Fique com a gente para saber como é possível enriquecer com pouco dinheiro se você manter o foco.

Pense como os ricos

Um passo importante para ficar rico com pouco dinheiro é começar a pensar igual os ricos. Aí sim, você passará a agir como eles em busca da sua Liberdade Financeira.

Lembre-se que sua independência financeira é mais importante do que a ostentação. Melhor do que parecer rico, é ser, de fato, rico.

Muitas pessoas querem viver de aparência. E para isso, compram carros que não podem pagar, roupas, frequentam lugares luxuosos.

Use esse seu desejo de consumir para inspirá-lo a investir.

Você só vai enriquecer com pouco dinheiro quando cultivar hábitos que te ajudem a poupar dinheiro.

Ficar rico com pouco dinheiro: parte do sucesso está no ato de agir

A grande maioria das pessoas almejam o sucesso financeiro, porém, poucas se propõe a mudar seus hábitos financeiros.

Para ficar rico com pouco dinheiro é preciso economizar e investir.

Você pode acumular patrimônio investindo R$ 100 ou até menos todos os meses!

Sim, você pode investir com pouco dinheiro.

Invista regularmente com o horizonte no longo prazo

Para alcançar a independência financeira com investimentos, o que conta é a frequência de aplicações e o tempo que o dinheiro ficará investido.

Assim, quanto mais dinheiro, com mais frequência, maior também será o retorno.

Porém, é possível enriquecer com pouco dinheiro, uma vez que com a partir de R$ 30 você já pode investir em títulos do Tesouro Direto.

Investir não é só para ricos, torna você rico.

O importante é que você invista regularmente, o quanto puder, e aumente o fluxo de aplicações conforme organizar suas finanças.

Mesmo aplicando R$ 50, você já estará um passo à frente de milhares de brasileiros que não conseguem planejar suas finanças.

Aprenda também a buscar os melhores investimentos para cada caso, para investir com segurança e alcançar sua liberdade financeira.

Compre ativos

Para conquistar a Liberdade Financeira você precisa acumular patrimônio.

O jeito certo de fazer isso é comprando ativos, ou seja, tudo que gera dinheiro.

Como, por exemplo, um imóvel que você aluga para terceiros, ações que pagam dividendos, títulos públicos que pagam juros regularmente, entre outros.

Mas o que acontece normalmente é que as pessoas, ao invés de adquirirem ativos, adquirem passivos. Isso é, coisas que tiram dinheiro do seu bolso.

O seu carro, por exemplo, é um passivo. Você tem gastos com gasolina, o IPVA, o seguro, a manutenção.

Sua casa também. Você precisa pagar a conta de luz, de água, IPTU.

Você deve sim ter sua casa e carro, mas esses foram exemplos para você entender o poder dos ativos de gerarem renda.

E com a renda dos ativos, você pode comprar os passivos.

O ativo mais poderoso para a construção de riqueza são as ações.

Mas, para ficar rico e alcançar sua Liberdade Financeira, não basta investir em qualquer ação.

Existem maneiras seguras de investir e para você criar um patrimônio sem deixar de aproveitar o agora, mesmo sem ser um especialista em finanças, ou ter muito dinheiro.

 

Veja no nosso webinario Os Três Passos para a Liberdade Financeira como construir um caminho simples para você realizar seus sonhos investindo apenas R$ 100 por mês.

5 Formas de Ganhar Dinheiro com Ações

Muitos futuros investidores desconhecem todas as formas de ganhar dinheiro com ações. Se engana quem acha que somente é possível acumular patrimônio na Bolsa de uma forma. O mercado oferece diferentes formas de enriquecer com ações.

A valorização das ações pode até ser a forma mais conhecida de ganhar dinheiro na bolsa de valores, mas não é a única.

Há outros tipos de remuneração que o investidor pode obter ao investir em ações. Tem empresas que beneficiam seus acionistas sob a forma de proventos, bem como dando a preferência na aquisição de ações.

Veja as 5 principais formas de ganhar dinheiro com ações:

1- Valorização de capital

A valorização das ações é a forma mais comum de ganhar dinheiro com ações. Nela, se compra ações a um preço considerado baixo, e as vende quando seu preço aumentar, lucrando assim com a diferença.

Comprar na baixa e vender na alta é uma pratica muito usada por quem faz Day Trade. Esta é também uma estratégia arriscada, uma vez que o valor das ações flutua constantemente influenciados tanto pelos indicadores da empresa com os da economia nacional e global.

Essa sobe e desce no preço das ações influencia ainda mais quem investe pensando no curto prazo.

A análise do marcado nos mostra que, empresas com bons fundamentos, mantém expectativas otimistas no longo prazo. Isso faz com que as oscilações dos preços das ações não sejam tão sentidas. Protegendo, desse modo, o investidor de possíveis perdas.

2- Dividendos

Dividendo é a parcela do lucro da empresa que é usada para remunerar os acionistas, a qual é repartida conforme o número de ações de cada investidor.

Por lei, empresas de capital aberto na bolsa de valores são obrigadas a distribuir no mínimo 25% do lucro líquido anual entre seus acionistas. Algumas empresas inclusive distribuem mais que isso.

Investir em ações com a expectativa de receber dividendos é o verdadeiro poder do investimento na Bolsa. Neste caso é importante escolher empresas boas pagadoras de dividendos.

Payout é um termo usado para o percentual do lucro que a empresa distribui aos seus acionistas. Já o dividend yield a razão entre o valor do dividendo e o preço da ação.

Não existe uma periodicidade pré-definida para o pagamento de dividendos. Ele é definido pela própria empresa.

Quem investe pensando nos dividendos, se torna sócio da empresa para participar dos lucros. Ou seja, está interessado na qualidade e nos resultados da empresa.

Assim, quando a empresa obtém lucro, destina parte do dinheiro para novos investimentos e reservas e outra para pagamento de proventos aos acionistas.

Os dividendos são dados em dinheiro, o qual é depositado na conta do investidor na corretora. Este fica disponível para saque ou reinvestimento no mercado e é isento de tributação.

3- Juros sobre capital próprio

Os juros sobre capital próprio também funcionam como uma forma de distribuição dos lucros da empresa aos seus acionistas.

Apesar de não serem exigidos por lei, mas muitas companhias acabam pagando como forma de atrair mais investidores.

Para o acionista, essa é uma forma de ganhar dinheiro com ações muito similar aos dividendos. A grande diferença entre elas está na parte da tributação.

Para a empresa, a principal vantagem de distribuir juros sobre o capital próprio é contábil. Uma vez que esse valor é contabilizado como custo e, portanto, reduz o montante do imposto de renda pago pela companhia.

Sendo assim, o investidor obrigatoriamente será tributado na alíquota de 15% sobre o valor recebido. Este é descontada direto na fonte.

4- Bonificação

A bonificação consiste na distribuição de resultados da companhia mediante emissão de ações quando a empresa decide por incorporar parte do lucro no capital social.

Assim, novas ações são distribuídas gratuitamente para os atuais acionistas na proporção da quantidade de ações já possuídas.

A bonificação pode gerar um pequeno ajuste no preço devido ao aumento da base acionária. Porém, como não há entrada de novos recursos, o valor da empresa não se altera.

5- Direitos de subscrição

O direito de subscrição ou bônus de subscrição é o direito e a prioridade na compra de novas ações da empresa em quantidade proporcional às possuídas.

Isso acontece quando há aumento do capital da empresa e mais ações serão emitidas. Então, para os atuais acionistas terem a oportunidade de manter a mesma proporção do capital social, a empresa dá a oportunidade de eles comprarem mais ações, muitas vezes por um valor mais barato do que o negociado na bolsa de valores.

As subscrições são uma das formas de ganhar dinheiro com ações que podem ser vantajosas para aqueles investidores que desejam investir em mais ações da empresa.

Como os direitos de subscrição também são negociáveis, o investidor que não deseja aumentar adquirir mais capital dessa empresa, pode ainda vender os direitos de subscrição na bolsa de valores.

A melhor forma de ganhar dinheiro com ações

A melhor forma de ganhar dinheiro com ações é através dos dividendos. Pois, além de receber uma parcela dos lucros, você pode usar esse dinheiro para reinvestir e assim, aumentar seus ganhos.

Quer saber como receber R$ 2.154 por mês de dividendos?

Conheça nessa Masterclass os segredos por trás do GI Stock Guide, um sistema único e exclusivo, desenvolvido pelo Centro de Inteligência de Investimentos do GuiaInvest que revela as ações que pagam os dividendos mais “gordos” do mercado.

O que é Home Broker e como usar?

Se você pensa em investir sem ter muitos custos, é de suma importância que você aprenda a usar o Home Broker das corretoras de valores.

Você sabe o que é Home Broker e como usá-lo?

A internet trouxe muitas facilidades. Hoje em dia, se faz praticamente tudo online. Com os investimentos não é diferente.

Antigamente, para comprar ou vender uma ação, era preciso ligar para a corretora e solicitar o atendimento da mesa de operação. Agora, isso não é mais necessário. Você mesmo pode investir na Bolsa de Valores online, de forma rápida, prática e com taxas mais baixas através do home broker.

O Home Broker é o “faça você mesmo” dos investimentos. Funciona como a extensão do corpo de qualquer investidor. Embora, à primeira vista possa parecer algo difícil, com ele, o processo de investir na Bolsa de Valores se tornou algo mais acessível para pessoas comuns.

Home Broker nada mais é do que uma plataforma online que conecta o cliente, a corretora e a Bolsa de Valores. Através dele você pode controlar o seu dinheiro, escolher aonde quer aplicar e acompanhar a rentabilidade ao longo do tempo.

A corretora é a responsável por intermediar a compra e venda de ações entre o investidor e a B3.

Dessa forma, é comum que toda corretora tenha o seu próprio Home Broker, ou seja, um sistema que conecta e permite a negociação entre estas duas pontas.

As principais funções do Home Broker

O grande trunfo do Home Broker é permitir a compra e venda de ações pela internet de maneira rápida e fácil. Porém, essa não é sua única função.

No Home Broker é possível:

  • Comprar e vender ativos de renda variável
  • Acompanhar cotações em tempo real
  • Visualizar a carteira de investimento
  • Acompanhar pedidos de ordens

Vantagens do Home Broker

Comodidade

Com o Home Broker você pode investir de onde estiver. Tendo uma conta na corretora e acesso à internet o investidor pode enviar ordens de compra e venda de ações na hora e no local que quiser.

As principais corretoras também disponibilizam aplicativos para smartphones e tablets. Assim, você não fica preso apenas ao desktop.

No sistema você ainda tem acesso as ordens, histórico da carteira, cotações, entre outros.

Praticidade

A plataforma permite ao investidor realizar suas negociações com agilidade e praticidade, o que pode ser determinante para alcançar a Liberdade Financeira.

Algumas corretoras oferecem serviços de notificação informando o investidor é em tempo real sobre as melhores oportunidades. Permite programar ordens de compra e venda e receber confirmação das ordens executadas.

Autonomia

Além de agilidade, praticidade e comodidade, o Home Broker dá ao investidor maior autonomia. Com a plataforma, não há necessidade de contatar a corretora para realizar uma ordem. O investidor consegue fazer tudo sozinho e gerenciar melhor seus investimentos.

Stop loss

O stop loss é um mecanismo que permite ao investidor controlar suas possíveis perdas. Assim, ele pode programar e definir um limite para a queda de suas ações. Caso estas quedas atinjam esse patamar, uma ordem de liquidação é disparada automaticamente.

Como comprar e vender ações no Home Broker

O Home Broker possibilita a conexão entre investidores e a Bolsa de Valores. Dessa forma, é possível negociar ativos financeiros de forma simples, rápida e eficaz.

Como cada corretora possui sua própria plataforma, a interface pode variar. De modo geral, para comprar um ativo, o investidor clica na opção comprar, insere a sigla do ativo, quantidade e preço.

Essa ordem é enviada automaticamente para a corretora e então para o sistema da Bolsa. Se houver ações disponíveis, pouco tempo depois a ordem é executada com sucesso. Para vender o processo é o mesmo. Na maioria das vezes a ordem é executada imediatamente.

Como escolher o melhor Home Broker?

Escolher uma corretora é uma das principais dúvidas de quem está iniciando na carreira de investidor.

Com tantas opções de Home Broker, você precisa sentir confiança na sua corretora e na sua plataforma.

Escolher uma boa ferramenta pode ser determinante para obter sucesso no mercado de ações, pois é através dela que você irá negociar seus ativos. Assim, é necessário que o Home Broker seja estável e execute suas ordens com segurança, rapidez e eficiência.

Confira as taxas cobradas pela corretora, mas também não defina somente pelo preço. Procure conversar com que já utiliza o sistema, quais os produtos que ela oferece.

A próxima etapa é agir e escolher as melhores ações para a sua carteira, para assim, alcançar a sua Liberdade Financeira.

Para isso, assista nossa palestra gratuita para escolher as melhores ações durante o quinto super-ciclo de alta da bolsa brasileira.

 

Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários? - GuiaInvest

Comprar um imóvel como forma de investimento vale a pena? Apesar de ser a forma mais tradicional de investir no mercado imobiliário, ela não é a única.

E se eu te falar que é possível lucrar recebendo aluguéis, mesmo não possuindo imóveis? Basta investir em Fundos Imobiliários (FII).

O mercado imobiliário é a modalidade de investimento mais querida entre os brasileiros. Você já deve ter ouvido alguém dizer que comprar um imóvel é a melhor aplicação.

Estamos falando de um investimento seguro e com um bom histórico de rentabilidade. Afinal, os imóveis resistiram ao caos econômico da década de 80 e 90.

Investir em imóveis é visto como um “porto seguro”. Você visualiza onde está seu capital, ele pode ser passado de geração a geração e ainda gera renda passiva através de aluguel.

Você também quer investir em imóveis, mas não sabe por onde começar?

Não pense que a única alternativa é juntar uma boa grana, comprar um apartamento ou sala comercial, alugar e viver dessa renda.

Existe outra forma de investir em imóveis e acumular riqueza sem precisar de fato comprar um imóvel inteiro.

Você conhece todas as vantagens do mercado de fundos imobiliários?

Qual o melhor investimento? Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

O que são Fundos Imobiliários?

Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários? - GuiaInvest

Antes de responder os questionamentos acima, vamos explicar rapidamente o que são Fundos Imobiliários, ou FIIs.

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um ativo de renda variável em que vários investidores se juntam com o mesmo objetivo: investir no mercado imobiliário. Dessa forma, é possível comprar um importante imóvel.

Já pensou ser um dos donos de um importante shopping center, ou de um enorme prédio comercial de São Paulo?

Os fundos imobiliários permitem que um investidor comum, como eu e você, sejamos donos de empreendimentos extremamente sofisticados. Investindo pouco e gerando renda passiva.

Já falamos mais em outro post sobre os fundos imobiliários.

Assim como as ações, os fundos imobiliários também são negociados na bolsa de valores. Dessa forma, são fundos de renda variável.

Como forma de garantia, os FIIs são regulados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Qual o melhor investimento? Comprar um imóvel ou investir em fundos imobiliários?

Agora que você já sabe o que são fundos imobiliários, chegou a hora de colocar lado a lado as duas formas de investimentos.

Apesar das duas poderem gerar renda, estamos falando de uma forma “tradicional” de investimentos e de uma forma pouco conhecida. Portanto, há pontos a se analisar.

Investimento inicial

Comprar um imóvel físico exige uma boa quantia de dinheiro, seja para pagar inteiramente ou dar entrada em um financiamento.

Se para comprar um imóvel você necessita de no mínimo 100 mil, com 10 reais você pode começar a investir em Fundos Imobiliários.

Sim, dá para investir com muito pouco em FII. Dependendo da cota, os valores começam a partir de poucos reais. Claro que há fundos mais caros também, mas depende muito da quantia que você tem disponível para começar a investir.

Isso é possível, porque você não está comprando o imóvel diretamente, mas sim uma cota, seja de um ou de vários imóveis.

Custos

Um imóvel físico tem custos para se manter. Além do valor alto que você paga para adquirir um apartamento, por exemplo, você precisa levar em consideração o gasto com condomínio, IPTU, água, luz, reformas. Pois não é sempre que ele vai estar alugado.

Mesmo quando alugado ou vendido, talvez tenha que pagar o custo do corretor ou da imobiliária, imposto. No caso de venda tem ainda o ITBI, tributo que pode chegar a uns 3% do valor do imóvel.

Já para os fundos imobiliários, como em qualquer fundo, o investidor terá que pagar a taxa de administração, que em geral é baixo, cerca de 0,25% a 3%. E a taxa de corretagem, uma vez que os FIIs são negociados na bolsa de valores.

Porém, a taxa de corretagem varia de corretora para corretora, algumas tem inclusive taxa zero de corretagem para FIIs! É bom pesquisar antes.

Se para investir em um imóvel físico você pode ter que pagar imposto, com os fundos imobiliários isso não acontece.

Toda renda proveniente dos fundos imobiliários é isenta de IR. A tributação do imposto de renda só incide sobre o lucro da venda do FII. A alíquota é sempre de 20%.

Rentabilidade

Quanto a rentabilidade, um fundo imobiliário rende praticamente o mesmo que um imóvel físico, ou seja, cerca de 0,5% ao mês. Bons fundos conseguem render um pouco mais. Algo entre 0,75 a 1% ao mês.

Quando comparamos a valorização ou desvalorização do imóvel, também é praticamente a mesma coisa.

O preço dos imóveis, bem como o valor da cota podem aumentar ou diminuir de acordo com vários fatores. Se há crise no mercado imobiliário, por exemplo, o preço dos dois cai.

Liquidez

Um ponto que difere muito o imóvel próprio e os fundos imobiliários é a liquidez.

Se você tem um imóvel e precisa de dinheiro, vai demorar algum tempo até encontrar um comprador que esteja disposto a pagar o preço que você quer. Muitas vezes, a pessoa precisa vender por menos do que gostaria.

Com os fundos imobiliários isso é bem mais fácil. Dependendo do fundo, a liquidez pode ser bem alta. Há sempre investidores interessados negociando na Bolsa de Valores.

Outro ponto, é que você não precisa vender todas as suas cotas. Se você precisa da quantia X, é só calcular quantas cotas precisa vender para alcançar esse valor. As outras você mantém rendendo normalmente.

Como começar a investir?

Começar a investir em fundos imobiliários é simples. Você não precisa ter muito conhecimento no mundo dos investimentos. O FII é um tipo de investimento simples, seguro e acessível a qualquer brasileiro.

Não requer toda aquela burocracia de comprar ou financiar um imóvel.

Se você já tem conta na corretora, é só acessar o home broker, emitir uma ordem de compra e pronto. Caso ainda não tenha, veja como abrir conta em uma corretora.

Para te ajudar a acumular riqueza, preparamos uma Masterclass que te ensina como receber um aluguel de R$1.256 sem ter um imóvel.

Você vai saber exatamente quais as vantagens dessa alternativa de investimento, aprender o passo a passo do método Redbox que permite criar um fluxo de aluguéis mensais em 4 semanas. Mesmo que seja um iniciante no mundo dos investimentos.