Quanto dinheiro você precisa para viver de renda?

Viver de renda é o desejo de muitas pessoas. Imagine poder viver tranquilamente, ter tempo e dinheiro para fazer o que gosta, sem obrigações nem horários.

Você precisa garantir uma reserva segura para seu futuro afim de impedir qualquer imprevisto. Ou para se aposentar antecipadamente e garantir uma boa renda na aposentadoria, para não depender apenas de INSS.

Viver de renda significa garantir uma renda mensal com seus investimentos que cobre seus gastos. E é justamente através dos investimentos que você pode alcançar a Liberdade Financeira.

Só que guardar dinheiro para começar a investir nem sempre soa como uma tarefa fácil. Porém, com planejamento e disciplina, você chega lá.

Veja como calcular a quantidade de dinheiro que você precisa para viver de renda. Desse modo, você conseguirá estimar em quanto tempo você poderá se aposentar.

Qual seu custo de vida atual?

A primeira coisa que você precisa definir é qual seu custo de vida anual. Você sabe exatamente quanto ganha, quanto gasta e quanto poderia economizar?

Se você que viver de renda, primeiro precisa fazer um balanço financeiro levando em conta todos os ganhos, gastos e possíveis dívidas.

Essa é a hora de renegociar aquelas dívidas antigas e planejar sua Liberdade Financeira.

Qual a rentabilidade do seu patrimônio?

Para calcular quanto dinheiro você precisa para viver de renda, a segunda etapa é saber quanto do seu patrimônio está disponível para investir.

Por exemplo, se você tem R$ 100 mil livres para investir e aplique em um investimento que pegue uma rentabilidade de 7% ao ano, significa que você recebe R$ 7.000 em renda todo ano.

Caso seu custo de vida seja de R$ 40 mil ao ano, você precisará juntar cerca de R$ 600 mil para que a rentabilidade possa cobrir seus custos.

Com isso, você já consegue calcular quanto dinheiro você precisa para atingir a renda anual que você almeja. Basta adaptar os valores para a sua realidade. Pense também qual a margem de segurança que você deseja obter.

Quanto menor o seu patrimônio inicial, você precisará de investimentos com uma rentabilidade maior para se aposentar mais cedo.

Qual sua taxa de poupança?

A taxa de poupança é a sua capacidade de economizar. Ou seja, é quanto da sua renda você economiza.

O ciclo para viver de renda é: ganhar, poupar e investir. Sendo que, quanto mais você investir, mais rápido poderá viver de renda.

Assim, quanto maior for a sua taxa de poupança, mais você está disposto a viver com uma renda menor, e com isso, sobra mais dinheiro para investir e viver de renda mais rapidamente.

Qual a sua rentabilidade?

Quanto mais você conseguir poupar e rentabilizar seu dinheiro, melhor. Uma boa rentabilidade é consequência de ótimas escolhas de investimentos.

Existem diversas opções que podem trazer bons retornos. Por isso, é fundamental entender quais são os melhores investimentos.

Aumentar a rentabilidade dos seus investimentos faz seu patrimônio crescer mais rapidamente e, portanto, leva menos tempo para atingir a meta que deseja.

Se você dobrar sua rentabilidade, por exemplo, você diminui pela metade o tempo necessário para viver de renda.

Por isso, quando as pessoas aprendem sobre investimentos, preferem aqueles que tenham uma maior rentabilidade. Ou seja, quanto mais conhecimento você tiver, maiores as chances de multiplicar seu dinheiro.

Dessa forma, o tempo que você demora para atingir a Liberdade Financeira não depende necessariamente de quanto você ganha de salário nem de quanto gasta.

Se você poupar 30% do seu salário todo mês e deixar num investimento com juro real de 9% ao ano, você vai levar em média 17 anos para poder se aposentar, bem melhor que a previdência pública.

Dicas para calcular quanto dinheiro você precisa para viver de renda

Vamos a um exemplo de cálculo, para saber o quanto você precisa, é só adaptar para os seus valores.

Digamos que anualmente você ganha R$36.000,00 e seu custo anual é de R$24.000,00. Dessa forma, você poupa R$12.000,00 ao ano.

Esse dinheiro você investe em ações e tem uma rentabilidade anual média de 15% ao ano (R$1.800,00).

Agora divida seu custo anual pela sua renda anual com investimentos para saber quantas vezes você precisa multiplicar o seu patrimônio para conseguir viver de renda.

EX: 24.000 de custo anual / 1800 de renda anual com investimentos = 13,3 vezes o patrimônio é o que você precisa juntar.

Multiplique o resultado anterior pelo seu custo anual. EX:  13,3 x 24.000 = R$319.200 é o necessário para viver de renda com a mesma taxa de juros.

Sabendo a quantidade que você precisa juntar, você pode manejar sua poupança e seus investimentos para alcançar a Liberdade Financeira mais rapidamente.

Utilize uma calculadora de juros compostos para saber quanto tempo será necessário usando os seus critérios pessoais de taxa de poupança e rentabilidade.

Pelos dados dessa simulação seriam necessários 11 anos para conseguir viver de renda.

 

E aí, pronto para colocar o plano em prática e acumular dinheiro suficiente para viver de renda?

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Por que a Previdência Privada não é uma boa opção?

Previdência privada não é uma boa opção

Está sobrando um dinheirinho e você, sempre precavido, está pensando em poupar para o futuro.

Ainda mais quando consideramos os novos panoramas sobre a previdência, parece ser uma excelente opção.

Afinal, a previdência privada é a alternativa mais indicada para a aposentadoria, não é mesmo?

No entanto, você já parou para analisar direitinho como ela funciona?

Portanto, acompanhe a leitura e te provaremos que a previdência privada não é uma boa opção.

Aliás, temos muitos posts que te ajudarão a encontrar melhores opções de investimento. Como esse aqui.

 

O que é previdência privada?

Para começar, é preciso entender: afinal, o que é e como funciona a previdência privada?

Efetivamente, ela surgiu como uma alternativa à previdência social. Sabe aquela contribuição mensal, debitada do seu salário e que é destinada ao INSS?

Pois bem. É esse dinheiro que subsidia a aposentaria dos trabalhadores assalariados e vinculados à previdência.

No entanto, essa contribuição mensal, conforme dito, só voltará para você no ato de se aposentar. Por isso dizemos que ela não é uma aplicação.

Além desse fato, também precisamos considerar que as aposentadorias pagas pelo INSS possuem um teto.

Teto é o nome dado para o valor máximo de pagamento.

Sendo assim, você pode receber um salário alto toda a vida, mas, quando se aposentar, receberá apenas o máximo permitido pela previdência social.

Como alternativa a isso, muitas pessoas investem na previdência privada.

Tal qual contribuição feita para o INSS, mensalmente um valor é destinado para esse fundo. Ao se aposentar, você recebe os valores guardados.

Portanto, podemos considerar que a previdência privada é um meio de obter retornos melhores na aposentadoria.

 

Os tipos de previdência privada

No Brasil, temos dois tipos de previdência privada. São eles:

 

PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)

O PGBL é ideal para as pessoas que possuem salários altos e que sofrem com a incidência completa do Imposto de Renda.

Por ele, é possível abater o valor da previdência diretamente do Imposto de Renda, o que diminuiu o seu valor.

 

VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

Já o VGBL é mais indicado para quem possui rendas menores e declara o Imposto de Renda de modo simplificado.

Temos um artigo que fala direitinho sobre tudo o que você precisa saber sobre os tipos de aposentadoria. Clique aqui.

 

Vantagens da previdência privada

Não podemos ignorar o fato de que o investimento na previdência privada traz algumas boas vantagens.

Entre as principais, temos:

  • Você pode resgatar o seu investimento mensalmente após se aposentar;
  • Mesmo que você interrompa a contribuição por algum tempo, o que foi investido continua rendendo;
  • É possível encontrar os melhores locais de investimento, bem como alterar as datas de contribuição.

Afinal, é claro que a previdência privada possui suas vantagens. Caso contrário, ela não seria tão utilizada pelos brasileiros.

No entanto, é preciso considerar que a principal delas é justamente a possibilidade de complementar a sua renda mensal após a aposentadoria.

E, com isso, vem o seu lado negativo.

Vamos começar a explicar a partir de agora, o porquê de a previdência privada não ser uma boa opção.

 

As desvantagens da previdência privada

O que nos leva a dizer que a previdência não é o melhor método de investimento, é justamente a série de desvantagens que ela traz.

Veja bem:

  • As taxas de carregamento são altas, o que diminui o valor investido, em si;
  • As taxas de administração dos bancos também são altas;
  • Há riscos envolvidos, como a baixa rentabilização e, até mesmo, a falência da instituição onde está vinculada a sua previdência privada;
  • Antes de dez anos de contribuição, o valor cobrado em impostos é muito alto, o que desestimula o saque.

Se paramos para analisar de modo frio, você consegue identificar que o investimento não é tão vantajoso assim.

Afinal, os impostos para o resgate antes de dez anos de contribuição são tão altos que desmotiva qualquer um.

Ou seja: você tem uma conta de previdência, mas não compensa acionar.

Vale a pena? Achamos que não. Inclusive já falamos sobre isso nesse post aqui.

Mas vamos continuar entendendo o que a faz tão pouco viável.

 

A relação entre a previdência privada e os juros

Queda na taxa de juros influencia na previdência privada

Em termos bastante simples, o que tornou a previdência privada tão interessante foi a taxa de juros sobre o investimento.

Investir em renda fixa era vantajoso porque, além de ser uma aplicação conservadora, ela sofria com o impacto dos juros altos, o que tornava o retorno do investimento bastante atrativo.

No entanto, o cenário brasileiro está mudando. Com isso, é esperado uma queda gradual dos juros sobre aplicações.

Na verdade, esses juros já começaram a cair. A perspectiva para a taxa Selic é de apenas um dígito.

Mas, o que isso influencia na vantagem da previdência privada?

Veja bem: a taxa Selic é a taxa básica de juros que incide sobre a economia brasileira.

É esse valor que determina qual a valorização – e desvalorização – dos investimentos feitos no mercado nacional.

Quando a taxa Selic cai, diminuindo o seu valor, automaticamente todas as outras taxas que determinam valores também variam.

Afinal, torna-se uma reação em cadeia. Selic cai, juro real cai. E, com eles, acabam os atrativos retornos que tornavam a previdência privada interessante.

 

Na prática

A queda dos juros que incidem sobre os investimentos faz com que os retornos diminuam. Isso é o básico sobre qualquer aplicação financeira.

Quanto menor a valorização do item, menor o retorno (e a liquidez).

Agora, vamos considerar qual é o principal intuito da previdência privada.

Qualquer pessoa que invista nesse ramo, espera uma complementação da renda da aposentadoria.

Afinal, é para isso que ela serve, certo?

Quando os juros caem e os rendimentos se tornam menores, você tem, efetivamente, uma diminuição dos seus valores.

Isso, quando pensado em retiradas mensais, significa que você terá menos dinheiro entrando em sua conta.

Já quando pensamos no cenário anterior, que é o da aplicação, a situação fica ainda mais comprometida.

Baseado na taxa de juros atual, o investimento para a previdência privada precisa ser maior, para alcançar o mesmo resultado de dois anos atrás.

Vamos exemplificar:

Antes, você investia X mensais para poder resgatar, daqui há alguns anos, Y mensais. Essa é a regra básica que envolve a previdência privada.

Agora, você precisa investir 2 X mensais, para poder resgatar os mesmos Y mensais. Isso porque, em termos simples, o seu dinheiro está rendendo menos devido à queda dos juros.

 

Analisando todo o contexto

A expectativa é que, com o início do governo Bolsonaro, as taxas de juros caiam ainda mais.

Isso pode ser explicado por sua proposta política, de equilibrar as contas públicas.

Não é possível que ele faça esse ajuste, sem diminuir a taxa de juros real.

Logo, os investimentos a longo prazo, principalmente os de renda fixa, tenham uma desvalorização.

Por isso, não indicamos a previdência privada como uma boa opção de investimento.

Mas, não se desespere. Há outras formas de complementar a sua renda da aposentadoria.

Inclusive, você pode alcançá-la de modo antecipado. Basta fazer os investimentos corretos.

Se você ainda está na previdência privada e depois de ler esse artigo decidiu que quer garantir um futuro melhor, com mais tranquilidade e com seus investimentos rendendo, tenho uma ótima notícia para te dar.

Este é o melhor momento da década para investir. Depois das crises, a bolsa está no início do seu quinto ciclo de alta. As possibilidades de multiplicar o seu patrimônio são muito grandes e podem te permitir se aposentar muito antes do planejado e ganhando mais do que você imagina.

Se você está interessado em poder viver dos seus investimentos, sugiro que assista nossa aula grátis que mostra os 7 sinais da super-valorização da bolsa e que podem te deixar rico.

O novo governo pode tributar os dividendos. O que isso muda?

paulo-guedes-dividendos

Olá amigos investidores,

Uma notícia este ano cutucou os investidores de longo prazo com foco em dividendos…

Nosso ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em Davos no dia 23/1 que a intenção do governo é reduzir de 34%, em média, a carga de impostos paga atualmente pelas empresas para 15%.

Mas para que isso seja possível, fará algumas compensações, entre elas está a temida tributação dos dividendos.

Mas isto é realmente negativo?

Nos Estados Unidos, a carga para o setor produtivo é de 20%. O Brasil com uma carga tributária média de 35% deixa de ser atrativo para empresas de fora.

Com a redução o país passará a chamar a atenção das empresas, e já sabemos, se grandes empresas investirem no país, a cascata produtiva é benéfica, mais empregos, mais renda e consequentemente mais consumo.

Guedes argumentou que a única forma de se fazer isso sem derrubar a receita (arrecadação) é por meio de uma realocação da carga tributária.

“Se cair para 15% o imposto para as empresas e o dividendo em 20%, continuamos com a mesma tributação, mas estimulamos as empresas a irem para o Brasil”, reforçou.

Atualmente, são cobrados 34% de tributação sobre os lucros das empresas. Após esta cobrança os dividendos são distribuídos sem cobrança de imposto de renda.

Guedes trata o programa como “substituição tributária” e garantiu que não haverá aumento de imposto.

A estratégia poderá de fato atrair capital estrangeiro para o Brasil. Qual empresário não quer reduzir a carga tributária de sua empresa?

Países desenvolvidos tributam os dividendos.

Com essa desoneração e consequente desobstrução da distribuição de lucros por parte das empresas, há maior circulação de riquezas na economia, com todas as vantagens daí decorrentes.

Novamente a visão de curto prazo poderá gerar uma interpretação errada e negativa sobre a tributação de dividendos.

No longo prazo é notório o benefício econômico que a tributação dos dividendos, juntamente com as outras reformas tributárias, irá trazer ao país.

E suas ações? Bom, as empresas irão possuir maior capacidade de expansão e crescimento, resultando em maiores lucros… e assim você será beneficiado.

Mas para que isso ocorra, você deve escolher empresas com os adequados fundamentos.

Não sabe quais são essas empresas? Veja na aula como selecionar as ações que irão dobrar a sua renda mensal.

Renda Extra Online com Dividendos: como criar

renda extra online com dividendos

A ideia de ganhar dinheiro com renda extra online é muito atrativa. Quem não gostaria de melhorar a conta bancária, sem ter que despender mais tempo trabalhando?

Pode parecer algo impossível e até fantasioso, mas não é.

É possível complementar o orçamento, fazendo uso de um recurso financeiro muito prático e que muita gente não sabe como funciona: os dividendos.

Provavelmente você já ouviu falar sobre eles e como algumas pessoas se beneficiam da renda extra obtida por dividendos.

Aplicar isso, na prática, requer um pouco de conhecimento, mas nada que exija uma formação em finanças ou economia avançada. Basta estudar.

O primeiro passo é compreender como os dividendos funcionam e como você pode usufruir da renda que eles dão. Vamos aprender um pouco mais sobre isso neste artigo, acompanhe!

Dividendos e a Renda Extra Online 

Para ficar bastante claro, os dividendos são parte dos lucros de uma empresa, que são distribuídos aos sócios. Simples, não é?

Agora você pode estar se perguntando… “e se eu não for sócio de nenhuma empresa? Como irei ganhar dinheiro com dividendos?”

Aí que entra a resposta mais simples de todas: através das ações de determinada empresa.

Muitas empresas, quando necessitam de recursos para expandir ou iniciar novos projetos, dispõem “partes” da companhia no mercado.

Essas partes são as chamadas “ações”. Com isso, pessoas comuns têm a oportunidade de adquirir uma quantidade dessas ações, de modo que se tornam proprietárias de uma parte da empresa.

Ao comprar ações, os investidores passam a ter direito sobre o lucro obtido.

O valor que ele irá receber, corresponde à porcentagem do que comprou, gerando, portanto, dividendos.

Ou seja: cada ação comprada irá retornar ao comprador, em forma de lucro. Quanto mais a empresa lucrar, maior o potencial de distribuição de dividendos.

E tudo isso você faz da sua casa, basta um acesso a internet. Então, resumidamente, esta é uma excelente forma de gerar uma renda extra online.

Você investe seu dinheiro em uma empresa e conta que o sucesso dela irá lhe trazer benefícios financeiros. Bastante simples.

Porém, você não vai sair por aí investindo seu suado dinheiro em qualquer empresa, certo? O ideal é comprar ações daquelas que lhe dão o melhor retorno e é exatamente isso que torna um investimento melhor que o outro.

Para saber qual o melhor caminho para seguir (ou a melhor empresa para se investir), é importante que você tenha conhecimento sobre as possíveis candidatas e compreenda como cada uma delas retorna o investimento ao dono das ações.

O GuiaInvest pode te ajudar a fazer a seleção e analisar as melhores propostas. O portal da Bolsa de Valores também pode te auxiliar e não deixe de buscar mais informações sobre os critérios essenciais para selecionar ações.

Para isso, alguns termos precisam ser entendidos. Quando se deparar com eles, você conseguirá entender de que forma o seu investimento irá gerar renda extra online com dividendos e o que você deve fazer para receber esse retorno.

Vamos ao primeiro…

Juros sobre o Capital Próprio

Entre as formas de uma empresa remunerar seus acionistas, está essa.

A diferença entre os juros sobre capital próprio e os dividendos, vem através dos impostos. Os juros entram na contabilidade da empresa, o que os torna uma despesa.

Para obter a renda sobre os juros, o acionista deve declarar o ganho e, portanto, será necessário pagar imposto sobre essa renda (o famoso “Imposto de Renda”), ficando com o valor que sobra, após o pagamento.

Já os dividendos são determinados a partir do conselho da empresa, que especifica qual será o valor atribuído a cada porcentagem de ação.

Dividend Payout

Esse é o lucro líquido que será pago ao acionista.

O valor varia entre as empresas e é determinado pelo Estatuto Social ou Prospecto em que se enquadra e será esse rendimento que será pago ao acionista.

Ou seja: é preciso ficar atento ao Estatuto Social da empresa onde está investindo.

Algumas delas fazem a divisão de lucros de uma maneira massiva, retornando o investimento com altas cifras. Já algumas, podem destinar apenas 1% dos lucros ao acionista.

Isso não é injusto ou incorreto. Desde que esteja corretamente declarado no Estatuto Social, entende-se que o investidor concorda com os termos da divisão de lucros.

Se esse cenário não te agradar, busque outras possibilidades para investir seu dinheiro.

Tome bastante cuidado com informações obtidas em qualquer lugar. Corre por aí, que as empresas precisam – obrigatoriamente – retornar 25% dos lucros como dividendos aos acionistas.

Isso é irreal. O que determina o valor é o Estatuto Social.

Essa história dos 25% começou quando, em 1976, foi implantada a Lei das S/A (as empresas que são compostas por ações vendidas à qualquer pessoa).

Essa lei prevê uma orientação aos empresários, onde se determinaria o pagamento dos dividendos.

Qualquer valor seria considerado justo, desde que houvesse uma concordância entre as partes.

Porém, também há uma determinação de que o pagamento padrão de dividendos deve ser 50%. Portanto, os valores de retorno devem estar dentro desse padrão.

Foi aí que a história se complicou.

Entenda: considerando que o valor padrão de pagamento de dividendos está baseado em 50%, também é garantindo ao acionista que ele tem a possibilidade de vender suas ações caso o pagamento fique abaixo da metade do valor padrão.

Difícil? Vamos explicar melhor.

Metade do valor padrão seria, portanto, 25%. É nesse ponto que as pessoas passaram a se confundir. Veja bem: os acionistas têm a “possibilidade” de vender suas ações, caso o valor esteja abaixo dos 25%.

Em nenhum momento foi dito que a empresa deveria pagar 25%. O que foi previsto é que, estando abaixo desse valor, seria possível que os desinteressados abrissem mão de suas ações.

E voltamos ao Estatuto Social. Desde que esteja declarado o valor de pagamento, qualquer porcentagem estará determinada. Não caia nessa dos 25%.

Leia o documento de aquisição de ações e entenda, com clareza, qual será seu retorno.

Dividend yield

O dividend yield é, categoricamente, o porcentual referente à a renda que você irá obter. Também chamado de “retorno de dividendos”, é partir dele que você começa a ver o resultado real do seu investimento.

Para saber qual é esse retorno, basta que faça uma análise simples:

  1. Considere tudo o que a empresa pagou em determinado período (dividendos e juros sobre o capital próprio). Divida sobre a quantidade de ações. Vamos usar um exemplo hipotético, de que esse valor final seja de R$ 0,50 / ação.
  2. Agora, considere o valor total de uma ação. Vamos usar o exemplo de R$ 5.
  3. Usando a regra de três simples, chegamos ao resultado de que o dividend yield da empresa é de 10%. Esse é um valor ótimo. Significa que cada ação que você tem, retorna um décimo do seu valor.

Pode parecer estranho dizer que um retorno de 10% é bom, mas considere que o investimento inicial já foi feito e você não gasta mais nada com isso.

Em contrapartida, irá receber seus 10% a cada ano!

Com essa renda extra online obtida, você pode ir fazendo novos investimentos e comprando mais ações. É assim que os ganhos vão crescendo exponencialmente.

Bonificação por ações

As bonificações acontecem quando a empresa em que você é cotista, decide aumentar seu capital.

A cada vez que ela abre as cotas de ações, automaticamente precisa redistribuir os lucros entre os acionistas e ela o faz através de ações bônus.

Entenda como: supondo que a empresa em que investe tenha um capital de R$ 2.000 e resolveu destinar 10% de suas ações à novos investidores.

Quando o lucro foi incorporado a ela, o capital passou a valer R$ 2.400. Até aí, tudo muito simples.

Porém, considere que os 10% de lucro anterior gerava ações de R$ 2 e que, agora, com a mudança no capital, ele passou a valer 12%. Esses 2% irão gerar um descompasso nas ações.

Para equilibrar isso, a empresa pode disponibilizar mais 20 ações, para que os lucros voltem a ser de R$ 2. Essas ações sobressalentes são divididas entre os investidores. Ou seja: você pode ganhar ações de graça.

Ex-dividendo

Esse é um termo bastante técnico, mas que significa algo muito simples: é o tempo que você precisa ter a ação, para poder ter direito ao dividendo.

Os pagamentos dos proventos são determinados pela empresa. Ela pode decidir quando fará esses pagamentos. Algumas fazem anualmente e outras podem pagar até três vezes ao ano.

Tudo isso você fica sabendo através dos informativos direcionados aos investidores, ou no portal de Relações com o Investidor no próprio site das empresas.

Escolhendo onde investir

renda extra online com dividendos

Agora que você já conhece os termos técnicos relativos ao investimento de ações, basta escolher qual delas paga mais (se este for o seu objetivo).

Para isso, você precisa se atentar ao histórico da mesma e aos valores de dividend payout e dividend yield.

Para fazer essa escolha, você precisaria analisar todas as ações existentes na Bolsa e avaliar seus valores nos dois indicadores acima.

Pensando em facilitar pra você, nós já fizemos este trabalho pesado e estamos disponibilizando gratuitamente pra você.

Pode baixar agora mesmo e de maneira totalmente gratuita o nosso Ranking de Dividendos atualizado!

Quando fizer uma análise mais minuciosa, você poderá notar que determinadas empresas geram melhores rendas por dividendos. Isso acontece muito com as de energia elétrica, saneamento, pedágio, bancos e seguradoras.

Esse melhor retorno pode ser explicado pela estabilidade das mesmas. Como são empresas que sempre estão recebendo, automaticamente são, também, as mais inteligentes para se investir.

Geralmente, os custos de manutenção dessas firmas são estáveis e não geram tantos gastos como as outras. Sem contar a concorrência que, quase sempre, é pequena.

Dá para viver de dividendos?

Tudo é uma questão de se organizar. Você pode fazer investimentos em empresas diferentes, que pagam em tempos alternados.

Assim, você sempre terá um rendimento por dividendos e seu orçamento vai melhorar consideravelmente!

Quanto mais dinheiro você investir em boas ações pagadoras de dividendos, mais lucro você irá receber neste formato.  Podendo inclusive, conseguir dobrar a sua renda com os dividendos. 

Resumindo: o que fazer para lucrar com dividendos?

Lembre-se sempre dessas informações, quando decidir investir em alguma empresa:

  1. Cheque as informações sobre o local onde irá investir. Conheça a plataforma da empresa, qual seu faturamento e qual o lucro destinado aos acionistas. Procure dados sobre ela nos sites institucionais, nas áreas voltadas para possíveis investidores. Cheque, também, outras instituições que podem te auxiliar nesse processo, como o GuiaInvest.
  2. Não crie expectativas irreais. Tenha sempre em mente que o seu retorno financeiro é relativo ao seu investimento inicial. Não espere ganhar rios de dinheiro logo de uma vez e também não se iluda, achando que ficará rico com poucas cotas de ações. Planeje-se! Invista um pouquinho todo mês e logo começará a notar que os dividendos estão aumentando.
  3. Se informe sobre esse mercado. Estude bastante sobre investimentos, lucros e proventos.

Pensando em ajudar você, convidamos a assistir à nossa mais recente aula. O conteúdo é inédito, foi lançado há poucos dias.

Além disso, ela é totalmente gratuita e online, e você irá aprender uma maneira segura de investir em dividendos com o foco de criar uma Renda Extra Mensal!

Não perca. Temos poucas vagas!

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Estágios da Liberdade Financeira: em qual você está?

estagios da liberdade financeira guiainvest

Se pararmos para analisar os estágios da Liberdade Financeira, você saberia dizer onde você está?

A verdade é que você só conseguirá ser verdadeiramente livre, quando mudar a sua forma de se relacionar com o dinheiro. Quando colocar ele a trabalhar para você.

A partir do momento em que seus ganhos te deem a oportunidade de escolher fazer o que quiser com o seu tempo, só aí você terá alcançado a verdadeira Liberdade Financeira.

E então… quão livre você é?

Sobre Liberdade Financeira…

Liberdade Financeira é quando você atinge um nível de estabilidade econômica independente. Mas independente mesmo, tanto da família, quanto do governo e até do seu emprego.

É quando ter que trabalhar por necessidade da renda se torna algo opcional. Quando você conquista isso, é porque os frutos dos seus investimentos já proporcionam a você uma renda mensal totalmente extra que cobre todos os seus custos mensais.

Ou seja, você não precisa fazer nada, que todo mês continuará recebendo dinheiro.  É quando você coloca o seu dinheiro para trabalhar para você através dos investimentos.

Quando se tem dinheiro, você pode comprar coisas que deseja e não só o que precisa. Pode ajudar às instituições sociais que mais precisam.

O dinheiro é o que traz liberdade para a sua vida. Mas a maioria das pessoas custa a admitir isso por conta de crenças financeiras que precisam ser derrubadas.

É impossível desassociar o dinheiro do poder de escolhas, não é mesmo? Mas apenas ter na sua conta bancária não necessariamente significa que você é livre. Por quê? Simples.

Mesmo que esteja com a carteira cheia e se sinta à vontade para escolher o que quer, se a sua única fonte de renda é o seu emprego, então ainda assim você está preso à necessidade de continuar recebendo dinheiro.

Ter a obrigatoriedade de se levantar todos os dias, trabalhar por oito horas (ou mais), fazer horas extras, se preocupar com prazos e comportamentos, está longe de ser a Liberdade Financeira que você deseja.

Ou seja: se você está sujeito a esse monte de responsabilidades para ganhar dinheiro, você ainda não é verdadeiramente livre.

Você está apenas confiando na sua renda ativa.

Aquela que determina que, desde que trabalhe, você ganhará. Porém, se não trabalhar, fica sem receber.

Para alcançar a verdadeira Liberdade Financeira, você precisa de renda passiva que é a renda que continua entrando mesmo se você não fizer nada.

Faça apenas o que mais te deixa feliz!

Vamos então ver os estágios da Liberdade Financeira para definir onde você se enquadra e como pode avançar na jornada.

Estágio 1 – Endividado

Quem está nesse estágio, está na situação mais desfavorável. Nele, a pessoa não tem renda nenhuma e, por consequência, acaba acumulando muitas dívidas.

Considerando que não há entrada de dinheiro e os gastos continuam aparecendo, a dívida aumenta e a riqueza não. 

Em termos de liberdade, esse é o momento onde há a maior prisão: já que não tem dinheiro, a pessoa depende inteiramente dos outros.

Neste caso, a nossa recomendação é que primeiramente encontre um meio para receber dinheiro (emprego ou negócio próprio) e logo, pague todas suas dívidas.

Estágio 2 – Zero a Zero 

Nesse estágio existe uma renda a seu favor, mas também existe algum tipo de dívida, que faz com que seu dinheiro, no final, encolha.

Não é um cenário totalmente desfavorável, ainda mais quando a dívida é relativa à bens. Hipotecas, financiamento de carros, crédito estudantil…

Porém, se a sua renda se compromete inteiramente para o pagamento dessas dívidas, você não deve de maneira alguma aumentar esses custos mensais.

Dentro do estágio em que você está, sempre existirá a possibilidade de melhora. Só é preciso que:

  1. Economize: reduza suas despesas ou aumente sua renda
  2. Pague suas dívidas: o ideal é que você consiga se livrar delas o mais rápido possível.
  3. Busque aprender sobre educação financeira.

Estágio 3 – Poupador

Neste estágio, você não está preso à nenhuma dívida e também tem algum dinheiro guardado. Dentro desse cenário, você está uns bons passos à frente da maioria, o que já é excelente para começar.

Como você não comprometeu sua renda com nenhum débito e já tem o hábito de poupar, entende-se que, caso aconteça algum imprevisto, você conseguiria se sustentar por um tempo.

Mas ainda não estaria livre, não é mesmo? Se você possui, por exemplo, uma reserva de emergência de 6 meses, você conseguiria sobreviver durante 6 meses ou um pouco mais que isso.

Por mais que não dependa inteiramente do salário, ainda assim é a partir dele que você vem acumulando sua riqueza.

É um bom estágio? Sem dúvidas, já que não há perda de dinheiro. Mas poderia melhorar consideravelmente se você alocasse as suas economias em investimentos mais rentáveis.

Como por exemplo, o Tesouro Direto. O Tesouro Direto é um investimento tão seguro quanto a poupança, e bem mais rentável.

Ele é excelente para a sua reserva de emergência, pela sua segurança e porque possui bastante liquidez. No entanto, para Liberdade Financeira, ainda é muito pouco.

E é isso que vemos no estágio a seguir.

Estágio 4 – Investidor ativo 

Nesse estágio, o cenário começa a melhorar. Você já está em um caminho próximo à reta final para a Liberdade Financeira!

Como você já saiu das dívidas, poupou e investe pelo menos na renda fixa, o seu dinheiro já trabalha para você e a rentabilidade começa a dar resultado.

Neste estágio você pode aproveitar os investimentos que são mais rentáveis e geram rendas passivas maiores e com maior frequência, como as Ações que pagam Dividendos e Fundos Imobiliários que pagam aluguéis mensais.

Aqui no blog do GuiaInvest você encontra muito conteúdo sobre esses ativos (e em ambos você pode investir desde bem pouco a muito dinheiro).

Ao investir em ativos de qualidade, o seu dinheiro começa a trabalhar por você. Ativo é tudo aquilo que você possui e que traz mais dinheiro.

Como um carro se você é uber, ou um apartamento caso você coloque para alugar.

Quando a renda passiva é capaz de custear uma parte de suas contas, sem que você dependa integralmente do salário, estamos alcançando a tão sonhada Liberdade Financeira.

Estágio 5 – a Liberdade Financeira

É o estágio mais sonhado, mas acredite, por estar aqui já mostra que você está no caminho certo!

Aqui, todas as suas despesas são diretamente pagas apenas pela renda passiva dos seus investimentos. Você fez tudo direitinho, cuidou do seu dinheiro, investiu, reinvestiu, e chegou o momento de apenas aproveitar.

Isso significa que você não está mais preso à salários e à sua renda ativa. Ou seja, você está financeiramente livre.

Seu dinheiro trabalha pra você e você não precisaria estar sujeito à empregos maçantes, que não lhe trazem prazer nenhum.

Vivendo de renda passiva, é possível se concentrar naquilo que sempre quis: viajar, ficar mais com a família, se dedicar à trabalhos voluntários. Ter poder de escolha.

Quando nos tornamos independentes financeiramente, isso significa que o nosso patrimônio é capaz de custear todas as nossas despesas.

E o melhor: ele só tende a aumentar.

Lembre-se de que o seu dinheiro estará crescendo exponencialmente, principalmente se você tiver investido em ativos que se valorizam com o tempo.

Como ganhar renda passiva?

Parece muito simples, principalmente quando vemos quão simpático é o cenário dos dois últimos estágios.

Afinal, quem não gostaria de ter mais tempo para se dedicar ao que gosta?

Bem, mas como acelerar o passo na jornada pela Liberdade Financeira? Como gerar renda passiva o suficiente para não se preocupar mais com a prisão da sua renda ativa?

Convidamos a assistir a nossa mais recente Masterclass totalmente gratuita, onde o André Fogaça ensina uma estratégia simples e segura para investir em Ações pagadoras de Dividendos.

Ele ensina, inclusive, como você pode criar uma renda passiva de R$ 2.154 por mês!

Inscreva-se gratuitamente aqui.

5 passos para Receber R$ 2.154 por mês com Dividendos

Receba 2.154 reais em dividendos guiainvest

Uma das perguntas que mais recebemos, aqui no GuiaInvest, é se realmente existe a possibilidade de largar o emprego para viver apenas de dividendos um dia.

Falamos tanto em Liberdade Financeira, mas será que na prática isso é mesmo viável?

Pensando nisso que este artigo foi criado, e nós vamos explicar pra você passo a passo de como criar uma Renda Extra mensal de R$ 2.154 por mês com Dividendos.

E se você achar difícil ou tiver alguma dificuldade, no final da leitura terá um link com um convite para você conhecer como realizar tudo isso em um só clique.

Acompanhe!

Por que o valor exato de R$ 2.154 por mês de dividendos?

Bem, a razão é simples: esse foi exatamente o salário médio do brasileiro em 2017, segundo dados do IBGE.

Por este motivo, consideramos que este seja um valor suficiente para cobrir no mínimo as suas despesas básicas do mês, com o diferencial de que você não vai precisar trabalhar por isso.

E poderá estar em qualquer lugar do mundo a qualquer momento.

Claro que quanto mais dinheiro você tiver para investir em dividendos, maior será esse retorno mensal. Mas vamos partir deste princípio.

Caso você ainda não esteja familiarizado com esta palavra, vamos dar uma passada rápida pela sua definição.

Afinal, o que são esse tal de dividendos?

Basicamente, o dividendo é o valor pago em dinheiro para as pessoas que possuem ações na Bolsa de Valores.

Esse valor é proveniente dos lucros que a empresa teve em um certo período, seja ele de 3 meses, 6 ou 1 ano.

No Brasil, é exigido a distribuição mínima de 25% do lucro líquido em dividendos.

No entanto, cada empresa tem a sua própria política de pagamento de dividendos. Algumas pagam o mínimo, outras pagam mais que o mínimo.

E tem aquelas que pagam até 100% do lucro em dividendos. Em outras palavras, ela distribui todo o lucro que recebe naquele período para os seus acionistas.

Os dividendos são pagos de quanto em quanto tempo?

Isso varia de acordo com a política de dividendos de cada empresa, mas essa periodicidade pode ser mensal, trimestral, semestral e anual.

Para saber a periodicidade de uma empresa específica, você deve acessar a área de Relacionamentos com o Investidor, que consta no site da própria companhia que deseja investir.

Lá, procure pelo documento “Política de Dividendos”. Neste documento você encontra informações a respeito da periodicidade de pagamentos, e muitas outras coisas.

Principais vantagens de investir em Dividendos

Bom, aqui no GuiaInvest, nós acreditamos que existem basicamente 3 grandes vantagens. São elas:

Baixa volatilidade em relação a outras ações do mercado

Os investidores em dividendos tendem a ser mais comprometidos porque eles querem receber renda, e por isso não ficam comprando e vendendo a todo momento.

Esses investidores querem receber renda independente de como está o mercado de ações. E isso faz com que naturalmente, as ações com estas característica tendem a oscilar menos.

Geração de renda passiva regular

Investindo em ações que pagam bons dividendos, você garante uma renda passiva regular.

Da mesma forma que um investidor que tem um imóvel para alugar e ganha todo mês com o valor do aluguel, você que investe em ações de dividendos vai receber regularmente um valor referente a quantidade de ações que possui.

Essa é uma forma de garantir uma remuneração ao longo do tempo sem precisar ficar vendendo suas ações.

É dessa forma que criaremos a renda extra de R$ 2.154 ou mais.

Ganhar mesmo com a bolsa de valores em queda

Como o objetivo maior é ter uma renda passiva com os dividendos, o investidor não precisa se preocupar se o preço das ações estão caindo no curto prazo, pois ele continuará recebendo os seu dividendos desde que a empresa continue tendo lucro.

Ou seja:

Você ganha quando a bolsa está em alta, com a valorização dos seus ativos… E ganha também quando está em baixa, através dos seus dividendos!

Quer maior proteção que isso?

Bem, tem como! Chega o momento que você deve conhecer os 5 principais passos para os seus dividendos serem lucrativos e seguros.

5 passos para a sua renda extra mensal com dividendos

Atenção a cada um desses itens, pois são eles que irão reduzir o risco do seu investimento, e ao mesmo tempo torná-lo extremamente lucrativo. Confira:

1) Filtrar as empresas pela liquidez diária

Para isso, primeiro você precisa eliminar do seu radar todas as empresas que tem volume médio diário inferior a 100 mil reais.

Assim, excluímos aquelas empresas muito pequenas que podem ter seus preços distorcidos pela baixa liquidez de negociação.

2) Buscar as empresas que apresentaram lucros constantes nos últimos 5 anos

A gente quer empresas que tenham apresentado lucro, certo? Afinal, para pagar dividendos, o pré requisito básico é ter lucro. E olhar apenas para o lucro dos últimos 12 meses é muito pouco. É muito arriscado.

Por isso, olhe sempre para os últimos 5 anos.

3) Encontre empresas que distribuíram lucros constantes nos últimos anos

Bem, agora que você tem empresas com liquidez mínima de negociação de 100 mil por dia e que tiveram lucros positivos nos últimos 5 anos, você precisa filtrar apenas aqueles que distribuíram dividendos de forma consistente pelo menos nos últimos 5 anos.

Isso é um excelente índice de que ela continuará fazendo a distribuição.

4) Busque o Payout Médio correto

Agora você precisa encontrar aquelas empresas que apresentam payout médio de 3 anos menor ou igual a 90%.

A ideia aqui é eliminar as empresas que tem Payout muito elevado, ou seja, próximo de 100%. Mas por quê?

Empresas que pagam grande parte de seus lucros em dividendos podem ter problemas de manter esse pagamento em momentos de dificuldades financeiras.

Por este motivo, você deve eliminá-las. Não queremos que você corra riscos desnecessários.

5)  Ordene pelo maior Dividend Yield

Simples assim! Lembra do Dividend Yield? Aquele indicador que nos diz o percentual pago de dividendos em relação ao preço atual da empresa?

Bom, agora que você está seguro, basta ordenar pela empresa que mais paga dividendo.

Dessa forma, você terá uma lista segura e confiável das melhores ações pagadoras de dividendos.

E aqui vai um detalhe, recomendamos usar o DY médio de 3 anos para evitarmos distorções ao pegar o DY dos últimos 12 meses, certo?

Mas como fazer tudo isso sozinho?

Calma, nós estamos aqui para ajudar você e não íamos embora agora deixando você aí sonhando com seus dividendos mensais.

Até porque, dissemos que íamos contar a você o quanto precisa investir para construir uma renda mensal que cobrisse o salário médio do trabalhador em 2017, certo?

Bem, não se preocupe, tudo isso está dentro da nossa aula inédita e 100% gratuita que convidamos você a participar HOJE.

Mas antes, vamos recapitular os 5 passos?

1º Passo: Filtrar empresas com volume médio 21 dias superior à 100 mil;

2º Passo: Filtrar empresas com lucros constantes (últimos 5 anos);

3º Passo: Filtrar empresas com dividendos constantes (últimos 5 anos);

4º Passo: Filtrar empresas com Payout médio 3 anos inferior à 90%;

5º Passo: Ordenar pelos maiores Dividend Yield médio 3 anos

Bastante coisa, não é?

E se nós dissermos que, nessa mesma aula, o André ensina você a fazer esses 5 passos em UM SÓ CLIQUE?

Já pensou no tempo que você vai poupar enquanto constrói sua renda extra mensal com dividendos?

Bem, chega de falar. Inscreva-se agora mesmo na Masterclass Inédita: Receba R$2.154 por mês com dividendos.

Nessa aula o André vai mostrar também:

  • Os 3 maiores erros que levam as pessoas a perderem dinheiro na bolsa de valores, e o que você precisa fazer hoje para evitá-los.
  • Como aplicar os 5 passos do GI Stock Guide para encontrar as melhores ações pagadoras de dividendos em 1 clique.
  • Quanto você precisa investir todo mês para montar uma carteira de ações que deposita R$ 2.154 por mês de dividendos.
  • As 3 grandes vantagens de você investir em ações boas pagadoras de dividendos.
  • A única corretora de valores que oferece taxa zero para investimentos na bolsa de valores e que fará você economizar pelo menos R$ 680,40 todo ano.

Não perca! A aula tem a duração de um dos seus episódios favoritos no Netflix.

Está imperdível e amanhã você vai desejar ter começado HOJE!

Inscreva-se gratuitamente.

Como funciona a previdência privada: entenda mais!

como funciona a previdencia privada

Saber como funciona a previdência privada é muito importante para quem pretende garantir um futuro tranquilo e com rendimentos mais satisfatórios.

Existem diversas opções e planos disponíveis no mercado, por isso é fundamental pesquisar e comparar o que melhor atenda às necessidades atuais e futuras. Você sabe como a previdência privada funciona e quando ela é vantajosa?

Se a sua resposta foi negativa, não se preocupe.

Neste artigo vamos explicar como funciona a previdência privada, suas características, vantagens e pontos a serem observados, a fim de fornecer informações que orientem a escolha do plano de previdência ideal, potencializando os ganhos e garantindo uma renda satisfatória depois de longos anos de trabalho. Continue a leitura e tire suas dúvidas.

Como funciona a previdência privada?

como funciona a previdencia privada

A previdência privada corresponde a uma modalidade de aplicação financeira realizada ao longo dos anos, com o objetivo de garantir uma renda mensal extra futura, para quando você parar de trabalhar.

Também conhecido como previdência complementar, esse tipo de investimento é oferecido por bancos e instituições financeiras, que apresentam planos variados e adaptáveis às necessidade e padrão de vida do contratante.

A previdência privada pode ser usada como um complemento da previdência social, uma forma de aumentar a renda durante a aposentadoria e evitar queda dos rendimentos devido ao teto de recebimento imposto pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Baixe a planilha gratuita: Quanto investir mensalmente para chegar à Liberdade Financeira?

Qual a diferença da previdência privada e previdência social?

A previdência social pelo INSS possui diferenças significativas em relação à previdência privada. Isso porque, na modalidade pública a contribuição é obrigatória para todo trabalhador registrado pelas regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Já na privada os depósitos são totalmente opcionais, sendo que, no futuro, o valor recebido será proporcional à arrecadação ao longo dos anos.

Outra grande diferença é em relação ao resgate do valor aplicado, já que na previdência social ele é possível somente depois dos anos de contribuição obrigatória e idade mínima exigida, enquanto na previdência privada esse prazo pode ser menor, de acordo com o contrato e as taxas cobradas por esse adiantamento.

Para quem a previdência privada é indicada?

A previdência privada é indicada para as pessoas que desejam ter um rendimento extra durante o período de aposentadoria.

Ela funciona como uma espécie de reserva de médio ou longo prazo, porém com rendimentos maiores que os da previdência social, podendo ainda ser dividida nas fases de:

  • acumulação: período em que o contribuinte aplica periodicamente determinada quantia que, no futuro, poderá ser resgatada e vai garantir a renda extra, conforme o valor acumulado ao longo dos anos.
  • renda: período em que o contribuinte passa a receber os rendimentos provenientes de sua previdência privada. Tem início logo após a fase anterior, sendo sua duração e retorno determinado de acordo com plano contratado. O recebimento pode ser vitalício ou apenas por determinado período.

Quais são os tipos de planos de previdência privada?

como funciona a previdencia privada

Existem 2 tipos de planos de previdência privada com indicações especificas para cada perfil de colaborador: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). É preciso se manter informado para fazer a melhor escolha e potencializar os retornos financeiros.

O PGBL é mais indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda, uma vez que é possível realizar a dedução de até 12%  da base tributável.

o VGBL é melhor para quem faz a declaração simplificada, profissionais liberais e para quem já contribui com 12%, uma vez que o valor não é dedutível no Imposto de Renda.

A tributação pode ser a partir das tabelas regressiva e progressiva, sendo o primeiro caso indicado para quem opta por um plano de longo prazo, já que, com o tempo, ela diminui a alíquota do IR.

Já na tabela regressiva o valor será incorporado à sua base de cálculo, sendo contabilizada na mesma tabela do IR, chegando até 27,5%, caso o valor resgatado seja alto.

Quais são as taxas cobradas na previdência privada?

A previdência privada apresenta taxas específicas que precisam ser conhecidas pelo contribuinte antes de o contrato ser assinado. São elas:

Taxa de carregamento

Corresponde ao valor cobrado pelos bancos ou instituições financeiras de acordo com o valor aplicado. A porcentagem pode variar conforme o plano e o contrato, porém geralmente a cada aporte o cálculo fica entre 0 a 3%.

Na prática, isso significa que em uma aplicação de R$ 1.000,00, com taxa de carregamento de 2%, haverá um desconto de R$ 20,00, ou seja, a aplicação após o desconto será de R$ 980,00.

Taxa administrativa

É o custo cobrado para a gestão do plano de previdência, normalmente com variação anual entre 1,5 e 3% sobre o rendimento do plano contratado. A dica é pesquisar bem e escolher as menores taxas.

Taxa de saída

É cobrada quando quando acontece o resgate antecipado do total investido e seu valor depende do contrato. Algumas seguradoras impõem prazos de carência nos primeiros anos apenas, tanto para resgate quanto para transferência do plano de previdência privada.

Investir na previdência privada é um bom negócio?

como funciona a previdencia privada

Se seu objetivo é garantir uma aposentadoria mais tranquila, com uma fonte de renda extra para complementar os ganhos com o valor pago pelo INSS, a resposta é: SIM, porém também devem ser consideradas outras opções de investimentos que podem ser vistos como uma espécie de poupança de longo prazo, que inclusive apresentam melhores rentabilidades e a mesma segurança, como Títulos Públicos, LCI, LCA e CDB, entre outros.

No geral, a previdência privada também é uma boa alternativa para quem já tem uma cartela diversificada de aplicações e deseja obter bons resultados. Não existe uma idade mínima exigida para começar as aplicações, por isso quanto antes o contribuinte começar, melhor será para ele.

Existem pessoas que, inclusive, fazem o plano logo que o filho nasce, garantindo, assim, o pagamento da faculdade da criança no futuro, ou mesmo a realização de viagens e demais sonhos que surgirem. O importante é se organizar e escolher um plano que esteja de acordo com os desejos e planejamento traçado.

Neste artigo esclarecemos pontos importantes sobre como funciona a previdência privada, suas indicações e planos disponíveis. Antes de escolher o que mais se adequada ao seu perfil, é preciso atentar-se aos benefícios de cada tipo e fazer um planejamento financeiro realista em relação a seus gastos — atuais e futuros —, assim como as necessidades, a fim de definir qual o valor necessário para garantir um padrão de vida confortável.

Quer saber mais sobre outras maneiras ainda mais rentáveis de viver uma aposentadoria tranquila e sem preocupações com dinheiro? Então faça uma aula gratuita e veja como ter uma boa renda vitalícia!

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O que são Fundos Imobiliários (FIIs)?

o que são fundos imobiliários

Já ouviu falar em Fundos Imobiliários?

Neste artigo irei falar sobre algo fantástico: como lucrar recebendo aluguéis, quando não se possui imóveis?

Quando você pensa em investir em um imóvel com o objetivo de lucrar com ele através do aluguel, você precisa juntar muito dinheiro para fazer a compra, certo? Pelo menos para pagar uma boa entrada, e ainda assim provavelmente deverá assumir uma dívida de alguns anos a juros altos.

Pois com os Fundos Imobiliários você consegue alcançar o mesmo objetivo (lucrar com aluguéis), sem este grande esforço inicial. Sem se preocupar com decoração, com pagamento ou reuniões de condomínio, com inquilinos indesejados, com zelador.

Sem pagar IPTU e ITBI. Sem custos de escritura, registro de imóveis e manutenção do imóvel. Sem precisar falar com imobiliárias e corretores, nem pagar imposto de renda sobre os aluguéis recebidos.

E você pode começar com apenas 50 reais.

Bom, são inúmeras as vantagens que você tem através deste investimento (irei elencar as melhores a seguir). Acompanhe as próximas linhas para entender melhor sobre os Fundos Imobiliários!

O que são Fundos Imobiliários?

fundos imobiliários

Para explicar o que são os Fundos Imobiliários irei primeiro fazer uma reflexão…

Você já parou pra pensar quem são os donos dos grandes shoppings do Rio de Janeiro, dos grandes hospitais, dos enormes prédios comerciais de São Paulo, dos galpões industriais que existem nas principais metrópoles?

Se uma pessoa fosse comprar um desses empreendimentos, precisaria de muito, mas muito dinheiro. Você concorda? Por este motivo que normalmente estes negócios são vendidos a investidores que se unem para comprar o prédio em conjunto.

Assim sendo, Fundos Imobiliários são como um conjunto de investidores, que se juntam para conseguir comprar um importante imóvel como esses que eu acabei de exemplificar, nas principais cidades do país.

Talvez você nunca tenha pensado em ser dono dos mais incríveis empreendimentos comerciais de São Paulo, por exemplo. Mas provavelmente já passou pela sua cabeça o lucro que eles oferecem aos seus sócios. Ou, se não passou, convido você a refletir sobre isto agora.

O melhor dos Fundos Imobiliários é que eles permitem que pessoas como você, como eu, sejam sócias de empreendimentos de tamanho valor. E recebam seus lucros, na forma de aluguéis, exatamente como dono daquele negócio.

Parece atrativo pra você?

Resumidamente, os grandes empreendimentos possuem muitos donos e você pode se tornar um deles ao comprar uma cota de um desses Fundos Imobiliários.

Como funcionam os Fundos Imobiliários

Esses fundos são geridos por instituições financeiras e regulados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), como forma de garantia de que todas as informações sejam transparentes e seguras.

Os Fundos Imobiliários também são negociados pela Bolsa de Valores, e podem ser comprados através do seu celular ou do seu computador em poucos minutos, sem dor de cabeça, e sem stress, pela Home Broker da sua corretora.

Se você já é um investidor, então você já possui conta em corretora e é familiarizado com a sua Home Broker. Os seus FIIs serão comprados por ali, pelo mesmo lugar que você está acostumado a comprar suas ações.

Se você não é investidor ainda, não se preocupe. Hoje em dia as corretoras têm uma interface muito simples e clara, e são excelentes em usabilidade mesmo se você for completamente leigo.

Se este for o seu caso, neste artigo aqui eu ensino como abrir uma conta na corretora que, na minha opinião, é a mais atraente no mercado hoje em dia. É a mesma que utilizo, e que a maioria do pessoal aqui do GuiaInvest utiliza.

Quanto você precisa para começar a investir em FIIs

fundos imobiliários

Investir em Fundos Imobiliários é muito simples, assim como é, relativamente, barato.

Dependendo do Fundo que você escolher, pode começar até com 50 reais. Ou menos! Existem Fundos Imobiliários que uma cota custa R$2,00, outros que custam 10, outros mais de 100 ou até milhares de reais uma única cota.

Tem opção para todos os gostos e bolsos. Basta uma única análise que, dependendo das ferramentas que você tiver, pode ser extremamente rápido e eficiente, para escolher o empreendimento que você gostaria de ser sócio.

Outro custo que você pode ter é com as taxas da corretora. Porém, já existem várias que não cobram para manter seus fundos. O único custo que você terá é a taxa de corretagem, que ocorre quando você comprar ou vender suas cotas.

Aqui no GuiaInvest, nós temos uma masterclass incrível e gratuita sobre Fundos Imobiliários na prática, que você pode se inscrever clicando aqui.

Rentabilidade dos Fundos Imobiliários

Vou ser bem direta: um fundo rende praticamente o que um imóvel físico comum rende, ou seja, mais ou menos 0,5% ao mês. Mas bons fundos conseguem render de 0,75 a 1% ao mês. 

Pense no que o seu apartamento se valoriza com o tempo… Com os Fundos Imobiliários é a mesma coisa!

Se há crise no mercado imobiliário, ocorrendo queda no preço dos imóveis, com os Fundos Imobiliários acontecerá o mesmo. Dessa forma, surge uma grande oportunidade de compra, pois os imóveis, ou as cotas dos fundos, estarão mais baratos.

Por estes motivos torna-se tão simples observar a rentabilidade deste tipo de investimento, o que lhe traz mais segurança.

RANKING: Confira o Ranking dos Top 10 Fundos Imobiliários Pagadores de Aluguéis

Riscos dos FIIs

Quais os riscos de se comprar Fundos Imobiliários?

Você compra os fundos na Bolsa de Valores como se fossem uma ação, portanto, o preço deles também oscila, mas nem perto da volatilidade das ações. Ou seja, é uma excelente opção para quem quer gerar renda sem ter muito risco.

Na vida real, você pode não ver, mas o preço do seu imóvel físico também oscila, como vimos anteriormente neste artigo.

Quem decidiu vender seu imóvel durante a crise, por exemplo, teve que vender por um preço menor para conseguir comprador. Provavelmente você conhece alguém que vendeu seu apartamento abaixo do preço porque tinha pressa.

Pois então, com os fundos segue o mesmo princípio.

Aliás, a crise é um dos melhores momentos pra comprar Fundos Imobiliários, porque como muitos imóveis ficam vagos, quando você comprar provavelmente irá pagar um preço bem menor.

Agora, quando a economia retoma e esses imóveis voltam a ser ocupados, o lucro acaba sendo muito maior.

Outro fator importante a se ter conhecimento é que a rentabilidade dos Fundos Imobiliários tende a ser menor quando a Taxa Selic esta em alta, e maior com a Selic em queda, como pode ver no gráfico abaixo:

fundos imobiliários

Isso também configura um dos riscos deste investimento, que você deve ficar atento.

Vantagens dos Fundos Imobiliários

As vantagens deste tipo de investimento são inúmeras.

Como por exemplo, a valorização das cotas e o recebimento de rendimentos mensais, já que 95% do lucro dos aluguéis dos empreendimentos, como os das lojas de um shopping, são distribuídos aos investidores.

Inclusive, os Fundos Imobiliários têm se valorizado acima da inflação, como você pode ver nesse gráfico do IFIX, que é o índice que representa os FIIs na bolsa de valores. Veja que ele valorizou 17% ao ano nos últimos 10 anos:

o que são fundos imobiliários

São tantas as vantagens que eu escrevi um artigo só sobre elas, que você pode conferir aqui.

Liquidez dos Fundos Imobiliários

Essa é uma das grandes vantagens comparada aos imoveis físicos.

Se você tem um imóvel e pretende vendê-lo, precisará ter muita paciência. Pois deverá anunciá-lo em sites de vendas, em imobiliárias, e esperar que alguém possua aquela fortuna para comprá-lo (ou você terá que parcelar e receber em pequenas prestações o seu dinheiro de volta).

Com os Fundos Imobiliários é bem diferente. Você consegue fazer várias transações de compra e venda em um único dia, e o seu dinheiro leva no máximo 3 dias para voltar à sua conta. Como você pode ver neste depoimento do nosso ex-aluno Roberto:

fundos imobiliários

Tributação

Os rendimentos recebidos mensalmente, ou seja, os aluguéis, são isentos de imposto de renda. Diferente dos imóveis físicos que você perde parte do que recebe para o governo.

Já o lucro que você tiver na venda das cotas dos fundos, esse sim, terá que pagar 20% de imposto de renda.

Cuidados ao Aplicar em FIIs

fundos imobiliários

Um grande erro que a maioria dos investidores comete é olhar apenas o pagamento dos dividendos (aluguéis), também chamado de dividend yield, que é a razão entre os aluguéis pagos e o valor de mercado do imóvel.

Porém, existem outros indicadores que você deve observar, como a RMG (renda minima garantida), Taxa de Vacância, PVPA (Preço sobre Valor Oatrimonial), Data de Vencimento dos Contratos de Alugueis, principalmente para empreendimentos com poucos inquilinos.

Concluindo…

Depois de toda essa explicação, a minha opinião final é: vale muito a pena investir no longo prazo em Fundos Imobiliários! Esta acaba sendo uma opção bem melhor do que comprar imóveis por conta própria. Se você leu direitinho, deve estar compartilhando da mesma opinião.

Esta é uma das melhores opções para Viver de Renda, graças aos aluguéis que você recebe mensalmente.

Se você quiser saber mais detalhes sobre como investir em Fundos Imobiliários, eu te convido a assistir à nossa última masterclass gratuita.

Para inspirar você, veja o que o Edilson, nosso ex-aluno, anda dizendo por aí…

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O André espera você na aula. 🙂

Rumo à Liberdade Financeira!

 

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Ranking: Top 10 Fundos Pagadores de Aluguéis (FIIs)

COM ESTE RANKING VOCÊ VAI DESCOBRIR:

  • Os Fundos Imobiliários que pagam os maiores dividendos
  • Qual o aluguel máximo que você pode receber em uma Fundo Imobiliário
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  • Quais Fundos Imobiliários possuem o maior DY

PARA QUEM É ESTE MATERIAL?

  • Para quem deseja investir em fundos imobiliários que pagam aluguéis
  • Para quem deseja trilhar a jornada da Liberdade Financeira evitando o máximo de riscos
  • Para quem deseja receber renda extra com recorrência mensal
  • Para quem não tem tempo de fazer esta análise por conta própria

A Liberdade Financeira é mais do que um objetivo ou uma linha de chegada. Liberdade Financeira é um estilo de vida. É você ser o dono do seu destino. Ser livre financeiramente é ter tempo e dinheiro para fazer o que você quiser. É viver de forma inteligente, saudável e do jeito que você sempre sonhou.


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10 principais vantagens dos Fundos Imobiliários

vantagens dos fundos imobiliários

São inúmeras as vantagens dos Fundos Imobiliários, e neste artigo irei elencar as 10 principais.

Será que é mais vantajoso comprar Fundos Imobiliários ou imóveis para alugar? Confira!

1) Investir com pouco dinheiro

A primeira vantagem dos Fundos Imobiliários é poder investir, ou seja, comprar cotas, com bem pouco dinheiro.

A partir de 50 reais você já consegue, ou até menos. Existem cotas de 10 reais, outras de 100. Você decide. Dessa forma você recebe uma renda mensal de aluguéis sem precisar desembolsar milhares de reais que envolveria comprar um imóvel físico comum.

2) Segurança pela supervisão da CVM

A supervisão da CVM é excelente para garantir a transparência e a segurança das informações.

Pense comigo: você passa a ser dono daquele negócio! Deverá exigir total clareza sobre tudo que se refere ao empreendimento. E isso estará garantido para você.

3) Liquidez

Se você tem um imóvel e deseja vender, pode demorar muito tempo até aparecer alguém com dinheiro o suficiente para comprar. Inclusive anos. Pode acontecer até mesmo de você ter que baixar o preço para conseguir vender o imóvel, acabando assim com certo prejuízo.

Como os Fundos Imobiliários lidam com cotas, é muito mais fácil alguém ter o dinheiro para comprar aquela fatia da sociedade. Veja o depoimento do Helio, nosso cliente, por exemplo:

fundos imobiliários

Ou seja, a todo momento tem gente querendo comprar e vender, então fica muito fácil se desfazer da sua cota quando você precisar do dinheiro.

4) Você não paga imposto sobre o aluguel recebido

Quem recebe aluguel dos seus imóveis pode pagar até 27,5% de imposto sobre o rendimento. Mas quem tem Fundos Imobiliários não precisa pagar nada, ou seja, no final das contas a rentabilidade pode ser até quase 30% maior do que num imóvel comum.

Você só paga imposto sobre o lucro na venda da cota, mas não do aluguel que ele gera para você. Só isso, para mim, já é extremamente vantajoso!

RANKING: Confira o nosso Ranking dos Top 10 Fundos Imobiliários Pagadores de Aluguéis

5) Diluição do risco

Se você tem um imóvel comum e ele pega fogo, é interditado ou desaba, o que acontece? Se não tiver seguro, você perde tudo, não é mesmo? Se o seu inquilino sai, você também fica sem o aluguel e ainda arca com os custos de condomínio, reparos, etc.

Já com os Fundos Imobiliários, se acontece alguma coisa com o imóvel que você é sócio por possuir suas cotas, o rendimento no seu bolso praticamente não é afetado. Pois você divide o risco com milhares de outros sócios. Você não acha isso fantástico?

Mas não acaba por aí. Ainda tem mais.

6) Não dá dor de cabeça

Essa é uma das melhores vantagens. Quando você tem um imóvel com infiltração de água, ou que precisa ser reformado, você acaba tendo uma tremenda dor de cabeça para resolver esses problemas. Ainda mais se você não residir próximo ao imóvel que possui.

Já com os Fundos Imobiliários, você conta com os melhores profissionais contratados para resolver esse tipo de problema. Você não precisa se estressar com nada disso. Tem gente para cuidar dessa parte para você.

7) Gestores de fundos

Os gestores dos fundos são experts em negócios imobiliários, logo, eles sabem onde estão as melhores oportunidades e sabem estimar exatamente o preço dos imóveis para fazer bons negócios.

Essa é uma segurança muito grande para o investidor pequeno, como você e eu.

8) Menor custo na aquisição dos imóveis

Além da liquidez, da isenção de imposto sobre rendimentos mensais, do menor risco com a diversificação, da menor quantidade de problemas para resolver, de não precisar ter muito dinheiro para investir, ter a supervisão da CVM, enfim… Além de tudo isso, você ainda tem um menor custo na aquisição dos imóveis. 

Mas como assim, Laura?

Vou explicar…

Quando você compra um imóvel comum, cerca de 5% do valor você paga com taxas como ITBI, certidão, reconhecimento de firma, escritura, registro, uma infinidade de burocracias… 6% do valor fica para o corretor que fez a venda e para a imobiliária.

Ou seja, você paga 11% a mais do que comprando Fundos Imobiliários.

Na verdade, os fundos continuam tendo esses custos, mas como os preços das cotas oscilam, é possível que você aproveite oportunidades na queda do preço para comprar as cotas “com desconto”, onde esses custos já serão abatidos.

9) Os Fundos Imobiliários são indexados à inflação

O que isso significa? Conforme os índices de inflação sobem, o preço das cotas acompanha essa variação. Ou seja, você fica protegido da inflação, que tanto tira o valor do seu dinheiro.

10) Possibilidade de investir em empreendimentos de alto padrão

Se você tem o dinheiro para comprar um imóvel, provavelmente terá que optar por um apartamento comum, às vezes simplista, ou uma sala comercial pequena.

Através dos Fundos Imobiliários, você tem a possibilidade de investir em empreendimentos de alto padrão nas grandes metrópoles, o que de outra forma seria praticamente inacessível.

Você pode ser dono de uma pequena parte de um prédio moderno, de um shopping, de agências bancárias, de hotéis, enfim, são muitas as opções para você.

Já imaginou? Toda vez que você for levar sua família para passear no shopping vai poder dizer que é dono de uma parte daquele lugar. 🙂

E então, que você achou das vantagens dos Fundos Imobiliários?

Se deseja se aprofundar um pouco mais neste assunto, ou ainda, preparar-se para começar a investir nesta modalidade através de conhecimentos práticos, convido você a assistir a nossa mais recente masterclass inédita.

Nela, o André ensinará a você:

  • O único jeito viável de receber R$ 1.256,00 em aluguéis mensais sem ter um imóvel. E para isso, você vai descobrir um tipo de investimento simples, seguro e acessível a qualquer brasileiro.
  • Você vai saber exatamente quais as vantagens dessa alternativa de investimento desconhecida de 99,91% da população brasileira.
  • Você também vai aprender o passo a passo do método Redbox que permite criar um fluxo de aluguéis mensais em 4 semanas.
  • E por fim, você descobrirá a corretora de valores que tem taxa de corretagem zero para esse tipo de investimento. Só com essa dica, você vai economizar R$ 680,40 por ano.

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