O Passo a Passo Definitivo para Você Começar a Investir na Bolsa de Valores

Veja como investir do zero em renda variável neste guia completo de investimentos para iniciantes.
André Fogaça

André Fogaça

Co-fundador do GuiaInvest, pós-graduado em Economia e Consultor de Investimentos CVM

O Passo a Passo Definitivo para Você Começar a Investir na Bolsa de Valores

Começar a investir na Bolsa de Valores é a melhor forma para ver seu patrimônio crescer no longo prazo, ter mais rentabilidade e potencializar a conquista da sua liberdade financeira.

Mesmo sabendo disso, muitas pessoas ainda têm receio de iniciar seus investimentos e ficam com a impressão de que investir em ações é complicado, só é para quem tem muito dinheiro ou muito conhecimento do mercado.

Acreditar em mentiras como estas te afastam ainda mais de suas conquistas financeiras. Afinal, investir bem pode mudar seu futuro e daqueles que você ama.

Se você deseja começar sua jornada no mundo dos investimentos e começar a investir em ações, uma coisa é certa: é fundamental se informar sobre o assunto.

Depois de conhecer alguns conceitos fundamentais sobre como funciona a bolsa de valores, o que é preciso fazer para iniciar os aportes e que estratégias são as mais adequadas para cada investidor, verá que qualquer pessoa pode ganhar dinheiro com ações.

Para responder às principais dúvidas e apresentar alguns aspectos do cotidiano de quem investe em renda variável, preparamos um artigo completo sobre o tema.

Este é um passo a passo definitivo e prático para você começar a investir na Bolsa de Valores do zero.

O que fazer antes de começar a investir em renda variável

Antes de começar a investir na bolsa de valores, é aconselhável colocar suas finanças em ordem. Dessa forma, conseguirá ter consistência nos seus aportes e mais segurança financeira.

Por isso, o primeiro passo, seja para investir em ações ou em qualquer outro ativo, é fazer o seu planejamento financeiro.

Isto é, saber o quanto ganha, o quanto gasta, organizar seu orçamento e estipular quanto terá para investir todo mês.

Se você tem dívidas, é recomendável quitá-las primeiro. Afinal, os juros associados à elas costumam ser maiores do que aqueles que conseguirá com os seus investimentos, principalmente no curto prazo.

Depois, economize dinheiro para investir. Seja reduzindo suas despesas ou aumentando seus ganhos, é preciso que aumente sua taxa de poupança para que haja uma porcentagem destinada aos seus investimentos.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não é preciso ter muito dinheiro para começar a investir, seja em renda fixa ou em renda variável. 

Não cometa o erro de esperar acumular uma quantia significativa para, só então, investir.

Por menor que seja o valor economizado neste primeiro momento, ele fará diferença no longo prazo. Aproveite o fator tempo e inicie seus investimentos o quanto antes. 

Outra coisa fundamental para você começar a investir na Bolsa de Valores, ou para qualquer pessoa, é construir uma reserva de emergência.

Essa reserva nada mais é do que uma quantia que cubra seus custos de vida por aproximadamente 6 meses.

Ela garante que, caso uma situação urgente ocorra, seja a perda do emprego, uma doença na família, um conserto do carro, que você tenha dinheiro de fácil acesso para cobrir essas despesas sem se endividar.

Para quem está começando a investir na Bolsa de Valores, ter essa segurança financeira também é importante.

Dessa forma, terá mais tranquilidade para investir e não será forçado a resgatar o dinheiro dos seus aportes caso sua renda diminua.

Por mais que os investimentos em ações tenham uma boa liquidez, vender os papéis em momentos de queda do mercado, pode trazer prejuízo, uma vez que a renda variável oscila constantemente.

Agora que você já sabe o que fazer para se preparar para investir com segurança, veja os principais conceitos, estratégias e termos que você precisa conhecer para começar a investir na renda variável.

O que é uma ação

A ação representa uma fração do capital social de uma empresa.

O capital de uma empresa pertence aos empreendedores, uma parte a outros sócios e, em alguns casos, uma terceira parte é negociada na bolsa de valores, onde os investidores podem comprá-las e vendê-las. 

Nesse caso, a companhia realiza a abertura inicial de ações (IPO), ou seja, abre o seu capital para que outras pessoas invistam nela.

Ao comprar uma ação você está se tornando um sócio da empresa e pode desfrutar de vantagens, dependendo do tipo de ação que comprar.

No mercado acionário brasileiro, as ações podem ser ordinárias, preferenciais ou units. 

  • Ações ordinárias (ON): dá direito a participar das decisões da empresa, com voto na assembleia de acionistas.
  • Ações preferenciais (PN): não dão direito ao voto, mas têm a preferência na distribuição de dividendos.
  • Certificado de depósito de ações (Unit): pacote de ativos que reúne ações ordinárias e preferenciais.

Ao comprar ações de uma companhia aberta, os investidores podem ganhar dinheiro de duas formas:

  • Valorização do investimento;
  • Distribuição dos lucros.

Muitos compram ações para lucrar com a venda dos papéis por um preço maior do que o da compra e, assim, aumentar seu patrimônio.

Outros, focam no recebimento de dividendos, que são parte dos seus resultados das empresas pagos aos investidores na proporção do número de ações que cada um possui.

Por que o preço das ações oscila?

Você já deve ter visto que o preço das ações sobe e desce, mas por que isso ocorre?

O preço de uma ação varia constantemente pois segue uma das leis mais básicas da economia: a da oferta e da demanda.

Assim, quando há mais pessoas querendo comprar um determinado ativo, seu preço sobe. Quando pouca gente quer e há mais vendedores, o preço cai.

No caso das ações, existem diversos fatores que podem influenciar essa demanda, como por exemplo, o desempenho dos negócios, notícias sobre a empresa, problemas no setor em que ela atua, momentos econômicos, guerras, escassez, entre outros.

Tudo isso pode alterar os ânimos dos investidores e fazer com que queiram comprar ou vender mais daquelas ações, impactando no preço.

Aqui vem uma lição importante no mercado: não seguir a manada.

Os investidores comuns são muito emocionais, já os investidores inteligentes são racionais e conseguem aproveitar boas oportunidades quando o mercado está em baixa ao comprar boas ações com desconto.

O que é a bolsa de valores?

A Bolsa de Valores é o lugar onde acontecem as negociações de compra e venda de ações de companhias do tipo S.A (Sociedade Anônima) com capital aberto.

Vale ressaltar que as ações não são os únicos ativos financeiros que os investidores têm acesso por meio da Bolsa de Valores.

É possível operar outros produtos de renda variável como opções, contratos futuros, commodities, ETFs, BDRs, fundos de investimentos e fundos imobiliários.

A bolsa de valores é também uma entidade que registra a compra e venda de todos os ativos e tem como responsabilidade fiscalizar e garantir o funcionamento das regras de negociação.

Cada país tem uma ou mais bolsas. No Brasil, o mercado está concentrado na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), a bolsa de valores brasileira.

Há muito tempo a Bolsa de Valores deixou de ser aquela imagem típica de filmes de um salão barulhento, com agentes gritando ao telefone para registrar suas ordens de compra e venda.

Hoje em dia, todas as negociações são digitais e podem ser realizadas pelos próprios investidores no home broker, uma espécie de painel eletrônico disponibilizado no site ou aplicativo das corretoras de valores. 

Estratégias para investir em ações

Existem diferentes estratégias para operar na renda variável.

Portanto, não existe só um jeito certo de investir, mas sim, a forma mais adequada de acordo com o seu perfil investidor, objetivos, prazo do investimento, condições do mercado, tempo e dedicação.

As duas formas mais conhecidas para investir em ações é no curto prazo e no longo prazo.

No curto prazo, o investidor está disposto a correr mais riscos em busca de um retorno mais rápido de dias, semanas ou poucos meses com a diferença de preço das ações.

Neste caso, seu objetivo é comprar a um preço mais baixo e vender a um preço mais alto para lucrar com a diferença.

Para isso, é preciso ter mais experiência e tempo para se dedicar a acompanhar o mercado diariamente a fim de encontrar ações com alta liquidez e os melhores momentos para comprar e vender.

No longo prazo, consideramos janelas de anos e até décadas na qual o investidor mantém suas ações para lucrar com os dividendos.

Como ele tende a escolher ações de boas empresas, é possível obter resultados mais seguros e consistentes considerando o longo prazo.

Conheça algumas das estratégias mais comuns para investir em ações:

Day trade

Day trade é como são chamadas as negociações de curtíssimo prazo, onde a compra e venda de uma mesma ação é realizada no mesmo dia.

Os traders, são pessoas que utilizam da variação do mercado para lucrar.

Essa é uma forma mais arriscada de investir e requer acompanhamento constante do mercado.

Swing trade

Swing trade são negociações de curto a médio prazo, com com um horizonte de alguns dias, semanas ou meses.

Esse tipo de negociação está entre os mais comuns na bolsa de valores, mas mesmo assim, exigem um acompanhamento constante do mercado, pois se baseiam em encontrar oportunidades de ganho em pouco tempo.

Buy and Hold 

Buy and Hold é uma estratégia de investimento com foco no longo prazo na qual o investidor compra um ativo sem o intuito de revendê-lo.

Isso significa comprar uma ação e segurá-la por anos, desde que ela permaneça com os mesmos fundamentos que a fizeram comprar.

Muitos investidores passam mais de 10, 20 ou 30 anos com as mesmas ações.

O foco aqui é investir em boas empresas com a mentalidade de sócio e se beneficiar do seu crescimento no longo prazo sem ficar tão preocupado com oscilações de curto prazo.

Dentro dessa modalidade ainda existe outra estratégia de longo prazo chamada de value investing.

Em tradução livre, significa investimento de valor, e consiste em comprar ações de boas empresas a preços descontados.

O alvo são companhias que estão sendo negociadas abaixo do seu valor real por algum motivo, mas que tem potencial de crescimento e valorização.

Como escolher e analisar ações

Agora que você já sabe quais os principais tipos de operações e estratégias que podem ser usadas na bolsa de valores, as perguntas são outras: como escolher uma ação para investir? O que levar em consideração? Quando comprar e quando vender?

Para chegar a uma conclusão, é preciso realizar uma análise de investimentos. Ou seja, traçar cenários sobre os preços futuros das ações, o que pode interferir no seu preço, ver se uma ação é boa ou ruim.

Existem dois principais tipos de análises de ações: a análise fundamentalista e a técnica. Conheça os detalhes de cada uma:

Análise técnica

A análise técnica, também chamada de análise gráfica, estuda o mercado por meio de gráficos, tentando identificar tendências de acordo com o comportamento dos preços e volume dos ativos.

Ao observar as curvas do gráfico de cotações, o investidor busca identificar padrões e estimar o comportamento no futuro.

Apesar de também ser utilizada para longo prazo, é muito mais comum que a análise técnica seja usada para embasar estratégias de curtíssimo prazo, como o Day Trade. 

Análise fundamentalista

A análise fundamentalista é voltada aos estudos de indicadores financeiros e busca entender a saúde financeira de uma empresa e se ela tem perspectivas de crescimento.  

Entre os aspectos avaliados estão faturamento, fluxos de caixa, endividamento, risco, preço justo, histórico da companhia, clientes, concorrentes, entre outros.

Uma vez que o foco não está no comportamento dos preços da ação, e sim nos fundamentos das empresas, essa análise faz mais sentido para estratégias no longo prazo.

O objetivo dessa análise é identificar papéis de boas empresas que tenham uma boa perspectiva de ganhos no futuro e que estejam cotadas a um preço abaixo do seu real valor.

Qual o valor mínimo para investir na Bolsa de Valores?

Não existe um valor mínimo para investir em ações. Ele vai depender do tipo de ação e da quantidade.

Uma opção para quem quer investir em ações com pouco dinheiro é o mercado fracionário

Ele permite comprar apenas uma parte do lote de ações, sem a necessidade de adquirir o lote padrão, composto por cem ações. 

Você pode facilmente encontrar ações por menos de R$ 10.

Assim, você só precisa destes 10 reais para começar a investir e não de 1 mil reais para comprar um lote padrão.

Os códigos das ações no mercado fracionário recebem a letra F ao final. 

Por exemplo, um lote padrão de ações preferenciais da Petrobras é negociado pelo código PETR4, no mercado fracionário o investidor precisaria digitar o código PETR4F e informar quantas ações deseja comprar.

Quanto custa investir em ações?

Assim como qualquer investimento, ao começar a investir na bolsa de valores é preciso considerar alguns custos envolvidos na negociação. 

Afinal, algumas taxas podem prejudicar as suas estratégias e diminuir os seus lucros com as ações.  

O custo de investir em ações basicamente se dá pelas taxas de corretagem, de custódia, emolumentos e a cobrança de impostos.

Taxa de corretagem

Corretagem é o valor cobrado pelas corretoras que fazem a intermediação das operações dos investidores na Bolsa de Valores.

Esse valor, que pode ser fixo ou variável, depende da corretora que escolher operar, e é cobrado a cada negociação de compra ou venda.

Muitas corretoras zeraram a taxa de corretagem como uma forma de atrair novos investidores para a renda variável. Dessa forma, você economiza e consegue mais rentabilidade nas suas operações.

Taxa de custódia

Outra taxa que pode ser cobrada é a de custódia. Esse valor remunera as instituições por registrar e armazenar os investimentos ao longo do tempo.

Fica a critério da corretora repassar ou não o valor ao investidor. 

Emolumentos

Os emolumentos ou taxa de negociação, são taxas fixas cobradas pela B3 por transação.

Elas remuneram os serviços da B3 no processamento da negociação e seu valor varia de acordo com tipo de operação (normal ou Day Trade), tipo de investidor (pessoa física ou fundos ou clube de investimentos) e o valor investido.

Além dos emolumentos, a B3 também cobra uma taxa de liquidação na mesma operação. Ou seja, o investidor paga o total das taxas em cada operação.

Para pessoas físicas em operações normais, os valores são os seguintes:

  • Taxa de negociação: 0,0050%
  • Taxa de liquidação: 0,0250%
  • Total: 0,0300%

Imposto de Renda

Há ainda o custo relacionado à tributação. Os investidores precisam pagar Imposto de Renda dependendo do tipo de operação e valor negociado no mês sobre os ganhos de capital obtidos. 

A alíquota é de 15% para ganhos de capital em operações normais e o pagamento deve ser feito via Darf (Documento de Arrecadação Federal) até o final do mês subsequente.

Para vendas abaixo de R$ 20 mil por mês, não há cobrança de Imposto de Renda (IR).

Já para as operações de Day Trade não há isenção. O investidor sempre precisa pagar 20% de IR sobre o lucro, independentemente do valor da operação. 

Passo a passo para começar a investir em ações

Depois de conhecer os principais conceitos, estratégias e custos do investimento na bolsa de valores, finalmente chegou a hora de saber como começar a investir em ações na prática.

Para facilitar o processo, confira alguns passos básicos para começar a investir em ações:

1 – Abra uma conta em uma corretora de valores

O primeiro passo para começar a investir em ações é ter uma conta em uma corretora de valores. Essas instituições financeiras fazem a intermediação entre o investidor e a bolsa de valores. 

Você pode abrir uma conta em uma corretora de forma online e rápida e começar a operar no mesmo dia. Geralmente, esse cadastro é gratuito.

Para escolher uma boa corretora de valores avalie seu histórico, as taxas cobradas, a facilidade de uso dos sistemas de negociação, disponibilização de relatórios e orientações sobre investimentos, entre outros.

2- Descubra o seu perfil de investidor

Depois de abrir a sua conta, você passará pelo teste de suitability para avaliar o seu perfil de investidor.

A principal característica que determina se seu perfil é conservador, moderado ou agressivo é a sua tolerância ao risco.

Conhecer seu perfil de investidor ajuda a direcionar suas estratégias e alocar seu dinheiro nos investimentos que mais fazem sentido aos seus objetivos financeiros.

O teste suitability é obrigatório para a abertura de conta em uma corretora. Entende-se que assim é possível para a instituição oferecer produtos alinhados aos objetivos dos clientes.

3- Faça uma transferência para a conta da corretora

Para começar a negociar, é preciso transferir o dinheiro que vai utilizar nos seus primeiros investimentos de sua conta corrente para sua conta na corretora.

São esses recursos financeiros que o investidor usará para a compra de ativos.

4- Acesse a plataforma

A compra e a venda de ações é feita de forma online por meio do Home Broker, que é uma plataforma disponibilizada pelas corretoras para esse tipo de operação.

Lá será possível encontrar todos os investimentos disponíveis e saber dos preços que as ações estão sendo negociadas naquele momento.

É importante frisar que embora você possa acessar o home broker a qualquer momento, as negociações só poderão ser realizadas no período do pregão, ou seja, durante o horário de funcionamento da B3.

5 – Faça seus investimentos

A partir do seu home broker, você procura as ações que deseja e realiza seus aportes, dando início à formação da sua carteira de investimentos.

Antes de comprar os ativos, procure se informar sobre as modalidades de investimento possíveis, verifique se eles se encaixam aos seus objetivos financeiros e faça uma análise para identificar os melhores investimentos.

Não tenha pressa e comece aos poucos. Se não sabe onde investir, conheça os 3 Investimentos Acessíveis para Iniciantes que Ninguém te Conta.

6- Diversifique seus investimentos

Diversificar os investimentos significa distribuir seu dinheiro em diferentes tipos de ativos e categorias da renda fixa e variável a fim de reduzir os riscos das suas aplicações e garantir uma boa rentabilidade no médio e no longo prazo.

Portanto, não coloque todos os ovos na mesma cesta. Faça uma boa alocação de ativos, assim, caso um investimento não vá bem ou sofra alguma consequência do mercado, terá outros para balancear as perdas.

7- Foque no longo prazo

Depois de escolher bons investimentos, não tenha pressa. A construção do patrimônio leva tempo.

Se você investir com foco no longo prazo, não precisa se preocupar com as oscilações de curto prazo e nem acompanhar o mercado todo dia.

É assim que a maioria dos grandes investidores de sucesso fazem. Eles escolhem bem os ativos, aqueles com potencial de valorização e bons fundamentos e esperam.

Não é à toa que Warren Buffett acumula ações de empresas por décadas. Ele sabe que o tempo é amigo dos investidores.

Vale a pena investir na Bolsa de Valores?

Investir na Bolsa de Valores está muito relacionado aos riscos, mas esse medo de investir só permanece naqueles que não conhecem o mercado e não tem uma estratégia bem definida.

O risco na bolsa de valores existe assim como em qualquer outro investimento.

É verdade que ele pode ser maior, mas no universo dos investimentos, risco e potencial de ganho sempre caminham juntos. 

Começar a investir aos poucos para ir se familiarizando com o funcionamento do mercado é o melhor caminho.

Além disso, use estratégias para reduzir esses riscos como diversificar os investimentos e investir em boas ações.

Logo verá que investir na bolsa de valores não é tão difícil como imaginava e que dá para ganhar dinheiro em ações de forma simples.

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