6 Perguntas valiosas que deve fazer antes de comprar uma ação

6 perguntas antes de comprar uma ação

Pretende comprar uma ação? Antes, faça estas 6 perguntas fundamentais para saber se está fazendo um bom negócio ou não. É importante que você saiba.

 

Pense sobre isso…

Se eu lhe pedisse para apostar seu dinheiro no sucesso de um dos seus colegas de trabalho, quem você iria escolher?

Você apostaria naquele que é o seu melhor amigo ou será que você apostaria no colega mais capaz (supondo que o seu amigo não seja o mais capaz)?

Já que estamos tratando de dinheiro, apostar no colega mais capaz faria mais sentido do que apostar no seu melhor amigo, não concorda?

Afinal, quando lidamos com dinheiro, agir racionalmente é sempre a atitude mais sensata. A mesma forma de pensar se aplica nos investimentos em ações.

Você jamais deveria colocar seu dinheiro em uma ação cujo nome você mais gosta ou cujo presidente é o seu melhor amigo, por exemplo.

Em vez disso, você deveria considerar a ideia de investir em ações de uma empresa que apresenta bons números e que você acredita no potencial de crescimento.

Infelizmente, esta é uma realidade que a maioria dos investidores esquecem. Eles esquecem que comprar uma ação não é apenas comprar um pedaço de papel, mas sim uma parte de um negócio real.

Ao comprar uma ação, você deve ter a mesma abordagem que teria se fosse comprar o negócio inteiro. A única diferença é que em vez de comprar a totalidade da empresa, você está comprando apenas uma parcela da empresa.

Você também encara seus investimentos desta forma?

Qual a diferença entre o investidor e proprietário da empresa?

comprar uma ação: diferença entre investidor e proprietario da empresa

A maior característica da filosofia de investimento seguida por Warren Buffett  é o claro entendimento de que as ações são representantes das empresas, e não apenas pedaços de papel.

Tenha em mente que todo investidor inteligente deve ter uma boa noção daquilo que está comprando.

Isto é, ao comprar uma ação, você deverá entender tudo que está por trás daquela singela sigla, tais como: os produtos vendidos, os serviços oferecidos, as fontes de matéria-prima, a qualidade da administração, as pessoas envolvidas, etc.

A ideia de comprar uma ação sem entender o que está por trás é inaceitável se você realmente deseja se tornar um investidor bem sucedido

Esta mentalidade reflete a atitude de um empresário em oposição a um mero proprietário de ações, e na minha opinião é a única mentalidade que o investidor deve ter.

Para Buffett e todos os outros grandes investidores de sucesso, as atividades de um proprietário de ações e o proprietário (dono) de uma empresa estão estreitamente ligadas.

Ambos devem olhar para a propriedade de uma empresa da mesma forma.

Como Buffett disse certa vez:

Eu sou um investidor melhor porque eu sou um homem de negócios. E um homem de negócios melhor porque eu sou um investidor.

Conforme explicado no livro “O Jeito Warren Buffett de Investir” de Robert Hagstrom, veja algumas das questões-chave que você deve responder para entender o negócio de uma empresa.

As 6 perguntas essenciais do investidor inteligente antes de comprar uma ação

As 6 perguntas essenciais do investidor inteligente

#1. O negócio que estou comprando é simples e compreensível?

Você aceitaria se casar com uma pessoa que não conhece?

Se você não se casaria com uma pessoa desconhecida, porque razão você se tornaria sócio de um negócio que não consegue compreender? A lógica deveria ser a mesma, não acha?

A resposta para esta primeira pergunta pode parecer óbvia para muitas pessoas, mas você não faz ideia da quantidade de pessoas que colocam seu dinheiro em negócios que não compreendem.

Se você não consegue explicar em uma simples frase o que você está comprando, você não deveria comprar sequer uma única ação desta empresa.

Você jamais deveria investir em um negócio que não entende, por que você não será capaz de ver as oportunidades e desafios futuros antes que eles apareçam.

#2. A empresa possui um histórico consistente?

Você se sentiria confortável em deixar seu filho de 3 anos sob os cuidados de um sujeito que possui antecedentes criminais?

É óbvio que sua resposta para esta pergunta é negativa, não é mesmo? Mesmo que esta pessoa se mostre calma, gentil e amorosa, você aceitaria seus serviços ou procuraria uma pessoa com um histórico melhor?

Bom, a mesma lógica deve ser usada na hora de escolher uma empresa para investir. É mais seguro investir em uma empresa com um bom histórico do que uma empresa que apresentou péssimos números no passado.

Apesar de sabermos que desempenho passado não é garantia de sucesso futuro, uma empresa com histórico consistente se mostrar mais favorável a operar seu negócio sob condições adversas no futuro.

#3. A empresa tem perspectivas favoráveis de longo prazo?

Você deve concordar que prever o futuro de uma empresa é algo muito difícil de ser feito, não é mesmo?

Sim, de fato, ninguém consegue prever com certo grau de confiança os resultados futuros de um negócio. Nem eu, nem você, nem mesmo os maiores investidores do mundo.

Apesar disso, podemos fazer algumas estimativas razoáveis de acordo com o tipo de negócio que estamos lidando.

A dica para responder esta pergunta é ficar longe de empresas que atuam sobre tendências e modismos que podem ficar ultrapassadas no futuro. O ideal é você olhar para negócios que podem se sustentar no longo prazo.

#4. A administração da empresa é racional em suas decisões?

Para nós investidores, esta questão é uma parte muito importante na análise de negócios. A racionalidade da gestão e da sua capacidade de usar o dinheiro de forma rentável é o que separa um bom de um mau negócio.

Quando os negócios de uma empresa estão indo bem, ou seja, gerando bons lucros, a empresa tem 4 coisas que pode fazer com estes lucros:

  1. Reinvestir para continuar crescendo;
  2. Adquirir novas empresas ou participações;
  3. Recomprar suas próprias ações;
  4. Distribuir um parte em dividendos.

A dica é procurar identificar como a empresa vem usando este lucro dentro destes 4 itens mencionados assim. Esta pode ser uma ótima pista para ajudar a responder a pergunta.

#5. Qual é o retorno sobre patrimônio atual?

O retorno sobre o patrimônio é uma das métricas mais importantes para avaliar a rentabilidade das empresas, especialmente para os investidores em valor.

Basicamente, este indicador mostra a relação percentual do lucro sobre seu patrimônio liquido.

Você deve saber que o lucro pode ser manipulado, mas o retorno sobre o patrimônio líquido irá mostrar quão digno é um negócio.

Em outras palavras, o retorno sobre o patrimônio dirá quanto de lucro (percentual) a empresa está gerando sobre o seu capital próprio.

#6. Quais são as margens de lucro da empresa?

A margem de lucro indica quanto da receita total gerada pelo empresa foi convertida em lucro no fim das contas. Uma empresa que é capaz de converter um bom percentual das suas vendas em lucro é um negócio bem sucedido.

O segredo para isso é manter os custos no mínimo, e buscar lucros mais elevados, em vez de maior participação de mercado.

A dica é evitar empresas com margens baixas, pois o risco é muito elevado. Empresas com margens estreitas estão mais vulneráveis a sofrer problemas financeiros causados pelas adversidades do mercado.

Lembre-se da palavras de Warren Buffett:

Se uma empresa vai bem, a ação eventualmente vai bem.

O que você achou desta artigo? Deixe um comentário abaixo me contando quais as perguntas você costuma fazer antes de escolher uma empresa para comprar uma ação.

Até o próximo artigo!

Aprenda como ganhar de R$1mil a R$5mil por mês com dividendos, mesmo que tenha somente R$100 para começar.

Como Garimpar Barganhas na Bolsa Segundo Walter Schloss – O Superinvestor de Ben Graham

Walter Schloss, quando fechou as portas de sua firma, em 2003, já com 86 anos, ele cravou um dos maiores recordes já vistos no mercado financeiro: durante 40 anos seguidos gerou aos seus clientes uma média de retorno de 16% ao ano!

Além disso, sua empresa, que operava desde 1955, bateu o S&P 500 nada menos do que 15 vezes no período. Motivos suficientes para você querer conhecer mais sobre a vida de Walter Schloss, certo?

Mas essa história vai ainda mais além…

Convido você a explorar comigo a trajetória daquele que Warren Buffett, seu amigo do peito, chamou de “o superinvestidor”.

A história e o perfil de trabalho de Walter Schloss

Walter Schloss não cobrava taxas de seus clientes. Sua remuneração baseava-se em faturar 25% sobre os lucros gerados. Como não acreditar e confiar em alguém que só ganha quando você ganha?

O superinvestidor, que nos deixou em 2012 aos 95 anos, era uma figura atípica aos padrões de Wall Street.

Pouco aparecia e nunca usou um computador para investir ou mesmo para acompanhar o mercado. Suas análises eram pautadas a partir de relatórios que muitas vezes chegavam em seu escritório pelo correio. Sim, até mesmo nos anos 2000!

O primeiro trabalho de Walter Schloss foi de mensageiro em Wall Street, aos 18 anos. Aos 19, conheceu o livro Security Analysis, de Benjamin Graham.

Curioso e sedento por aprendizado, negociou com o chefe o financiamento de uma vaga  em um curso de value investing com ninguém menos que o próprio criador do conceito.

Talvez este tenha sido o ponto da virada da sua vida…

Uma parceria duradoura estava começando

parceria Walter Schloss e Warren Buffett

Anos mais tarde, ciente do talento de Walter Schloss, Ben Graham o convidou a entrar para a equipe da sua consultoria.

Pouco tempo depois, a empresa ganhou um novo membro; um aluno do pai do value investing da Columbia University, um jovem desses acima da média que atendia pelo nome de Warren.

Aham, esse mesmo, o Buffet! Foi ali que a amizade de Walter Schloss e Warren Buffett começou…

Sempre fico imaginando as conversas que rolavam entre eles. Você já parou para pensar sobre quantos milhões nasceram a partir de um bate-papo de bebedouro desses dois?

Walter Schloss tem uma carteira bastante diversificada, que chega a mais de 100 papéis ao mesmo tempo. Ele não se preocupa se é janeiro, se é segunda-feira ou se é ano de eleição.

Ele simplesmente diz: ‘se um bom negócio vale um dólar e eu posso comprá-lo a 40 centavos, algo de bom pode me acontecer’. E ele faz isso o tempo todo e é dono de muito mais ações do que eu.

Eu não pareço ter muita influência em Walter Schloss. Essa é uma de suas forças.

Ninguém tem muita influência sobre ele.

Essas palavras foram ditas por Warren Buffett, em 1984, durante um discurso que celebrava os 50 anos do aniversário do livro Security Analysis.

O tema do discurso era “Os superinvestidores de Graham e Doddsville” (analogia ao nome de David Dodd’s, coautor de O investidor Inteligente, livro que é considerado a Bíblia do investidor em valor).

Walter Schloss era um dos temas centrais da palestra.

Walter Schloss e as ações “baratas”

Walter Schloss e as ações baratas

Um dos lemas de Walter Schloss era: “nós compramos ações baratas”.

Mas entenda que isso não tem a ver simplesmente com comprar os papéis mais baratos do mercado. Baratas, para ele, eram as empresas subavaliadas com relação ao seu valor contábil.

Quando Walter Schloss gostava de uma companhia que estava monitorando, comprava um pouco e solicitava os demonstrativos financeiros à empresa. Lia atentamente, principalmente as notas de rodapé, para, ao fim, ter a resposta para a seguinte questão (recomendo que tome nota para lembrar quando for avaliar as empresas que pretende investir):

A gestão é honesta ou excessivamente gananciosa?

Isso era o que mais importava para ele. Ou seja, em resumo, sua fórmula consistia em encontrar uma boa combinação de gestão honesta com um preço abaixo do valor contábil.

Esse, aliás, é um mix poderoso!

Honestidade, integridade e bom caráter eram características muito presentes em Walter Schloss e eram sempre a base para suas decisões.

“Mais importante do que seu recorde extraordinário é o exemplo de integridade em gestão de investimentos que ele deixou. Walter Schloss nunca ganhou um centavo de seus investidores sem que eles tivessem ganhado uma significativa quantia”, disse Buffett no falecimento de seu amigo. Eles nutriram uma bela amizade por 60 anos.

7 coisas que você deve saber sobre Walter Schloss

  1. Ele seguia à risca a filosofia de investimento em valor de Ben Graham de comparar preço com valor. Ele era um caçador de barganhas.
  2. Ele preferia ler os demonstrativos financeiros do que conversar com gestores.
  3. Ele detinha um vasto portfólio com mais de 100 ações diferentes.
  4. Ele era paciente e buscava evitar o medo e a ganância.
  5. Ele priorizava empresas que tinham pouca ou nenhuma dívida.
  6. Ele nunca se esquecia de que estava lidando com dinheiro alheio. Isso só reforçava sua já forte aversão ao risco.
  7. Tinha aversão à perda.

8 frases de Walter Schloss que você jamais deve esquecer

  • Preço é o fator mais importante para se avaliar em relação ao valor.
  • Lembre-se que uma ação representa parte de um negócio e não somente um pedaço de papel. Por isso, tente estabelecer o valor da companhia de seu interesse.
  • Tenha paciência. Ações não sobem imediatamente.
  • Não venda nas más notícias.
  • Tenha coragem sobre suas convicções quando você tomar uma decisão.
  • Tenha uma filosofia de investimento e siga-a.
  • Escute sugestões de pessoas que respeita. Mas isso não significa que você tenha que aceitá-las. Lembre-se de que é seu dinheiro e geralmente é mais difícil manter dinheiro do que fazer dinheiro. Uma vez que você perde uma boa quantia de dinheiro é difícil de recuperar.
  • Tente não deixar que suas emoções afetem seu julgamento. Medo e ganância são as piores emoções para quem compra e vende ações.

Esse é o segundo artigo da série que estou escrevendo sobre grandes investidores que você precisa conhecer.

Se você gostou deste artigo, vai adorar a palestra gratuita “Como Atingir a Liberdade Financeira em 3 Passos Simples”. Clique aqui para ver se há vagas!

Bons investimentos!

Crédito da imagens: www.shutterstock.com

O caso Cielo: é hora de comprar ou vender?

Desde que o preço de suas ações tem caído, o caso Cielo virou assunto nas rodas de conversa de investidores.

As ações da Cielo (CIEL3) fazem parte do Índice Bovespa, o Ibovespa, constituindo atualmente 0,792% do peso da carteira teórica de ações.

Em meio ao acirramento da “guerra das maquininhas”, a Cielo foi atingida em cheio. Em consequência disso, sua ação está ficando barata. No índice no mês de abril, a Cielo representou a maior queda da Bolsa de Valores, com -19,07%.

Contudo, a empresa já anunciou medidas buscando reagir perante às rivais.

Mas e agora, com as ações da Cielo mais baratas, esse é o momento de comprá-las ou vendê-las?

Será que este é o momento que elas voltarão a subir ou estão fadadas ao fracasso?

Por que as ações da Cielo desabaram?

A Cielo foi criada no ano de 1995 por grandes bancos juntamente com a Visa Internacional, com o objetivo de unificar e aperfeiçoar as relações com todos os estabelecimentos afiliados à bandeira Visa no Brasil.

A companhia evoluiu rapidamente e logo viria a se tornar a líder no país. Porém, em meados de 2016 a concorrência enxergou uma ótima oportunidade de negócio nesse segmento de maquininhas de pagamentos.

Se antes, a Cielo atuava praticamente sozinha no mercado, dividindo o segmento somente com a Redecard, hoje o setor mudou e a concorrência aumentou.

Para ganhar mercado, as outras empresas do setor diminuíram os custos para os consumidores finais. Para o lojista, não importa qual a marca da maquininha. Ele quer que ela funcione bem e tenha o menor preço possível.

A Cielo vem sofrendo cada vez mais com a concorrência. A medida que foram entrando novos players no mercado, a margem de lucro das ações Cielo foram caindo. Em janeiro deste ano, a empresa anunciou que o lucro deve recuar até 30% em 2019.

Vale a pena comprar Cielo?

É evidente que os números da Cielo pioraram, mas não podemos dizer que por isso ela é uma empresa ruim. Se analisarmos, ela tem fundamentos favoráveis, porém, o segmento que ela está inserida mudou e ela ainda está se adaptando às novas condições.

Entenda a “guerra das maquininhas”

O setor das maquininhas de pagamentos, que antes era dominado por duas empresas, explodiu de concorrentes querendo uma fatia desse mercado. Dando início ao que chamamos hoje de “Guerra das Maquininhas”.

Ainda em 2016 a Cielo começou a perder uma parte do mercado para a PagSeguro com a “moderninha”. Desde lá a concorrência não parou. Em 2018 a Stone veio com força realizando seu IPO na Nasdaq.

No mesmo ano, a Cielo comprou a Stelo, mas a concorrência continuou com a Linx, Rede, Getnet, entre outras, querendo conquistar seu espaço neste segmento.

O negócio virou uma commodity. Apesar de muitos players ainda insistem em competir com base no preço, outros já entenderam que é necessário olhar para a necessidade do lojista. Com isso, a movimentação no setor de máquinas de cartão voltou.

A Rede, do Itaú, anunciou a isenção da taxa de antecipação. Apesar das manifestações das concorrentes, muitas também abriram mão da taxa.

A Cielo, por sua vez, criou o programa “vendeu, recebeu”, possibilitando que o dinheiro caia na conta digital do comerciante no momento em que a compra for realizada.

O caso Cielo: é hora de comprar ou vender?

Será que o problema está apenas no aumento da concorrência?

Será que a tensão no segmento das maquininhas de pagamento é decorrente apenas da competição entre as empresas?

O caso da Cielo nos faz pensar sobre os ciclos tecnológicos. Será que o cartão de crédito e a maquininha de cartão ainda serão utilizados daqui a 10 anos?

O surgimento da Cielo decorreu de uma necessidade do mercado. Assim como em qualquer outro ciclo tecnológico, esse segmento se expandiu e alcançou o seu auge com diversas empresas disputando seu lugar.

Porém, conforme novas tecnologias surgem, elas passam a tomar conta até que a anterior se não se torne mais relevante no mercado.

Diversos produtos que antes eram considerados indispensáveis, acabaram em desuso. Isso aconteceu, por exemplo, com a máquina de escrever, a calculadora, o filme fotográfico, o fax, o cheque, o vídeo cassete, o DVD, entre tantos outros.

Será que não estamos no início de uma revolução nos meios de pagamento? O pagamento através do celular, com cartão virtual, já é uma realidade e seu uso vem crescendo.

As pessoas deixarão de usar o cartão de crédito e os cartões virtuais irão substituir os meios físicos? Se isso acontecer, quem irá dominar esse mercado?

Além dos preços mais competitivos, as empresas de maquininhas devem focar na modernização dos seus serviços. Isso faz sentido para você?

Nova estratégia da Cielo

Com suas ações em queda desde 2015, a credenciadora de cartões Cielo adotou recentemente um novo modelo de negócios, que tem como alvo direto os pequenos e médios comerciantes.

Essa estratégia, promovida pelo presidente Paulo Caffarelli, trouxe resultados para a companhia. A Cielo voltou a crescer e aumentou sua participação de mercado no primeiro trimestre pela primeira vez desde meados de 2017.

Segundo estimativas, a participação de mercado da empresa subiu para 42,4%, ante 41,7% do último trimestre de 2018.

Ainda assim, seu lucro no primeiro trimestre caiu 45%, em meio a margens de lucros mais baixas decorrentes dos cortes de preços.

Comprar ou vender ações da Cielo?

Como o preço das ações da Cielo caindo, o dividend yield, que é o indicador que avalia as empresas de acordo com os dividendos pagos nos últimos 12 meses dividido pelo preço, aumenta.

Se olharmos somente esse indicador de forma isolada, ele é quase o dobro da renda fixa. Porém, esse indicador só está alto porque o preço da ação está baixo. Então, comprar ação da Cielo somente por causa do dividend yield alto é um tiro no pé.

Já mostramos Como fazer uma Análise de Ações em 6 passos e Quais Indicadores Fundamentalistas Olhar ao Avaliar uma Ação

Se as ações da empresa continuarão a cair ou se vai aumentar, ninguém pode afirmar.

O mais provável é que as margens de lucro altas de antigamente não sejam mais as mesmas, uma vez que o setor mudou. Porém, isso não quer dizer que a Cielo não possa se reinventar e aumentar sua receita no futuro.

As opiniões sobre o caso Cielo divergem e fazem parte das conversas entre os investidores.

Venha dar sua opinião e debater com outros investidores. Inscreva-se gratuitamente na plataforma do GuiaInvest.

Como investir na bolsa com pouco dinheiro usando o mercado fracionário

O mercado fracionário democratizou o acesso ao investimento em renda variável. Ele representa a melhor alternativa para o investidor que está iniciando no mercado de ações e possui pouco capital.

Sim, investir com pouco dinheiro é possível! E o mercado fracionário é uma ótima maneira de alcançar a sua Liberdade Financeira mesmo começando com pouco.

Com ele, não existe um valor mínimo para começar a investir em ações. Seja com 10 reais, seja R$ 100, R$ 200 ou R$ 1.000, o investidor pode comprar quantas ações desejar, de acordo com o seu capital.

Assim, o mercado fracionário abriu a oportunidade de investir em ações para aqueles que não tem muito dinheiro para comprar ações por meio do lote padrão.

Mesmo que se invista pouco por mês, com persistência e determinação é possível chegar lá!

Mercado à vista X Mercado fracionário

Basicamente, existem duas modalidades para se investir em ações: a compra de ações à vista e a fracionada.

O mercado de ações mais comum é o mercado de ações à vista. Nele as ações são negociadas em lotes de 100. Ou seja, só é possível comprar um mínimo de 100, ou ainda 200, 300, 1.000 ou mais ações de uma mesma empresa e assim por diante.

Portanto, para ações que custam R$ 50 cada, por exemplo, o lote mínimo no mercado tradicional (100 ações) custa R$ 5.000,00.

O valor mínimo para investir acaba sendo alto e inviabiliza o investimento em ações para algumas pessoas. É isso que dá a entender que é preciso muito dinheiro para investir.

Porém, o que muita gente desconhece é que se pode investir pelo mercado fracionário. Nele o investidor pode comprar quantas ações desejar, uma vez que estas são vendidas em frações de 1 a 99.

Sendo assim, não há a necessidade de comprar um lote inteiro e desembolsar muito dinheiro.

No mercado fracionário você compra apenas a quantidade que quiser ou puder, e mensalmente vai construindo seus próprios lotes em seu tempo.

Como investir?

Investir no mercado fracionário é muito simples, e segue a mesma linha do mercado tradicional, com a diferença que é possível escolher quantas ações você quer comprar, sem ficar preso ao lote padrão de 100 papéis.

A compra e venda de ações é feita diretamente na Home Broker da sua corretora.

Para comprar ações fracionárias, basta inserir a letra F no final do código da ação que se deseja comprar.

Por exemplo, para comprar as ações da Petrobras (PETR4) no mercado fracionário, busque por PETR4F.

Depois de selecionar o ativo, é só indicar quantas unidades deseja comprar, seja de 1 a 99.

Benefícios do mercado fracionário

Como investir na bolsa com pouco dinheiro usando o mercado fracionário

  • Investir com pouco dinheiro
  • Ótimo investimento de longo prazo
  • Possibilidade de melhorar e diversificar a carteira de investimento

O mercado fracionário é uma ótima maneira de iniciar os investimentos em ações quando não se tem muito dinheiro para investir. Com ele, é possível montar uma carteira com valor financeiro reduzido e ter um portfólio de ações diversificado.

Mesmo investindo uma pequena quantidade por mês, no longo prazo se tornará um grande investimento.

Procure uma corretora que não cobre taxas para comprar ou vender ações, pois isso prejudicar sua rentabilidade nos aportes iniciais.

Caso você não se adapte, é importante ficar atento ás taxas cobradas pela corretora que você escolher, uma vez que existem corretoras que fazem corretagem fixa e, dependendo do volume de negociações, pode ser que fique caro.

Se a instituição cobrar uma taxa fixa de R$ 10 por operação, por exemplo, ao comprar R$ 100 em ações, 10% do investimento será perdido apenas com a taxa.

Já, quanto mais alto o valor do investimento, mais diluída fica a taxa cobrada pela corretora. Assim, ao comprar R$ 1 mil em ações a uma taxa fixa de R$ 10, equivaleria apenas 1% do total investido.

Comece a investir agora mesmo

Os investimentos de renda fixa já não são mais tão atrativos quanto eram antes. O investidor já tem consciência de que existem alternativas muito mais rentáveis.

Investir em ações não precisa ser algo arriscado, muito menos caro e só para que tem dinheiro.

É possível investir com pouco dinheiro com o mercado fracionário!

Comece sua jornada rumo à Liberdade Financeira.  Saiba como investir começando do zero, adquirindo gratuitamente seu ebook.

Quais Indicadores Fundamentalistas Olhar ao Avaliar uma Ação?

Apesar de não existir uma única maneira correta de se analisar uma ação, a forma mais confiável é através dos indicadores fundamentalistas.

A análise fundamentalista é utilizada pelos maiores investidores do mundo e avalia fatores que afetam o negócio de uma empresa.

Sua intenção é medir o valor da empresa e suas perspectivas futuras, bem como identificar oportunidades.

Para entender o que está acontecendo com uma empresa, você deve avaliar os resultados da empresa, dados econômicos, indicadores do mercado financeiro, entre outros.

Mas como avaliar uma ação de forma simples e segura?

A análise fundamentalista se utiliza de diversos indicadores financeiros que podem levar o investidor a tomar as melhores decisões de investimento.

Para facilitar a sua vida, vamos falar aqui sobre os 4 indicadores fundamentalistas principais que você deve levar em consideração na hora de analisar uma ação.

Preço / Lucro (P/L)

O indicador P/L, também conhecido como Preço Sobre Resultado – PSR, é um dos indicadores fundamentalistas mais amplamente conhecidos e utilizados no mercado de ações.

Ele permite comparar o preço de uma ação e determinar se ela está mais “cara” ou mais “barata”.

O P/L nada mais é do que o preço atual da ação, dividido pelo lucro por ação nos últimos 12 meses.

P/L = Cotação da Ação / Lucro Por Ação

Sendo que: Lucro por ação (LPA) = lucro total / número de ações emitidas pela empresa

Desse modo, quanto menor o P/L de uma empresa, mais atrativas estão suas ações. Já, quanto maior o P/L, mais cara estão as ações.

Em outras palavras, esse indicador mostra quanto os investidores estão dispostos a pagar por cada R$ 1 de lucro que a empresa tiver.

Embora esse indicador seja eficiente para comparar empresas do mesmo setor, ele não funciona muito bem com empresas de setores diferentes. Isso porque ele não leva em consideração o potencial de crescimento da empresa.

Preço/Valor Patrimonial (P/VP)

O índice P/VP compara o valor de mercado da empresa (valor da ação x número de ações) com o seu valor contábil (ativos – passivos).

P/VPA = Cotação da Ação / Valor Ativo Tangível (por ação)

De forma geral, quanto mais baixa estiver o P/VPA, mais barata está a empresa.

Para simplificar, enquanto que o P/L mostra quanto os investidores estão pagando por cada real de lucro, esse indicador mostra quanto os investidores estão pagando por cada real dos ativos da empresa.

Dívida bruta/Patrimônio líquido da empresa

Esse indicador fundamentalista mede o nível de endividamento da empresa e é calculado pela divisão da dívida total da empresa por seu patrimônio líquido.

Na dívida bruta total são considerados todos os empréstimos, financiamentos e debêntures de curto e longo prazo, ou seja, tudo o que a empresa tem de dívidas.

Já o valor do patrimônio líquido é quanto que a empresa possui de valor aportado por seus acionistas.

Embora o nível de endividamento varie bastante conforme o segmento da empresa, é sempre bom tomar cuidado com empresas que possuem um alto endividamento. Principalmente se o setor está passando por momentos ruins.

Esse indicador não é válido para comparar empresas de diferentes setores. Uma vez que alguns setores são mais dependentes de financiamentos do que outros.

ROE – Retorno sobre patrimônio líquido

O ROE, também conhecido como Return on Equity, é útil para medir a lucratividade de diferentes companhias do mesmo setor. Ele mostra a porcentagem de retorno que a empresa está dando sobre o dinheiro de seus acionistas.

ROE = Lucro Líquido / Capital Social

Dessa forma, esse indicador mostra quanto que a companhia gerou para cada real investido por seus acionistas.

É comum encontrar um ROE alto para companhias em crescimento, enquanto que companhias mais estáveis possuem um ROE menor. No entanto, o ROE é uma representação clara de como a empresa está remunerando seus acionistas.

 

Agora que você já sabe quais os principais indicadores fundamentalistas que você deve avaliar, está esperando o que para ganhar dinheiro com o mercado de ações?

Conheça as ações que pagam os dividendos mais “gordos” do mercado.

Assista nossa Masterclass e conheça os segredos por trás do GI Stock Guide, e descubra como é possível receber R$ 2.154 por mês de dividendos.

 

 

Qual a diferença entre fundamentos e indicadores na análise de ações?

Você provavelmente já sabe que a análise de ações é extremamente importante para avaliar se o investimento é teoricamente bom ou ruim.

Investidores inteligentes filtram as melhores empresas baseados em dados e informações concretas.

A análise fundamentalista é a mais indicada. Seu precursor foi, nada mais, nada menos do que Benjamin Graham, um dos maiores investidores que já existiu e mentor de Warren Buffett.

Como o próprio nome diz, a análise fundamentalista tem como base o uso de certos “fundamentos”. Tais como indicadores do mercado financeiro, balanços e resultados das empresas, que focam basicamente na saúde financeira e no potencial de crescimento da empresa.

Em um panorama micro, a análise fundamentalista se utiliza de diversos indicadores financeiros para a análise de ações. Como, por exemplo:

  • Receita e lucro
  • Fluxo de caixa
  • Patrimônio
  • Dividend Yield.

Porém, não podemos realizar uma análise completa baseada somente em indicadores. Eles podem até “indicar”, mas nunca serão determinantes e 100% assertivos.

Mais do que analisar indicadores, precisamos analisar fundamentos.

O que são fundamentos?

Quando realizamos uma análise fundamentalista, construímos uma espécie de tese de investimentos baseado nos fundamentos e dados da saúde econômica, qualidade, competitividade e potencial de crescimento de determinada empresa.

Ou seja, você não quer saber se a empresa foi boa no passado, mas sim, se ela continuará sendo boa no futuro, porque isso que irá gerar valor para o investidor.

Sendo assim, fundamentos são fatores e características de uma empresa que explicam sua qualidade e desempenho atual e, que assim, permitem projetar seu desempenho futuro.

Fundamentos x indicadores

Os fundamentos de uma empresa são responsáveis pelo seu desempenho e este, gera o resultado. Já os indicadores são dados que refletem o resultado da empresa.

Ou seja, indicadores medem o desempenho da empresa. Enquanto que os fundamentos geram o desempenho.

Portanto, é errado concluir que indicadores medem os fundamentos. Se basear apenas em indicadores pode levar a avaliações erradas.

Não podemos relacionar duas variáveis sem considerar relações de causa e efeito e outros fatores externos.

Os indicadores financeiros podem ser quantificados. Por exemplo, podemos analisar as receitas, lucros, dividendos pagos, dívidas, entre outros.

Já os fundamentos não são identificados facilmente e exigem uma análise mais aprofundada.

São exemplos de fundamentos: a história, o produto, a marca, seu posicionamento no mercado, conhecimento específico, sua gestão, etc.

Podemos fazer uma analogia entre indicadores e fundamentos com um iceberg. Onde os indicadores são a parte visível, a que fica para fora da superfície da água e os fundamentos é todo o resto sob a água. É possível reconhece-los, mas é mais difícil de olhar. Requer mais cuidados e recursos.

Como analisar os fundamentos?

Rendimentos passados não são garantia de lucros futuros. Dessa forma, mais do que saber que determinada empresa gerou lucro, você precisa saber que fatores geraram esse lucro.

Sendo assim, para a análise de ações você deve responder a seguinte pergunta: que fatores fazem a empresa X ser competitiva hoje e que podem fazer com que ela continue competitiva no longo prazo?

Para responder, você precisa um mínimo de conhecimento sobre a empresa e seu setor. Saber, por exemplo o que ela produz, se o produto ou serviço que ela oferece continuará essencial daqui a 20 ou 30 anos. Qual a posição de mercado da empresa e quais seus concorrentes?

Mas onde estudar esses fundamentos?

Procure ler os relatórios da empresas e estudos de analistas. Porém, tente permanecer imparcial, uma vez que a empresa sempre coloca um olhar otimista e os analistas podem pender para um lado otimista caso ele indique as ações e pessimista se não indica.

Procure por livros, artigos acadêmicos sobre a empresa e o setor. Pesquise junto ao RI, com pessoas que trabalham na empresa. Você pode inclusive visitar a empresa.

O importante é você realizar uma análise de ações completa, baseada em indicadores e fundamentos e, assim, filtrar boas empresas para investir.

Agora que você sabe a diferença entre fundamentos e indicadores e para o que eles servem, você pode encontrar as boas oportunidades na bolsa.

Saiba como você pode utilizar as ações para fazer parte da nova geração de milionários.

 

Primeiros Passos Para Investir

Investir em ações pode parecer complicado e, por isso, afasta possíveis investidores antes mesmo de começar.

A verdade é que investir na Bolsa de Valores é mais simples do que você imagina.

Você só precisa abrir uma conta em uma corretora, transferir o dinheiro, acessar a home broker e começar a investir.

Quer aprender como investir em ações?

Recomendo primeiro você ler o artigo O Básico da Bolsa de Valores Para Iniciantes. Um guia básico para você entender o que são ações, o que é e como funciona a Bolsa de Valores e demais conceitos.

Depois de entendido isso, quais os primeiros passos para investir?

Resumidamente, para ter acesso à Bolsa de Valores é preciso de um intermediário: as corretoras ou bancos. (Recomendamos a primeira opção, por possuir taxas menores).

Estas instituições fazem a intermediação da compra e venda de ações entre o investidor e a Bolsa de Valores.

Com a sua conta na corretora aberto, você terá acesso ao Home Broker, plataforma de negociações da bolsa de valores. Através dela, é feita toda negociação das ações, por conta própria e totalmente online.

Passo a passo para investir na bolsa de valores

1- Abrir uma conta em uma corretora

O primeiro passo para investir em ações é abrir uma conta em uma corretora. Essas instituições são fundamentais para de comprar e vender ações, uma vez que fazem o intermédio entre o investidor e a Bolsa de Valores.

As corretoras devem ser autorizadas pelo Banco Central do Brasil e são fiscalizadas pela CVM. Garantindo que seu patrimônio esteja protegido quando em guarda dessas instituições.

Como escolher uma corretora? No site da BM&F Bovespa, encontramos cerca de 90 corretoras cadastradas e habilitadas.

Os serviços oferecidos por elas são parecidos. O que pode fazer diferença são as taxas cobradas e a eficiência do Home Broker. Fato esse que faz grande diferença na hora de investir.

Para abrir conta na corretora, é necessário preencher um cadastro com seus dados pessoas, residenciais e bancários.

Uma corretora de valores não é uma conta corrente! A conta na corretora leva seu nome, mas serve somente como uma ponte entre seu dinheiro e a compra e venda de ações.

Sendo assim, é necessário que além da conta na corretora, você possua uma conta em um banco de sua preferência para fazer a transferência para a corretora. (Veremos melhor no próximo passo).

2 – Transferir o dinheiro para sua conta na corretora

O próximo passo para investir em ações é enviar dinheiro para sua conta na corretora. Dinheiro este que será utilizado para a compra de ações.

Por motivos de segurança, o dinheiro só entra na sua conta da corretora mediante transferência bancária de uma conta com o mesmo CPF.

Transferir o dinheiro é fácil. Basta fazer uma TED ou DOC da sua conta corrente para a sua conta na corretora.

3 – Comece a investir

Assim que o seu dinheiro estiver na sua conta, você já pode começar a investir na Bolsa de Valores através do Home Broker.

Home Broker é uma plataforma online que conecta o cliente, a corretora e a Bolsa de Valores. Através dele você pode comprar e vender ações, e acompanhar as cotações e rentabilidade ao longo do tempo.

Cada corretora tem o seu próprio Home Broker que você pode acessar e enviar uma ordem do conforto da sua casa ou de qualquer lugar que você estiver.

Saiba mais sobre O que é Home Broker e como usar clicando aqui.


Quais os custos de investir em ações?

Basicamente, existem 2 custos para investir em ações cobrados pela corretora. São a corretagem e a taxa de custódia.

Esses custos variam bastante de corretora para corretora e podem fazer toda a diferença nos lucros dos seus investimentos.

Taxa de corretagem

É a taxa cobrada pela corretora cada vez que você emite uma ordem de compra ou venda de ações.

Esse valor pode ser fixo ou uma porcentagem do valor da operação que você fizer. O que pode ser mais ou menos vantajoso dependendo do valor que você comprar ou vender.

A taxa de corretagem varia bastante dependendo da corretora e fica em torno de R$ 0 a R$ 20 por transação.

Taxa de custódia

A taxa de custódia é como se fosse uma mensalidade para “guardar” suas ações que pode variar entre R$ 0 a 40.

Algumas corretoras não cobram esse valor, o que pode representar uma economia a mais. Porém, a isenção da taxa de custódia não deve ser o principal motivo para a escolha da corretora.

 

Agora que você já conhece os primeiros passos para investir, é hora de agir.

Elabore sua estratégia, avalie as ações e trace seu caminho rumo à Liberdade Financeira.

Qual o melhor investimento para este ano?

Qual o melhor investimento para 2019? Passado o carnaval, o ano está só no começo, mas já vem sendo marcado por sucessivos recordes na bolsa brasileira e pela manutenção da taxa de juros baixa.

Essas mudanças na economia e no mercado externo ditam os melhores investimentos para se alcançar a independência financeira.

Nesse novo cenário, os investidores que estão acostumados a ficar apenas em opções de renda fixa e de curto prazo, terão que achar alternativas se quiserem ganhar dinheiro em 2019.

A expectativa é de que a taxa de juros continue baixa. Dessa forma, as aplicações de renda fixa tendem a perder rendimento. Isso acontece, uma vez que a renda fixa costuma acompanhar a SELIC e o CDI.

Sendo assim, os especialistas veem este, o melhor momento para investir em ações.

Claro que os melhores investimentos variam de acordo com o perfil do investidor. Assim, para quem é mais conservador, apesar da taxa de juros baixa, ainda há produtos na renda fixa que são uma opção (veremos mais adiante).

Agora, para quem quer diversificar seus investimentos, este é o momento para investir em renda variável.

Fuja: Poupança

Tão importante quanto saber quais os melhores investimentos, é saber aqueles que você deve evitar.

Apesar de ser a queridinha dos brasileiros, a poupança há muito tempo deixou de ser uma boa opção de investimento.

Com a queda dos juros básicos da economia e a manutenção da taxa Selic na sua mínima histórica de 6,5% ao ano, a caderneta de poupança passou a render ainda menos.

A rentabilidade da poupança depende da Selic. Sendo assim, dependendo do momento econômico do país, sua rentabilidade pode até ser menor que a inflação!

Com a taxa Selic atual, a remuneração da poupança está em torno de 4,55% ao ano, mais Taxa Referencial (TR).

Para você entender, quando a Selic está abaixo ou igual a 8,5% ao ano, correção anual das cadernetas fica limitada a 70% da Selic mais a TR.

Quando a Selic for superior a 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança é fixa: 0,5% ao mês mais a TR.

Ou seja, a poupança nem deve ser considerada uma opção para você investir em 2019.

Fique atento: Tesouro Direto

Com o baixo desempenho da poupança, o Tesouro Direto vem caindo no gosto dos investidores mais conservadores.

Considerado um investimento de renda fixa, ao investir no Tesouro Direto, você está emprestando seu dinheiro para o Governo e recebendo juros em troca.

O Tesouro Direto oferece diversos tipos de títulos, seja de curto ou longo prazo, títulos pós e prefixados. Assim, você tem a opção de escolher aqueles voltados para a situação atual da economia.

E é por isso que se deve ficar atento ao Tesouro Direto. Existem títulos que se caracterizam como melhores ou piores de acordo com a baixa ou alta taxa de juros, por exemplo.

O chamado Tesouro Selic, antigo LFT, é um título pós-fixado atrelado à taxa de juros básica da economia, a Selic.

Dessa forma, o Tesouro Selic se torna o melhor investimento quando a taxa de juros está alta.

Atualmente, com a Selic baixa e sem perspectivas de aumentar, o Tesouro Selic não é um considerado um bom investimento.

Porém, ainda existem boas opções de renda fixa. O segredo é sair dos produtos atrelados ao CDI, que acompanha a taxa de juros Selic e investir em produtos prefixados.

Devido à manutenção da taxa Selic em patamares baixos, os títulos do Tesouro Prefixado, hoje, são as melhores opções de investimentos de títulos do Tesouro Nacional.

Invista: Ações

Com os investimentos de renda fixa perdendo atratividade, as ações começam a ganhar espaço na preferência de muitos investidores.

São diversos os fatores que apontam este ano como o melhor momento de se investir em ações no Brasil.

O desempenho da Bolsa de Valores brasileira está batendo sucessivos recordes e ainda há um bom potencial para as ações brasileiras se valorizarem ainda mais.

A reforma da Previdência, os juros baixos, a agenda de privatizações e os investimentos estrangeiros prometem abrir o mercado e elevar ainda mais a Bolsa.

Se você for ver, historicamente, as ações, principalmente em longo prazo, possuem um rendimento muito melhor do que os investimentos de Renda Fixa.

Não fique de fora do novo milagre brasileiro e faça parte da nova geração de milionários com o melhor investimento para esse ano: as ações.