Conheça a WEGE3, a melhor empresa da bolsa

melhor empresa da bolsa wege3

Olá, investidor!

Pergunte a qualquer investidor quais são as 3 melhores ações da bolsa, uma delas será WEGE3.

Existe uma unanimidade sobre a alta qualidade da empresa.

É indiscutível sua consistência nos resultados, basta dar uma espiadinha nos seus indicadores:

principais indicadores wege3

Gera valor aos controladores, praticamente não tem endividamento, altamente líquida, cresce mais de 12 por cento ao ano e além de tudo possui uma espetacular geração de caixa.

Uma Deusa da bolsa!

Mas, por ser tão obviamente boa, a assimetria entre preço e valor acaba sendo baixa, em alguns casos, nem existe.

Portanto ela é um case maravilhoso para o canal Ações Para Vida, mas fora dos padrões do canal Joias da Bolsa.

No Joias acompanhamos de longe sua beleza, no Ações Para Vida acompanhamos de perto.

Mas quem é a Weg afinal?

A Weg foi fundada em 1961, possui suas atividades focadas nas áreas de comando e proteção, variação de velocidade, otimização de processos industriais, geração e distribuição de energia e tintas e vernizes industriais.

No Brasil, a Companhia tem sua sede e outras unidades industriais em Jaraguá do Sul, Santa Catarina.

O restante das fábricas se encontra distribuída em Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Amazonas e Espírito Santo.

Já no exterior, a Weg mantém unidades fabris em 8 países, além de instalações de distribuição e comercialização em outros 17 países.

Fabricando de início motores elétricos, a Weg começou a expandir suas operações a partir dos anos 80, com a fabricação de:

  • Componentes eletroeletrônicos;
  • Produtos para automação industrial;
  • Transformadores de força e distribuição;
  • Tintas líquidas e em pó;
  • Vernizes eletro-isolantes.

Atualmente a empresa está se posicionando não somente como produtora de motores, mas como fornecedor de sistemas elétricos industriais completos. O que mais faz brilhar os olhos é sua consistência nos resultados:

receita liquida wege3

A empresa cresce suas receitas quase que linearmente.

Outro ponto interessante e muito importante é a evolução do seu patrimônio líquido:

patrimonio liquido wege3

Uma empresa que investe nela mesma, transmite segurança e alinhamento por parte dos administradores.

O ROE histórico da Weg se mantém entre 15 e 20 ao longo dos anos, isso significa que ela cresce sem perder a rentabilidade do negócio, o que na maioria das vez é inversamente proporcional.

Se a Weg cresce gerando cada vez mais valor no longo prazo, por óbvio é uma grande geradora de lucros e se gera lucro, seu preço irá acompanhar. Veja:

preco vs lpa wege3

A linha azul é o preço e a laranja é o lucro, veja como evoluem juntas no tempo.

E você?

Possui a Deusa Weg em sua carteira?

Ou você se junta ao canal ações para vida para ter ela junto com uma séria de outras empresas high qualitiy ou você pode aprender a garimpar por conta própria as melhores empresas da bolsa.

Vai de cada um.

O importante é investir bem sempre.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Investidor cobaia: em meses montarei uma carteira para os próximos 18 anos

Investidor Cobaia

Olá, investidor!

Tenho 6 meses para montar a carteira de ações mais importante da minha vida.

Deve estar se perguntando o motivo.

Imaginando, inclusive, que trata-se de uma previsão sobre o fim da crise.

Na verdade o motivo é outro…

Em janeiro deste ano, recebi uma das melhores notícias da minha vida.

Eram 5h da manhã de uma segunda-feira quando minha esposa adentra o quarto em pânico.

Pulei da cama com os olhos arregalados e percebi que ela segurava em mãos algo semelhante a um termômetro.

Pensei por alguns segundos: Meus Deus! O termômetro deve ter derretido de tanta febre, somente isso justificaria tal desespero.

Nossos olhares se cruzaram.

Percebi que ela estava chorando e lá no fundo escutei ela sussurrar: “Você será Papai!”.

Neste momento, o desespero foi transferido para mim…

Respirei fundo e percebi que aquele seria um dos melhores momentos da minha vida.

Agora tenho um desafio maravilhoso: construir uma carteiro de ações do meu filho(a), não sabemos ainda se é menino ou menina.

Para efeitos práticos, chamarei o bebê de Voglininho.

Já pensou o que uma carteira bem construída pode gerar em 18 anos?

É bem provável que o Voglininho já chegue aos 18 anos, com sua liberdade financeira alcançada.

Fico muito feliz em ter condições para proporcionar isso para um membro da minha família.

E as crises irão atrapalhar?

Como já mencionei em outros momentos, essa não foi a primeira crise e nem será a última. O mundo superou todas as anteriores.

Nos próximos 18 anos, muitas outras crises irão acontecer e está tudo bem.

O longo prazo me permite navegar por elas de forma saudável.

Para o pequeno Voglininho, já separei 3 ações que inclusive estão no canal Ações para Vida.

São elas: ITSA4, WEGE3 e LREN3.

Uma holding composta por 95% do melhor banco do país, uma indústria gigantesca que não para de inovar e a melhor empresa do segmento de varejo.

Essas compras são de olhos fechados…

As próximas as ações da carteira, será um mix entre os dois canais, Ações para Vida e Joias da Bolsa, afinal, com o prazo de 18 anos, vale a pena correr um pouco mais de risco.

Mais valioso do que a carteira de ações que deixarei para o Voglininho, será o conhecimento de uma vida no mercado financeiro, que eu irei transferir para ele.

Esse será meu maior legado!

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

MTSA4 ou uma caixa de sapatos

desconto na bolsa

Olá, investidor!

Tenho uma caixa de sapato que está sendo negociada no mercado a 8 reais.

Dentro da caixa existem 15 reais guardados.

Quer comprar minha caixa de sapato?

Acredito que a sua resposta seja um sonoro SIM.

Parabéns, você estaria fazendo um excelente negócio.

Você sabia que esse mesmo tipo de oportunidade é possível encontrar na bolsa de valores?

São situações pontuais.

Em determinado momento do mercado uma empresa pode estar sendo negociada em bolsa, com um valor de mercado inferior ao seu caixa líquido.

Em tese, mesmo que a empresa não esteja demonstrando resultados sólidos, como estaríamos pagando menos do que a empresa possui em caixa, estaríamos nos apropriando de uma excelente margem de segurança.

Embora, isso não garanta que a empresa possua qualidade em seu fundamentos, não podemos negar que essa distorção chame a atenção.

A título de curiosidade, separei uma empresa que possui essa característica.

Só faço uma observação: assim como a caixa de sapato pode ser de péssima qualidade e os 15 reais guardados no seu interior, podem não justificar a compra.

Não é coerente considerar apenas a variável que estamos avaliando para tomada de decisão.

Não é uma recomendação de compra.

A Metisa Metalúrgica Timboense S.A (MTSA4) é uma empresa que atua na fabricação e comercialização de ferramentas agrícolas.

Conforme sua última apresentação de resultados, ela possui:

metisa mtsa4 ativo circulante vs passivo circulante

Em Ativo Circulante estão os ativos mais líquidos, como caixa, valores a receber de clientes, estoques, etc.

Já em passivo circulante, estão as necessidades de “desembolso” de curto prazo da empresa.

Subtraindo Ativo Circulante do Passivo Circulante, nós temos o caixa líquido da empresa, que pode ser positivo ou negativo.

No caso da Metisa, nós temos um resultado de aproximadamente 162 milhões positivo. Definitivamente a empresa possui um caixa saudável.

Mas o que chama a atenção é que a empresa possui um valor de mercado (total de ações x cotação) de aproximadamente 155 milhões.

Isso significa que ela está sendo negociada no mercado a um valor inferior que ela possui em caixa.

Um desconto de aproximadamente 7 milhões.

O Deep Value Investing, estratégia que Warren Buffett utilizou muito no início de sua carreira como investidor, busca justamente situações como da Metisa.

O famoso “comprar 1 real pagando 50 centavos”.

É claro que devemos considerar outros fatores para decidir comprar ou não uma ação.

Mas não podemos negar que chama muito a atenção quando existe mais dinheiro em caixa do que o próprio valor de negociação da empresa.

Será que Metisa seria mais uma integrante da carteira do Canal Joias da Bolsa?

Talvez, estou de olhos abertos!

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

O técnico do seu time é competente?

empresas com bons ceos

Olá, investidor!

O que você pretende fazer nesse período chato do ano que temos entre o Carnaval e o Ano Novo?

Posso dar uma sugestão para esses próximos 10 meses?

Errou se pensou que iria sugerir compras de ações.

Afinal, tenho CERTEZA que você já investe em ações, então isso já foi superado.

Minha sugestão: conheça melhor as empresas que você está investindo.

Adoraria que você fizesse uma visita presencial a cada empresa da sua carteira, mas sei que isso pode ser impossível por questões logísticas e até financeiras.

Conheço muitos investidores que conhecem as empresas que investem, apenas através dos números, dos indicadores fundamentalistas.

É claro que isso é muito importante, mas não é tudo.

Deixe-me fazer um teste com você.

Você sabe o nome de todos os CEOs das empresas que você investe?

​A pergunta é simples, mas a resposta não é trivial.

Não fique preocupado, como falei acima, muitos investem enxergando apenas os números.

Mesmo sem saber quem é o CEO da empresa que você está investindo, tens que saber que a influência dele no sucesso ou fracasso da empresa é enorme.

Imagine que você vai analisar times de futebol do Brasil.

Para encontrar os melhores, você vai verificar quantas partidas cada time ganhou, bem como quantos gols foram feitos.

Com esses números em mãos, você consegue encontrar times que se destacam.

Por trás dos resultados, existe um conjunto de jogadores geridos por um técnico.

O técnico é responsável pela estratégia do time, que mesmo com os melhores jogadores em campo, perderá se a estratégia for ruim.

Assim como acontece com bons times de futebol, onde boa parte do sucesso é determinado pela capacidade do técnico montar o time, com as empresas não é diferente.

Você nunca vai me ver comprando uma ação sem saber a origem e experiência do CEO da empresa.

O CEO da empresa pode ser a razão do sucesso ou fracasso do negócio.

Ele determina o foco da empresa, o nível de satisfação das pessoas que trabalham nela e, em última instância, o quanto rentável é o negócio.

Um pré-requisito quando vou comprar uma ação é que o CEO tenha perfil de líder e com metas audaciosas.

Jim Collins, autor e pesquisador na área de administração de empresas, explica que um líder é alguém que canaliza as necessidades do seu ego para longe de si mesmo, em uma meta maior de construir uma ótima empresa, constrói grandeza duradoura por meio de uma mistura paradoxal de humildade pessoal e determinação profissional.

Soma-se a boa experiência e expertise do CEO, estaremos seguros com a gestão da empresa.

Os CEOs das empresas que você investe possuem esse perfil?

Não sabe não é mesmo?

Não se sinta mal, mas seria importante você saber.

Conhecendo o CEO, cada novos aportes nas ações seriam cada vez mais seguros e confortáveis.

Afinal, se o time possui uma técnico excepcional, podemos esperar apenas resultados excepcionais.

O time de executivos da carteira Ações para Vida e da carteira Joias da Bolsa​ são de primeira linha.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Múltiplos x Lucros: o jogo mudou

mudanca de jogo

Olá, investidor!

De janeiro de 2016 até fevereiro de 2020 a bolsa subiu mais de 200 por cento, uma multiplicação de mais de 3x.

Isso parece bastante.

E é bastante, de fato.

Mas na minha opinião, a bolsa vai seguir subindo.

Com um porém.

Apesar da bolsa seguir subindo, o motivo pela qual ela deve seguir subindo não é o mesmo que trouxe ela até aqui.

Veja bem…

Em janeiro de 2016 o clima era ruim: Brasil afundado em uma crise, juros a 14 por cento, problemas políticos e fiscais eram os focos das manchetes, desemprego, PIB caindo, perda de grau de investimento… você deve lembrar.

Ninguém queria saber de bolsa.

Reinava o discurso de que “o importante é ter saúde”.

No entanto, as empresas listadas ficaram esquecidas, baratas demais para ser verdade.

Empresas maravilhosas negociavam a múltiplos (Preço/Lucro, Preço/Valor Patrimonial, EV/EBITDA, Dividend Yield) muito baixos, extremamente comprimidos.

Vimos destaque como a nossa querida Itaúsa (ITSA4) negociando e 7x lucros (hoje negocia a 12x).

A maré estava muito baixa e tudo estava assustadoramente barato.

Tivemos processo de impeachment, PEC do teto de gastos, Reforma Trabalhista e demos início a um processo de queda na Taxa Selic.

Conforme a confiança dos investidores foi aumentando, os juros foram baixando e os múltiplos das empresas listadas foram se expandindo.

Pegue o exemplo do Preço/Lucro: se o lucro se mantém estável e o preço sobe, esse múltiplo se expande.

Com a queda dos juros, tudo que estava na bolsa acabou subindo através do processo de expansão de múltiplos.

Nesse cenário, até coisa ruim sobe. Faz parte do jogo.

Era um cenário onde a maré subiu e todos acabam subindo junto.

Foi, basicamente, isso que vimos de 2016 para cá.

A parte fácil de alta da bolsa acabou.

O jogo mudou: a maré não possui mais muito espaço para subir.

Mas o que esperar a partir de agora?

Agora deveremos ver um processo de alta com os múltiplos constantes.

Como assim?

Vamos pegar novamente o exemplo do Preço/Lucro: se o preço de uma ação está estável e o lucro aumenta, o múltiplo se comprime.

Mas quando isso ocorre, o mercado corrige o preço da ação para cima para manter a ação do múltiplo anterior, seguindo a máxima de que, no longo prazo, os preços seguem os lucros.

Decorre disso que se a partir de agora os múltiplos já estão bem perto de um limite saudável, somente as empresas que daqui para frente entregarem lucros crescentes vão ter um futuro bem-sucedido.

Agora, mais do que nunca, é preciso ser muito diligente na hora de selecionar as empresas que investimentos.

A boa notícia é que hoje temos um cenário muito mais favorável ao aumento de lucros das empresas.

Os fundamentos das empresas devem melhorar com a economia também melhorando.

Não vai ser mais tão fácil acertar as ações que vão subir, mas os acertos devem também ser cada vez melhor recompensados.

Somente alguns barquinhos vão se destacar nessa maré que já não irá mais subir tanto.

Os melhores barquinhos para a época de maré alta você encontra na carteira de Ações Joias da Bolsa​.

Lá somos felizes focando em fundamentos.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Duas novas indicações para a carteira Joias da Bolsa

duas novas indicações para joias da bolsa

Olá, investidor!

Talvez você já tenha ouvido falar da carteira de ações do canal Joias da Bolsa.

Bom, caso ainda não conheça, irei fazer uma breve apresentação.

Na carteira do canal Joias da Bolsa eu replico, sem restrições, minhas mais criativas e eficientes teses de investimentos.

Não foi por acaso que a carteira apresentou excelente resultado, até o dia 14 de fevereiro:

Careira Joias da bolsa vs Ibov

Em 2019 a carteira rendeu mais do que o dobro do Índice Bovespa (IBOV), assim como nos períodos que seguiram.

Qual o segredo para obter esse resultado?

Bom, posso resumir em 2 princípios:

  1. Não invisto em empresas com poucos fundamentos e elevados riscos, por exemplo: OIBR3, DMMO3, RCSL4 e VIVR3. Nada justifica especular o seu patrimônio em empresas de péssimos resultados.
  2. Não admito ser sócio de empresas que não geram resultados. Comprar ações de empresas que estão sendo negociadas com desconto, isto é, quando o preço de negociação da ação é barato demais perto do que aquela empresa pode entregar.

Esses dois princípios são a essência da carteira.

Mas o grande segredo é o que eu chamo de “análise criativa”.

Através dela busco enxergar as oportunidades que poucos conseguem!

E por que a criatividade é tão importante?

Entenda…

Atualmente os dados estão amplamente mais acessíveis às pessoas, a diferença para o sucesso de uma análise é a criatividade que o indivíduo analisa as informações.

O cérebro é um sistema que se utiliza de padrões, e só por isso conseguimos acordar, trabalhar, dormir, cumprir com nossas obrigações.

A criatividade ajuda a enxergar todo “ecossistema”, servindo como uma fuga desse condicionamento.

Você já deve ter ouvido falar da corrida do ouro que aconteceu na Califórnia em 1840.

Nessa competição por ouro, mais de 300 mil pessoas buscaram enriquecer através da mineração.

No entanto, apenas uma pequena parcela de pessoas obtiveram sucesso. Dentre esses vitoriosos, nenhum deles eram mineradores.

Os grandes resultados foram obtidos pelos comerciantes que vendiam pás e picaretas.

Será que como investidor, você teria enxergado que o grande potencial de lucros na corrida do ouro, era na verdade, oriundas da venda dos equipamentos e não através da mineração?

A capacidade de enxergar esse tipo de oportunidade é o que considero como análise criativa.

A análise criativa foi um dos principais motivos para carteira performar como apresentado abaixo:

Grafico Carteira Joias da Bolsa vs Ibov

Neste momento estou analisando duas possíveis novas ações para a carteira.

Uma delas é a CVCB3, inclusive fiz uma live analisando a ação.

Trata-se de uma boa empresa que a cada novo dia negocia a múltiplos mais descontados, na prática isso significa que ela está ficando cada vez mais barata.

A CVC ainda não faz parte da carteira, mas é uma forte candidata. Permaneço analisando.

A outra empresa é a que considero “comerciante de pás e picaretas”, pois fornece sistemas para grandes instituições financeiras do país. Estou realmente de olho!

Os assinantes do canal serão avisados sobre estes próximos movimentos antes de todo mundo.

Entender essa analogia é fundamental para ter sucesso no mercado de ações.

É isso que buscamos no Canal Joias da Bolsa.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

CARD3 subiu muito: comprar mais ou vender?

CARD3 subiu muito: comprar mais ou vender

Olá, investidor!

Você já foi obrigado a se desfazer de algo que gostava muito?

Um carro, uma casa ou até um videogame…

Se sim, então você sabe o que eu senti na semana passada.

Fiz a venda de uma das minhas ações preferidas do Canal Joias da Bolsa.

Você deve estar se perguntando: “Por que vendeu se era preferida?”

Bom, o motivo é muito simples, todas minhas decisões são racionais e não emocionais.

A empresa mencionada é a Cardsystem (CARD3).

Ela entrou na carteira do Canal Joias da Bolsa​ em 30 de setembro de 2019 e permaneceu por pouco tempo.

A saída ocorreu no dia 17 de janeiro de 2020. Parceria muito boa. Foi um amor intenso mas que durou pouco.

Além da saudade, ela deixou um rentabilidade de 98 por cento no período.

Saiba que a Cardsystem não se tornou uma empresa de fundamentos e projeções ruins.

Pelo contrário: vejo melhoras em diversos aspectos da gestão.

Mas qual o motivo que me levou a vender a ação?

Entenda…

A estratégia de investimentos que utilizo é o Value Investing. Passo o dia lembrando do velhinho Buffett.

O principal objetivo da estratégia envolve comprar ações de empresas com fundamentos adequados e que estejam sendo negociadas com desconto de preços e vender quando ficarem caras.

A vantagem de buscar preços vantajosos é ter uma maior margem de segurança caso algo dê errado na empresa.

A CARD3 apresentava um bom desconto no momento da compra: pagamos por ela 6,39 reais.

Existia uma assimetria entre preço e valor justo naquele momento.

Hoje a ação negociada acima de 12 reais.

Não enxergo mais a assimetria inicial e nem a margem de segurança que considero válida para manter a posição.

Se a empresa crescer 15 por cento ao ano nos próximos 5 anos, que é um excelente crescimento, ela estaria cara, conforme o GI Line nos informa​.

Veja:

GI Line CARD3

Estamos falando de renda variável.

Precisamos de um retorno mais atrativo frente ao risco que se compra ao investir em uma ação.

Veja bem, não estou afirmando que o preço não irá mais subir, afinal, não tenho bola de cristal.

Mas, a partir desse preço, o investimento se torna mais arriscado, dada a redução da margem de segurança.

Saiba que preços elevados em decorrência do excesso de expectativa dificilmente se sustentam, pois os fundamentos, na maioria das vezes, não conseguem acompanhar a euforia que o mercado deposita em um ativo.

“Mas e será mesmo que não vai continuar subindo?”

Até pode e temos que aprender a conviver com essa “dor de corno”.

Como já falei, invisto usando o racional, desconecto o emocional e jamais me baseio em “achismo”.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.