Raio-X do mercado: de IRBR3 a MRFG3

raio x irbr3 mrfg3

Olá, investidor!

Estamos acompanhando um ano de quedas significativas no mercado de ações e que acaba deixando algumas oportunidades mais escancaradas.

Essas foram as 5 ações que mais caíram em 2020:

5 acoes que mais cairam

Minha estratégia de investimentos é o Value Investing.

Sou um caçador de assimetrias, busco empresas negociadas abaixo do valor intrínseco. Procuro Porsches a preços de Corsa.

É inegável que para uma empresa ficar barata, ela deve pontualmente apresentar queda de preços ou acelerar sua criação de valor, sem que o mercado perceba, mas essa última hipótese não é comum.

Só fique atento que nem toda queda de ação é oportunidade. É comum vermos significativos processos de destruição de valor nas empresas.

Uma empresa pode parecer barata, mas é uma value trap.

Essa lista de ações pode ser bem perigosa, embora muitos avaliam como grandes oportunidades.

Não avalie só preço, avalie o negócio e compreenda a causa da queda. E o contrário, como fica?

Essas foram as ações que mais subiram em 2020:

5 acoes que mais subiram

O raciocínio contrário também é válido…

Será que quando o preço de uma ação sobe demais, ela se torna cara?

Depende.

Se a empresa tem poder de gerar muito valor no longo prazo, a expectativa sobre ela no presente, pode não refletir todo o potencial.

Imagine que empresa vale 10 milhões (valor intrínseco) e o preço de cada ação em bolsa seja 3 reais, além disso ela possui 1 milhão de ações.

Logo seu valor de mercado seria de 3 milhões (preço x quantidade de ações).

O que acontece se o seu preço subir 100 por cento?

Ela se torna uma ação cara?

Não.

Mesmo com uma alta de 100 por cento, o preço da ação será negociado a 6 reais.

Desta forma, a empresa atingirá um valor de mercado de 6 bilhões, abaixo do seu valor intrínseco.

Na prática, vai continuar barata!

O que quero deixar claro é:

Nem toda queda tornará a ação barata, da mesma forma, nem toda alta irá tornar a ação cara.

Fuja do senso comum!

Análise o valor da empresa e não o preço. Ou melhor: analise o valor, e veja o preço para saber se é um bom negócio investir nessa ação.

Fazendo uma varredura geral pela bolsa, há muita coisa barata, há muita armadilha e há também umas 20 e poucas ações que ficaram ridículas de baratas.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

CHUT3 ou DADO4: qual é a melhor?

apostador

Olá, investidor!

Tenho certeza que em diversos momentos, você já ouviu ou leu notícias alegando que o cenário econômico do Brasil e do mundo está desfavorável ou favorável para investimentos, por qualquer motivo contextual.

Uns acham que está barato, outros acham que está muito arriscado. Nada de novo sob o sol.

Em setembro de 2008 falia o banco de investimentos Lehmann Brothers, que na época era o quarto maior banco dos Estados Unidos.

Naquele momento se iniciou a mais grave crise econômica desde o Crash de 1929.

A economia mundial se retraiu no período.

Como você imagina que eram as notícias da época?

A impressão é que estávamos martelando o último prego do caixão para enterrar a economia mundial de vez.

O pessimismo tomou conta e quando abríamos um jornal, praticamente escorria sangue.

Houve em 1980 outra grave crise relativa à dívida dos países da América Latina.

A conversa entre investidores na época era em tom de pessimismo e trágico, de poucas perspectivas.

O interessante é que antes dessa crise, notícias e conversas entre investidores eram de absoluto otimismo.

Afinal, o PIB do Brasil em anos anteriores havia dobrado.

Você consegue perceber que, em geral, grupos de pessoas, governos, mídias acabam perpetuando as situações ruins nas suas cabeças, de forma que isso se reflete nos preços dos ativos.

Toda a previsão dos cenários esperados, descrevem apenas o momento atual.

O futuro está totalmente desconectado com aquilo.

Historicamente é isso que ocorre: as coisas só se tornam óbvias quando olhadas em retrospectiva.

Quando o mercado estava próximo do 120 mil pontos, só recebíamos projeções e notícias de prosperidade, muito embora, eram apenas projeções e não o que de fato viria a acontecer.

Sempre é assim!

O que devemos fazer para ganhar dinheiro com investimentos, se na maioria das vezes, todas as projeções são baseadas apenas na situação presente?

Bom, qualquer megainvestidor cabeça branca da bolsa de valores sabe lidar com esse fato, então vamos nos inspirar neles.

Sabe para onde ele direciona sua atenção?

Simplesmente para a empresa!

Analisar e avaliar a capacidade da empresa é possível e realista, prever cenários econômicos é quase uma utopia.

Os grandes investidores não estão preocupados em tentar adivinhar o PIB para daqui a 5 anos, ou mesmo para o próximo ano.

Eles não sabem se o dólar irá para 7 reais ou 7 centavos…

Por outro lado, ele está analisando a capacidade de uma empresa em gerar caixa, se ela tem capacidade de seguir em cenários desafiadores.

Caso cenários os desafiadores não ocorram, melhor ainda.

Mas saiba que em algum momento eles irão acontecer…só não perca tempo tentando adivinhar quando.

É isso que os grandes investidores fazem.

Analisando aspectos ligados aos fundamentos das empresa, bem como questões qualitativas.

Mas, existe sim, um ponto de maior importância que preciso de te dizer…

Se você comprar o “ingresso” de participação em uma boa empresa em um momento presente favorável, pagará muito caro, pois todos estão vivendo uma “previsão” de prosperidade.

Por outro lado, se comprar o “ingresso” em meio a turbulências, pagará um maravilhoso desconto.

Comprar na baixa é parece contra-intuitivo, mas racionalmente é o correto.

Comprar na alta gera conforto, mas racionalmente se sabe que é muito mais arriscado.

Veja este gráfico:

Grafico longo prazo

Em que momento desfavorável, foram feitas diversas previsões para os próximos anos, mas o que acabou por se desenvolver foi muito mais favorável nas maioria das vezes.

Não tente prever cenários. Ao invés disso, identifique quanto vale uma determinada empresa.

Você estará trocando um chute por um dado.

Acredito que faça mais sentido se basear em dados ao invés chute, suas chances de erros são menores.

Forte abraço!

Eduardo Voglino atua no mercado financeiro desde 2007 e já assessorou diretamente centenas de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta de buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

ROMI3: comprar ou vender?

Comprar Romi3

Olá, investidor!

Antes da análise um convite rápido: o pessoal da Ável Investimentos (credenciados da Xp) está bolando um Plano Emergencial de investimentos e na sexta-feira às 19h30 irá mostrar como você pode montar e diversificar uma carteira de 100 mil reais de fora estratégica, se preparando para todos os cernários possíveis.

Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados aqui. 

Vamos a Romi.

O lucro de ROMI3 caiu mais de 52 por cento em comparação ao 1º trimestre de 2019.

Meu Deus!

E agora?

Quem tem vende e quem não tem não compra? Calma, meu amigo investidor…

Números sem interpretações não dizem nada.

Primeiro vou te apresentar a empresa.

A Romi foi constituída em 1930, atualmente é líder nacional nos mercados de máquinas-ferramenta e máquinas para processamento de plásticos e importante produtora de fundidos e usinados.

A companhia exporta seus produtos desde 1944, contando com uma rede de distribuidores sediados em todos os continentes.

Sua capacidade instalada de produção de máquinas industriais é de aproximadamente 2.900 máquinas por ano, e a de fundidos é de aproximadamente 50.000 toneladas por ano.
A companhia atende os mais variados setores da indústria, tais quais:

  • Aeronáutica
  • Defesa 
  • Fabricantes
  • Fornecedoras da cadeia automobilística
  • Bens de consumo em geral
  • Máquinas e implementos agrícolas
  • Máquinas e equipamentos industriais

Dito isso, vamos aos resultados: Em decorrência da pandemia, a Romi afirmou que já começou a sentir os impactos da crise em suas operações.

Suas unidades localizadas na Europa já apresentaram queda em seus negócios desde fevereiro, bem como as entregas de equipamentos já vendidos e produzidos.

Porém, os impactos causados pela crise não foram relevantes, visto que a Romi conseguiu realizar suas entregas em dia para os seus clientes no trimestre.

Como medida para amenizar os impactos do coronavírus, a companhia revisou os volumes de produção, reduzindo a compra de matérias-primas, além de propor aos seus clientes uma redução viável nos preços.

A empresa também optou por reforçar sua liquidez, contratando 88,0 milhões de reais em linhas de financiamento.

Em relação à sua posição financeira líquida, a empresa estima-se que seja equivalente a oito meses de custos fixos.

No 1t20, a receita consolidada da Romi originada no Brasil, representou 64 por cento da receita total da companhia.

Por outro lado, a receita obtida no mercado externo atingiu 60,2 milhões no 1t20, apresentando crescimento de 48,8 por cento na comparação com o 1t19.

Veja alguns destaques de negócios do trimestre:

1)  Máquinas Romi
A receita líquida da unidade de negócio Máquinas Romi atingiu 82,5 milhões de reais no 1t20, apresentando crescimento de 19,7 por cento na comparação com o 1t19.

Em seu balanço, a companhia relatou que a menor participação dos Estados Unidos se deve ao incremento de vendas na Europa.

O melhor desempenho no período desta unidade é consequência das maiores margens da exportação, sendo impactado positivamente pela desvalorização do real, e pelas maiores vendas no mercado doméstico.

O volume de entrada de pedidos desta unidade observado no 1T20, apresentou crescimento de 21,8 por cento na comparação com o 1T19.

A companhia ressaltou que a melhor no nível de confiança contribuiu para o crescimento no período.

2)  Máquinas Burkhardt+Weber
O faturamento da subsidiária alemã Burkhardt+Weber atingiu 36,7 milhões de reais no 1t20, representando volume 107,2 por cento maior que o registrado no 1t19.

A entrada de pedidos da subsidiária no trimestre apresentou redução de 37,3 por cento na comparação com o 1t19, em decorrência dos impactos da pandemia de coronavírus.

3)  Fundidos e Usinados
A receita líquida da unidade Fundidos e Usinados atingiu 46,7 milhões de reais no 1t20, apresentando crescimento de 36,9 por cento quando comparado ao 1t19.

O melhor desempenho no trimestre é consequência do maior volume de faturamento, visto que grande parte dos projetos foram beneficiados em melhoria de produtividade e da eficiência operacional.

A entrada de pedidos da unidade de Fundidos e Usinados apresentou crescimento de 114,7 por cento na comparação com o 1t19, refletindo a recuperação das peças fundidas de grande porte para o segmento de energia.

A receita líquida de vendas da Romi atingiu 165,9 milhões de reais no 1t20, apresentando alta de 37,4 por cento na comparação com o 1t19.

O Lucro Bruto da Romi atingiu 48,2 milhões reais no 1t20, apresentando crescimento de 83,88 por cento na comparação com o 1t19.

O Ebitda da Romi atingiu 13,2 milhões reais no 1t20, apresentando retração de 79,5 por cento na comparação com o 1t19.

A margem Ebitda da Romi totalizou 8,0 por cento no 1t20, apresentando retração de 45,6 ponto percentual na comparação com o 1t19.

O resultado financeiro da Romi totalizou um lucro de 26 milhões de reais no 1t20, apresentando retração de 104,03 por cento quando comparado ao 1t19.

No 1T20, as despesas operacionais recuaram 236,77 por cento em relação ao 1t19.

A Margem bruta da Romi atingiu 29,1 por cento no 1t20, apresentando retração de 9,6 ponto percentual na comparação com o 1t19.

O lucro líquido da Romi atingiu 40,8 milhões de reais no 1t20, apresentando retração de 53,2 por cento na comparação com o 1t19.

Principais Indicadores Fundamentalistas

Veja abaixo os principais indicadores fundamentalistas da Romi para iniciar a sua análise dos fundamentos da ROMI3.

Como já era esperado, os múltiplos sofreram quedas, criando uma oportunidade interessante de preço.

Por outro lado, a queda de preço foi ocasionado pela redução da expectativa sobre os resultados que se concretizaram neste trimestre.

A companhia tem reforçado seu caixa, tem o equivalente a 8 meses de seus custos fixos, além de adotar medidas para conter os impactos da pandemia de coronavírus em suas operações, demonstrando sua eficiência na gestão.

O que deduz que a empresa apresenta forte estrutura para lidar com os impactos da crise, com grande potencial de recuperação.

A situação é bastante óbvia: como todas as empresas, a Romi irá sofrer impactos fortes decorrentes da crise do Coronavírus.

Porém diferentemente de muitas outras empresas, ela está preparada para os desafios.

O GI Score e o Gi Line não me deixam mentir:

Vou te contar um segredo:  Ela faz parte da carteira do canal Joias da Bolsa

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

VOGL3 ou FAYH4: qual é melhor?

Vogl3 ou Fayh4

Olá, investidor!

Já ouviu falar no indicador Price to Earnings Growth (PEG), ou preço sobre lucro e crescimento?

Esse indicador que me serviu como inspiração para a criação do GI Line, foi muito utilizado por um dos maiores gestores da história mundial: Peter Lynch.

Para você ter uma ideia expertise do Peter Lynch, o seu principal fundo conhecido como Fidelity Magellan Fund gerou um retorno médio de +29,2 por cento ao ano.

Simplesmente incrível, concorda?

Na prática o PEG é uma relação entre o múltiplo P/L (preço/lucro) e crescimento dos lucros por ação (LPA).

Fórmula: (P/L)/Crescimento do lucro por ação. A função dele é determinar se o preço atual está ou não atrativo. Quando menor for o PEG, melhor será a oportunidade.

Você pode se perguntar se o índice P/L já não faz isso…

Sim, ele faz, mas o PEG o faz com maestria por considerar o crescimento.

Entenda…

Quando utilizamos o P/L, interpretamos que quanto “menor” for o índice em comparação aos seus concorrentes, mais barata estará aquela ação.

O PEG refina essa interpretação ao utilizar o crescimento dos lucros.

Afinal, o que adianta um P/L baixo de uma empresa se seus lucros estão caindo, ela até pode estar barata, mas não será um bom negócio, pois ficará cara no futuro.

Ele irá indicar se o preço da ação já reflete a previsão do lucro futuro.

Lembre-se que o preço da ação na maioria das vezes irá refletir uma expectativa e não o valor patrimonial ou “real” da empresa.

Basicamente se o PEG é alto, pode estar sinalizando que o mercado já considera com o otimismo o crescimento dos lucros.

Vamos comparar duas empresas do mesmo setor (cervejaria), vou comparar a minha VOGL3 com a do meu amigo, a FAYH4:

vogli beer vs fayh beer

No primeiro momento, muitos investidores poderiam considerar a Fayh Beer mais atrativa, afinal seu P/L é menor.

Mas quando paramos para analisar sua relação com o crescimento dos lucros, percebemos que a Vogli Beer é muito mais atrativa, pois está com os lucros crescendo mais rápido e seu PEG é, portanto, menor.

Aquela velha frase faz sentido nesse contexto: “Nem tudo que parece, é. Nem tudo que é, parece“.

A expectativa de lucro está diretamente ligada ao preço da ação, mas muitas vezes a expectativa não está óbvia para os investidores, portanto o PEG poderá ser a cereja no bolo para buscar boas oportunidades.

Se Peter Lynch que foi gestor de um dos fundos mais rentáveis do mundo utilizava o PEG em suas análises, quem sou eu para fazer diferente.

Ele é um excelente indicador e pode ajudar muito a análise, se colocado dentro de um contexto adequado.

No canal Joias da Bolsa um dos indicadores que utilizo, entre diversos outros, é o PEG.

Os assinantes têm colhido bons frutos com ele.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Conheça a WEGE3, a melhor empresa da bolsa

melhor empresa da bolsa wege3

Olá, investidor!

Pergunte a qualquer investidor quais são as 3 melhores ações da bolsa, uma delas será WEGE3.

Existe uma unanimidade sobre a alta qualidade da empresa.

É indiscutível sua consistência nos resultados, basta dar uma espiadinha nos seus indicadores:

principais indicadores wege3

Gera valor aos controladores, praticamente não tem endividamento, altamente líquida, cresce mais de 12 por cento ao ano e além de tudo possui uma espetacular geração de caixa.

Uma Deusa da bolsa!

Mas, por ser tão obviamente boa, a assimetria entre preço e valor acaba sendo baixa, em alguns casos, nem existe.

Portanto ela é um case maravilhoso para o canal Ações Para Vida, mas fora dos padrões do canal Joias da Bolsa.

No Joias acompanhamos de longe sua beleza, no Ações Para Vida acompanhamos de perto.

Mas quem é a Weg afinal?

A Weg foi fundada em 1961, possui suas atividades focadas nas áreas de comando e proteção, variação de velocidade, otimização de processos industriais, geração e distribuição de energia e tintas e vernizes industriais.

No Brasil, a Companhia tem sua sede e outras unidades industriais em Jaraguá do Sul, Santa Catarina.

O restante das fábricas se encontra distribuída em Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Amazonas e Espírito Santo.

Já no exterior, a Weg mantém unidades fabris em 8 países, além de instalações de distribuição e comercialização em outros 17 países.

Fabricando de início motores elétricos, a Weg começou a expandir suas operações a partir dos anos 80, com a fabricação de:

  • Componentes eletroeletrônicos;
  • Produtos para automação industrial;
  • Transformadores de força e distribuição;
  • Tintas líquidas e em pó;
  • Vernizes eletro-isolantes.

Atualmente a empresa está se posicionando não somente como produtora de motores, mas como fornecedor de sistemas elétricos industriais completos. O que mais faz brilhar os olhos é sua consistência nos resultados:

receita liquida wege3

A empresa cresce suas receitas quase que linearmente.

Outro ponto interessante e muito importante é a evolução do seu patrimônio líquido:

patrimonio liquido wege3

Uma empresa que investe nela mesma, transmite segurança e alinhamento por parte dos administradores.

O ROE histórico da Weg se mantém entre 15 e 20 ao longo dos anos, isso significa que ela cresce sem perder a rentabilidade do negócio, o que na maioria das vez é inversamente proporcional.

Se a Weg cresce gerando cada vez mais valor no longo prazo, por óbvio é uma grande geradora de lucros e se gera lucro, seu preço irá acompanhar. Veja:

preco vs lpa wege3

A linha azul é o preço e a laranja é o lucro, veja como evoluem juntas no tempo.

E você?

Possui a Deusa Weg em sua carteira?

Ou você se junta ao canal ações para vida para ter ela junto com uma séria de outras empresas high qualitiy ou você pode aprender a garimpar por conta própria as melhores empresas da bolsa.

Vai de cada um.

O importante é investir bem sempre.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

Olha no que deu: Samuel comprou muita IRBR3…

compra irbr3

Olá, investidor!

Pontualmente executo algumas consultorias individuais para clientes com o perfil adequado.

Semana passada fiz o atendimento do Samuel (nome fictício), que é um CEO de uma Startup de tecnologia.

O mais interessante destas consultorias, são as situações trazidas pelos clientes.

O Samuel havia comprado muitos lotes de IRBR3 e havia pago mais de 3x o preço que ela está sendo negociada atualmente.

Comprou 5000 ações pagando 31 reais. Um total de 155 mil reais.

Até aí, tudo bem. Afinal, não será toda a ação que nos fará sorrir.

Mas o Samuel havia cometido um erro importante… ele havia concentrado 50 por cento de todos os seus recursos em IRBR3.

Isso é grave!

Veja, os 155 mil reais aportados, com a IRBR3 negociando próximo de 10 reais, viraram cerca de 50 mil reais.

Dói né?

Acontece que ele me questionou se deveria vender a posição e comprar ações de uma empresa com uma segurança mais óbvia.

Bom, aqui temos alguns problemas.

O primeiro refere-se a quanto ele precisará ganhar em valorização para recuperar o capital.

Perceba que quando a ação caiu de 31 reais para 10 reais, isso representou uma queda de aproximadamente 67 por cento.

Por outro lado, para ele recuperar essa queda de 67 por cento, vai precisar que a ação suba mais de 200 por cento.

O desafio é grande.

Será que faria sentido ele trocar a posição para ITSA4, uma empresa obviamente melhor?

Todos devem ter Itaúsa na carteira, afirmo com convicção.

Porém, essa troca não faz muito sentido.

O market share da ITSA4 já é enorme, dificilmente ela irá crescer tanto ao ponto de justificar uma elevação de preços abrupta ou mesmo ao longo do tempo.

O maior erro do Samuel foi a concentração de capital em uma única ação.

No meu entendimento a solução pode ocorrer mediante a duas alternativas.

Primeira, se o Samuel entender que a IRBR3 é de fato um bom negócio, então essa queda é uma grande oportunidade para aumentar a exposição.

Apenas para observar, não tenho IRBR3 em carteira.

Segunda, alocar o capital e outras empresas, preferencialmente Small Caps e que estejam obscenamente baratas.

Ocorre redução de risco através da diversificação, porém sem perder o potencial de valorização, consequentes da características das Small Caps e principalmente por estar comprando a preços de baratos. Está é a minha alternativa favorita!

cada consultoria surge um novo desafio interessante.

Ansioso para o próximo!

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

E a minha small cap VULC3?

acertei em vulc3

Olá, investidor!

Você leva a sério seus investimentos?

Se sim, possivelmente já refletiu sobre as tantas estratégias e abordagens que existem sobre o mercado de ações.

São tantas estratégias por aí que nos sentimos completamente perdidos, concorda?

Isso acaba gerando um giro financeiro sobre diversas ações, derrubando qualquer consistência nos resultados.

Todos sabem da minha admiração por Warren Buffett.

Certa vez Warren Buffett disse:

“Eu poderia melhorar o seu bem-estar financeiro, dando-lhe um bilhete com apenas 20 buracos, representando todos os investimentos que você tem que fazer na vida. E uma vez que você tivesse perfurado todo o cartão, você não poderia fazer mais investimentos em nada.

Com essas regras, você realmente pensará cuidadosamente sobre o que você faz, e você será obrigado a se esforçar sobre em que você realmente tenha investido. 


Então, você fará muito melhor.”

O problema com a maioria dos investidores é que, com demasiada frequência, espalham o dinheiro por aí, enquanto dizem para eles mesmo:

“Tudo bem, vou investir um pouco de dinheiro nesta ação, um pouco nestra outro ação e depois ver o que acontece. 

Pelo menos, uma das ações vai ter subir!”

Saiba que isso não é investir!

Nessa situação você está especulando no mercado de ações na esperança de achar a ação “certa”.

A VULC3 é um buraco no bilhete.

Não comprei com intenção de especular, mas de investir.

Ela continua atendendo aos pré-requisitos?

Vamos ver:

indicadores vulc3

Empresa continua muito líquida, e isso é extremamente importante em um momento como o que estamos vivendo.

dividas vulc3

A empresa possui mais caixa do que dívidas.

E isso vem melhorando cada vez mais ao longo do tempo.

Terminou 2019 com 65 milhões em caixa! Momento bem oportuno.

Se o resultado cair demasiadamente, ela aguenta.

Sua recuperação desde 2017, segue forte, veja o lucro líquido histórico.

lucro liquido vulc3

O fato é que como todas as empresas do varejo, a queda das vendas decorrente da quarentena, irá impactar seus resultados.

Isto não é um problema de gestão ou estratégia, mas sim algo ligado ao mercado em geral.

Além de continuar atendendo os pré-requisitos, ela se tornou mais barata.

Nesse contexto, deveríamos vender ou comprar mais?

Não vou responder, aprendi na vida que o óbvio não se fala.

Além de Vulcabras, o documento lista-9-small-caps-ineditas.pdf aponta para outras small caps em uma situação igualmente confortável para o que nos aguarda.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

O que vem além da ITSA4 e WEGE3?

itsa4 e wege3

Olá, investidor!

Para começar gostaria de avisar que é inadmissível não incluir ITSA4 e WEGE3 em uma carteira de ações que tenha como objetivo investir nas melhores empresas da bolsa.

Não é atoa que as duas estão entre as três primeiras do canal Ações Para Vida.

Agora vai um recado principalmente para quem está começando…

Saiba que uma carteira de investimentos vai além de apenas investir em boas ações.

Sou enfático em sugerir que a sua parcela em ações você não ultrapasse 30 por cento do total do seu portfólio.

O motivo é muito simples e está diretamente ligado ao que está acontecendo em 2020.

Imagine que em fevereiro deste ano você tivesse 100 mil reais e que tivesse investido em ações.

No mês seguinte, você estaria com um saldo dos investimentos em cerca de 53 mil reais se o seu desempenho estivesse na média do mercado.

Mesmo que você saiba que o investimento em ações seja para o longo prazo, o desconforto de uma queda dessas é inevitável.

Nesse momento surge o medo de “perder” mais e consequentemente a chance de tomar decisões erradas.

Por outro lado, se você tivesse o equivalente a 30 por cento do seu portfólio em ações, em março você estaria com aproximadamente 86 mil reais.

Ruim, mas mais confortável, concorda?

A chance de você ser tomado por “pânico” e fazer algo errado, como vender as ações, é muito menor que aconteça.

Até agora tudo certo!

Mas e o restante?

O que você deve fazer com os outros 70 por cento do capital?

Tem uma frase que repito constantemente para quem me acompanha: o mais simples é o que melhor funciona no mercado.

Dito isso, segue o que eu considero saudável e principalmente simples de ser executado para o resto da carteira:

distribuicao de carteira 4x1

Eu chamo essa composição de 4×1, pois nela você:

  1. Cria riqueza através da compra de boas ações.
  2. Preservar sua reserva de emergência e estratégica em ativos de risco soberano.
  3. Protege o capital contra o risco inflacionário, quem passou pela década de 80 sabe do que estou falando.
  4. Durante uma crise existem ativos que se movimentam inversamente (na maioria das vezes), considerados como porto seguro durante grandes turbulências. Além disso reduzem a volatilidade geral da carteira.

Não fiz sugestão de nada sofisticado, são ativos e objetivos simples, porém, funcionais.

Vou te dar mais uma dica muito importante: a cada 6 meses faça rebalanceamento da carteira, isto é,mantenha as proporções de acordo com a proposta inicial, seja fazendo novos aportes, seja eventualmente vendendo ativos que subiram muito ou comprando ativos que caíram muito.

Essa atitude vai obrigar você a vender na alta e comprar na baixa, quase que no automático.

No fundo é o que todos dizem que é o certo, mas poucos conseguem fazer de fato.

Está na dúvida se realmente funciona?

Veja esse gráfico abaixo, a composição é exatamente a descrita na tabela:

carteira 4x1 vs ibov

A linha preta é a evolução da carteira e a vermelha é da nossa Bolsa de Valores (Ibovespa).

Veja que a carteira acompanha a alta do IBOV, por outro lado, a queda é muito menor.

Mesmo com apenas 30 por cento de ações, a carteira performou muito semelhante ao Ibovespa, isso só irá ocorrer se as ações selecionadas, realmente forem de empresas eficientes e de qualidade.

Na queda as empresas boas irão sofrer menos, além disso a proteção da carteira irá gerar uma grande eficiência para desacelerar a queda.

A estratégia 4 x 1 faz você ganhar dinheiro e simultaneamente protege seu patrimônio.

Mas o melhor de tudo é que além de eficiente, ela é muito simples de ser colocada em prática.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

O Sistema 1 fará você comprar OIBR3

comprar oibr3

Olá, investidor!

Nada é mais natural do que identificar nosso pensamento com ideias, imagens, planos e sentimentos.

Se eu pergunto: “Porque você comprou aquele carro?”

Você irá justificar utilizando diversos motivos: “Modelo bonito. Ótimo Preço. Motor potente”.

Ocorre que poderá justificar os pensamentos apenas por meio da introspecção, ou seja, voltando sua atenção exclusivamente para dentro e examinando o que se passa em sua cabeça.

Isso é um problema, pois a introspecção pode captar apenas uma pequena fração dos processos complexos que se desenrolam em sua mente e que estão por trás de suas decisões.

Nosso universo mental se divide em dois sistemas.

Sistema 1 é o reino da percepção automática e das operações cognitivas, como o que você põe em funcionamento neste exato momento ao rolar a página deste e-mail.

Não temos consciência desses processo de gatilho rápido, mas não poderíamos funcionar sem eles, seríamos desligados.

Sistema 2 está diretamente ligado em tudo em que decidimos nos focar.

A ordem dos dois sistemas não é aleatória, O Sistema 1 vem primeiro.

Ele é rápido e está constantemente operando em segundo plano.

Se uma pergunta é feita e você sabe a resposta instantaneamente, é o Sistema 1 respondendo.

O Sistema 2 fica encarregado de interrogar essa pergunta.

Mas esse processo exige tempo e esforço, e é por isso que rotineiramente na maioria das vezes o Sistema 1 é quem decide.

Me responda a pergunta abaixo: “Um bastão e uma bola de beisebol custam juntos 1,10 reais. O bastão custa 1 real a mais do que a bola. Quanto custa a bola?”.

Se você é como praticamente todo mundo que um dia já respondeu essa famosa pergunta, instantaneamente sua resposta foi: “Dez centavos”.

Não pensou cuidadosamente para chegar a resposta, nem sequer fez algum cálculo.

A resposta simplesmente apareceu.

Culpa do Sistema 1, rápido, fácil e impreciso.

A resposta pode parecer, mas não é 10 centavos.

Não vou te dar a resposta, vou deixar o seu Sistema 2 refletir e buscar o racional e lógica do cálculo.

Mas qual a relação disso tudo com o mercado de ações?

Bom, a maioria das decisões tomadas pelos investidores se limita ao Sistema 1.

Afinal, é menos trabalhoso e mais rápido.

A resposta chegada praticamente “pronto”.

Pena que na maioria das vezes a decisão se baseia em respostas erradas.

O Sistema 1 faz com que você enxergue de forma clara que as ações da OIBR3, por exemplo, é uma grande oportunidade, afinal, seu preço caiu muito e estamos falando de uma importante empresa do segmento de telefonia do Brasil.

Mas realmente é isso?

Coloque seu Sistema 2 para trabalhar um pouco, vá mais afundo na avaliação.

Considere todos os riscos e veja se vale realmente a pena.

Se no atual contexto não existem oportunidades melhores.

Usar o Sistema 2 é chato, o 1 é mais divertido.

O seu Sistema 2 vai ajudar você a olhar para oportunidades bem mais óbvias que o mercado está dando no momento.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.

LCAM3, UNIP6, MAPT4: muito risco, muito retorno

Muito risco muito retorno

Olá, investidor!

Vou contar um segredo para vocês.

Existe outro mestre dos investimentos, além de Warren Buffett, que recebe minha admiração.

Trata-se de um mestre em filosofia, além de um dos maiores analistas de risco da atualidade: Nassim Nicholas Taleb.

Por que ele merece minha admiração?

Primeiro porque desconheço qualquer livro de sua autoria que seja no mínimo “muito bom”, aliás, recomendo a leitura de todos…

Sugiro que o primeiro deles seja o “Black Swan” (A lógica do cisne negro), onde ele compara o improvável e raro nascimento de um cisne negro, com acontecimentos inesperados e imprevisíveis que geram grandes impactos econômicos.

Depois leia o “Antifrágil”, nele ele explica sobre coisas que se beneficiam com o caos. Assim sendo, o Antifrágil pode se beneficiar com o situações de grande impacto.

O outro motivo é que ele é o criador de uma estratégia que considero muito racional, inclusive utilizo algumas premissas para a carteira de ações do canal Joias da Bolsa.

A estratégia é conhecida como Barbell Strategy?

Basicamente o racional por trás dessa estratégia, é que a carteira deve possuir muito valor em ativos de pouco risco e pouco valor em ativos de muito risco.

Dessa forma, em caso da ocorrência de um cisne negro, sua carteira estará protegida pela concentração em ativos de baixo risco, porém a pequena porção de muito risco, poderá em “tese” sofrer grande valorização.

Uma proporção sugerida é 90 por cento em ativos muito seguros e 10 por cento em ativos de muito risco.

No mercado Americano, a aplicabilidade desta estratégia é simples, pois existem ativos muito mais sofisticados que aqui no Brasil.

Independente disso, para a estratégia fazer sentido, os 10 por cento da carteira devem ser formados por ativos que possuam perfil convexo de retorno.

Grafico de ganho vs perda estrategia de Barbell

Basicamente são ativos assimétricos, onde você tem perdas limitadas e ganhos ilimitados.

Em sua essência, a estratégia sugere um portfólio mais ou menos assim:

  1. 90 por cento títulos do governo, dinheiro em caixa ou ouro.
  2. 10 por cento em ações e derivativos.

Como o mercado de derivativos brasileiro ainda engatinha frente a mercados mais desenvolvidos, devemos focar em acelerar o risco via posições em ações.

Abrasileirando a estratégia, poderíamos adaptar da seguinte forma:

Estrategia de Barbell adaptada a bolsa brasileira

Simples assim!

Os 90 por cento da carteira, não tem mistério, são investidos no Tesouro Selic, ativo mais seguro negociado no mercado brasileiro.

Já os 10 por cento que exigem risco, podemos incluir Small Caps e Micro Caps, buscando o benefício da assimetria.

A essa altura, você deve estar com dúvidas se somente os 10 por cento, seriam suficientes para gerar resultados satisfatórios.

Bom, você precisa entender que precisará comprar ações que apresentem grande potencial e consequentemente risco.

Nestes 10 por cento, não fará sentido incluir ITSA4, LREN3 ou as principais empresas do setor de energia elétrica.

São ótimas empresas, mas elas não irão se multiplicar por 10x em poucos anos.

São empresas que apresentam, de certo modo, pouco risco, logo, não geram a assimetria necessária.

Veja o que ativos podem fazer em espaços curtos de tempo:

Acoes com assimetria de risco

Algumas dessas ações superaram 1.000 por cento em 5 anos, uma em especial superou 6.000 por cento.

Não estou avaliando nenhuma característica ou qualidade dos fundamentos, estou apenas querendo provar o quão forte é a assimetria de algumas ações.

Mesmo que sejam somente 10 por cento da carteira composta por ações, se algumas performarem de forma semelhante aos exemplos acima, irão gerar um grande impacto no resultado da carteira com uma pequena exposição ao risco.

Na simplicidade da estratégia, ela oferece perdas limitadas em troca de ganhos ilimitados.

Caso queira, deixei disponível para download uma lista de 9 small caps inéditas que se enquadram nesse perfil de ativo.

lista-9-small-caps-ineditas.pdf

Valeu Taleb!

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.