7 Conceitos e Histórias Para Entender o Value Investing

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O Value Investing pode ser definido como um conjunto de princípios que, quando compreendidos e seguidos, conduzem o investidor ao sucesso em uma estratégia de investimento de longo prazo.

Fundamentalmente, tem a ver com comprar ações de excelentes empresas, mas que estão mal avaliadas em função de fatores inerentes ao mercado de ações, como a imprevisibilidade e a irracionalidade no curto prazo.

É comum que o senhor Mercado reduza o valor de uma ação para abaixo de seu valor real. Mas um investidor sagaz, que conhece os conceitos e as estratégias do Value Investing, sabe como tirar proveito desta incoerência momentânea.

O conceito foi apresentado por Benjamin Graham em seu livro Security Analysis, publicado em 1934. Desde então, investidores que sabem que o mercado de ações deve ser tratado com cautela e com viés de longo prazo seguem, com sucesso, os ensinamentos de Graham.

Já falei por aqui anteriormente que não é à toa que os maiores investidores de todos os tempos construíram suas fortunas 100% amparados por estratégias de Value Investing.

Quer aumentar suas chances de entrar para esse grupo? Então conheça conceitos e histórias que exemplificam o que é o Value Investing e convença-se a fazer seus investimentos seguindo essa filosofia.

#1. O primeiro passo é não dificultar o que é simples

O mais famoso dos investidores em valor, você sabe, é Warren Buffett. Em sua tradicional carta anual aos investidores da Berkshire Hathaway, no ano de 1996, Buffett disse que para investir com sucesso você não precisa entender de conceitos complexos ou dominar a análise técnica.

Sua recomendação, inclusive, era o contrário. Para o mago de Omaha, você pode até ser melhor se não souber nada disso.

Em nossa visão (se referindo a ele e a Charlie Munger), bons investidores precisam apenas aprender a como avaliar uma empresa e como pensar a respeito do preço de uma ação.

Parece haver uma característica perversa no ser humano de tentar dificultar o que é fácil. Eu sou um investidor melhor porque sou um homem de negócios. E sou um melhor homem de negócios porque sou um investidor.

Simples assim.

#2. Investir baseado no Value Investing é se tornar sócio de excelentes empresas

Uma regra fundamental para o investidor que segue os ensinamentos de Benjamin Graham é analisar empresas como se estivesse avaliando uma possibilidade de se tornar sócio de um grande negócio.

Até porque é exatamente isso que acontece quando você compra uma ação.

Parece tolo dizer isso, mas muitos se esquecem de seguir essa premissa importante para o sucesso quando ignoram tudo o que diz respeito à saúde financeira de uma empresa e suas perspectivas futuras para focar nos gráficos e nas “dicas quentes” aleatórias – ou simplesmente não levam a sério sua carreira de investidor.

#3. Seguir o Value Investing é investir em negócios que você gosta, entende e confia

value investing comprar ações de empresas que voce conhece e confia

Lembra quando comentei aqui sobre a filosofia que diz que “todos precisam de uma camisa nova”? O Value Investing, como Warren Buffett bem nos lembrou no início desse texto é simples, lógico e racional.

Seu objetivo ao investir deve ser comprar, a preços racionais, ações de empresas cujos negócios são fáceis de serem compreendidos cujos e de que os lucros tendem a ser exponencialmente maiores num horizonte de cinco, dez, vinte anos.

Se você não está disposto a “passar” um longo período como esses com uma ação, nem pense em comprá-la, tampouco investir na bolsa de valores.

#4. Investir em valor é caçar descontos…

Se você é daquelas pessoas que só compra produtos em promoção, saiba que dentro de você já existe um investidor em valor. Nem sempre comprar uma ação de uma empresa excepcional vai gerar o melhor resultado no longo prazo.

Para que isso ocorra, é preciso saber que está comprando a ação por um preço abaixo do seu valor real. Essa é a chamada margem de segurança, um dos pilares do Value Investing.

#5. E agir como um predador mortal

O investidor em valor sempre vai comprar ações de empresas extraordinárias, é verdade, mas isso não quer dizer que ele vai comprá-las a qualquer momento.

É preciso encontrar o equilíbrio entre preço, valor e momento, da mesma forma como agem os grandes predadores da natureza.

Da mesma forma que os animais farejam, perseguem e analisam a presa, monitoram o ambiente e esperam a hora certa para atacar, o investidor em valor gerencia sua decisão de investimento.

#6. Por favor, não esqueça que o mercado não é eficiente

Se sabemos que a irracionalidade impera e que a volatilidade é uma das principais características da renda variável, por que deveríamos acreditar que o preço atual de uma ação sempre irá refletir exatamente seu valor real?

É aí que entra em cena um personagem que o bom investidor em valor faz questão de ignorar: o quase sempre apocalíptico noticiário econômico, que exerce uma forte influência sobre as ações – às vezes de maneira positiva, outras, negativa.

No entanto, quando se conhece os caminhos do Value Investing não é difícil compreender essa esquizofrenia, ficar alheio à ela e encontrar ações de valor em meio ao caos.

#7. Toda unanimidade é burra

O efeito manada é responsável por fazer muitas vítimas no mercado de ações. Em geral, investidores que não buscam desenvolver seus conhecimentos e habilidades para investir são as presas mais fáceis.

Nunca esqueça que a irracionalidade sempre dará as rédeas no curto prazo e que pode ser tentador ir para o mesmo lado que todos estão indo, mas que investidores em valor adotam uma postura contrária à manada.

De forma resumida, compram quando todos estão vendendo e vendem quando todos estão comprando. É uma lógica parecida com a de comprar presentes de Natal em janeiro, quando as lojas estão vazias e o varejo concedendo grandes descontos.

Você se considera um investidor em valor?

Espero que este artigo tenha sido útil para ajudá-lo a compreender melhor por que eu tanto defendo o Value Investing como método para investir com sucesso na bolsa de valores. Na semana que vem vou mostrar com mais detalhes porque essa filosofia de investimentos faz sentido.

Bons investimentos!

Faça parte da tsunami de lucros que a cúpula do Mercado Financeira esconde de você.

Volatilidade na Bolsa: 5 lições que a história nos ensina

A volatilidade no mercado financeiro é definida como a intensidade com que o preço de um ativo oscila dentro de um determinado período. Assim, quando se diz que um ativo tem alta volatilidade, significa que seu preço oscila muito.

Porém, a volatilidade não se refere apenas à oscilação no preço de ativos, mas sim do próprio mercado.

Uma série de fatores externos podem afetar os índices do mercado, entre eles o cenário político, econômico e o otimismo ou pessimismo dos investidores em relação a esses dois.

A volatilidade sempre esteve presente no mercado financeiro. O ano passado foi marcado por uma série de eventos que influenciaram a alta volatilidade nos investimentos.

Eleições, greve dos caminhoneiros, cenário externo turbulento, tudo isso fez com que o mercado de ações em 2018 variasse 32% entre máxima e mínima.

Após bater o recorde histórico de 100 mil pontos em março deste ano, o Ibovespa caiu e voltou a oscilar bastante. Porém, essa volatilidade não é excepcional nem fora do comum e faz parte de momentos de tensão política, como agora do recente desafio da reforma da previdência.

Com o mercado mais tumultuado, será que é hora de vender suas ações?

A maior volatilidade pode ser fonte de incerteza até mesmo para os investidores mais experientes.

Mas com uma análise dos dados históricos da Bolsa de Valores, vemos que o Ibovespa já passou por vários momentos de turbulência. Inclusive, o pregão já foi interrompido algumas vezes pelo sistema circuit breaker que busca proteger o mercado da volatilidade.

Apesar de toda oscilação, no longo prazo o investimento na Bolsa de Valores provou compensar.

O investidor que investe no longo prazo e em empresas com bons fundamentos, não deixa as oscilações do mercado influenciarem na sua participação na companhia.

Veja as 5 lições sobre volatilidade que podemos aprender com a história dos mercados:

# 1: A volatilidade não é nova

Volatilidade não é um fenômeno novo. Desde a criação da primeira bolsa de valores e do início da negociação ações, as oscilações de preços estão presentes.

Se olharmos para as oscilações históricas do Dow Jones Industrial Average (DJIA), o segundo mais antigo índice dos Estados Unidos, veremos que as maiores oscilações ocorreram há mais de 80 anos.

Já a bolsa brasileira (B3), passou por inflação de quase 2.000%, impeachment, crises e mesmo assim, sobreviveu.

# 2: Volatilidade está sempre presente

Volatilidade na Bolsa: 5 lições que a história nos ensina

A volatilidade esteve sempre presente nos mercados de todo o mundo. Se analisarmos o S&P 500 (índice das 500 ações mais representativas e negociadas na NYSE e na NASDAQ) entre 1935 e 2018, teremos:

4.563 dias com movimentos de preço de +/- 1%
1.094 dias com movimentos de preço de +/- 2%

Isso representa uma oscilação de preço de 1% a cada semana de negociação e de 2% a cada mês. No entanto, apesar de toda volatilidade, ao final desse período de tempo, o S&P 500 cresceu 25.290%.

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, acumula alta de 3.756,63% (corrigida pelo IGP-DI) desde sua criação, em 1968.

# 3: Independentemente da volatilidade no curto prazo, no longo prazo o resultado tende a ser positivo

No curto prazo, os preços parecem uma montanha-russa de tanto que oscilam. Agora, se você olhar a longo prazo, essas oscilações diárias ou semanais são quase imperceptíveis.

A bolsa brasileira é um exemplo disso. Apesar do sobe e desce diário, ela se mostra um bom investimento no longo prazo.

Isso acontece, pois, empresas com bons fundamentos tendem a retomar seu crescimento e ter resultados positivos mesmo em tempos de crise.

Veja como no longo prazo a cotação sempre segue os lucros da empresa. Ou seja, quedas nos preços podem servir como grandes promoções na bolsa de valores.

# 4: A volatilidade pode ser facilmente vencida com um portfólio diversificado

A volatilidade do mercado é inevitável. Portanto, a melhor forma de enfrentar períodos de maior volatilidade, é construir um portfólio diversificando e balanceado entre diferentes classes de ativos.

Isso é importante visto que diferentes ativos respondem melhor em períodos de volatilidade do que outros, mantendo-se assim em níveis aceitáveis e protegendo o investimento.

# 5: Não há recompensa sem risco

Investimentos em renda variável envolvem riscos, mas com eles também vem com os melhores retornos ao longo do tempo.

Porém, ainda existem muitos mitos na relação entre risco e ações. O grande “risco” das ações é a falta de conhecimento para atenuar esses riscos inerentes.

Sim, é possível contornar os riscos e ganhar dinheiro investindo em ações.

Quais são os riscos de investir em ações? O risco da volatilidade se dá pela grande variação de preço no curto prazo. Já, longo prazo, essas oscilações não fazem o menor sentido quando se investe em ações com bons fundamentos. Dessa forma, não importa a variação, pois no longo prazo o resultado será sempre ascendente.

As ações oferecem os melhores ganhos de longo prazo e a volatilidade sempre estará presente. Use-a como sua aliada.

Dessa forma, devemos aceitar a volatilidade e aprender a se beneficiar dela, aproveitando as oportunidades para construir uma carteira diversificada capaz de resistir e lucrar em qualquer tempestade.

Quem é Nassim Taleb, e por que ele está chamando a atenção dos grandes investidores?

Quem é Nassim Taleb?

Nassim Taleb divide opiniões e não liga para os rótulos que lhe dão. Ora o “guru” que alertou sobre as crises financeiras (e lucrou com elas). Ora distorcido pelos consultores financeiros, Taleb assumiu o risco de defender suas ideias.

Considerado um dos maiores pensadores do setor financeiro, o controverso investidor ensina importantes lições sobre incerteza do mercado, critica os métodos de gerenciamento de risco e dá um “chá de realidade” para quem pensa que é possível prever o mercado.

Concordando ou não com suas ideias, Nassim Taleb é autor de um dos livros mais influentes, The Black Swan (O Cisne Negro).

O livro compõe a coletânea de 5 volumes do autor, intitulada de Incerto, composto por:

Iludidos pelo acaso (2004), A lógica do Cisne Negro (2007), Leito de Procrusto (2010), Antifrágil (2012), Skin in the game (2018).

A coletânea trata da probabilidade, incerteza, erro humano e risco e da tomada de decisão quando não entendemos o mundo.

Quem é Nassim Taleb?

Nassim Nicholas Taleb nasceu em Amioun, uma pequena cidade do Líbano, em 1960. Filho de Nagib Taleb e Minerva Ghosn, teve que lidar cedo com riscos e incertezas quando ele e sua família tiveram que se refugiar na França devido à uma guerra civil no Líbano.

Sua educação foi excelente. Concluiu seus estudos de graduação e pós-graduação na Universidade de Paris. Posteriormente, obteve seu MBA pela Wharton School, ligada à Universidade da Pennsylvania.

Passou a trabalhar em Wall Street como operador de derivativos. Alcançou a Liberdade Financeira com 27 anos, após a Crise de 1987. Nessa época, apostou contra o mercado financeiro, desenvolvendo uma estratégia com derivativos.

A estratégia é arriscada e perdedora na maior parte do tempo, mas, em caso de um black swan, ou seja, um evento improvável e imprevisível, o ganho é altíssimo. Ele também obteve bons ganhos nas crises financeiras de 2000 e em 2008.

Atualmente, Taleb se dedica à vida acadêmica como professor emérito de Engenharia de Risco na Escola de Engenharia Tandon da Universidade de Nova York desde setembro de 2008.

Aleatoriedade e improbabilidade

Em seu primeiro livro “Iludido pelo acaso”: O papel oculto do acaso na vida e nos mercados, originalmente Fooled by Randomness: The Hidden Role of Chance in Life and in the Markets, Nassim Taleb aborda sobre a subestimação do papel da aleatoriedade na vida.

Taleb critica a visão geral que se tem sobre o sucesso nos mercados. Dessa forma, propõe que precisamos aceitar que a sorte tem papel decisivo nos resultados, seja nos mercados ou na vida.

Seu segundo livro, The Black Swan: The Impact of the Highly Improbable, em português, A Lógica do Cisne Negro, ficou 36 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times e foi traduzido para 31 idiomas.

Quem é Nassim Taleb?

The Black Swan fala sobre eventos imprevisíveis. Aqueles que estão além de nossas capacidades de previsão e que causam grande transformação e impacto.

Antes da descoberta do cisne negro, sua existência era desconhecida. Acreditava-se que todos os cisnes eram brancos. Porém, não importa quantos cisnes brancos são observados, não é possível provar que todos os cisnes são brancos. Tanto que uma única observação de um cisne negro invalidou a teoria de que todos eram brancos.

Assim como no caso do cisne negro, não é possível analisar e avaliar todas as variáveis da nossa realidade.

Na história da humanidade temos vários cisnes negros. Ou seja, eventos que fogem do nosso controle ou expectativa, tais como: guerras, epidemias, invenções e etc.

Esses eventos imprevisíveis e inevitáveis também modelam o mercado financeiro e Nassim Taleb aproveitava para ganhar dinheiro com eles. Foi o caso das crises financeiras.

Antifrágil

O livro Antifrágil, Antifragile: Things That Gain from Disorder, de Nassim Taleb é tema de bastante discussão no mercado financeiro. Nele, Taleb faz uma analogia e ajuda as pessoas a lidarem com os riscos e incertezas nos mais diversos âmbitos de nossas vidas.

Em geral, tendemos a fugir do risco. Porém, segundo o autor, o que dita o nosso futuro é como lidamos e encaramos o risco. E se nos tornarmos antigfágeis, podemos ganhar com o imprevisto e com caos.

O termo antifrágil foi criado por Nassim Taleb e corresponde ao oposto de frágil, ou seja, algo que melhora quando está diante de uma situação inesperada.

Para Taleb, todos os sistemas podem ser categorizados em: Frágil, robusto e antifrágil. Sendo que coisas frágeis perdem com a volatilidade, coisas robustas resistem e coisas antifrágeis se beneficiam disso.

Essa visão de mundo também é aplicada no mundo das finanças e fala sobre não fugir do risco.

Sua ideia mais consagrada, conhecida como estratégia Barbell, propõe alocar a maior parte dos recursos (cerca de 60-90%) em investimentos de baixo risco, como renda fixa e ações de empresas consolidadas. A parcela restante (cerca de 10-30%) diversificar em investimentos de alto risco, como ações de pequenas empresas.

A ideia é ser conservador e agressivo ao mesmo tempo. Dessa forma, o investidor protege parte do seu capital, porém, pode se beneficiar com altos ganhos quando acontecem os cisnes negros.

Skin the game

Skin in the Game: Hidden Asymmetries in Daily Life, é o último livro da coletânea de Nassim Taleb.

Em tradução literal “pele no jogo” o nome remete à expressão “tirar o seu da reta”.  Taleb critica os charlatões do mercado que segundo ele são aqueles especialistas de investimento que dão conselho de investimento, mas não colocam o próprio dinheiro nos produtos recomendados.

 

Para Nassim Taleb os investidores precisam ter sorte e só obterão sucesso dessa forma. Essa ideia acaba distorcendo a visão do mercado e, assim, afastando possíveis investidores.

É inegável que sorte pode ajudar, mas mais do que isso, investir em ações requer uma análise dos fundamentos das empresas, para selecionar aquelas com melhor potencial. Assim, no longo prazo, não será necessária sorte e sim estudo.

Agora que você aumentou seu conhecimento sobre investimentos, descubra 7 asneiras que as pessoas falam sobre a bolsa de valores.

Como Saber Se Uma Corretora é Confiável?

Qual corretora é confiável? Essa é uma das principais dúvidas de quem está iniciando no mundo dos investimentos.

As corretoras são as instituições financeiras responsáveis por intermediar a negociação de ativos. Desse modo, abrir uma conta em uma corretora de valores é o primeiro passo para investir.

Apesar de serem o lugar certo para fazer seu dinheiro render, escolher uma corretora para investir é uma tarefa que exige calma e pesquisa.

No site da BM&F Bovespa, por exemplo, encontramos cerca de 90 corretoras em operação no Brasil. Lá é possível filtrá-las de acordo com seus produtos, serviços, selos de qualificação, entre outros.

Colher informações de quem já utiliza o serviço pode te ajudar a decidir por uma corretora confiável.

Mas sua escolha deve também estar baseada nos custos em relação aos benefícios que elas oferecem. O que certamente terá um impacto sobre a rentabilidade.

Um dos investidores mais ricos do mundo, multiplica o capital em 20% ao ano, portanto é preciso ter cuidado com quem oferece mais do que isso de rentabilidade.

Bancos grandes possuem sua própria corretora. Apesar de ser mais cômodo para investir, uma vez que você não precisa abrir conta em outra corretora, nem transferir o dinheiro, eles costumam cobrar taxas mais elevadas do que as corretoras independentes.

Já as corretoras independentes, costumam ter taxas mais atrativas e uma gama de serviços maior.

Porém, não defina sua escolha apenas pelo preço. Você precisa contar com um bom atendimento e um home broker estável, por exemplo.

E o mais importante: você deve se sentir seguro e investir seu dinheiro através de uma corretora confiável.

Mas como descobrir se a corretora está devidamente autorizada e evitar que você não caia em golpes?

A regulamentação das corretoras

Na hora de escolher a sua corretora de valores, pesquise um pouco para se certificar se a corretora é confiável ou não.

Para que uma corretora de valores seja considerada segura, ela deve atender uma série de requisitos e práticas operacionais.

Antes de mais nada, verifique se a instituição financeira está registrada na Comissão de Valores Mobiliários – CVM, entidade responsável por regular este mercado.

Porém, somente isso não basta para avaliar se a corretora é confiável. Consulte outras entidades responsáveis pela organização e fiscalização, como a própria BM&FBOVESPA e o Banco Central.

No Brasil, as corretoras só podem ser criadas após autorização prévia do Banco Central do Brasil (Bacen).

Além disso, essas instituições são regulamentadas e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), através da Lei 6.385/76 e pela instrução 505 da própria CVM.

 

Confira o cadastro na CVM

Através da CVM podemos descobrir se a empresa está cadastrada e autorizada a atuar no mercado.

A CVM, ou Comissão de Valores Mobiliários, é a entidade pública responsável por regular e fiscalizar o mercado de valores mobiliários no Brasil.

Por valores mobiliários entende-se:

  • Cupons cambiais
  • Ações
  • Bônus de subscrição
  • Debêntures
  • Certificados de depósito de valores mobiliários
  • Notas comerciais
  • Contratos futuros
  • Cédulas de debêntures
  • Contatos derivativos

Todas as Corretoras de Valores confiáveis devem estar devidamente cadastradas na CVM e seguir uma série de diretrizes traçadas pela entidade.

Para descobrir se a corretora está autorizada e cadastrada na CVM basta uma pesquisa rápida na Central de Sistemas.

A CVM ainda oferece uma ferramenta para verificar a idoneidade das corretoras.

Através do menu “Consulta a Processos Sancionadores”, é possível consultar ela já cometeu alguma infração no mercado de valores mobiliários e sua resolução.

Confira o cadastro no Banco Central

Para saber se determinada instituição financeira é ou não regulamentada pelo Banco Central, acesse o este link do site do BCB e pesquise com o nome da instituição.

Confira os certificados da BM&FBOVESPA

A própria BM&FBOVESPA criou um mecanismo para certificar a qualidade dos serviços prestados pelas corretoras de valores. É o  Programa de Qualificação Operacional ou PQO.

Através de um sistema de selos, o programa atesta a qualidade da corretora em diferentes níveis de exigências.

Dentre os diferentes certificados estão: Agro Broker, Carrying Broker, Execution Broker e Retail Broker.

Para o investidor pessoa física, o selo mais importante é o Retail Broker.

O selo Retail Broker avalia as corretoras dentro dos seguintes indicadores:

  • Oferta de serviços de assessoria e plataforma eletrônica de negociação de produtos financeiros.
  • Diversificação de produtos, conteúdo educacional e de alternativas de investimento.
  • Oferta de ferramentas de negociação de tecnologia móvel e plataformas eletrônicas voltadas a investidores
  • Disponibilização de diferentes canais de relacionamento e atendimento de clientes.

O Selo Cetip Certifica – Investimentos de Renda Fixa

As corretoras oferecem diversos serviços que vão além da compra e venda de ações.

O selo Cetip Certifica é uma espécie de selo de qualidade para as corretoras que garante aos clientes que todas as suas aplicações de renda fixa estejam registradas e identificadas em seu nome, estando vinculado ao seu CPF, independentemente do valor da aplicação.

Os principais produtos certificados pelo CETIP CERTIFICA são os Certificados de Depósitos Bancários (CDB), os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), os Certificados de Investimento Audiovisual (CIA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), as Debêntures (incentivadas ou não), os Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), as Letras de Câmbio (LC), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), as Letras Financeiras (LF), as Notas Comerciais (NC), os Recibos de Depósito Bancário (RDB) e as Cotas de Fundo Fechado (CFF).

Certificados do Mercado Financeiro

Não somente as corretoras precisam estar registradas pelas entidades fiscalizadoras. Os profissionais que atuam no mercado financeiro também precisam ter a sua certificação.

Ser um investidor e iniciar seu caminho rumo à Liberdade Financeira, qualquer um pode começar agora mesmo.

Porém, para se tornar um profissional do mercado financeiro, ou um analista, são necessárias algumas certificações financeiras que permitem ao profissional indicar investimentos, ou atuar em suas áreas específicas de acordo com cada qualificação.

CPA – Certificado Profissional ANBIMA

O CPA- 20 é direcionado a profissionais que trabalham na prospecção de clientes ou venda de produtos financeiros para investidores nos segmentos Varejo Alta Renda, Private Banking, Corporate e Investidores Institucionais.

Já o CPA-10,  é voltado para profissionais que trabalham na área de prospecção de clientes ou venda de produtos de investimentos junto aos investidores tanto pessoa física quanto jurídica com renda aplicável menor que 300 mil.

CNPI – Certificado Nacional do Profissional de Investimento

O CNPI é um selo da APIMEC – Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais destinado à especialistas em análises e emissão de relatórios.

O CNPI é obrigatório e solicitado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que se exerça a função de Analista de Valores Mobiliários.

 

O mercado de ações é bastante dinâmico. Antes de você confiar seu dinheiro a alguma corretora ou analista, procure as certificações e registros. Essa é uma maneira bastante eficiente de saber se uma corretora é confiável.

O André Fogaça, aqui do GuiaInvest, por exemplo, tem autorização da CVM para ser Gestor de Carteiras de Investimento.

Como Calcular a Rentabilidade dos Investimentos

Aprender como calcular a rentabilidade é fundamental para saber se aquele determinado investimento foi bom ou não. Dessa forma você tem todo o controle para aproveitar as melhores oportunidades, seja de continuar aplicando ou mudar de estratégia.

A responsabilidade de conhecer valores, rendimentos e gastos dos investimentos é do investidor. Porém, é comum que surjam muitas dúvidas na hora de entender esse cálculo.

Antes de aprender como calcular a rentabilidade de um investimento é preciso entender que isso envolve o tempo de investimento, os riscos, os impostos, além de outros fatores.

Por exemplo, se você tem dois investimentos, com características iguais, qual seria o melhor, o de 10% ou de 15% de rentabilidade?

Nessas condições não há dúvidas que seria o de 15%.

Porém, se as condições se alterarem e o de 10% tiver duração de 7 meses e o de 15% tiver duração de 13 meses? Agora o resultado já não é tão óbvio.

Somente ao calcular a rentabilidade que você terá um número que pode confiar, que vai muito além do saldo na sua conta ou do que parece ser mais rentável.

Rentabilidade Real

A rentabilidade real é o seu ganho real, ou seja, aquele que faz seu patrimônio crescer. Normalmente os bancos e corretoras informam somente o valor bruto (rentabilidade nominal). Assim, cabe ao investidor calcular a rentabilidade real.

Para determinar a rentabilidade real devemos descontar a inflação, uma vez que esta influência no seu poder de compra e também taxas e impostos para descobrir a rentabilidade líquida.

O conceito de rentabilidade real é justamente este: a remuneração líquida obtida acima da inflação do período.

Mas então, como calcular a rentabilidade real?

Se, por exemplo, uma aplicação tenha rendido 10% em um ano e nesse período a inflação foi de 6%, a rentabilidade real não é somente subtrair.

A fórmula certa para calcular a rentabilidade real é:

 

Rentabilidade real = (1 + rentabilidade nominal)  – 1

                                                        (1 + inflação)

 

Assim o exemplo ficaria:

Rentabilidade real = (1 + 10%) = (1 + 0,10) – 1 = 3,77%

(1 + 6%)      (1 + 0,06)

Rentabilidade Anual e Mensal

Existem diferentes maneiras de calcular a rentabilidade dos investimentos, porém, como na prática todos os investimentos, seja em renda fixa ou variável, oferecem rendimentos compostos, e não simples, o melhor cálculo é o dos juros compostos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entenda como usar os juros compostos a seu favor.

Todos os investimentos de renda fixa disponíveis utilizam os juros compostos, como é o caso do CDB (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), Tesouro Direto, poupança, entre outros.

Investimentos de renda variável, como a bolsa de valores, embora de maneira indireta, também oferece retornos compostos.

Todos esses investimentos são melhores aproveitados quando se investe no longo prazo. Desse modo, quanto mais tempo você deixar o dinheiro investido, maior será o rendimento e mais rápido seu patrimônio crescerá.

Como calcular a rentabilidade dos juros compostos

Para entender como calcular a rentabilidade, primeiro precisamos ter em mente os fatores que interferem no cálculo dos juros compostos.

São eles: o valor investido, a rentabilidade do investimento e o tempo de investimento.

Onde o valor investido é determinado pela quantidade inicial que se investe. A rentabilidade do investimento é o percentual de retorno que um investimento e o tempo em que você deixa seu valor investido.

Os juros compostos podem ser calculados por meio da seguinte fórmula:

M = C x (1 + i)t

Sendo:

M: Montante ou valor total final;

C: Capital inicial (valor investido)

i: Taxa de Juros(rentabilidade do investimento);

t: Tempo de aplicação

Os Juros Compostos Podem Multiplicar Seu Dinheiro.

Ao ter em mente esse o poder dos juros compostos e sabendo como calcular a rentabilidade, você aumenta a capacidade de crescimento do seu dinheiro.

Então aproveite o bom momento da bolsa de valores brasileira e descubra os 7 sinais que apontam a melhor oportunidade dos últimos 10 anos para VOCÊ FICAR RICO investindo em ações no Brasil!

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Taxa de corretagem: o que é e como funciona? Aprenda já!

taxa de corretagem

Para investir o seu dinheiro e desfrutar o máximo dos lucros obtidos, ficar atento aos custos das transações é imprescindível. Por isso, uma das taxas mais importantes a se observar é a taxa de corretagem.

Hoje, falaremos tudo que você precisa saber sobre os custos das corretoras de valores e como funcionam suas taxas.

Acompanhe a leitura!

O que são as corretoras de valores?

Para poder comprar e vender ações e fazer qualquer outro tipo de investimento da melhor forma, primeiro você precisa de uma corretora de valores.

De uma maneira muito simples para entender, as corretoras são empresas que intermedeiam a compra e venda dos ativos financeiros.

Ou seja, você compra as suas ações, por exemplo, por intermédio delas. Quando quiser vender, também será através da corretora.

Portanto, para poder investir, é necessário que você escolha uma corretora de valores.

Temos um artigo especial, que vai te ajudar a escolher a Melhor Corretora para Investir. Também temos um onde ensinamos a criar uma conta na corretora. Confira!

Esse é um procedimento muito simples e necessário. No entanto, é importante que você saiba o que as corretoras pedem em troca desse serviço. Ou seja, os custos.

Afinal, elas também têm que ganhar, não é mesmo?

Sendo assim, existem alguns custos importantes para você ficar atento, e entre eles, a taxa de corretagem. Então vamos entender um pouco mais sobre ela.

Taxa de corretagem. O que é?

Aprenda tudo sobre taxa de corretagem

Imagine que você esteja procurando um imóvel para comprar.

Você tem o dinheiro em mãos, mas não tem tempo disponível para procurar a melhor oferta e nem entendimento de mercado para poder lidar com os donos de imóveis que lhe interessam.

O que você pode fazer, nesse caso? Procurar uma imobiliária e acionar os serviços de um corretor de imóveis, certo?

Sendo assim, será ele que irá intermediar a transação de compra da casa que você irá adquirir. Em troca disso, você paga a ele um valor que é relativo à sua comissão.

É assim que geralmente funcionam as taxas de corretagem.

Você abre sua conta em uma corretora de valores, faz a compra através da home broker e a empresa cobra uma porcentagem por essa transação.

Essa é a taxa de corretagem.

Tipos de corretagem

Essa é a parte onde a corretagem das home brokers se diferencia de uma imobiliária. Veja bem: na imobiliária, você irá deduzir um valor fixo sobre o custo no negócio.

Já na corretora, esse valor pode ser cobrado ou de forma fixa, ou como um percentual sobre o volume das operações.

Entenda melhor como funciona cada uma das taxas.

Corretagem fixa

Essa é a taxa de corretagem mais comum que vemos entre as corretoras brasileiras. Onde o valor de cobrança é fixo sobre as operações.

Portanto, independentemente de qual será o montante aplicado na operação, o valor de corretagem é o mesmo.

Não importa se você realizar uma operação de R$ 1.000 ou R$ 100.000, o custo da corretagem será X em ambas.

Corretagem variável

Já neste cenário, o valor da corretagem pode mudar.

Neste caso um percentual é cobrado sobre cada operação em separado, levando em consideração o volume da mesma.

Usando o mesmo exemplo dado acima, a operação de R$ 1.000 terá uma taxa de corretagem bastante diferente da operação de R$ 100.000.

O valor desse percentual é sugerido a partir de uma tabela disponibilizada pela Bolsa de Valores. Normalmente, esse valor gira em torno de 0,5%.

Corretagem gratuita

Claro que, se tratando de uma empresa de confiança, quanto mais barato for o custo, melhor.

Neste sentido é válido lembrar que hoje em dia, algumas corretoras já estão com taxas totalmente gratuitas para alguns investimentos, ou para todos como é o caso da Clear.

Dessa forma, a empresa recebe sua comissão de outras formas.

Qual tipo de corretagem é mais vantajoso?

Isso depende de você.

A vantagem da corretagem fixa, é que você tem total noção de quanto irá desembolsar para a corretora, a fim de pagar sua taxa. A desvantagem é que o valor pode se tornar oneroso demais, dependendo do valor da operação.

Já a vantagem da corretagem variável, é justamente a variação de valor, de acordo com a aplicação. Sua desvantagem é a óbvia, de que o custo pode se tornar muito alto.

No entanto, se você deseja aproveitar o potencial máximo do seu dinheiro, opte sempre pela opção mais barata desde que seja de confiança.

Nunca esqueça: ao escolher a sua corretora de valores, verifique quais são as taxas de corretagem cobradas antes mesmo de abrir a sua conta.

Todas as corretoras cobram o mesmo valor?

Não. Por isso, é importante que você analise suas opções, a fim de determinar qual mais te agrada. Além disso, os valores podem ser diferenciados de acordo com o tipo de operação que realizará.

Por exemplo, há corretoras que cobram uma taxa X para ações mas não cobram para fundos imobiliários, outras cobram taxa 0 em todos investimentos.

Uma pesquisa é sempre a melhor coisa a fazer quando não temos certeza de onde escolher.

Tomei a minha decisão!

Ótimo! Se você já entendeu como funciona uma das principais taxas na hora de investir, o que está esperando para aprofundar seus conhecimentos e começar a lucrar neste mercado valioso?

Se ainda tiver alguma dúvida sobre como deve prosseguir, assista a nossa mais recente palestra online!

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O Que São Fundos de Ações e Como Funcionam

O que são Fundos de Ações e como funcionam

Investir em ações, no primeiro momento, pode parecer complicado. Por isso, os fundos de ações aparecem como uma alternativa para quem quer investir mas tem medo ou acha que é necessário muito conhecimento e tempo para tal.

Diferente do que acontece no mercado e ações tradicional, onde o investidor compra diretamente as ações de determinadas empresas, ao investir em fundos de ações, você não escolhe diretamente de onde irá comprar os papéis.

Sendo assim, você terceiriza a tomada de decisões a um profissional e paga uma taxa de administração por isso. O gestor e sua equipe de analistas estudam e decidem em quais ações irão alocar os recursos captados.

O Fundo de Ações funciona como uma carteira de ativos da renda variável, onde os investidores interessados compram cotas desse fundo e recebem parte do rendimento dos ativos que compõem o portfólio. É possível encontrar fundos de ações a partir de R$ 1.000 para começar a investir.

O investidor pode, a qualquer momento, resgatar as suas cotas, as quais serão repassadas juntamente com os rendimentos recebidos no período descontando os tributos/taxas.

Para ter uma cota, o investidor paga anualmente uma taxa de administração para o banco ou corretora e também uma taxa de performance, ou seja, caso o gestor consiga resultados acima do esperado, ele também recebe uma porcentagem do lucro.

Agora que você já sabe o que são fundos de ações, é importante entender um pouco mais como ele funciona antes de decidir se arriscar.

Tipos de fundos de ações

O que são Fundos de Ações e como funcionam

Há diversos tipos de Fundo de Ações operando no país. Em geral, eles podem ser classificados de acordo com o tipo de gestão e estratégia.

Quando comparamos o tipo de gestão, classificamos em ativa ou passiva.

A gestão passiva tem como objetivo apenas repetir o resultado de um índice de referência da renda variável, como o Ibovespa ou do IBRX, por exemplo.

Já a gestão ativa consiste em buscar superar um índice de referência, ou não faz menção a índices de performance.

Nesse caso, a seleção dos papéis para compor a carteira deve seguir uma estratégia pré-definida que busca atingir os objetivos.

Quando de gestão ativa, os fundos de ações podem ser subdivididos segundo a sua estratégia em:

Valor/Crescimento

Esses fundos têm carteiras baseadas no potencial de crescimento das empresas. O gestor prioriza ações que estão abaixo do valor, mas que tenham perspectivas de crescimento e valorização.

Setoriais

Os fundos setoriais reúnem ativos, majoritariamente, de empresas pertencentes a um setor ou de setores interligados.

Dividendos

Os fundos de ações com a estratégia em dividendos focam em ativos de empresas com um bom histórico de pagamento de dividendos.

Small Caps

Essa carteira é composta por cerca de 85% de ações de companhias com menor valor de mercado. Estas, geralmente são empresas relativamente novas ou estão concentradas em um setor relativamente pequeno.

As Small Caps apresentam um baixo volume de negociação e baixa liquidez, mas possuem um grande potencial de valorização.

O restante das cotas (15%) pode se destinar a outras ações que são mais negociadas.

Sustentabilidade/Governança

Os ativos desse Fundo de Ações estão concentrados em empresas com bons níveis de governança corporativa, ou que possuam iniciativas voltadas para responsabilidade social e sustentabilidade empresarial no longo prazo.

Livres

Os fundos de ações mais comuns são os livres. Estes não seguem uma estratégia específica, podendo ser aplicados em qualquer ativo. Porém é preciso especificá-los ao investidor no regulamento.

Específicos

O Fundo de Ação classificado como específico adota estratégias de investimentos que possuam características específicas, tais como:

Fundos fechados: feito de carteiras não estão disponíveis para a compra no mercado financeiro.

Fundos de mono ação: fundos alocados em apenas uma empresa.

Investimento no Exterior

Fundo de Ações com, no mínimo, 40% do seu patrimônio alocado em ativos de capital estrangeiro.

Vale a pena investir em Fundos de Ações?

Todo investimento possui riscos, e com os Fundos de Ações não é diferente.

Como já dizia Warren Buffett, “o risco vem de não saber o que você está fazendo”. Portanto, antes de investir, você precisa conhecê-los. Assim, você saberá como contorna-los.

A diferença entre investir diretamente na bolsa ou através das cotas dos fundos, é que nos fundos de ações, a alocação dos recursos ficará a cargo de um gestor profissional.

Mas o que parece ser uma forma mais “acessível” e “segura” de ter uma carteira de ações, pode não ser a melhor escolha.

Como não é você que tem o controle total dos seus investimentos, pode haver conflito de interesses.

Muitas vezes, os gestores são obrigados a alocar o capital apenas para enquadrar a carteira dentro da política de investimento do fundo, mesmo que esta tenha que ser feita em um momento ruim de mercado.

A rentabilidade dos fundos de ações depende da alocação correta dos recursos. Apesar de serem compostos por um portfólio diversificado, pode existir ações boas e ruins dentro desse “pacote” e quem paga é você.

Você pode investir por conta própria e montar sua carteira diversificada. Já falamos diversas vezes das vantagens disso e dicas de como investir diretamente em ações.

Ninguém cuida melhor do seu dinheiro do que você mesmo!

Se você quer iniciar o caminho para alcançar sua Liberdade Financeira, eu sugiro que você se inscreva na nossa Masterclass e aprenda como transformar R$ 1.000 em R$ 1.086.850,68 com as ações mais explosivas da bolsa.

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O que é day trade e por que é tão arriscado?

Day trade: compensa ou não?

Day trade: se você já pesquisou sobre como ganhar muito em pouco tempo, já se deparou com esse termo.

No entanto, até que ponto vale o risco?

Já te explicamos, em outros artigos aqui do GuiaInvest, que a relação entre lucro rápido e risco é diretamente proporcional.

Por isso, pense bem antes de investir através do day trade. Se você não é um expert em especulação, pode ter muitos problemas com isso.

Quer saber um pouco mais sobre ele, avaliar as vantagens e desvantagens? Então continue a leitura!

 

O que é day trade?

Antes de iniciarmos a nossa análise sobre essa prática, é fundamental que você compreenda o que é, efetivamente, o day trade.

Afinal, se você está pretendendo utilizá-lo, é bom que saiba tudo sobre.

Day trade é uma operação de compra e venda de ações, sempre da mesma empresa, a ser realizada em um único dia.

Por consequência, essa entrada e saída de capital, feita de modo urgente, gera uma oscilação no preço da ação.

Assim, essa variação pode resultar em lucro para o investidor.

Fácil, não é? Realmente. Se analisarmos apenas o conceito, o day trade é algo muito simples de se compreender.

No entanto, você precisa se lembrar que o mercado não é estático e, portanto, os planos podem não sair como o investidor quer.

De fato, quem investe realizando day trade sabe quais os riscos implicados.

Antes mesmo de iniciar as transações, o investidor faz toda uma análise de mercado, considerando os seguintes pontos:

  • Movimento das ações pretendidas (em níveis de anos), avaliando qual a variação das mesmas;
  • Potencial de investimento, buscando compreender qual o lucro que poderá ser obtido com a prática do day trade;
  • Tendências do mercado para os ativos que pretende movimentar.

Porém, como dissemos anteriormente, mesmo com toda essa pesquisa prévia, o investidor pode esbarrar em seu único revés, que a volatilidade da Bolsa de Valores.

Essas operações arriscadas, acabam sofrendo ainda mais interferências do mercado, o que pode afetar, diretamente, a rentabilidade de um ativo.

O resultado para isso todos sabemos: perda de dinheiro.

 

Como funciona o day trade?

Compreendido o que é essa prática, podemos prosseguir com a nossa análise sobre o day trade.

Perceba que ele é uma mistura complexa de análise e projeção, com algumas pitadas – arriscadas –  de imprevisibilidade da Bolsa.

Por isso, o day trade é mais indicado para os investidores que já possuem conhecimento sobre as variações de mercado.

Além disso, ele deve ter disponibilidade de tempo integral, para acompanhar e controlar os seus investimentos diários.

Mesmo porque, praticando o day trade, os negócios são fechados no mesmo dia, sem chance de serem adiados para o próximo.

 

Zerar a posição

No day trade, tudo o que for comprado hoje, deve ser liquidado hoje. É a regra que justifica a prática.

Isso é chamado de zerar a posição. Ou seja: voltar para o início, onde você não tinha nenhuma ação da companhia.

O prazo para a venda vai do entendimento do investidor. É claro que ele estará de olho no momento em que elas mais se valorizarão, para poder liquidar seus ativos com maior chance de lucro.

De um modo bastante simples, vamos imaginar um cenário de aplicação do day trade.

Você compra uma unidade de ação da empresa A, às 10h, pelo valor de R$ 10.

Analisando a oscilação do mercado, você resolve vender essa mesma ação às 12h, pelo valor de R$ 40.

Seu lucro foi de R$ 30, no período de tempo de 2 horas. Estimulante, não é?

Imagina se tivesse comprado não uma, mas 100 ações? Seu lucro seria de R$ 3000!

É isso que leva as pessoas a se sentirem encantadas pelo day trade: lucro rápido.

No entanto, imagine que, às 11h, o mercado sofreu um impacto e a ação que você comprou por R$ 10 passasse a valer R$ 2.

Sua perda seria de R$ 8. Agora, imagine se tivesse comprado 100 ações? Seu prejuízo seria de R$ 800.

Entende como o day trade pode se tornar desvantajoso?

Mesmo que esse seja um cenário fictício, não podemos duvidar das oscilações do mercado, que geram impactos catastróficos.

Por isso, os day traders devem ser pessoas experientes, que consigam deduzir as oscilações de acordo com o acompanhamento integral das variações da Bolsa de Valores.

Assim, eles podem concretizar as vendas para alcançar lucro ou antes que se tornem muito desvantajosas.

A adrenalina que envolve o dray trade é muito grande.

 

Quais os riscos que envolvem o day trade?

Day trade é muito arriscado para o investidor iniciante

Basicamente, o de perder dinheiro. Não temos um modo mais simples de falar isso. Essa é a maior desvantagem da prática do day trade.

No entanto, com conhecimento é possível contornar essa situação.

Além disso, você também pode iniciar aos poucos, investindo em ações mais baratas, como um treino.

Também invista em Masterclass sobre o mercado, para aprender mais sobre ele e, quem sabe, começar uma ou outra especulação.

Se manter informado e aumentar o seu conhecimento é o modo mais correto de se arriscar no day trade.

Temos um artigo que fala sobre os principais riscos no mercado de ações, que leva à perda de dinheiro. Veja só.

Com isso, você pode minimizar, pelo menos um pouco, o risco de perder dinheiro.

Ao mesmo tempo, tente aprender mais sobre o mercado de ações. Há muitas outras formas de alcançar a Liberdade Financeira.

Neste artigo, nós te ensinamos, literalmente, a Como enriquecer na Bolsa com ações.

 

Quem pode realizar o day trade?

Em teoria, qualquer pessoa que tenha dinheiro para comprar ações e tempo para observar o mercado.

No entanto, vale reforçar o que estamos dizendo desde o início.

O day trade é uma operação avançada, mais indicada para investidores experientes em renda variável.

Além disso, ele também não é indicado para pessoas que não suportam a pressão da oscilação da Bolsa de Valores.

Como dito, a adrenalina é grande, mas a tensão é maior ainda.

Por isso, tome cuidado se está planejando iniciar o day trade. Estude muito e prepare-se para as intempéries que podem surgir.

É muito importante que você conheça o seu perfil como investidor. Assim, você será capaz de determinar quais as melhores ofertas para você.

Leia mais sobre isso neste artigo: A importância do autoconhecimento para minimizar riscos.

 

Day trade compensa?

Essa é uma pergunta que você mesmo deve responder.

Mostramos a você qual é o cenário que se aplica ao day trade, bem como te explicamos como ele funciona.

Efetivamente, ele apresenta riscos grandes demais, que só compensam se o lucro for exorbitante.

Se você está animado para começar a investir, ou até mesmo deseja variar as suas aplicações, experimente outros meios de lucrar, como os investimentos à longo prazo.

Agora, se quer aprender a multiplicar seu dinheiro com as melhores ações da bolsa, assista a palestra gratuita que vai te ensinar Como Conquistar sua Liberdade Financeira em 3 simples passos

 

O que faz e qual a melhor corretora de valores?

qual a melhor corretora

Existe um conceito já bem divulgado pelos grandes investidores e que você já deve ter visto aqui no blog que é: fazer o dinheiro trabalhar por você, e não o contrário.

Na prática, isso pode ser realizado facilmente através dos investimentos. E neste caso a escolha de uma boa corretora de valores é o primeiro passo que faz toda a diferença.

Mas você sabe quais são as funções e qual a melhor corretora?

Para encontrar essas respostas, é necessário levar em consideração alguns fatores essenciais. A seguir, você saberá por que uma corretora de valores pode proporcionar um enorme diferencial para o investidor.

Continue a leitura para ficar por dentro de todos os detalhes deste primeiro passo do investidor de sucesso!

O que são corretoras de valores?

Basicamente, corretoras são as instituições financeiras responsáveis por intermediar a comercialização de ativos efetuada pelo investidor.

Se você deseja participar do rentável mercado de ações, por exemplo, deve necessariamente abrir uma conta em uma dessas corretoras.

O que elas fazem por você?

Quando se fala em ativos, trata-se de qualquer ativo financeiro. Logo, a atuação desse tipo de corretora não se limita à bolsa de valores.

Com sua atuação validada pelo Banco Central brasileiro, essas instituições também marcam presença em diversos fundos de mercado. A partir delas, você pode investir em:

  • fundos de investimento mobiliário;
  • títulos públicos do Tesouro Direto;
  • títulos privados — debêntures e CDBs (certificados de depósito bancário), por exemplo.

Ao contratar uma corretora de valores, você tem a oportunidade de aplicar os seus recursos com segurança.

Isso se deve ao fato de que as corretoras seguem uma série de diretrizes traçadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Por meio de um conjunto de normas, a CVM é o órgão encarregado de supervisionar o comportamento das corretoras de valores.

Qual a diferença de investir em banco e em corretora de valores?

Infelizmente, é muito comum ainda encontrar pessoas que insistem em manter suas aplicações financeiras em bancos. Talvez pela comodidade, essas pessoas também costumam manter o dinheiro investido nos produtos de um único banco.

Esse é um grande problema! Um único banco tem uma carta de opções de investimento extremamente limitada. É como se você não diversificasse seus investimentos, ou seja, colocasse todos os ovos na mesma cesta.

Para se chegar a essa conclusão, basta olhar para todo o mercado financeiro, as inúmeras opções de investimentos rentáveis. Fazendo exercício simples, perceberá o quão limitadas são as alternativas oferecidas pelos bancos.

Em uma corretora de valores, você tem acesso a uma espécie de plataforma aberta. Por meio dela, é possível escolher entre os CDBs de variadas instituições bancárias, por exemplo, além de opções infinitamente mais rentáveis para você, como o mercado de ações ou o próprio Tesouro Direto.

Além disso, dentro dos bancos existem os maiores conflitos de interesse. Os gerentes que atendem você dizendo procurar os melhores produtos, na verdade lhe vendem os ativos que sejam melhores para eles próprios. Para suas metas enquanto empresa.

Ou seja, a casa sempre ganha. Ganha muito mais do que você.

Logo, a corretora é mais interessante até mesmo para quem prefere realizar investimentos menos arriscados.

Quais são as principais vantagens de se investir em uma corretora de valores?

As corretoras oferecem um amplo leque de vantagens aos investidores. Confira as principais a seguir!

Investimentos mais lucrativos e com certificação

Além de uma visão panorâmica de todas as opções de investimento do mercado, o cliente da corretora fica inteirado sobre aquelas que são mais rentáveis.

Por serem continuamente fiscalizadas, as corretoras de valores são obrigadas a cumprir algumas boas práticas. De uma forma geral, o cliente tem à disposição uma plataforma com tecnologia de ponta e serviços da mais alta qualidade.

A compra de títulos privados,por exemplo, é uma medida protegida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Com ele, a pessoa conta com uma cobertura que pode chegar aos R$ 250 mil, montante assegurado em caso de descumprimento dos acordos firmados.

Em outras palavras, se a instituição responsável pela emissão do referido título ficar impossibilitada de pagar o rendimento, esse será coberto pelo FGC.

Todo esse aparato gera uma certificação de segurança aos investimentos realizados. A pessoa sabe que atingirá o rendimento previsto (considerando eventuais oscilações do mercado, conforme o tipo de ativo). Ela também tem a certeza de que está amparada por um sistema a prova de falhas.

Infraestrutura composta por analistas financeiros

Em uma correta de valores, você também terá o suporte de uma equipe de analistas do mais elevado gabarito. Com um incrível poder de precisão de suas avaliações, esses profissionais examinam a situação das empresas no mercado.

É muito comum que, ao comprar as ações de uma determinada organização, a pessoa se questione sobre as perspectivas de crescimento daquela empresa.

Uma das funções das corretoras é exatamente mapear a atuação dessas empresas. Isso é feito por meio de diversas análises, como os balanços contábeis divulgados por cada organização.

Nessa espécie de relatório, há inúmeros indicadores que dizem muito sobre a real situação da empresa e aonde ela pode, de fato, chegar.

Obviamente, a interpretação de todos esses dados exige perícia.

Você até pode contar com os agentes das corretoras para isso, mas aí fica à mercê da escolha deles (que pode envolver conflito de interesse), ou aprender a analisar por conta própria como ensinam os conteúdos aqui do blog.

A partir de uma rápida investigação que pode fazer usando ferramentas como as do GuiaInvest, você descobre quais são as melhores alternativas de investimento para você.

Lembre-se de que a gama de opções será bem mais ampliada do que aquela tipicamente ofertada pelos bancos.

Correlacionar os dados dos balanços de cada empresa com a atual conjuntura econômica não é uma tarefa simples. Felizmente, existem ferramentas que ajudam você de maneira automatizada.

Ampla diversificação e administração da carteira de investimentos

As orientações de diversificação da carteira de investimentos mantêm uma coerência com os objetivos do investidor. Em uma instituição bancária, o gerente precisa tentar destacar os produtos do banco para o qual ele trabalha.

Cabe a você buscar outras saídas para ponderar melhor sobre as melhores possibilidades. Se você precisar, as corretoras de valores fornecem mais opções e uma equipe de analistas especializada em investimentos. Os bancos não conseguem conceder toda essa expertise.

Agora, você só precisa descobrir qual a melhor corretora, ou seja, aquela que atende todas as suas necessidades. Enquanto estiver nessa busca, lembre-se de levar em conta todos os aspectos mencionados anteriormente.

Quais são os custos para investir por meio de uma corretora de valores?

Atualmente, algumas corretoras têm procurado isentar as taxas de corretagem, além dos custos de transação. O lucro delas fica por conta das taxas de administração do fundo. Esse custo deriva de uma custódia sobre o capital.

Nos casos dos investimentos em renda fixa, a remuneração da corretora fica a cargo de uma porcentagem do CDI. Note, entretanto, que tal custo é pago pelo emissor do investimento, e não pelo investidor em si.

Como o foco do GuiaInvest é levar você até a Liberdade Financeira, nós recomendamos que você invista o seu dinheiro e tenha como retorno o máximo de lucro possível.

E para isso, você deve evitar custos inúteis como uma taxa de corretagem alta, por exemplo.

Por este motivo, a corretora que indicamos é a Clear. Ela tem custo zero para a maioria das taxas, e pertence ao grupo XP, o que mostra seriedade e confiança.

Importante lembrar que o GuiaInvest não tem nenhum tipo de vínculo nem contrato com a corretora indicada, não recebemos nada por isso. É apenas a corretora utilizada pela grande maioria dos funcionários e sócios.

A partir de quanto é possível investir por meio de uma corretora?

Varia. No mercado de ações você pode comprar desde um lote de 100 ações, que pode custar mais de mil reais, até uma ação unitária, através do mercado fracionário, que às vezes custa 5, 10 reais.

Nos Fundos Imobiliários a mesma coisa. Se tratando dos títulos do Tesouro Direto, pode começar com 30 reais. Ou seja, você pode começar com pouco a construir o seu grande futuro.

Agora que você já escolheu sua corretora e está prestes a abrir sua conta, que tal baixar o nosso e-book gratuito com o passo a passo completo para a Liberdade Financeira?

Ou ainda, se preferir ir logo adiante, pode assistir a nossa masterclass grátis e descobrir um método fantástico que  seleciona quais ações irão se valorizar nos próximos anos.

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