GI SCORE previu a falência da FRTA3

gi score previu falencia frta3

Olá, investidor!

Quando investimos em ações, estamos assumindo certos riscos. Por isso é muito importante comprarmos apenas ações de boas empresas.

​Já imaginou comprar ações de uma determinada empresa focando no longo, mas ser surpreendido com a falência dela?

Justica decreta falencia da Pomi Frutas FRTA3

Se uma empresa da sua carteira de ações decretar falência, ela poderá causar grandes estragos no seu patrimônio.

​ Mas o que você pode fazer para evitar este tipo de risco?

Bom…

Sempre opto pelo menos complicado, pois o mais simples funciona no mercado.

GI Score analisa mais de 13 indicadores fundamentalistas​ para avaliar se a empresa é boa ou ruim e apresenta o resultado em uma pontuação de 0 até 100.

Quanto maior pontuação, melhor é a empresa. Simples assim.

Veja como a pontuação histórica da FRTA3:

GI Score historico FRTA3

Desde 2015 a empresa se manteve abaixo de 20 pontos, o que é uma nota muito ruim.

Frequentemente você me ouve falando que se os fundamentos permanecem ruins de forma contínua, as chances de quebra da empresa são enormes.

Dificilmente ela será capaz de recuperar sua saúde financeira.

O GI Score sinalizou o possível problema.

Se a pontuação é baixo no GI Score, não compre as ações. Se comprar, saiba que você poderá estar se tornando sócio de uma futura empresa falida.

Bom, particularmente não vejo sentido em ser sócio de empresas com esse tipo de risco.

Fique de olhos abertos, pois ainda existem empresas com GI Score abaixo de 20 e se mantendo estável nessa zona de risco.

Veja algumas delas:

TEKA4:

GI Score historico TEKA4

DMMO3

INEP4:

GI Score historico INEP4

Infelizmente não são somente elas… Existem mais…

Mas fique tranquilo, nosso GI Score funciona como um sismógrafo de terremotos, detectando as possíveis falências antes que elas aconteçam.

Fuja dessas ações como você fugiria de um terremoto.

Forte abraço!

Eduardo Voglino é analista de ações credenciado na APIMEC (CNPI 2202), atua no mercado financeiro desde 2006 e já assessorou diretamente milhares de pessoas quando teve seu próprio escritório vinculado à XP. É um entusiasta em buscar valor e assimetrias no mercado de ações. Escreve para o TheCap na coluna Fórmula Buffett.