Investir Apenas Em Renda Fixa Nunca Deixará Você Rico

A Renda Fixa tem enganado muita gente por aí, por isso decidi esclarecer alguns pontos importantes neste artigo.

Se este também for o seu investimento, leia com atenção.

Toda pessoa que faz investimentos financeiros pensa em construir patrimônio.

Seja para alcançar a Liberdade Financeira, seja para conquistar uma Aposentadoria Independente, seja para usufruir de bens materiais…

Acontece que muitas dessas pessoas estão se esforçando para trabalhar e economizar praticamente em vão.

Será que este é o seu caso?

Isso é o que você vai descobrir nas próximas linhas.

Bem, a verdade é uma só: a Renda Fixa não vai deixar você rico e nem ampliar o seu patrimônio da maneira que você gostaria (e poderia).

Eu sei que para muita gente essa pode não ser uma notícia muito agradável, mas isso é uma verdade!

Não se preocupe que eu não trouxe apenas a notícia ruim. Existe uma saída e eu vou deixar você a par disto.

Vou explicar melhor…

Não estou dizendo que a renda fixa seja um investimento ruim.

Pelo contrário, ela continua sendo um bom investimento. Apenas não para o objetivo de alcançar a Liberdade Financeira.

Defendo, inclusive, que o Tesouro Direto é uma ótima porta de entrada ao mundo dos investimentos e pode gerar muitos frutos positivos.

No entanto, NÃO é suficiente para garantir uma aposentadoria folgada, as viagens de férias anuais, o apartamento que você sempre quis.

Agora vem a notícia boa…

Para você ter o padrão de vida dos seus sonhos, com total Liberdade Financeira, é preciso entrar para o mundo da Bolsa de Valores.

Este é o único segredo.

Investir em ações é uma coisa muito boa quando você faz da maneira certa. E fazer isso da maneira certa é mais simples do que você imagina.

Se você tiver interesse em saber como, fique tranquilo que eu explico no final deste texto.

Por enquanto, vamos aos 3 motivos pelos quais investir somente na renda fixa NÃO vai permitir que você seja livre financeiramente.

1. A Renda Fixa É Uma Espécie De Agiotagem

Renda Fixa É Agiotagem

Renda fixa nada mais é do que um empréstimo que você faz em troca de juros no futuro.

O seu dinheiro aplicado não produz nada e não gera valor nenhum. Ele não trabalha para você, como acontece quando você investe em ações.

Você empresta seu dinheiro ao banco, e este lhe devolve com pequenos juros. Juros muito menores dos que cobram de você, quando pega um empréstimo do banco.

Essa é a natureza da renda fixa em qualquer lugar do mundo.

Injusto, não?

Por outro lado, investindo em ações de boas empresas você faz seu dinheiro trabalhar para você, de maneira que os lucros superem significativamente o investimento acima.

Pense comigo por um minuto: se a renda fixa tivesse um retorno melhor do que o das empresas, ninguém abriria um negócio.

As pessoas abrem um negócio justamente porque esperam que esse empreendimento dê um lucro que supere a renda fixa no futuro.

Obviamente, existem negócios ruins e que dão prejuízo. Mas quando você investe em ações você pode escolher fazer parte de negócios que você já sabe que são bons.

Em outras palavras, você pode ser sócio das empresas líderes de mercado. Aquelas empresas que dificilmente alguém conseguirá derrubar.

Percebe o valor disso?

Resumindo, ao investir na Renda Fixa, você está apenas poupando um dinheiro e recebendo um pouco por isto.

Já ao investir na Bolsa de Valores, você espera que a empresa que você investiu gere valor, expanda a sua capacidade produtiva e distribua os seus lucros em forma de dividendos para você.

Vamos falar mais sobre isso no próximo ponto a seguir.

2. A Renda Fixa Tem Um Rendimento Abaixo Das Ações De Boas Empresas

Você até pode argumentar que o Brasil é conhecido pelo juro alto e por isso a renda fixa ainda vale a pena.

No entanto, não é o que vem acontecendo nos últimos meses, como você vai ver nos números a seguir.

Apesar disso, ainda concordo que você deva ter uma parte do seu dinheiro em renda fixa, mas por segurança, não para construir patrimônio.

No longo prazo, acaba que você deixa de ganhar muito se não investir em ações.

Dessa forma você passa longe do caminho para a Liberdade Financeira.

Veja o caso da Weg S.A., empresa do setor de bens industriais:

Ações rendem mais do que a renda fixa se você souber escolher empresas boas!

Em 10 anos essa empresa teve um retorno médio anual de 17,8%, enquanto a renda fixa teve um retorno anual de 11% no mesmo período.

Uma pessoa que investiu R$ 10.000,00 na Weg em 2007 hoje possui um montante de mais de R$ 51 mil, além de todos os dividendos pagos.

Se o mesmo fosse feito com o título público Tesouro Selic (LFT), sendo bem otimista, o montante estaria em R$ 26 mil e nada mais.

Em um período maior de tempo o efeito dos juros compostos no investimento em ações resultaria em um valor maior ainda. 

Esse é apenas um exemplo…

Note que em períodos curtos, há o sobe e desce no preço da ação. Só que no longo prazo, a empresa está se valorizando de forma sólida e consistente.

Você teria coragem de se desfazer de um negócio desses?

Esse é o grande charme de investir na Bolsa de Valores, e é por isso que ficar investindo somente na renda fixa vai impedir você de alçar maiores voos.

3. A Taxa De Juros No Brasil Vem Diminuindo Significativamente

Para incentivar a melhora da economia, o Banco Central vem reduzindo a taxa de juros.

O gráfico não me deixa mentir:

Renda Fixa: a Taxa Selic vem caindo no Brasil ao longo do tempo

Em 1999, a renda fixa poderia render até 45% em um ano… em 2012, ela chegou a render 7,25%, menos de 1% a mais do que a poupança.

E isso é perfeitamente normal.

Qualquer país que queira se desenvolver e ter as suas empresas investindo e crescendo precisa ter uma taxa de juros mais baixa.

Segundo a previsão de diversos economistas, a Taxa Selic deve encerrar o ano de 2017 em 7% e assim deve cair para 6,5% em 2018.

Percebe o quão longe esses valores estão da possibilidade de viver Livre Financeiramente?

Agora então vamos ao que importa…

4. Como investir da maneira certa?

Você pode estar um pouco desconfortável com essa notícia de que investir só na renda fixa não vai te levar à Liberdade Financeira, mas não quero que você se preocupe com isso no momento.

A verdade é que existe uma maneira simples de investimento em ações e quando você souber dela, só vai querer investir dessa maneira.

Não se trata só de um método, mas de um filosofia de investimento e que se comprovou ser eficaz através de diversos estudos e casos de investidores bem sucedidos, sejam eles grandes ou pequenos.

E o primeiro passo para descobrir esse método você pode dar hoje mesmo, assistindo esse novo treinamento do GuiaInvest: Os 3 Passos para a Liberdade Financeira.

Nesse treinamento, você vai ver que:

  • Existem ações que rendem mais do que o dobro das melhores opções da renda fixa
  • Investir em ações da maneira certa é mais simples do que você imagina
  • Investir em ações é o caminho mais rápido para se conquistar a Liberdade Financeira
  • Você não precisa entender nada de investimentos e nem ter dinheiro economizado para começar

Veja o que o Oséias, que era leigo na Bolsa de Valores, achou desta minha aula gratuita:

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Acredite, você vai desejar ter conhecido antes!

Espero você lá!

Um abraço e bons investimentos!

Crédito das Imagens: www.shutterstock.com

O que são debêntures?

As debêntures são títulos de renda fixa das empresas privadas. Ao adquiri-los, você empresta dinheiro para a empresa em troca de receber esse valor no futuro acrescido de juros, conforme acordado no momento da compra.

Sendo assim, as debêntures nada mais são que títulos de dívida que a empresa emite ao mercado, os quais contribuem para o financiamento da empresa. Seja para aumentar capital, custear projetos, pagar dívidas, esta é uma forma de adquirir capital de terceiros para garantir dinheiro em caixa.

Diferentemente dos CDBs, em que você empresta dinheiro para o banco, as debêntures você empresta para empresas privadas. Qualquer um pode comprar, seja ele acionista ou não.

O rendimento está por conta dos juros sobre o valor que foi aplicado, seja ele pré ou pós fixados.

Tipos de debêntures

As debêntures são títulos bastante distintos entre si e por isso, devem ser analisados com cautela. Uma vez que variam de acordo com vencimento, rendimento, custos, registros, entre outros.

Quanto ao seu registro, as debêntures podem ser classificadas em nominativas ou escriturais.

A nominativa é emitida em nome do investidor inicial e tem seu registro e controle das transferências feito pela companhia emissora no Livro de Registro de Debêntures Nominativas.

A escritural também tem seu registro e controle de transferências feitos pela companhia, porém, o título é guardado em custódia por uma instituição financeira autorizada para prestar tais serviços, geralmente uma corretora de valores.

Quanto à classe, classificamos as debêntures em simples, conversíveis e permutáveis.

Simples

É o tipo mais comum de debênture. Serve apenas com o propósito de financiamento da empresa emissora e não pode ser convertida em ações.

Conversíveis

Ao final do período estabelecido do título, pode ser convertida em ações da companhia.

Permutáveis

Assim como as conversíveis, as permutáveis também podem ser convertidas em ações, com o diferencial de que não necessariamente é preciso trocar o título por ações da companhia emissora.

Classificação por tipo de rendimento

Quanto ao seu rendimento, as debêntures podem ser divididas em três tipos diferentes, bem similar aos tipos de títulos do Tesouro Direto. São elas:

Prefixadas

Sua rentabilidade é acordada no momento da emissão do título. Sendo assim, você saberá exatamente qual será o retorno no final do período

Pós-fixadas

Têm seu rendimento atrelado a um indexador, como, por exemplo, o CDI ou a taxa Selic. Dessa forma, o rendimento dependerá desse indicador no vencimento ou resgate da aplicação. Assim, você não sabe quanto o seu investimento irá render.

Híbridas

Seu rendimento é uma união de um componente pós-fixado e um prefixado.  Assim, você receberá uma taxa de juros prefixada mais a correção de um indexador, normalmente o IPCA, o principal indicador da inflação

Custos e Imposto de Renda

As debêntures comuns seguem a mesma regra de outras aplicações de renda fixa para a cobrança de Imposto de Renda. A alíquota incide apenas sobre o rendimento, seguindo uma tabela regressiva do tempo de aplicação:

Prazo aproximado             Alíquota de IR

Até 6 meses                                22,5%

De 6 meses a 1 ano                   20%

De 1 a 2 anos                              17,5%

Acima de 2 anos                        15%

 

Pode ainda ser cobrada taxas de intermediação e de custódia pela corretora a qual você adquiriu os títulos.

Entretanto, algumas debêntures são isentas de Imposto de Renda. São as chamadas debêntures incentivadas.

Debêntures incentivadas

São títulos emitidos por empresas do setor de infraestrutura, como para a construção de portos, aeroportos, estradas, transmissão de energia, saneamento básico, entre outros.

Para incentivar a captação de recursos, há a isenção de imposto de renda pelo Governo. Fato esse que pode valorizar o rendimento dessas debêntures.

Quais os riscos?

Investir em uma debênture também tem riscos. O principal dele é o risco de crédito. Ou seja, da empresa não pagar o acordado pelo título.

Por isso, é necessário muito cuidado na hora de escolher seu título, uma vez que esse tipo de investimento não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), como acontece com outros títulos privados como CDB, LCI e LCA.

Além disso, há também os riscos de mercado, como, por exemplo, às oscilações das taxas de juros e da inflação e risco cambial, o que poderá ter impacto na sua rentabilidade.

Outro cuidado necessário é com a liquidez. Debêntures são investimentos de médio prazo a longo prazo. Por isso, é preciso ficar atento ao planejamento do seu investimento para não correr o risco de precisar do dinheiro antes do prazo de vencimento.

Você pode até vender seu título antes do vencimento, mas isso pode ter impactos na sua rentabilidade.

Ações x debêntures

Apesar de ambos os ativos serem emitidos pelas empresas, as debêntures e as ações são investimentos bem distintos.

A primeira diferença é que as debêntures são investimentos de renda fixa. Já as ações são de renda variável.

Ao investir em debêntures você está se tornando um credor da empresa que emitiu o título. Dessa forma, você apenas empresta seu dinheiro em troca do pagamento de juros.

Já ao investir em ações você está se tornando sócio da empresa e tem direito ao recebimento de dividendos.

Investimento em ações é um mercado mais organizado e fácil para o pequeno investidor ter acesso. Sem contar que o potencial de valorização das ações tende a ser muito maior.

A principal vantagem das debêntures é o rendimento acima da média da renda fixa e uma opção para diversificar os investimentos.

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