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Jensen Huang Aponta Ações que Bombarão em 2026; Não é só Nvidia

Jensen Huang tem pintado um futuro em que praticamente tudo vai gerar “tokens de IA”, ou seja, vai usar inteligência artificial o tempo todo.
Imagem: Jensen Huang, CEO e cofundador da Nvidia.

O ano de 2026 está chegando quente no mundo da Inteligência Artificial. 

No centro dessa conversa toda está Jensen Huang, o CEO da Nvidia. Sempre que ele fala em eventos ou em balanços trimestrais, o X (antigo Twitter) explode com posts listando ações que ele estaria “indiretamente recomendando”. 

Esses posts viralizam fácil, com centenas de milhares de visualizações, porque todo mundo quer saber: onde investir para surfar essa onda de IA?

Não se trata de uma lista oficial da Nvidia, mas de interpretações baseadas no que Jensen menciona: empresas parceiras, tecnologias que ele destaca e os grandes desafios que a IA vai enfrentar. 

O recado geral é animador: a demanda por inteligência artificial está crescendo de forma explosiva, especialmente com os sistemas “agentic AI”, aqueles que não só respondem perguntas, mas pensam, planejam e executam tarefas sozinhos.

Um dos temas que mais aparece é o software. Jensen tem dito que a IA não vai substituir o software tradicional, mas vai turbiná-lo. Por isso, nomes como ServiceNow ($NOW), Palantir ($PLTR), CrowdStrike ($CRWD) e SAP aparecem bastante nas listas. Quando ele fala sobre integração de IA nas empresas, essas ações sobem e os posts viralizam.

Outro ponto quente é a infraestrutura e energia. Data centers de IA consomem uma quantidade absurda de eletricidade. Jensen tem chamado atenção para isso, e por isso empresas de energia limpa e eficiente estão sendo muito comentadas: IREN, Oklo, Bloom Energy, Plug Power e CoreWeave

No lado do hardware, as recomendações indiretas incluem:

  • TSMC (que fabrica os chips da Nvidia)
  • Micron (memórias de alta velocidade)
  • Dell (servidores)
  • Broadcom, Marvell e gigantes como Microsoft

Também ganham espaço empresas de nuvem, PCs com IA e ferramentas criativas, como a Adobe, que está adaptando seus programas para rodar melhor com tecnologia Nvidia.

Resumindo: O jogo está no ecossistema inteiro, chips, software, energia e infraestrutura.

Aqui na nossa casa, temos orgulho de dizer que já recomendamos há bastante tempo uma exposição estratégica ao setor global de energia. Muito antes desse buzz todo no X, já víamos a Inteligência Artificial como uma das grandes tendências das próximas décadas.

Não é algo que decidimos ontem. Desde anos atrás, falamos para os nossos investidores: vale a pena ter uma parte do portfólio voltada para empresas que lideram ou se beneficiam dessa transformação. 

Por que fizemos isso? Porque os números são impressionantes: o investimento em data centers deve chegar à casa dos trilhões de dólares nos próximos anos. A IA está saindo dos laboratórios e entrando nas fábricas, carros, escritórios e no dia a dia das empresas. Quem posicionou o portfólio mais cedo está colhendo bons resultados.

Através de um dos nossos books estratégicos para construção de portfólios, fizemos uma exposição ao setor de energia global, especialmente por conta do enorme aumento de demanda gerado pela Inteligência Artificial. 

Para capturar essa oportunidade de forma diversificada e eficiente, mantemos uma posição relevante no ETF XLE (Energy Select Sector SPDR Fund), que oferece exposição às principais empresas do setor de energia nos Estados Unidos, incluindo gigantes do petróleo, gás natural e serviços relacionados. 

Essa alocação nos permite se beneficiar do crescimento estrutural causado pelos data centers de IA, que consomem cada vez mais eletricidade, ao mesmo tempo em que mantém o portfólio equilibrado, com liquidez alta e gestão profissional. Combinada com nossas posições em energia limpa e nuclear (como Oklo e IREN), essa exposição via XLE fortalece nossa estratégia de longo prazo no ecossistema da IA.

Não estamos falando de colocar todo o dinheiro em uma única ação. Nossa sugestão sempre foi de exposição estratégica e diversificada.

O importante é manter o equilíbrio. Rebalancear de tempos em tempos, ter uma reserva de dinheiro para aproveitar oportunidades e não se apaixonar demais por uma única empresa.

Como em todo investimento, existem riscos. A concorrência está aumentando (muitas big techs estão criando seus próprios chips), o consumo de energia pode gerar problemas regulatórios e algumas ações já estão com valuations bem elevadas. Por isso, diversificação continua sendo a regra de ouro.

Evite decisões por FOMO (medo de ficar de fora). O que funciona mesmo é ter paciência e foco no longo prazo.

Tudo indica que 2026 será um ano importante: mais fábricas usando IA, computadores mais inteligentes, sistemas autônomos e uma corrida grande por energia eficiente. 

Jensen Huang tem pintado um futuro em que praticamente tudo vai gerar “tokens de IA”, ou seja, vai usar inteligência artificial o tempo todo.

Se você ainda não tem uma boa exposição ao setor de IA global, este pode ser um bom momento para avaliar com calma. O futuro parece promissor, mas só quem estiver bem posicionado vai aproveitar de verdade.

Um abraço e bons investimentos!

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